Flores

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  1. Meu Arizer Air chegou e já levou o último queijo. hahah =] Para quem tem dúvida a respeito das dimensões, puts.. me surpreendeu de tão miúdo.
  2. Sexta vou colar em Praga, aceito dicas e sugestões. =]

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    2. diego_BC

      diego_BC

      outra coisa..nas quebradas do centrao, ao redor da praça principal tem alguns bares que pode fumar erva dentro sossegado..

    3. iceee
    4. Flores

      Flores

      Valeu pelas dicas galera. Um mês de mochilão low cost \o/

  3. A bad pode ser algo construtivo, mostrando o que não o agrada, atitudes, vida, momentos... Busque mudar o que incomoda.
  4. Daí você vai para o Hospital fazer um check up e o médico te segura todo o fds kkkkkkkkk 100% agora =]

    1. groxvida

      groxvida

      caraca kkkkkk a coisa tava feia hein?

    2. wet-coma-dreams
  5. Vão acabar fechando o tópico, mas vou lhe dizer. É loteria, pode ser que passe bem, pode ser que tenha azar com algum cão farejador. De qualquer forma fique esperto pois o cheiro sobe.
  6. Hoje a Amazon está com vários produtos com desconto. Para quem tem algo em mente, vale a pena conferir. Mas tem que ser ligeiro. =]

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    2. Mitocondria

      Mitocondria

      comprei o beyond buds la e e recomendo a tds

    3. siro

      siro

      Os livros do Cervantes!!!!

    4. Flores

      Flores

      hahahah, até pareceu Merchan mas não foi a intenção. Um amigo até enviou a mercadoria pro endereço errado hUIAHUAA

  7. Apenas reforçando, alemão é um caboclo chato e perfeccionista. Pode escrever em inglês, mesmo que seja do Google Translator. Tente explicar o ocorrido com todos os detalhes, especifique datas, período de utilização, frequência e o que mais considerar pertinente. Não tente apressar o processo, pois eles vivem em cima de normas e padrões técnicos. Não esqueça que a legislação brasileira permite a assistência técnica de produtos no exterior sem pagar novamente impostos. Mas eu nãos sei exatamente como funciona para te informar.
  8. Os LEDs de protoboards não são os mesmos utilizados em cultivos. Veja um exemplo: http://pt.aliexpress.com/item/150W-Real-full-spectrum-led-grow-light-chip-50pcs-x-3W-Bridgelux-chip-range-380-730nm/32346099203.html Inicie pelo básico: http://www.growroom.net/board/topic/38500-bem-vindo-ao-led-squad-do-growroom/
  9. Atualmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só permite a importação de uma única substância da maconha das mais de 80, o canabidiol, com base nos pedidos médicos Agência Brasil Redação Folha Vitória Para cientista, uso no Brasil esbarra em falta de regulamentação e de conhecimento de órgãos de classeFoto: Agência Brasil Deixar de fornecer remédios à base de substâncias derivadas da maconha é uma crueldade contra pacientes que têm doenças crônicas. A opinião é do neurocientista Sidarta Ribeiro, um dos mais importantes pesquisadores da área, professor e diretor titular do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Segundo ele, a maconha é utilizada em vários países para alívio da dor e do sofrimento, mas no Brasil, o uso esbarra em falta de regulamentação e de conhecimento de órgãos de classe, que dificultam o tratamento. “Qual a justificativa para um paciente com câncer terminal, que está morrendo de dor, não ser medicado? [Ao não aceitar o uso de remédios da planta] a medicina brasileira vai ficando para trás”, afirmou Ribeiro, na última quinta-feira (2), no Seminário Internacional Maconha: Usos, Políticas e Interfaces com a Saúde e Direitos, organizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Escola da Magistratura do Rio de Janeiro (Emerj). O evento reuniu médicos, especialistas, juristas e associações de apoio à pesquisa e a pacientes que fazem uso da maconha. Atualmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só permite a importação de uma única substância da maconha das mais de 80, o canabidiol, com base nos pedidos médicos. Dessa forma, restringe o uso da própria substância por não fazer controle de qualidade e por não regular a produção nacional, que poderia baixar custos. Segundo a organização Apoio à Pesquisa e Pacientes de Canabis Medicinal, as doses importadas chegam a custar entre R$ 1,5 mil e R$ 15 mil. “O medicamento que estamos importando é vendido fora do Brasil como suplemento alimentar, ou seja, não tem controle farmacológico nacional sobre ele e não sabemos efetivamente o que estamos utilizando, temos que nos basear na boa fé”, relatou o médico Ricardo Ferreira, especialista em coluna, que tem feito uso do canabidiol com sucesso, em pacientes crônicos. Ele defende que a Anvisa crie regras para controle da produção e também para os clubes de autocultivo. Na medicina, outra mudança recomendada pelos especialistas para facilitar o acesso a tratamentos com medicamentos à base de substâncias da maconha é a flexibilização de norma do Conselho Federal de Medicina (CFM), de 2014, que só permite o uso do canabidiol em crianças e adolescentes com epilepsia e que não respondem ao tratamento convencional. “Não há comprovação científica suficiente para que o CFM reconheça esse fármaco como eficiente”, alegou o conselheiro da entidade, Salomão Rodrigues. Ele diz ainda que há possibilidade de substâncias presentes na maconha, como o THC, provocarem efeitos psicóticos. Sidarta Ribeiro discorda do CFM e diz que centenas de estudo atestam a utilização segura de remédios de maconha na Europa, nos Estados Unidos e em Israel. O país do Oriente Médio, por exemplo, prescreve substâncias in natura na forma de óleo, fumada, vaporizada e em alimentos, como biscoito. “As pessoas não estão acompanhando a literatura [científica], estão ignorando uma quantidade enorme de evidências para empurrar decisões”, criticou. O diretor do Instituto do Cérebro também explicou que todas as substâncias têm grupos de risco e perigos relacionados à dosagem acima das prescrições. “Das substâncias que temos, a maconha é uma das mais seguras, a sobredose não mata, como mata a de dipirona”, exemplificou. Para o cientista Elisaldo Carlini, um mais respeitados pesquisadores de drogas no Brasil, há 62 anos, o que atrasa o uso da maconha medicinal no país são mitos e preconceitos, incluindo aqueles de fundo racista. “O preconceito racial nesse país chega a tal ponto que hoje preconceito se alimenta de preconceito”, afirmou ele, que também participou do seminário. “E preciso mais pressão popular para o Brasil usar algo que o mundo já usa”, acrescentou. Para autorizar o plantio de maconha para pesquisa e para o uso medicinal, a Anvisa pretende montar um grupo de trabalho e elaborar uma regulamentação específica, com a participação de órgãos de governo, como a Polícia Federal, além de pesquisadores. “Pretende-se ainda ampliar a participação após a evolução das atividades, que se encontram na fase inicial, por meio de convites a outros órgãos e instituições”, informou em nota enviada à Agência Brasil. Em relação ao uso de medicamentos com substâncias da cannabis, a agência explicou que analisa pedido para autorizar o uso de remédios à base de canabidiol e tetra-hidrocanabinol (THC), mas não esclareceu se os remédios serão com a substância in natura ou sintética, que é feita em laboratório. Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2015/07/burocracia-atrasa-liberacao-de-remedios-a-base-de-maconha-dizem-cientistas.html
  10. Qualquer um que entre no terreno pode ter acesso a caixinha de correio. É apenas muro com dois portões, um de carro e outro para pessoas. A porta não fica trancada, apenas fechada. Segundo ele contou volta e meia aparece alguém para pegar correspondência. Parece que o dono cansou de colocar corrente com cadeado.
  11. Nunca carregue em mala, seja de mão ou despachada.
  12. Infelizmente, tal segurança não há. Um conhecido já fez pedidos para um terreno em sua rua que possui apenas caixa de correio. Mas segundo ele relatou, alguns pedidos nunca chegaram.
  13. Infelizmente nossa justiça trabalha com provas presumidas, para tal basta ter o extrato em mãos, o produto aprendido e cruzar os dados. Não que seja correto, mas é uma das artimanhas para produzir provas. Se a ideia é diminuir os riscos compre por formas anônimas, por exemplo bitcoin, Western Union ou similares. Veja o caso das balanças. Não querendo entrar em debates, mas uma semente de prensado pode ser tão boa quanto qualquer outra comercializada, assim como uma de um seed bank pode ser uma porcaria. Qualquer iniciante pode iniciar com essas sementes e brincar com a genética, aprendendo e evoluindo sem a neura da intimação. Claro, quem não quer uma genética popular!? Mas com o tempo e contatos muitos parceiros fortalecem. O que alguns esquecem é que é possível produzir algumas sementes em uma mesma matriz que esta florindo.
  14. Tem um livro maneiro "As portas da percepção" de Aldous Huxley. Vale a pena a leitura. Quanto às Bads, elas são construtivas. Mude o que a incomoda.