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Psicolouco

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  1. Psicolouco

    Policia

    ...depois que ele estiver na corporação, se pegar um grower provavelmente vai querer descontar as lenhadas que recebeu aqui no fórum. Devemos é contribuir com informações para que este não seja mais um PM/Cidadão desinformado... para que, caso venha a abordar um grower, aja de forma respeitosa/ética e de acordo com as leis.
  2. Que beleza iniciar o dia com tão boa perspectiva (x2) Concordo os irmão Wellincolin e biscoito71... atualmente está muito mais fácil gerar debates sobre o assunto, e as pessoas já estão ficando mais acostumadas, mais receptivas às novas informações e menos preconceituosas ao assunto... aos poucos vamos ganhando terreno, rumo à legalização.
  3. Se ele fez isso com uma criança, imagina com um grower...
  4. Fico pensando, o que atualmente diria o sr. Richard Nixon? kkkkkkkkkkkkkk
  5. Boa Pai do mato, realmente era necessário um tuto nesse sentido, gostaria de acrescentar algumas informações, que na verdade são problemas que eu percebo mas creio que para muitos passa despercebido. É a questão das palavras adequadas ao formulário de busca, por exemplo, se eu coloco na minha busca alguma palavra que tenha menos do que 3 caracteres, ou algumas outras que tenham 3 ou mais caracteres, porém não são aceitas pelo formulário, como "html, img, etc", neste caso aparece a mensagem: "One or all of your search keywords were below 3 characters or you searched for words which are not allowed, such as 'html', 'img', etc, please increase the length of these search keywords or choose different keywords." A mensagem explica mais ou menos o que eu já disse ai, então vou citar exemplos, se eu pesquisar "ph", ou então "Pai do mato", nos dois casos aparecerá a tal mensagem de cima, no primeira caso porque "ph" tem menos do que 3 caractéres, e no segundo caso porque "do" que está entre "Pai" e "mato" também não é aceito. Então seria sugerido pesquisar assim: "acidez solo" ou algo do tipo no caso do "ph", e "pai mato" sem o "do" no segundo caso. ... Outra questão é relacionado ao tempo entre uma busca e outra, se você acabou de fazer uma busca e logo em seguida tenta buscar por outros termos aparecerá essa mensagem: "Flood control is enabled. Please wait at least 20 seconds before attempting to search again" Ou seja, é necessário esperar 20 segundos antes de realizar uma nova busca. Se não esperar esse tempo, qualquer termo que utilizar resultará nessa mensagem e não será feito a busca, e para os desatentos pode parecer que "tudo que ele busca não existe do fórum", rs. Como muitos não se atentam a estas mensagens ou simplesmente não sabem ler em inglês, eles acham que fizeram a busca, porém nada foi encontrado, o que é um equivoco, porque na verdade a busca não foi realizada. Espero ter sido claro e que tenha contribuído ai com o tópico.
  6. Pois é brother, eu dei uma vasculhada no site dele, percebi que já faz tempo que ele está envolvido com o assunto, porém também dá pra ver, que o conhecimento dele (ou pelo menos o que ele transmite) sobre drogas é arcaico, baseado ainda no seu depoimento... o que me preocupa que pode ser mais um desinformando as pessoas.
  7. Quem é esse senhor? ...participa de uma reunião que discute a internação compulsória do usuário de crack e tudo que faz é defender "um trabalho no sentido de prevenção" (e??? Cadê sua proposta Coronel?), ...e o direito à liberdade do cidadão, fica aonde? Pelo que vi no site, a prevenção dele é usar palestras motivacionais e o nome de Deus, AHH, Que poooorrrra é essa? ...Isso pra mim além de estar longe de prevenção, ainda vai alienar os coitados que sofrem com tal problema, ao invés de transmitir informações necessárias. Sim HEMPSM, já votei umas 30x lá, hehehe
  8. INNGROWER, infelizmente também há apreciadores de proibicionismo, apreciadores de falcatruas, apreciadores de chacina, e por ai vai...
  9. Jahbaa disse tudo! ...togo, pior ainda do que sair na capa do jornal é ser publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria, por mim deveria ser barrado, pois fica ainda mais difícil de contestar, agora vamos ver os critérios dessa revista, se ela realmente é séria... Revista científica séria jamais publicaria tal levantamento manipulação de dados.
  10. Calderón sabe o que deve ser feito, mas está com medo de sair "falando" e tomar um cala boca como disse o biscoito71, principalmente do homem lá de cima.
  11. Estudo da Comissão Mundial para Políticas Antidrogas mostra que a “guerra às drogas” iniciada há quatro décadas pelo então presidente dos EUA, Richard Nixon, é um fracasso rotundo, contundente e irremediável. Bilhões de dólares e milhares de vidas mais tarde, a produção, o comércio e o uso das drogas ilegais continua crescendo a todo vapor. O maior mercado consumidor é os Estados Unidos, que consome anualmente cerca de 165 toneladas de cocaína. A América Latina entra com a produção e os mortos. O artigo a seguir é de Eric Nepomuceno: Um estudo recente realizado pela Comissão Mundial para Políticas Antidrogas, que conta com o aval da ONU, chegou a uma conclusão óbvia, mas nem por isso menos eloqüente: o que o mundo anda fazendo para combater o uso de drogas ilegais, a tal “guerra às drogas” iniciada há quatro décadas pelo presidente norte-americano Richard Nixon, é um fracasso rotundo, contundente e irremediável. E a razão de terem chegado a essa conclusão é simples: bilhões de dólares e milhares de vidas mais tarde, a produção, o comércio e o uso das drogas ilegais continua crescendo a todo vapor. Aliás, cresce tanto que hoje em dia cocaína e heroína custam muito menos do que custavam há vinte anos. Calcula-se que existam no mundo 270 milhões de usuários de drogas. Um Brasil e meio. Uma população 27 vezes maior que a de Portugal, quatro vezes e meia maior que a da França, seis vezes maior que a colombiana. Enfim, um número de pessoas que, reunidas, formaria o quarto país mais populoso do mundo. O maior mercado consumidor é os Estados Unidos, que consome anualmente, segundo os cálculos mais fiáveis, cerca de 165 toneladas de cocaína. Em segundo lugar, mas avançando rapidamente, vem a Europa, que consome cerca de 124 toneladas anuais. Esses dois mercados são abastecidos basicamente pela produção latino-americana de cocaína, mais especificamente da região andina, ou seja, Bolívia, Peru, Colômbia e, em medida quase insignificante, Equador. A maior parte do que chega aos Estados Unidos passa pelo México, onde, aliás, se consome 17 toneladas anuais, deixando o Canadá, com suas 14 toneladas, para trás. Para a Europa, outras rotas são mais utilizadas, levando a cocaína latino-americana via África do Sul e, em muito menor medida, através do Brasil. Para a América Latina, esse mundo de droga produzida e negociada tornou-se um problema que em alguns países ameaça escapar de controle. Sabe-se bem da convulsão enfrentada pelo México, fala-se de como a Colômbia pouco a pouco procura voltar aos eixos, mas pouco ou nada se fala do que acontece nos países da América Central. Lá, pelo menos três países – El Salvador, Honduras e Guatemala – que mal se recompõem do flagelo de prolongadas guerras civis correm o gravíssimo risco de se tornarem vítimas terminais do crime organizado pelo narcotráfico. Se economias aparentemente prósperas, se países que vivem tempos de bonança, enfrentam a ameaça de poderes paralelos formados pelos grandes cartéis de drogas, o que dizer de países pequenos, que mal cicatrizam as chagas de um passado recente? Vale recordar um estudo do Banco Mundial, indicando que, na América Central, o custo do crime e da violência corresponde a 8% do PIB da região. Muito se menciona a Colômbia como exemplo bem sucedido da luta contra o tráfico de drogas. Um exame mais sereno e meticuloso mostra que a realidade não é bem essa. Diminuiu, e muito, a violência, é verdade. Mata-se e morre-se hoje menos do que há dez ou quinze anos. O volume de drogas exportadas, porém, permaneceu praticamente inalterado. Uma série de fatores que são impossíveis de se reproduzir em outros países funcionou na Colômbia, que, além de drogas, exportou o caos – basta ver o que acontecia há dez ou quinze anos no México e na América Central, e o que acontece agora. Ou seja, cura-se aqui enquanto feridas são abertas ali e acolá. Resta ver, além do mais, que medidas os Estados Unidos pretendem tomar para impedir o fluxo de armas para os países exportadores de drogas. De cada dez armas aprendidas no México, sete saíram dos Estados Unidos. O governo colombiano detectou e apreendeu vários carregamentos de armas de pequeno calibre – revólveres, pistolas – despachados dos Estados Unidos pelo correio. A questão é vasta e profunda, mas até agora não conseguiu levar a trilha alguma que seja capaz de encaminhar, se não para uma solução, ao menos para um paliativo eficaz. E nesse mercado em franca expansão, nessa festança macabra, enquanto norte-americanos e europeus continuam pondo os usuários, os latino-americanos continuam pondo as drogas e os mortos. Na Colômbia, perdeu-se a conta. No México, pelo menos 42 mil nos últimos cinco anos, e caminha-se rápido para a marca dos 50 mil. Na América Latina, os produtores e exportadores de drogas são empresários bem sucedidos, sem dúvida. Lucram cada vez mais, e mostram que sabem defender seus interesses, não importa ao custo de quantas vidas. Pena que esses latino-americanos, empreendedores bem sucedidos, tenham preferido manter seus negócios em nossas comarcas. Bem que poderiam seguir o exemplo dos plantadores de maconha na Califórnia. Lá, os empreendedores locais conseguiram um feito notável: hoje em dia, a maconha é o mais bem sucedido cultivo em todo o estado. Rende cerca de 14 bilhões de dólares por ano. Plantam, processam, comercializam – e nenhum latino-americano morre por causa deles. Fonte: http://correiodobrasil.com.br/aaa-19-de-setembro-de-2011-15h19-estudo-america-latina-e-o-trafico-de%C2%A0droga/299793/
  12. Por Dave Graham NOVA YORK (Reuters) - O presidente mexicano, Felipe Calderón, aumentou na segunda-feira a pressão sobre os Estados Unidos para que controlem a demanda por drogas ilícitas, insinuando que a legalização delas poderia ser necessária para enfraquecer os cartéis do narcotráfico. Dezenas de milhares de pessoas morreram no México desde que Calderón tomou posse, em dezembro de 2006, e mobilizou as Forças Armadas para combater o narcotráfico. Em discurso às entidades Sociedade das Américas e Conselho das Américas, em Nova York, o presidente mexicano disse que seu país está pagando o preço pela proximidade com os EUA, maior mercado consumidor de drogas ilícitas no mundo. "Estamos vivendo no mesmo edifício. E nosso vizinho é o maior consumidor de drogas no mundo. E todos querem lhe vender drogas através das nossas portas e janelas", declarou. "Devemos fazer de tudo para reduzir a demanda por drogas", acrescentou Calderón. "Mas se o consumo de drogas não puder ser limitado, então quem toma as decisões deve buscar mais soluções - incluindo as alternativas de mercado - para reduzir os lucros astronômicos das organizações criminais." Ele não entrou em detalhes, mas as declarações parecem apontar para uma flexibilização na atitude de Calderón perante as regulamentações governamentais do mercado de drogas, o que poderia limitar o poder dos cartéis, ao cortar seus lucros. Nos EUA, 16 Estados e o Distrito de Columbia (onde fica a capital) já autorizam o uso medicinal da maconha, mas o governo federal não reconhece a autoridade dos Estados para isso, e considera ilegais os pontos de venda dessa droga. A maconha está se convertendo na droga preferida dos adultos dos EUA enquanto o uso de metanfetaminas e cocaína está diminuindo, segundo uma recente pesquisa nacional. FONTE: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/09/20/presidente-do-mexico-insinua-apoio-a-legalizacao-das-drogas.jhtm
  13. IMAGEM DO DIA (UOL) - 15/09/2011 http://noticias.uol.com.br/album/110915_album.jhtm?abrefoto=40#fotoNav=40
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