Lugas-GrowerMan

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Sobre Lugas-GrowerMan

  • Data de Nascimento 10/22/1984

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  1. NOVAS FOTOS: aprumando problema aqui e ali.

     

  2. água e suco de babosa com melado.

    as plantas adoram~!

    1. Mostrar comentários anteriores  %s mais
    2. capitao_verme

      capitao_verme

      No cultivo orgânico pode usar do início ao fim sem medo. Eu aplico mais ou menos a cada 15 dias.

    3. Resinaldo

      Resinaldo

      Boa mestres.. vcs aplicam a babosa na rega com a goma diluída na água msm uns 500ppm? Como vcs fazem?

    4. Lugas-GrowerMan

      Lugas-GrowerMan

      to fazendo o seguinte: duas folhas grandes no liquidificador, moe com um pouco de água, dilui na água da rega (olhômetro, acho que uns 15~25 litros/água +/-), adaptado das dicas do capitao e outras tantas q tem no fórum

  3. Mais uma colheita de cultivo bruto. as plantas se virando como podem. vê lá. abç

     

  4. Lugas-GrowerMan

    AJUDEM TO NA PARANOIA

    hahahah cada uma. @Alexisissie, busca autoconhecimento e vai de boa. na próxima vez q fumar (se houver próxima vez), monitora os passos dessa paranóia aí kkk tipo, eu aqui já aprendi, se to no grow eu não fumo nem antes e nem durante o trampo. sempre q fumo antes ou durante os trampos no grow, fico com certa ansiedade (tudo por causa da merda da proibição q fica passando varias fita na mente). então trampo no cultivo nao combina com fumo.... fumo noutras horas mais relax, longe do cultivo. autoconhecimento é a chave.
  5. A galera curte fotos né? Fiz várias hj.

    Toda manifestação de vocês é bem vinda (exceto eleitores do presidente atual, esses quero mais é que se FODAM)

     

  6. aquele fiá da puta tirou de pauta!

    também, pudera! vai esperar o que de uma bosta que julga habbeas corpus fundamentando a decisão na astrologia

    1. Mostrar comentários anteriores  %s mais
    2. Frp

      Frp

      to espumando de ódio.

      Canalhas!!!

    3. Yusk

      Yusk

      @dig420 Há no STF, para votação, a pauta sobre a proibição do consumo de maconha. O Alexandre de Moraes segurou ela por um tempo, mas soltou para votação. O atual presidente do STF tinha colocado a matéria para votação, mas aí deu pra trás e retirou.

      @Lugas-GrowerMan Muita gente aqui votou nesse incompetente. Lembro da polêmica que isso gerou na época, foi triste para caralho. Foi muita auta-sabotagem smh

    4. conda(sc)

      conda(sc)

      Tristeza tanto tempo esperando pra nada . Quem vai pro expo esse ano no uruguay? Manda wats pra nois juntar a galera q quer ir 

  7. só pra não esquecer.

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    1. Saviovf

      Saviovf

      Cai numa Quarta Feira !!!

    2. Lugas-GrowerMan

      Lugas-GrowerMan

      o fiá da puta tirou de pauta!

  8. depois de anos sem cultivar,,,, dando pegas em prensadao cá e lá nos churras com a galera

    voltar a ter do próprio green, 100% livre de coisa ruim.

    NAO TEM PREÇO

    Que Gaia abençoe à todos.

    1. Conde RaH

      Conde RaH

      Lugas já dizia o mestre...

      malandro não para, dá um tempo..

       

      kk tmj irmão

    2. blackweed

      blackweed

      Nada melhor que colher dos seus próprios frutos!!!! 

      Fya!!

  9. Ae rapaziada.

    Colheita é puro prazer né não?

    Cola no tópico conferir as primeiras flores depois de anos sem cultivar

    https://www.growroom.net/board/topic/66930-orgânico-250hqi-400hps-cruzas-caseiras-aleatórias-entre-diversas-variedades/?do=findComment&comment=144

    Quem planta colhe🙏 abraço 

    1. Saviovf

      Saviovf

      Novo seguidor!!!

      Aqui do paralelo 23º

      Vi umas fotos suas antigas...

      Li no skunkmag.com  (tem um cara louco lá o REV ) que essas folhas amarelas são def de mg...

      E que mg dá gosto ruim no fumo... Agora monitorar mg na flora ... 

      Primeiros abs man!

       

      As Brasileirinhas.JPG

  10. 90 x 110 

    400w hps

    😍😍😍Screenshot_20190419-092043_Gallery.thumb.jpg.583813cd947229307408502884fbca11.jpg

  11. https://theintercept.com/2019/03/31/estudo-drogas-censura “EU NÃO SEI onde a Fiocruz faz suas pesquisas, mas eles insistem em dizer que não há uma epidemia de drogas no Brasil”, discursou o então ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, durante audiência pública na Câmara dos Deputados. Era novembro de 2017, e o ministro, hoje titular da pasta da Cidadania, já havia declarado guerra à maior pesquisa sobre consumo de drogas da história do Brasil. Concluído no final de 2016, o 3º Levantamento Nacional Domiciliar sobre o Uso de Drogas nunca foi divulgado pela Secretaria Nacional de Política de Drogas, a Senad, órgão do Ministério da Justiça responsável por encomendar a pesquisa. A hipótese mais provável, reforçada pela declaração de Osmar Terra, é que o governo federal censurou os números porque eles revelavam o oposto do que a gestão de Michel Temer queria mostrar – e que o governo Bolsonaro continua a sustentar. O Intercept e a Casa da Democracia tiveram acesso com exclusividade à íntegra do documento. Realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, instituição ligada ao Ministério da Saúde, o levantamento aponta, por exemplo, que 0,9% da população usou crack alguma vez na vida, 0,3% fez uso no último ano e apenas 0,1% nos últimos 30 dias. No mesmo período, maconha, a droga ilícita mais consumida, foi usada por 1,5%, e a cocaína, por 0,3% dos brasileiros. Pesquisadores ouvidos pela reportagem são unânimes em dizer que, embora preocupantes, os índices estão longe de representar o que o governo, sobretudo na figura de Osmar Terra, insiste em chamar de “epidemia”. Para o levantamento, a Fiocruz usou a mesma metodologia da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar, a Pnad, do IBGE, para ouvir 16.273 pessoas em 351 cidades. A amostra é o dobro do penúltimo levantamento nacional, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas em 2005. O novo levantamento mostrou, pela primeira vez, os padrões de consumo dos municípios rurais e da faixa de fronteira do país. E investigou o uso de drogas lícitas – tabaco e cigarro – e ilícitas em dez tipos ou categorias: maconha, haxixe ou skank, cocaína em pó, crack e similares, solventes, ecstasy/MDMA, ayahuasca, LSD, ketamina e heroína, além de estimulantes e anabolizantes. Gráfico: João Brizzi/The Intercept Brasil Contratada por meio de um edital de 2015, durante o governo Dilma Rousseff, e concluída no final de 2016, já na gestão Michel Temer, a pesquisa custou cerca de R$ 7 milhões aos cofres públicos. Desde então, seu conteúdo jamais foi revelado – nem mesmo em pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação. “A gente acredita que o embargo tem a ver com o fato de que a pesquisa não confirma a epidemia de crack propalada como bandeira política por certos setores conservadores da política, cujo expoente principal é Osmar Terra”, diz Cristiano Maronna, presidente da Plataforma Nacional de Política de Drogas, rede que articula organizações e pesquisadores da área. Maronna tentou duas vezes acessar o documento via Lei de Acesso à Informação, mas teve os pedidos negados. O deputado federal petista Paulo Teixeira também tentou acessar os dados no ano passado, sem sucesso. Oficialmente, o governo diz que decidiu embargar o estudo por conta de sua metodologia. Questionado pela reportagem, o Ministério da Justiça e da Segurança Pública diz que a pesquisa “não atendeu aos requisitos do edital” porque não permite “a comparação dos resultados com o primeiro e o segundo levantamentos”. Por isso, a Senad não “detém propriedade intelectual sobre os dados, não os utiliza e não os divulga”, diz o governo, em um e-mail enviado pela assessoria de imprensa. O governo vem pressionando a Fiocruz a engavetar o estudo e chegou a acionar o Ministério Público Federal, alegando que a fundação não cumpriu os requisitos do edital. Há a expectativa, de acordo com uma fonte que conhece o processo e que pediu para não ser identificada por medo de represálias, que a Senad tente anular o edital, alegando o seu não cumprimento, e peça o reembolso dos R$ 7 milhões. A Fiocruz informou apenas, por e-mail, que o edital tem uma “cláusula que condiciona a utilização do material produzido à anuência da Senad” e que o termo de cooperação se encerrou em 2018. “Neste momento, a Fundação aguarda a anuência da Senad”, disse sua assessoria, por e-mail. Joga pedra na pesquisa O levantamento foi encomendado para ajudar o governo a criar políticas brasileiras em relação ao tema. A Fiocruz contratou quase 300 pesquisadores e técnicos, liderados pelo epidemiologista Francisco Inácio Bastos, pós-doutor em saúde pública e autor de mais de 290 artigos. Os resultados foram compilados em um relatório de 520 páginas – inédito até a publicação desta reportagem. Consultei quatro especialistas em política de drogas para entender os achados do estudo. Chama a atenção, por exemplo, a porcentagem de uso de drogas, muito menor do que alardeia o governo. Usando como exemplo o caso de um hospital no Rio Grande do Sul, Osmar Terra disse que, em 2002, 80% das internações de urgência eram devidas ao uso de álcool; já em 2007, 80% eram causadas pelo crack. “Houve uma subida muito rápida da questão do crack”, ele sentenciou. Mas não é o que diz a pesquisa.“O estudo epidemiológico da Fiocruz é robusto e não mostra epidemia”, diz Luiz Fernando Tófoli, professor da Unicamp que há 20 anos trabalha com saúde mental e uso de drogas. Mais do que o crack, o problema que salta aos olhos é o uso de álcool. Segundo a pesquisa, 66,4% já fizeram uso de álcool na vida, 43,1% no último ano e 30,1% nos últimos 30 dias – número que vem caindo. Há outros dados preocupantes, como a facilidade para encontrar bebidas alcoólicas e a baixa percepção dos seus riscos. Ao relacionar os tipos de violência consequentes do abuso do álcool, o estudo lista ocorrências variadas, como tentativa de estrangulamento e ameaça com arma de fogo. “Nossa política deveria ser estruturada a partir disso”, diz Maronna. Gráfico: João Brizzi/The Intercept Brasil O governo afirma que não é possível comparar a pesquisa com a anterior, de 2005, que abrangeu as 108 maiores cidades do país. A atual pesquisa se estendeu a 351 municípios, mas manteve o recorte das 108 em várias tabelas comparativas ao longo do relatório. Neste estrato, é possível identificar, por exemplo, queda no consumo recente de tabaco — de 18,4%, em 2005, para 14,2%, em 2015 — e de álcool — de 38,3% para 33%. Também é possível comparar os achados com outras duas pesquisas nacionais independentes, a Lenad 1 e 2, feitas pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e outras Drogas, e com a pesquisa nacional sobre crack, feita em 2014 pela Fiocruz. Os números são coerentes: a Lenad de 2012 mostra que 6,8% dos brasileiros consumiram maconha uma vez na vida; no levantamento atual, são 7,7%. Os que usaram crack uma vez na vida eram 1,3% e hoje são 0,9%. “Não vejo nada surpreendente. Exceto no caso do álcool e do solvente, que tiveram queda, os outros são números esperados e revelam que o consumo, em geral, se manteve estável”, diz Maurício Fiore, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, o Cebrap, outro pesquisador que analisou a pesquisa a pedido da reportagem. Maronna também não vê revelações “assustadoras”. Segundo ele, “quase 10% ter usado droga ilícita uma vez na vida é um número razoável. Comparado a outros países, não revelam uma situação excepcional ou alarmante”, diz. Os pesquisadores argumentam que, embora os achados da pesquisa possam ser questionados – e é comum que a comunidade científica faça isso – nada justifica o engavetamento. A Senad poderia ter tornado as informações públicas, mas com ressalvas. “Fica a impressão de que há algum interesse por trás. Se houve erro, a melhor maneira de identificar é debater. É assim que se faz ciência: publica-se e submete-se ao escrutínio dos especialistas”, diz Tófoli. Uma justificativa para os R$ 153 milhões Com a troca de governo em janeiro, o embargo da pesquisa, que se arrasta desde 2016, ganhou novos contornos. No dia 19 de março, Osmar Terra e a ministra Damares Alves anunciaram a assinatura de contratos com 216 novas comunidades terapêuticas para tratamento de dependentes químicos, ao custo de R$ 153,7 milhões por ano para 10.883 vagas. “Elas são decisivas para enfrentar a epidemia das drogas que destrói a nossa juventude, que causa a violência que o país vive e que está se propagando em uma escala gigantesca”, disse Terra na cerimônia. Damares Alves completou: “neste ato, o estado laico reconhece a importância das comunidades religiosas. É o retrato de um novo Brasil”. O Brasil possui quase 2 mil comunidades terapêuticas, em sua maioria ligadas a igrejas evangélicas e católicas, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada. Nelas, em geral, o tratamento se baseia em isolamento, trabalho braçal e atividades religiosas. Muitas já foram denunciadas por maus tratos, cárcere privado e outros crimes – caso da Centradeq-Credeq, em Minas Gerais, que o Intercept visitou no final do ano passado. “Essas instituições são a trincheira de resistência à reforma psiquiátrica, violando direitos e ignorando a redução de danos, que, em combinação com a abstinência, apresenta bons resultados”, diz Maronna. Osmar Terra é contra qualquer política de redução de danos. Ele acredita que a melhor abordagem é a abstinência e a internação compulsória – foi autor, inclusive, de um projeto de lei para obrigar os dependentes a serem internados. Defensor do modelo de clínicas religiosas, o ministro vê nas comunidades uma tábua de salvação para resolver, de uma vez por todas, “a epidemia de drogas no país”. Gráfico: João Brizzi/The Intercept Brasil Seu esforço tem resultados. Aos poucos, o modelo de comunidade terapêutica tem se tornado preferência no governo, em detrimento dos Centros de Atendimento Psicossocial, os Caps, do SUS. Até 2017, o país custeava cerca de 2 mil vagas em comunidades. No ano seguinte, com Terra no comando, o número subiu para 6,6 mil. Em 2019, chegam a 10,8 mil leitos, um aumento de quase 50% em um ano. A pergunta do milhão, ou melhor, dos R$ 153 milhões, suscitada por especialistas em políticas de drogas, é: por que, afinal, tal política pública foi implementada sem levar em conta o que dizem os números da pesquisa da Fiocruz, capaz de balizar decisões sobre quando, quanto, onde e de que forma investir para tratar dependentes? Mais uma vez, a resposta talvez seja: porque os números não dizem o que o governo queria ouvir. Este texto foi produzido em parceria com o Instituto Casa da Democracia, organização dedicada ao estudo, à elaboração intelectual e à produção cultural em defesa da democracia e de sua promoção.
  12. o rapa me alcançou. estou com 29 filhotas a ponto de ir pra flora e por causa do trampo nao consegui sequer começar a construção do grow de flora.

    se nao rolar esta semana, vão ter que ir pro mato.

    1. Agente

      Agente

      O foda não é levar , o chato é fazer a manicure nessas plantas. Hehehehehehehe 

      Eu detesto cortar e manicurar.. Hehehehehehehe 

    2. luccaslm

      luccaslm

      kkkkkkkkkkkkk manicura só é legal nas primeiras colheitas.... depois fica um saco

  13. Lugas-GrowerMan

    Proposta de legalização (PL 10.549/18) 10/07/2018

    sim, eu me referia as ultimas 2 msgns antes da minha q falavam sobre aquela votação, já que o tópico específico virou fumaça rsr até porque o PL q se refere este tópico foi arquivado ontem, por causa do fim da legislatura. quero ver agora, com essa milicada fascistinha reacionária e os fanáticos religiosos em conluio, quem vei ter culhão de pedir reabertura desta bagaça e realmente tocar pra frente. puta merda só vejo retrocesso.
  14. Lugas-GrowerMan

    Proposta de legalização (PL 10.549/18) 10/07/2018

    a bagaça parece q vai voltar à pauta em Junho, algo assim, né?