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  1. Pessoal, vamos lembrar que o Growroom não permite comércio de nenhum produto, e não queremos violar as regras deste fórum. Então vamos usar este tópico apenas para postar fotos dos adesivos, este tópico é de ativismo, blz? Quem quiser falar sobre vendas ou tiver dúvidas, entre em contato por e-mail ou pela loja virtual. Mandamos todos os pedidos, hoje foi uma nova leva. Entra em contato por e-mail ou MP pra gente ver qual foi o problema que ocorreu. Mas pode ter certeza que em poucos dias os adesivos vão estar na sua mão. Irmão, recebemos o seu pedido. O frete tá incluso, ou seja, o frete é grátis. Leva um ou dois dias úteis pro mercadoshop confirmar o boleto, assim que confirmar postaremos seu pedido. Um abraço e obrigado pela ajuda no ativismo.
  2. Por Flávio Pompêo, para o Portal 10 por hora http://10porhora.org...proibicionistas Os interessados na mudança das políticas proibicionistas sempre acompanham a atuação do Poder Legislativo Federal, pois é neste nível que podem ser realizadas as mudanças legais capazes de diminuir o sofrimento causado pela guerra às drogas. O ano de 2012 parecia apresentar boas possibilidades de avanço: no Senado Federal, http://www.youtube.com/watch?v=yqDS6heTjpY, descriminalizando o usuário e o cultivo para uso individual, enquanto na Câmara dos Deputados uma comitiva de representantes da sociedade civil apresentou anteprojeto de lei que trata da descriminilização do usuário de droga e do cultivo para consumo próprio. Uma análise mais profunda da composição legislativa, porém, concluirá que o paradigma de repressão segue vivo, atuante e tentando articular um endurecimento da Guerra às Drogas. Em 2012, é possível identificar pelo menos 13 proposições legislativas proibicionistas. Entre as propostas do ano passado, estão a volta da prisão para os usuários de drogas, a internação compulsória de usuários e o fim da maioridade penal para traficantes. Marcha da Maconha Brasília 2012. Foto: Paula Rafiza Em 19/12/2012, o deputado federal Onofre Santo Agostini (PSD/SC) apresentou o PL-4911/2012. Por este projeto, a Polícia Militar fica autorizada a remover de locais públicos os cidadãos que estiverem fazendo uso de drogas ilícitas. Os usuários seriam levados para a delegacia, onde seriam atendidos por equipe multidisciplinar. A equipe teria poderes para decretar a internação compulsória dos usuários. No dia 18/12/2012, o deputado Francisco Escórcio (PMDB/MA ) apresentou o PL 4871/2012. Este projeto de lei propõe a alteração do art. 28 da lei 11.343/2006. Pelo projeto, nos casos em que seja constatada dependência química grave, o juiz poderá decretar a internação compulsória do usuário. Este projeto mereceu repúdio em um editoral do jornal O Globo intitulado “Evitar retrocessos”. Já o deputado Eduardo da Fonte (PP/PE) está preocupado em coibir as chamadas “legal drugs”, ou drogas legais. O PL, apresentado em 12/12/2012, busca proibir as drogas sintéticas análogas à maconha, cocaína e heroína, vendidas principalmente pela internet. Pelo projeto, mesmo que as substâncias que não estejam nas listagens de proibidas, poderão ser reprimidas pelo poder público. Outra preocupação parlamentar é com a destruição das drogas ilícitas apreendidas. O PL 4747/2012, apresentado pelo deputado Eliseu Padilha (PMDB/RS) em 21/11/2012, modifica a Lei 11.343/2006. A lei já estabelece que as drogas apreendidas serão incineradas no prazo máximo de 30 dias, mas condiciona a destruição a prévia autorização judicial. O deputado gaúcho quer acabar com essa necessidade de autorização judicial, tornando automática a destruição das provas. O deputado Major Fábio (DEM/PB) apresentou dois projetos de lei no dia 30/10/2012. O PL 4604/2012 cria a obrigação de presença, nas delegacias especializadas, de equipe multidisciplinar, composta no mínimo por um psicólogo e um assistente social. Esta equipe visaria atender os usuários de drogas detidos, para “aumentar a chance de adesão desses cidadãos ao devido tratamento”. Já o PL 4602/2012 torna obrigatória, antes de cada exibição de cinema no Brasil, a exibição de filme publicitário que esclareça quanto às consequencias do uso de drogas ilegais e do abuso de drogas legais. Também trata de publicidade o PL 4531/2012, de Wilson Filho (PMDB/PB). O projeto, apresentado em outubro, torna obrigatória a instalação, nas estradas federais, de placas que contenham advertências contra o uso de drogas ilícitas. As placas, é claro, seriam custeadas com dinheiro público. O PL 4052/2012, apresentado em 13/06/2012 pelo deputado Rodrigo Bethlem (PMDB/RJ), estabelece que as penas previstas na Lei 11.343/2006 serão dobradas sempre que a droga traficada tenha sido o “crack”. O projeto de lei 3227/2012, apresentado em fevereiro pelo deputado Enio Bacci (PDT/RS), prevê isenções fiscais a empresas que contratarem funcionários que tenham passado por tratamento contra dependência de drogas e alcool. A intenção parece boa, pois ex-usuários precisam de programas de reinserção profissional e social. A isenção, porém, consiste em o empregador não ter que pagar a previdência do empregado por 3 anos, ou seja, quem paga a conta são todos os trabalhadores brasileiros aposentados ou que pretendam se aposentar algum dia. A Sugestão de Emenda a Relatório 16/2012, apresentada pelo deputado Marcos Rogério (PDT/RO) em outubro, altera um projeto de lei sobre o Sisnad. A modificação é no art. 28 da Lei 11.343/2006, que passaria a prever internação especializada compulsória e até prisão de 30 dias para usuários de drogas. Também buscando alterar o projeto do Sisnad, o deputado Esperidião Amin (PP/SC) apresentou em 24/10 o SRL 10/2012. Altera o art. 28 da Lei 11.343/2006, prevendo prisão de 6 meses a 2 anos para usuários de drogas. Pelo projeto, salvo prova em contrário, usuário seria aquele que porta quantidade de drogas para até 5 dias de consumo. Se na Câmara abundam projetos proibicionistas, no Senado a situação não é diferente. Dois deles merecem destaque. O primeiro projeto que merece menção é a Proposta de Emenda à Constituição Nº 33 de 2012, de autoria do Senador Aloysio Nunes Ferreira. Apresentada em julho, a PEC estabelece a redução da maioridade penal para alguns crimes, entre eles o tráfico de drogas. A proposta de mudança na constituição possuía apoio de 33 senadores, mas acabou em confusão e troca de farpas via mídia, já que o Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), um dos signatários, alegou ter assinado folha avulsa e não ter conhecimento do conteúdo proposto. Finalmente, o último PL que merece menção foi apresentado em 7 de agosto pelo Senador Blairo Maggi (PR-MT). O projeto encarna o atraso, pois ele torna novamente crime o consumo de drogas. Por esta proposta, o usuário de drogas ilícitas estaria sujeito a uma pena de prisão de 4 a 15 anos. Growshops passariam a ser criminalizados, pois poderiam ser enquadrados no tráfico de maquinário para produção de drogas. Pelo projeto, dois amigos que se reúnem para fumar um baseado todos os dias cometeriam o crime de associação para o tráfico de drogas. Um médico que receitasse cannabis para seu paciente passaria a incorrer no crime de prescrever drogas. É preocupante a grande quantidade de projetos, na Câmara e no Senado, que endurecem as políticas públicas sobre drogas e até prevêem a prisão de usuários. Hoje começa o ano legislativo de 2013, com a eleição do novo Presidente do Senado Federal, e na próxima segunda-feira, dia 4 de fevereiro de 2013, é a vez da Câmara Federal eleger seu presidente. Os interessados em mudanças nas políticas sobre drogas devem acompanhar esta eleição e as demais movimentações legislativas, para defender os avanços necessários e lutar contra tantas possibilidades de retrocesso.
  3. FYA!!!!!!!!! Não compre, plante! Pela legalização do cultivo de cannabis para uso pessoal! Vamos marchar!!!!!!
  4. Nesse sábado faremos o lançamento do Calendário CannaCerrado 2013. É em Brasília, no Balaio Café (201N) a partir das 20h. Dessa vez o cultivo caseiro de canabis está mais que representado. Mas pra conferir as fotos (que estão iradas) cê vai ter que ir lá. Vai ter ainda camisetas, adesivos, caixinhas de fósforo da Marcha e brigadeirô . E o precinho ó!!! Obrigado aos nossos parceiros Forester Indoor, Popipe Amsterdam Cult, Bongs-Pipes, Growroom, semSemente, Jardins Urbanos, Hempadão: Laricas de Informação, Inspire-se Head Bazar, 4evinte [TaBaCaRiA CoNtEmPoRâNeA], Natureza Divina, Grow Pro Cultivo Indoor, Horta Urbana, Rádio Legalize, Produções Klandestinas Graffiti Shop, @22 Head Shop e verador Renato Cinco.
  5. Em breve vai estar à venda na loja Growroom, e também no site do CannaCerrado e nas lojas parceiras no DF, RJ e SP.
  6. Usuário não é criminoso. Legalize o cultivo caseiro para uso pessoal! PARA COMPRAR CLIQUE AQUI
  7. Onda De Prisões Mostra Limitações De Políticas Sobre Drogas Por Flávio Pompeu* http://www.growroom....s-sobre-drogas/ Nos últimos dois meses, uma série de casos de prisões de cultivadores de cannabis no Distrito Federal mostrou as limitações das atuais leis e políticas brasileiras sobre drogas. A sensação pública é de abuso de direitos humanos e de dinheiro público jogado pelo ralo. Marcha da Maconha Goiânia 2012. Foto: Nemetscek No Brasil, a atuação do Estado quanto às drogas ilícitas está pautada na Lei Nacional Sobre Drogas, ou Lei 11.343, de 2006. Nessa Lei, tentou-se diferenciar os usuários, que não estariam mais submetidos a penas privativas de liberdade (prisões), dos traficantes, que estariam sujeitos a penas severas. Pela lei, o traficante é enquadrado no artigo 33. É aquele que produz, vende, fornece ou transporta drogas para consumo de terceiros. São previstas longas penas de prisão: a pena-base é de 5 a 15 anos, agravada por inúmeros fatores. Já o usuário está tipificado no artigo 28. É aquele indivíduo que possui ou transporta drogas para consumo pessoal, e está sujeito a três penas possíveis: advertência verbal, prestação de serviços à comunidade ou participação em curso educativo. Segundo o parágrafo primeiro, submete-se a essas mesmas penas o indivíduo que semeia, cultiva ou colhe pequena quantidade de drogas para consumo pessoal. No último dia 28 de novembro, após uma denúncia anônima, um estudante de 20 anos do Guará foi preso. Apesar de ele ter apenas dois pequenos pés de cannabis, ele foi acusado de tráfico de drogas. Chamou a atenção a declaração do delegado à TV Record: “Pela lei, o simples fato de plantar já configura o tráfico de drogas”. É uma clara omissão do art. 28 da Lei, que prevê que o usuário que planta pequena quantidade para consumo pessoal não está sujeito à prisão. Foi solto cinco dias depois. No dia 9 de novembro, um casal de jovens foi preso em flagrante em uma chácara de Brazlândia. Eles foram mostrados na TV e a carteirinha de estudante dele apareceu filmada na Globonews. Ambos eram estudantes da UnB, e na chácara havia 15 plantas de cannabis, algumas mudas e sementes. A origem da investigação foi denúncia anônima. A prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva para ambos, mas a garota teve o alvará de soltura expedido 6 dias depois da prisão, pois o juiz entendeu que mantê-la presa era “constrangimento ilegal”. O namorado dela, que além de universitário é estagiário em uma agência reguladora federal, segue preso. Será que ele representa mesmo tanto perigo a ponto de ter que ficar preso?? Outro caso emblemático que ocorreu em novembro no DF foi a prisão de um atleta. Ele já foi bem ranqueado na Associação de Tenistas Profissionais, atualmente trabalhava como professor de tênis, estudava educação física, tinha bons antecedentes. Foi denunciado pela ex-namorada, e o flagrante foram 23 plantas de cannabis, incluindo nesta contagem as mudas, várias plantas crescendo em um mesmo vaso etc. Ele ficou mais de 3 semanas preso, até conseguir um habeas corpus. Mais um caso em que o Estado erra e demora a reconhecer o erro. Foto: Sinclair Maia Em 19 de outubro, um estudante de Pedagogia da UnB foi preso em flagrante, na Asa Sul, com sete pés de cannabis na varanda de seu apartamento. O alvará de soltura saiu quatro dias depois, mas ele continua respondendo por tráfico. Em entrevista à TV Record, ele explicou que plantava apenas para consumo próprio. No dia 9 de outubro, um estudante de arquitetura foi preso em sua residência, na Asa Norte, onde havia 6 pés de cannabis. Este caso, iniciado com denúncia anônima, chamou a atenção porque, num claro sinal de desperdício de recursos públicos, a polícia utilizou um helicóptero para confirmar que havia alguns pequenos pés de cannabis no quintal. Ele é um estudante brilhante, já ganhou prêmio em um concurso, e ficou mais de 3 semanas preso. Apesar ter relaxada a prisão, segue respondendo por tráfico de drogas. Essa série de prisões mostra que as atuais leis e políticas sobre drogas estão equivocadas. Temos um imenso gasto de dinheiro público na fase de investigação policial (delegado, agentes, helicóptero), na esfera judicial (juiz, ministério público, defensoria pública), penal (prisões são caras e ineficazes). Temos exposição ilegal das pessoas na mídia. Temos, na maioria dos casos, usuários e pessoas que não representam perigo à sociedade sendo presas. Chega! Está na hora de mudar. Os casos de cultivadores presos só vão aumentar, por um motivo simples: cada vez mais, cresce a quantidade de pessoas que plantam cannabis para consumo próprio no Brasil, apoiadas no artigo 28 da lei 11.343. Grupos como o Growroom têm ensinado que, com o autocultivo, os usuários de cannabis podem buscar uma alternativa ao tráfico de drogas. O abuso que tem ocorrido é enquadrar essas pessoas no artigo 33, fazendo com que sofram semanas, meses ou anos até conseguir a retificação judicial e o enquadramento correto. Marcha da Maconha Brasília 2012. Foto: Sinclair Maia Os cultivadores de cannabis presos são apenas a ponta do Iceberg de uma política de drogas ineficiente. É preciso sair às ruas e protestar contra essas prisões injustas. Ir à porta da delegacia e só sair quando houver liberdade. Está na hora de rediscutir o sistema prisional brasileiro; as alternativas positivas surgidas em outros países em 2012, como o fato de dois estados dos EUA terem regulamentado o uso recreativo de cannabis, e a iniciativa do Uruguai para estatizar a maconha; o uso medicinal e religioso de cannabis no Brasil, entre outros temas. * Flávio é Cientista político, com graduação e mestrado pela Universidade de Brasília (UnB). Servidor Público Federal e professor de Administração Pública. Membro do PSOL-DF, debate as políticas públicas sobre drogas, é um dos organizadores da Marcha da Maconha em Brasília e colaborador do Coletivo CannaCerrado (www.cannacerrado.org).
  8. Em 2012 foi assim: Em 2011, foi assim: As fotos são do Sinclair Maia.
  9. Brasília é o centro institucional do Brasil, a capital da República. É aqui que podem acontecer as coisas que mudarão as leis e políticas sobre drogas no Brasil. Por isso, em 2013 precisamos fazer uma grande Marcha, para dar um recado bem claro aos três poderes federais: queremos a regulamentação da cannabis e o direito de cultivo para consumo próprio! Tem havido no DF uma perseguição a vários growers, precisamos da sua ajuda para protestar contra isso e reverter esta situação. E aí, quem tá dentro?
  10. Minha nossa senhora cannábica de jah, é o mesmo juiz que julgou o Sativa e que mandou prender o Pedro Praia...
  11. Os amigos de UnB dele estão fazendo uma reunião agora pra ver como ajudar. Vou ver o que podemos fazer. Mettal tem como me passar o telefone do advogado por MP?
  12. Liguei na delegacia e foi informado que ele já tem assistência jurídica. A policial perguntou de onde eu era, me identifiquei como membro do Growroom e ela fez alguns questionamentos. A policial que me atendeu se recusou a fornecer o próprio nome, disse que esse tipo de informação só é dada pessoalmente.
  13. A segunda parte do debate foi com o Vitor Cotia, segue o vídeo: <media>
  14. Foi realizada neste dia 13 de outubro a primeira edição do Atitude Coletiva, evento de caráter artístico, socioambiental e cultural que promove encontro de movimentos sociais, coletivos e ONGs. Foi no Auditorio Dois Candangos, da Universidade de Brasília. Um dos temas da programação foi o enfoque que a nova proposta de Código Penal traz para as políticas sobre drogas. Participaram do debate Flávio Pompêo, cientista político, que representou o Coletivo Cannacerrado, e Vitor Cotia, cientista político que foi o moderador desta mesa. Cotia elaborou monografia de conclusão de curso que tratou de modelos de regulamentação das drogas em diferentes países. Divulgamos neste post a primeira parte do debate, com a fala do Flávio. Além da explicação quanto às mudanças nas leis, são tratados vários temas atuais que envolvem os growers, como as recentes prisões no DF, a situação da Papuda e o caso do Ras Geraldinho. Confira o vídeo com a Palestra. http://www.growroom.net/2012/10/15/debate-sobre-drogas-no-novo-codigo-penal-movimenta-brasilia/
  15. Valeu demais, galera, tamo junto! Um passo por dia, a caminhada é grande mas chegaremos lá. Mudaremos a lei e conquistaremos o direito de plantar cannabis para uso próprio. Foto: Artur. Flávio no meio dos policiais federais, dentro de auditório do Senado Federal. Foto: Agência Brasil. Início da ação dentro da audiência pública Foto: O Globo. Últimos momentos da ação política dentro do auditório do Senado.