xango

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Sobre xango

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    Usuário do Mês - Janeiro 2004
  • Data de Nascimento 11/19/1961

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    Male
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    Babylonia, que mistura todo dia Erva Santa com Amônia
  • Interests
    Eu e meu gosto confuso

    Certa vez, à guisa de insulto, um colega de trabalho considerou meu gosto musical “confuso”. Adorei. Tomei como lema quase: “Eu tenho um gosto musical confuso!” Afinal, o contrário disso seria ter um gosto musical organizado, ordenado, bem delimitado, cheio de ortodoxias... Credo. Significaria ouvir só um tipo de coisa ou, no máximo, duas ou três coisas que fizessem algum sentido juntas. Tal racionalidade seria, no final das contas, incompatível com a plena apreciação da música, que passa, necessariamente, pelo inesperado da emoção.

    Daí ter ficado muito feliz com a definição do colega. É verdade que escuto mais rock porque fui cevado nele. Foi dos Beatles, dos Stones, de Bob Dylan, do Led, do Genesis, que parti para explorar com paixão o blues, o jazz, a música clássica e, algo perversamente, até a música brasileira... Enfim, devo ao rock o meu gosto musical confuso. Aliás, os próprios gêneros musicais têm fronteiras no mínimo fluidas.

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  1. Caro Vitt, tá certo, não foi bem atendo, tem mais é colocar a boca no trombone. Reclame mesmo! Mas... Cara, não tem NENHUM email seu (hot ou qquer outro) em minha caixa postal. Todos os emails que eu recebi, desde que minha conta foi aberta ([email protected]), estão lá. Procurei, utilizei a busca do google e... Zero. Por favor, acredite em mim. Alguma coisa aconteceu. Não tá em sapam, pois também nunca recebi nenhum spam, nestes quase 4 meses de conta. Cara, sei que você vai achar estranho, e nem é isto que que vou usar como desculpas, pois não tem desculpas. Já soube que os emails que vc mandou para [email protected], estes estão lá. A pessoa que administra a conta de lá, deveria ter percebido que algo não estava bem e me informado. Já teriamos resolvido isto, há muito tempo. E, para piorar, também fazia tempo que não acessava aqui, o Growroom. Só posso pedir desculpas e trabalhar para tentar reculperar sua confiança. Posso lhe pedir um favor (se nós ainda tivermos algum crédito com você?). Me mande mais um email, para [email protected] e veja se não volta. Eu, por minha parte, já coloquei seu nome, na lista de envios, para lhe enviar uma segunda revista, assim que confirmarmos seus dados. A primeira foi enviada em 01/08/2012, da cidade de São Paulo. Agora, acho melhor esperarmos mais alguns dias, a greve dos correiios acabarem, para evitarmos novos transtornos. Abraços e, mais uma vez, desculpe-nos por toda a sequencia de falhas. Sérgio "Xangô Menino"
  2. E ao, galera Potiguar, boa novas! Já temos 03 pontos de vendas na "Cidade do Sol": - Banca de Revistas - Petrópolis Av. Campos Sales, 1168-1216 - Petrópolis - Em frente ao Colégio Estadual Atheneu Norte Riograndense; - PraiaShopping - Capim Macio Av. Eng. Roberto Freire - Capim Macio - PraiaShopping & Shopping do Artezanato Popular; - O [email protected] (Makro) - Capim Macio R. José Francisco de Souza Filho, 1-153 - Capim Macio Tel: 3207-2847 - Em frente ao Makro / Hiper Ponta Negra Quem souber outros pontos que se interessem em vender a revista, enviem-nos um e-mail, para avisarmos o nosso representante na cidade: [email protected] Abraços ensolarados Mapa com os pontos de vendas pelo Brasil afora
  3. Não precisa ser fã do FHC. Basta que seja fã do THC! hehehehe Growlera: Parece que todo mundo que tinha demorado em receber a revista, já recebeu, não? Alguém ainda não recebeu a revista que comprou? Avise-nos, ou por aqui mesmo eu pelo e-mail [email protected] Só a título de estatística: Das mais de 2.000 vendas pelo PagSeguro, somente uma retornou, pois o endereço estava errado. Endereço correto, revista entregue! 14 não haviam recebido a revista. Uma segunda foi enviada e 05 pessoas finalmente receberam a primeira remessa e acabaram ficando com dois exemplares (a maioria revendeu e nos encaminhou o dinheiro) Das 09 restantes, com o envio da segunda revista, nós descobrimos o "problema": Família!!!! A maioria foi a mãe, alguns o pai e um foi o sogro, que "sumiu" com a revista. Assim sendo, pedimos uma salva de palmas (ou uma baforada) para os correios, que atrasam, mas não falham! Continuamos com as vendas e contamos com vocês na divulgação desta publicação tão histórica e tão importante, para conscientizar as pessoas. Principalmente os familiares de alguns, hehehe Abraços Sérgio "Xangô Menino"
  4. Era, não! É. Pelos problemas com a impressão do primeiro número, e posteriormente com a empresa de distribuição, que ficaram com medo do "assunto", o próximo número vai sair um pouco depois. Ao invés do dia 21 ou 22 de Julho, vai sair no começo de Agosto. Mas já está em fase de final de produção, principalmente dos assuntos de "atualidades". Aguardem que a semSemente 02 logo mais está "queimanto" por ai. Abraços
  5. L. Henrique, bom dia, mano. Então, conforme eu te avisei, a segunda revista foi enviada no dia 19/06. Teoricamente já deveria ter chegado, mesmo os Correios dando até 10 dias úteis. Mais uma coisa: No seu cadastro contas dois endereços, aquele que confirmei com vc, o da estrada... e tem um outro de cadastramento no PS, Rua M. C., trezentos e trá-lá-lá. Será que a primeira não foi para este endereço? Vc tem acesso a este endereço, para verificar, ou nem? Tivemos alguns problemas com pais, mães e sogros que rasgaram e jogaram fora algumas revistas. Não é o seu caso? Sua família é legalize? Por que, uma revista se extraviar ainda passa. Mas duas começa a ficar muito estranho. Não estou afirmando nada, só perguntando. Você não consegue conversar com o carteiro da sua rua, para confirmar se ele não se lembra de nada ou se não deixou com algum familiar seu? Mantenha-nos informado, pois atualmente você é o único que ainda não conseguimos resolver a pendência. Mais uma vez, não estou acusando ninguém de sua família, somente perguntando, pois já tivemos este tipo de problema. Abraços Sérgio "Xangô Menino"
  6. Então Droopy, por enquanto nós vamos lançar a revista somente em versão impressa. Mais para a frente, quando a revista já estiver mais estruturada e bem divulgada, nós poderemos lançar a versão dgital. Abraços
  7. Gabriel, ela será bimestral. Abraços
  8. Então Ganjah Man E Biscoito71, beleza? A primeira tiragem da revista (5.000 exemplares) acabou rapidinho. A segunda foi entregue pela gráfica no dia 29/05 e no dia 30/05 as revistas de vocês foram postadas. As duas do Ganjah foram, realmente, em envelopes separados. Deveriam ter chegado juntas, mas os Correios tem destas coisas. Você está em Goias, certo? A do Biscoito71 também "devem" ter ido no mesmo dia. Dois comentários: 1º - "Devem", pois como eu não sei seu nome de verdade, só o nick, não pude checar seu nome na lista. Qualquer coisa, me mande uma MP com o nome ou e-mail, que eu confirmo; 2º - Os correios avisam que para "Impressos" (como é o nosso caso), eles podem demorar ATÉ 10 dias ÚTEIS. Descontando o feriadão da última semana, ainda está dentro do prazo de entrega. Por isto pedimos a compreensão e calma de vocês, que a revista logo mais está em suas mãos. Nos mantenham informados. Abraços e muita paz Xangs
  9. Tô desde ontem tentado ligar, e só dá a mensagem que ”Todos os atendentes estão ocupados” Mas, eu achei isso aqui, na agência de noticias do governo federal, a Agência Brasil. É o mesmo texto de ontem ,as com algumas coisinhas mais da tal Doutora que divulgou a pesquisa. Maconha é porta de entrada para uso de cocaína e crack, aponta pesquisa Maconha é porta de entrada para uso de cocaína e crack, aponta pesquisa Da Agência Brasil Brasília - Um levantamento feito pelo Serviço Nacional de Orientações e Informações sobre Prevenção ao Uso Indevido de Drogas (Vivavoz) revelou que a maconha é a porta de entrada para o uso de drogas mais pesadas. De acordo com a coordenadora do Vivavoz, Helena Barros, 50% das pessoas que se declararam usuárias de maconha também costumavam consumir cocaína e crack. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2006 e setembro de 2007, ouviu cerca de mil pessoas usuárias de maconha. Segundo ela, os usuários telefonaram para o serviço porque estavam preocupados com a forma como a maconha estava prejudicando a vida deles. “Algumas dessas pessoas começaram a notar que já tinham comprometimento ou dificuldade para executar algumas tarefas, algum problema de memória e às vezes algum problema relacionado à sexualidade”, disse. De acordo com Helena, os usuários conheciam alguns efeitos da maconha, que é uma droga psicotrópica leve, mas não acreditavam que teriam problemas com o consumo. Além disso, o aumento do uso e a inserção dos usuários em um meio ilícito permitiram que eles tivessem contato com drogas mais fortes. A coordenadora também disse que o álcool e o tabaco levam ao consumo de drogas ilícitas. “Basicamente o álcool, porque na população brasileira ainda existe muita permissividade”, afirmou. Helena acredita que os resultados da pesquisa demonstram que a discussão sobre a liberação e transformação da maconha numa droga lícita não é adequada. “Se levarmos em conta que 10% da população é dependente de álcool, 10% é dependente de tabaco, só 0,5% é dependente de maconha. Se nós liberássemos o uso da maconha, certamente nós teríamos 10% da população da população ou próximo a isso, sendo dependente”, afirmou. (Os 10 % mais saudáveis deste exemplo, diga-se de passagem) O Vivavoz é um serviço telefônico gratuito especializado em prestar informações sobre drogas, além de oferecer apoio a usuários e familiares. O programa é uma parceria entre a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). O serviço recebe cerca de 3 mil ligações mensais pelo telefone 0800-510-0015. Segundo Helena, metade das ligações é de parentes e amigos de usuários. O atendimento é realizado das 8h às 24h, de segunda a sexta.
  10. Bom, growlera, eu ando bastante afastado do Grow, mas conversando com o mano Need, eu pediu que eu viesse ler e dar uma opinião. Primeiro eu devo dizer que nunca gostei de tomar remédio, de tipo nenhum. Não é que não tome, mas não gosto de prolongar o uso. Sempre achei (mesmo que ”por dentro”) remédios são para uso esporádico: Usa-se para curar algo e interrompe o uso. Por este motivo eu sempre acreditei que eu era, e sou, curado muito pelo efeito do ”pensamento positivo” (atitude, também). Há cerca de 2 anos, a empresa em que trabalhava começou a ficar mal das pernas (veio a falir ano passado) e eu comecei a ter algumas crises de pânico. Comecei a acordar após uma, duas horas de sono e não conseguia tornar a dormir. Como ainda tinha um bom convênio médico, e para aproveitar antes de perde-lo, fui a vários especialistas e fiz uma grande bateria de testes. Um psiquiatra, o chefe de psiquiatria de uma faculdade aqui próximo, quando falei que estava com dificuldades para dormir, com um pouco de taquicardia, e que há 4 dias não fumava, falou na lata: Melhor voltar a fumar. Mesmo assim ele me receitou Rivotril. Tomei por 3, 4 dias, e realmente me ajudou a dormir. Mas... Na verdade, eu estava com uma Pangastrite (o pan é de generalizada, mas não é grave), pois eu tinha habito de ficar horas sem comer e tomava litros de café, e ia fazer almoço de ZÉcultivo, cheio de besteira e gordura, sempre fora de hora e sempre misturado ao trabalho (e o pior, usando a idiotice da gravata). Outra coisa, nesta mesma semana de doença, estava um calor de cão, aqui em sampa. Isso ajudava. O grow ficava no meu quarto, com 250 de sódio e várias flouors (mais reatores e etc). Tudo isso me ajudou a somatizar e entrar em pânico. um pânico leve, em que se eu não cheguei a pensar em suicídio, sei que tangenciel o fato em meus pensamentos. Quando soube do resultado pelo gastro, percebi que apenas uma mudança de vida, e hábitos alimentares, me ajudariam. Hoje eu tenho algumas leves crises de pânico, pois estou há seis meses desempregado. Como sei o motivo (cada vez que vejo o saldo bancário acabando), sei que tenho que relaxar, comer algo leve ( de 2 em 2 horas), e fazer atividade durante o dia (eu trabalho com informática, ficava o dia inteiro parado, sentado em um único lugar). Nestes quase 2 anos eu perdi 14 quilos (comendo, de 2 em 2h), melhorei minha capacidade física e respiratória, muito, e nunca mais tomei nenhum faixa preta. E fumo umas 10 a 15 bongadas por dia. Cerca de 5 gramas. E, quanto ao strain¿¿¿ Bom, eu uso fumo comercial, made in favela. Na época que eu fiquei doente, eu tinha uma safra, que começou a andar pra trás, morrer, e eu achando que era um over de vacilo. Ai eu tive que ficar um ano parado. No fim do ano passado, eu reativei o grow, mas descobri que minha mãe tava envenenando as plantas, com água sanitária. De pouquinho em pouquinho. Ou seja, na vez anterior, minha mãe ajudou minha doença, me envenenando com sanitária. Cloro!!!! Esta safra também saiu bem prejudicada, apesar de eu ter descoberto o truque, duas semanas antes de mudar pra florir. Assim sendo, eu fumo o mesmo fumo, prensado, às vezes, mofado, etc e tal, de manhã, após o café da manhã e a noite, antes de dormir. de manhã a maconha de deixa desperto. Trabalho, dou aula, participo de reunião. E a noite o mesmo fumo me chapa. Mais uma vez, só posso atribuir isto ao meu ”pensamento positivo” (lembrei da frase: ”Os idiotas são felizes”, huahuahua). Outra coisa, eu descobri o motivo das insônias. Eu comia muito a noite e ia dormir estufado. Se fosse carne, então, a noite, ia acordar meio desesperado. Hoje eu acordo (quando faço a cagada de comer muito ou comer carne muito tarde) ”desesperado” e falo pra mim mesmo: ”Vai se fuder, seu idiota. Tá com vontade de dar a bunda¿¿¿ Vira ai e dorme!!!” :'> Lógico que ajudo com uma respiração ”forçada”, como alguém ai também sugeriu. Uma respiração de ”baixo-ventre” que os Yoges sugerem. Também conhecida por Respiração de cachorrinho, ou respiração de nene (eles respiram com a região do baixa diafragma) Pra terminar esse amontoado de besteiras, ha muito tempo eu achava que certos alimentos podiam substituir muitos remédios. É que a vida que a gente leva, almoçando nos Kilões da vida, não dava pra seguir. Hoje eu procuro levar isso, a chamada culinária funcional, muito mais a sério. Espero que alguém possa descobrir seus poderes do pensamento positivo, e que possam deixar de lado certas drogas sintéticas. Elas não são boa, principalmente se não podemos nos afastar delas, certo¿ Abraços para todos e MUITA saúde
  11. 3º Encontro Brasileiro de Hidroponia 2008 17 & 18 de Novembro de 2008 http://www.encontrohidroponia.com.br/index.php HIDROGOOD – Patrocinadora Oficial do Encontro A Hidrogood – Horticultura Moderna, está novamente confirmada como patrocinadora oficial do 3º Encontro Brasileiro de Hidroponia. A empresa desde 1996 vem se destacando no desenvolvimento de tecnologias para o cultivo hidropônico, com destaque para perfis especiais para hidroponia em NFT e de Pavio. Além disso é a única empresa brasileira totalmente dedicada e especializada neste tipo de cultivo. Segundo a empresa, o patrocínio Oficial nas três edições do Encontro de Hidroponia, significa a “disposição de colaborar no fomento do desenvolvimento da técnica, apoiando um evento que ano a ano vem crescendo e difundindo as últimas novidades e pesquisas no setor, o que contribui enormemente na ampliação deste mercado tão promissor” (Carlos Banho). Sediada no Estado de São Paulo, a “Hidrogood – Horticultura Moderna” exporta para países da América do Sul, América Central, Europa, Europa Oriental e África. Especializada na produção de meios e processos hidropônicos (hortaliças de folhas, frutos e legumes, ervas medicinais e aromáticas) a empresa se diferencia das demais do ramo devido às constantes inovações no setor de produtos, além do preço competitivo e ampla garantia, além da extensa assistência técnica no pré, durante e pós-venda. Todo esse diferencial só se tornou real, a partir da constante interação com clientes, universidades e a experiência de mais de 12 anos no mercado. PALESTRAS CONFIRMADAS: PRODUTIVIDADE DE TOMATE HIDROPÔNICO Prof. Dr. Osmar Santos UFSM – Universidade Federal de Santa Maria/RS CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO NA COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS HIDROPÔNICOS Sr. Ricardo Rotta Produtor de Hidropônicos - RS - Empresário FLOATING EM MINI-PISCINAS: HIDROPONIA SIMPLES E DE BAIXO CUSTO Prof. Pedro R. Furlani IAC – Instituto Agronômico de Campinas/SP e Empresário TÉCNICAS DE BAIXO IMPACTO NO MANEJO DE PRAGAS Prof. Luis Claudio Paterno Silveira Universidade Federal de Lavras - UFL ERROS E ACERTOS NA HIDROPONIA Sr. Weber Velho Agrovida Cultivos Hidropônicos - Porto Velho/RO PRODUÇÃO DE MUDAS EM FLOATING Prof. Gilda Carrasco Silva Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade de Talca, Chile APROVEITAMENTO DE ÁGUAS SALOBRAS PARA O CULTIVO HIDROPÔNICO DE ALFACES Sr. Tales Miler Soares, Pesquisador no Departamento de Tecnologia Rural da Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE SOLUÇÃO NUTRITIVA SEM COMPLICAÇÕES Prof. Gláucio da Cruz Genúncio Professor de Fisiologia Vegetal e Doutorando de Agronomia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ AQUAPONIA Prof. Raul Vergueiro Martins Consultor - SP MORANGO HIDROPÔNICO EM TRAVESSEIROS Fernando Andreazza, Produtor de morango - RS Luiz Zanetti Agrônomo RÚCULA HIDROPONICA Prof. Jorge Luiz Barcelos Laboratório de Hidroponia – LabHidro Universidade Federal de Santa Catarina FORRAGEM VERDE HIDROPÔNICA, FVH Álvaro Cortazzo, Uruguai OZÔNIO NA HIDROPONIA Marcos Antonio de Oliveira, SP HIDROPONIA NO CLIMA QUENTE DE SÃO LUÍS, MARANHÃO Prof. Eduardo Ferreira Rodrigues UFMA-MA – Universidade Federal do Maranhão -------- + INFORMAÇÕES FONE: (48)4052-8089 -------- VEJA AS PALESTRAS: 1) "Rúcula hidropônica" (Jorge Barcelos Oliveira, UFSC-SC) 2) "Técnicas de baixo impacto no manejo de pragas" (Luís Cláudio Paterno Silveira, UFLA-Lavras-MG) 3) "Solução nutritiva sem complicações" (Gláucio Genúncio, UFRRJ-RJ) 4) "Erros e acertos na hidroponia" (Wéber Velho, produtor-Rondônia) 5) "Forragem verde hidropônica, FVH" (Alvaro Cortazzo, Uruguai) 6) "Ozônio na hidroponia" (Marcos Antonio de Oliveira, SP) 7) "Hidroponia no clima quente de São Luís, Maranhão" (Eduardo Ferreira Rodrigues, UFMA-MA) 8) "Morango hidropônico em travesseiros" (Fernando Andreazza, produtor de morango no campo e em hidroponia-RS & Luiz Zanetti-agrônomo) 9) "Floating em mini-piscinas: hidroponia simples e de baixo custo" (Pedro Furlani, IAC-SP) 10) "Aquaponia" (Raul Vergueiro Martins, consultor-SP) 11) "Produção de mudas em floating" (Gilda Carrasco, Univ de Talca-Chile) 12) "Tomate hidropônico: número de cachos" (Osmar Santos, UFSM, RS) 13) "Aproveitamento de águas salobras para o cultivo hidropônico de alfaces" (Tales Soares, UFRPE-PE) 14) "Disponibilização de inimigos naturais para controle biológico de pragas e ácaros" (Roberto Konno, PROMIP-Piracicaba-SP) 15) "Criatividade e inovação na comercialização de produtos hidropônicos" (Ricardo Rotta, produtor-Ivoti-RS) INSCRIÇÕES O 3º Encontro de Hidroponia está repleto de novidades. Uma delas é que a inscrição inclui a alimentação. Outra é a opção de pacotes de inscrição com hospedagem. Tipo de Inscrição ................. ATÉ 31/10 .... ATÉ 14/11 Inscrição (com alimentação) .. R$ 280,00 .... R$ 290,00 Inscrição + 1 pernoite ........... R$ 340,00 .... R$ 350,00 Inscrição + 2 Pernoite ........... R$ 400,00 .... R$ 410,00 Inscrição + 3 Pernoite ........... R$ 460,00 .... R$ 470,00
  12. Uso terapêutico da maconha amplia-se aos poucos Jornal El Pais - 30/03/2008 Javier Lafuente Em Madri Link original da matéria - UOL - Só para assinantes Havia passado poucas horas desde sua primeira sessão de quimioterapia. As dores de Tatiana Enriquez, médica cubana de 39 anos, eram insuportáveis. Seu hematologista, um homem mais velho, sugeriu: "Fume um cigarro de maria". Ela levou na brincadeira, como uma forma de suavizar a situação. Não que entre eles houvesse uma confiança reforçada pelos anos;se coneheceram quando ela foi diagnosticada com câncer linfático, alguns meses antes. Depois da segunda sessão de químio, os vômitos e as náuseas não cessavam. O médico insistiu em sua idéia. Não podia fazer mais nada. "Ele viu claramente, acontece que não podia me receitar", diz Tatiana. Nas dez sessões seguintes, antes e depois de cada uma, Tatiana decidiu consumir maconha. "Era um momento da minha vida que eu tinha de superar ou morreria, por isso o fiz da forma que eu sofresse menos", conta hoje, quatro anos depois, com o câncer praticamente superado. Tatiana também se sente uma agraciada. A equipe médica que a tratava em um hospital público de Madri, cujo nome prefere omitir devido a possíveis conseqüências, permitia que ela fumasse maconha nas instalações. "Pode trazer aqui, e se alguém disser alguma coisa diga para falar comigo que eu autorizei", lembra as palavras de seu hematologista. Desde então, o consultório da psicóloga, que também estava inteirada, foi o lugar onde tentava superar a quimioterapia. Embora seu caso seja peculiar, não é o único. O uso terapêutico da Cannabis evoluiu notavelmente na Espanha desde o final da década de 1990 e sobretudo no início do século 21. As campanhas de sensibilização de diversas associações, e uma mudança importante quanto à percepção da substância dentro da classe médica, fizeram que o interesse pelo uso medicinal da maconha, para atenuar algumas doenças concretas, seja cada vez maior. Será possível que algum dia a Cannabis seja receitada como um medicamento convencional? Quanto falta para que chegue esse momento? A Cannabis deve ser analisada dentro do contexto sociológico. Cerca de 162 milhões de pessoas a consomem em todo o mundo. É a droga ilegal com mais adeptos. Existe um núcleo da população, sobretudo de pessoas jovens, que não vê efeitos nocivos no consumo de maconha. Segundo a última Pesquisa sobre Drogas e Álcool do Ministério da Saúde da Espanha, cerca de 28,6% da população consumiram Cannabis alguma vez e 8,7% o fazem todos os meses. Nos últimos dez anos, além disso, se multiplicou por três o número de pessoas que a consomem diariamente. O Código Penal proíbe a venda de maconha, assim como sua posse e consumo em lugares públicos. Mas não em lugares privados, onde pode ser consumida. A venda de sementes é permitida há alguns anos. Mas a lei não diferencia entre o uso terapêutico e o lúdico. "É preciso romper essa barreira, desvincular a utilização da maconha como remédio de seu uso recreativo; há muitos doentes que poderiam se beneficiar dos princípios dos canabinóides se as duas discussões forem separadas", afirma Joseba Pineda, professor de farmacologia da Universidade do País Basco. Embora haja indícios de que era empregada para tratar reumatismo e gripe cerca de 2.700 anos antes de Cristo, foi somente no século 19 que a Cannabis se transformou em uma das substâncias a que a medicina recorre como anticonvulsivo, analgésico ou antiemético. O aparecimento de fármacos sintéticos e a pressão social e política, sempre por seu caráter recreativo, conseguiram isolá-la desde o início do século passado. Nada que não tenha ocorrido em outros casos. Qualquer substância que hoje é ilegal— heroína, êxtase, etc— foi pensada em um primeiro momento como medicamento. O caso dos opiáceos —a morfina é o mais conhecido— é o que mais se adapta, segundo o professor Pineda, ao que o mundo médico vive hoje em dia. Como ocorre há anos, "a classe médica está evoluindo para a elaboração de testes clínicos, vendo quais produtos derivados da Cannabis podem ser prescritos com total segurança; o problema é que hoje há mais exigências, mais restrição para determinar o que é um medicamento ou não", explica Pineda, que não duvida de que "todos, em ritmos diferentes", acabarão aceitando o uso medicinal dos canabinóides. Que algo acontece na Espanha ficou demonstrado no início deste século. Em 2001, Agata, associação catalã de ajuda a doentes de câncer de mama, iniciou uma campanha de sensibilização e pressionou as autoridades para que permitissem o uso terapêutico da Cannabis. Nesse mesmo ano, o Parlamento catalão aprovou de forma unânime uma resolução dirigida ao governo central na qual o instava a "tomar todas as medidas administrativas necessárias para autorizar o uso medicinal da Cannabis". Quatro anos depois começaram os primeiros testes clínicos, coordenados pelo Instituto Catalão de Farmacologia. Esse plano piloto não foi um estudo de eficácia, mas de observação, enfocado em um grupo de 200 pacientes com esclerose múltipla, anorexia produzida pelo HIV ou náuseas e vômitos em conseqüência da quimioterapia, entre outros sintomas. "São pessoas com um estado de saúde bastante precário, que haviam recorrido a quase todos os tratamentos possíveis e nenhum deles havia surtido efeito", explica a doutora Marta Durán, chefe de farmacologia do Hospital Vall d'Hebron, um do centros que participaram desse projeto inovador. À falta de dados definitivos, que serão conhecidos brevemente, e que nenhum de seus promotores —Departamento de Saúde do governo catalão, Instituto de Farmacologia ou os próprios hospitais— quis adiantar, só se conhece o relatório preliminar publicado no ano passado. Sessenta e cinco por cento dos doentes reconhecem ter experimentado algum benefício, 10% não sentiram melhora alguma e 25% tiveram de abandonar o tratamento. As partes envolvidas só confirmam que se mantém essa tendência e que os dados finais são "bastante esperançosos". "Abriu-se a porta para pacientes que não tinham nenhum tipo de esperança. Portanto, estamos no bom caminho", explica Durán, sempre cautelosa em seu raciocínio: "Os resultados não são espetaculares, é preciso ser muito prudente, mas não há dúvida de que podem ajudar. É preciso ver o perfil, a doença, o tipo de paciente, mas sempre que se possa ajudar vale a pena". Nesse plano piloto, o medicamento utilizado foi o Sativex, o único extrato de Cannabis comercializado como fármaco. Desenvolvido pela GW Pharmaceutical, foi importado do Canadá, onde seu uso está aprovado para o alívio da dor neuropática com esclerose múltipla. Na Espanha só se pode recorrer a ele se o paciente estiver incluído em um programa de medicação estrangeira ou de uso compassivo. O Sativex é utilizado como spray. O nebulizador é aplicado quatro vezes por dia embaixo da língua. Cada jato do spray administra uma dose fixa de 2,7 mg de tetrahidrocannabinol (THC) e 2,5 mg de cannabidiol (CBD), os principais canabinóides exógenos ativos. Para os médicos, conhecer previamente a composição do medicamento é primordial, pois não representa a mesma coisa que consumir a planta, que tem muita variabilidade de proporções e em muitos casos pode representar um risco para o paciente. Por isso também recusam muitas vezes a via fumada e recomendam mais a oral ou sublingual, como é o caso do Sativex. "Fumar pode danificar muito mais o corpo, e além disso as concentrações de THC e CBD podem variar muito. No primeiro caso, tanto se consome 0,5% quanto 20%", adverte Raphael Mechoulan, diretor da Faculdade de Ciências Naturais da Universidade Hebraica de Jerusalém. Em Israel, comenta o pesquisador, o uso de Cannabis está autorizado para pacientes com doença de Crohn, em algumas enfermidades neurológicas e para abrir o apetite de certos pacientes. Poucos duvidam de que o Sativex marcou um antes e um depois, mas tanto os médicos como associações aprovam canábicas reivindicam que se continue pesquisando e testando com outra porcentagem de doses além de 50% THC e 50% CBD. Se os canabinóides são bons, é preciso aproveitá-los. Essa parece ser a máxima a partir da qual muitos médicos e pesquisadores querem trabalhar. Têm a mesma eficácia que um fármaco convencional? Rafael Borrás, porta-voz do Colégio de Farmacêuticos de Barcelona, é bastante claro a respeito: "Até agora os fármacos de Cannabis que têm sido investigados são de segunda e terceira linhas; melhoram a sintomatologia do paciente, mas não são uma cura. Por isso há duas opções: fechar os olhos e argumentar que, como se trata de uma substância ilegal, não é possível fazer nada, ou continuar trabalhando para ajudar alguns doentes". Essa última premissa, e o conhecimento de que cada vez mais pessoas consomem maconha com fins medicinais, fez que Borrás e seus colegas farmacêuticos elaborassem o prospecto da Cannabis, um documento informativo de ajuda que qualquer pessoa pode obter na Internet. Mas no mundo da medicina muitos continuam fechando os olhos e não conseguem acreditar, apesar do paradoxo, nas evidências científicas. "Em geral, para qualquer tratamento é melhor empregar substâncias do que extratos; qualquer iniciativa deve estar dentro de um âmbito claro, o que fizermos deve contribuir com algo", argumenta Ramón Colomer, presidente da Sociedade Espanhola de Oncologia. "Não existe informação científica suficiente, o uso terapêutico tem mais riscos e incertezas que benefícios e certezas", acrescenta. Com a comercialização do Sativex, que os especialistas estimam para daqui a pelo menos alguns anos, a maconha como planta pode ficar relegada a um segundo plano no uso medicinal. Enquanto isso, milhares de doentes continuam a consumi-la para aliviar suas dores. Nenhum estudo indica quantas pessoas podem estar consumindo a substância ilegal com fins medicinais, mas estimativas de alguns médicos apontam para cerca de 50 mil pessoas. Fabian Quintela, 43 anos, está há cinco em uma cadeira de rodas, em conseqüência da esclerose múltipla que sofre. Como muitos outros, seu médico lhe receitou um tratamento à base de relaxantes musculares. O único objetivo era diminuir a intensidade das dores, mas só conseguiu deixar seu estômago destruído e abrir seu esfíncter. "Eu tinha de me controlar para não fazer as necessidades", comenta resignado. Um amigo lhe sugeriu que provasse a maconha, já que um conhecido que sofria da mesma doença havia aprovado. O boca-a-boca nesse caso parece ser o melhor teste clínico. O problema de Fabian não foi tanto decidir-se a consumir Cannabis, mas consegui-la, já que nunca havia consumido. A opção mais simples foi perguntar a seu sobrinho de 19 anos, que certa vez lhe confessara que fumava "baseados". No dia seguinte tinha uma sacola cheia de folhas verdes em cima de sua mesa. Pouco tempo depois começou a plantar diversos tipos de maconha para ver qual era a mais conveniente. Fabian está orgulhoso de sua decisão. "Agora pelo menos posso ter uma vida normal", afirma. Recorrer ao mercado ilegal é a única solução que resta a muitos doentes, com os inconvenientes que isso representa: preço elevado, não saber realmente a substância que estão recebendo... No caso da esclerose múltipla, a Cannabis pode melhorar a espasticidade e aliviar a dor, mas no mercado ilegal a substância que se encontra em doses muito baixas de CBD, o princípio que age sobre a espasticidade muscular. "Também ocorre uma situação absurda: os que devem ser protegidos do acesso à maconha, que são os jovens, são os que a conseguem mais facilmente. Os doentes, porém, são os que encontram mais obstáculos", critica Martín Barriuso, presidente da Federação de Associações Canábicas (FAC). Barriuso também é um dos responsáveis pela Pannagh ("maconha" em sânscrito), uma associação basca de usuários dessa substância, um clube de consumidores composto por 230 pessoas, das quais 60% -quase todos maiores de 50 anos- a empregam com fins medicinais. Na Espanha há cerca de 30 associações canábicas, e uma dezena de clubes como o Pannagh. Todo doente que quiser se associar deverá passar primeiro por uma entrevista pessoal e apresentar um certificado médico demonstrando que sofre de uma doença que pode estar sujeita a um tratamento com Cannabis. Além de uma cota de sócio, cada pessoa paga a maconha que consome -são cultivadas até 12 variedades diferentes-, sempre a preço de fábrica, isto é, muito mais barato que no mercado ilegal. Por exemplo, para um ciclo de quimioterapia normal, Barriuso calcula que sejam necessários 5 g, o que representaria 22,50 euros para o doente. Embora seja aparentemente simples, eles tiveram vários problemas. Em outubro de 2005 a polícia deteve três membros da entidade e apreendeu 150 kg brutos de maconha, que depois do processo de secagem e análises ficaram em 18. O Ministério Público de Vizcaya, alguns meses depois, absolveu a associação por entender que a plantação cumpria os requisitos para ser considerada de "uso compartilhado". Naquela época a Pannagh tinha 70 membros. A principal crítica que se faz a esse tipo de associação é que por mais que se saiba que a maconha é cultivada não tem as mesmas garantias que uma dose fixa como no caso do Sativex. "É um fármaco interessante, mas não nos enganemos, não passa de uma tintura alcoólica, algo que estamos tentando fazer na associação mas que nenhum laboratório quer analisar. É a história de sempre, tratamos com doentes que é uma atividade legal, mas quando queremos analisar a maconha nos impedem de conseguir essa segurança." A separação do uso medicinal do lúdico chega a tais extremos que muitos que são contra a autorização da maconha para atenuar enfermidades argumentam que, depois de terminado o tratamento, os doentes correm um risco muito sério de continuar consumindo maconha com fins recreativos. Tatiana, a médica cubana, dá uma gargalhada: "Olhe, se alguém entrar agora neste bar e começar a fumar 'maria' ao meu lado eu tenho de ir para o outro extremo. É um cheiro que na época relacionei ao alívio, mas passado o tempo eu associo a um dos piores momentos da minha vida". Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves Visite o site do El País
  13. Bom, o copy tá certo e eu estou no lugar errado. Eu sempre acreditei que o ser humano teria de ter a "sua supremacia", ser livre e ter dignidade. Só para que para ser livre, é OBRIGATÓRIO que a pessoa não se filie a ninguém (ou nenhum board). Como o Copy citou, muito bem, eu não sou bem vindo aqui no Growroom, que só deve ser frequentada por growers de maconha., e não deve ser frequentado por pessoas que não palnatem (meu caso, sóu só um reles de um bosta de um palpiteiro, e como o copy falou mais de uma vez, ele não desce do pedestal dele para conversar com burros como eu. Tá certo ele, e eu que estou em lugar errado). como ele é um growers profissional, que tudo sabe, não deve realemte perder o tempo precioso deleo, com teóricos que dó querem "enrrolar e jogar fora conversas para boi dormir" desculpem-me, podem apagar meus posts, ou eu mesmo faço.; adeus
  14. Surtou geral??? uma substância "Tão fácil de ser feita em casa"???? Mano Mangue, mano Mangue!!! Há pouco mais de 33 anos atráz, minha mãe virou prfa mim, de sopetão, e falou: "Eu sei que vc fuma. Eu preferia que você não fumasse, não por ser perigoso, mas por ser proibido Mas, se vc deseja fumar, eu prefiro que você fume aqui em casa, em segurança, do que na rua, correndo todos estes perigos." A época era um regime militar... naquela época eram só os, poucos, milicos e dedo-duros. hoje é "pior", ou mais intenso, muito mais meganha e densidade populacional exagerada Mas, o que eu quero falar, é exatamente a frase da minha mãe, pro seus amigos (no sentido figurado, lógico ). Na verdade, é o meu desejo e minha luta, para todos nós, que todos possamos saber do perigo e que possamos estar perto de nossos entes queridos, no caso de alguma merda. Agora, imagima ter uma convulsão na boca?? Procurar leite no buteco da favela??? Agora, esterminar da face da terra, vc pegou pessado demais. Igualzinho o Bush pensa da maconha. Eu sei que vc vai falar que nem existe comparação entre a maconha e o crack, nem precisa, eu concordo plenamente. Mas todos os proibicionistas também desejam "banir" a cannabis da face da terra. "Eu posso não concordar com o que vc pensa, diz ou faz! Mas eu vou lutar até a morte, para que você sempre tenha o direito de pensar, dizer ou fazer!" Voltaire Abrax & Pax :Maria: