Bas

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Posts postados por Bas


  1. Trinta e seis pés da droga estavam sendo cultivados na favela Cerro-Corá. Material foi apreendido e homem que estava no local foi preso em flagrante.

    Fonte: Do G1  
    Assista ao vídeo aqui

    Rio Cães farejadores do Batalhão de Ações com Cães (BAC) da Polícia Militar ajudaram a polícia a encontrar uma estufa profissional pra cultivo de maconha na favela do Cerro-Cora, no Cosme Velho, Zona Sul do Rio. O caso foi mostrado no Bom Dia Rio nesta segunda-feira (25). Durante o patrulhamento, os cães levaram os PMs até uma casa na ladeira dos Guararapes. No local eles encontraram uma estufa com luzes especiais, controladores de temperatura e exaustores, onde estavam sendo cultivados 36 pés da droga. Todo o material foi levado para a delegacia de Copacabana. Flávio da Silva Coelho, de 34 anos, estava na casa e foi preso em flagrante por tráfico de drogas.


  2. Isso aí é a consequencia de uma lei que só permite a importação do óleo da Cannabis.

    Abrem um caminho sem um debate maior com a sociedade, no qual somente pessoas com alto poder financeiro podem comprar um óleo importado, propiciando assim a criação de um mercado ilegal da produção de óleo. Um mercado ilegal que não regula, não testa, não se sabe como é feito o produto e ele é vendido para pacientes que estão na corda bamba entre a vida e a morte. No desespero esses pacientes que não tem condicoes de importar um remedio tao caro, acabam seduzidos pela possibilidade de conseguirem salvar a vida de seus entes queridos. O resultado todo é desastroso. 

    Precisamos discutir a possibilidade de regulamentação da produção da cannabis medicinal para consumo proprio, da formação de associações civis autorizadas a cultivar a cannabis para fins medicinais e até mesmo modelos de produção em grande escala para atender o mercado nacional. Esse debate é urgente.

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  3. Concordo com o Tikones.

    Se for uma cidade de 80mil maconheiros e tiver so a sua loja vc se da bem

    Ja se for uma cidade cheia de velhos e caretas... Vai ser dificil empreender nesse lugar.

    Acho que uma das coisas mais importantes é traçar o perfil do consumidor da sua cidade e descobrir o que ele precisa.

    E se precisa de produtos de tabacaria. E também seria importante saber seus custos fixos pra manter esse negocio. 

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  4. Para testes, Polícia Federal planta mais de 70 pés de maconha em estufa Experimento foi realizado durante um ano e meio nas dependências da superintendência regional do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre

    Por: Caetanno Freitas
    19/01/2016 - 16h23min | Atualizada em 19/01/2016 - 16h23min

    Para testes, Polícia Federal planta mais de 70 pés de maconha em estufa 

    O aumento no número de solicitações de perícias em sementes de cannabis sativa importadas apreendidas nos últimos anos no Brasil e a dificuldade em estimar a quantidade de maconha que pode ser produzida para consumo a partir do cultivo "indoor" da planta levaram a Polícia Federal a desenvolver uma pesquisa que a corporação definiu como inédita. Nas dependências da superintendência regional do Rio Grande do Sul, durante um ano e meio, a instituição plantou 73 pés de maconha em uma estufa improvisada no laboratório do setor técnico-científico.

    No nono andar do prédio da Polícia Federal, na Avenida Ipiranga, em Porto Alegre, os peritos germinaram sementes apreendidas de diferentes marcas e variedades entre o início de 2014 e setembro de 2015. As plantas foram cultivadas em uma pequena estrutura de madeira, de dois andares, com as paredes internas forradas com papel laminado, iluminação artificial e sistema de exaustão. Os peritos usaram temperatura e umidade relativa controladas e intervalos de luz e escuridão total. O ambiente tinha acesso restrito e câmeras de segurança.

    As plantas foram mantidas na estufa por períodos que variaram de quatro a 12 semanas. A maioria, 19 pés de maconha, foi cultivada por 4,5 semanas. Dezesseis ficaram seis semanas e somente cinco plantas completaram todo o período de cultivo.

    O perito criminal da Polícia Federal Rafael Ortiz, um dos autores da pesquisa, explica que entre os objetivos do estudo estava a busca de apoio científico para rastrear a origem de futuras apreensões no país.

    Maconha: é hora de legalizar?

    — O tráfico de sementes de maconha é um crime relativamente novo no Brasil. A partir de 2010, houve uma explosão de importação irregular, de contrabando. Então, começamos a pensar em como ter alguma ferramenta para saber a origem dessa maconha — diz o perito.

    O que saber para se posicionar sobre a legalização da maconha

    O número de laudos produzidos pela Polícia Federal teve um salto significativo: passou de 34 laudos, em 2010, para 2.192, em 2014, o que corresponde a 6.347% de aumento. Conforme Ortiz, a alta é um reflexo de uma cultura que vem ganhando força no país. Usuários compram sementes pela internet e plantam em casa para ter um "produto melhor", sem "financiar o tráfico".

    — No momento em que você compra uma planta proscrita, está agindo como criminoso. Essa ideia de que não está financiando o tráfico comprando sementes é errada. Você está agindo como um criminoso. Está alimentando essa cadeia — opina Ortiz.
     

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  5. Teaser 1

     

    Primeiro teaser do documentário Guerrilha: uma luta contra a violência ! É Guerrilha da Boa !!! #guerrilhadaboaCom a presença do Prof. Dr. João Menezes !

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    Guerrilha: uma luta contra a violência

    on 

    Tuesday, November 17, 2015

     

    Teaser 2

     

    Segundo teaser do documentário Guerrilha: uma luta contra a violência.#guerrilhadaboaFala do nosso grande amigo Prof.Dr.Pablo Ornelas RosaTrilha sonora: Pedro Henrique Ruzão Curta nossa página para acompanhar o processo de criação do documentário e os próximos vídeos. Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=KzSSUqQBqO0

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    Guerrilha: uma luta contra a violência

    on Wednesday, November 25, 2015

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  6. Coronel da cúpula da PM-RJ diz que é preciso pensar na regulação da droga
    Para chefe do Estado Maior, combate ao tráfico hoje é 'enxugar gelo'. Países da América Latina e os EUA serviriam de exemplo, diz Robson Silva.

    Gabriel Barreira
    Do G1 Rio

    O coronel Robson Silva, chefe do Estado Maior e um dos integrantes da cúpula da Polícia Militar do Rio de Janeiro, afirmou nesta quinta-feira (19), durante audiência da CPI dos Autos de Resistência na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que é necessário considerar a regulação da droga nas mãos do Estado. Ele disse ainda que o dispêndio financeiro e humano no combate ao tráfico de drogas dá a sensação de "enxugar gelo" e que o fim do proibicionismo é "um caminho sem volta".

    "Rever o proibicionismo é estar alinhado com o que há mais de vanguarda. Ou seja, encarar de maneira inteligente e falar na possibilidade de regulação de um mercado pelo Estado, porque na verdade a gente vai ficar enxugando gelo se ficar com essa legislação atual", afirmou Silva, durante a audiência que investiga casos de homicídio decorrentes de intervenção policial.

    O coronel citou exemplos na América Latina e dos Estados Unidos, citado por ele como o "país que levantou a bandeira" antidroga.
     

    cpiauto_apinheiro_cl_19_11_15.jpg
    Robson da Silva ao lado do comandante-geral da PM, Pinheiro Neto, na audiência pública da CPI dos Autos de
    Resistência (Foto: Carolina Lessa/ Alerj)


    Robson da Silva (à esquerda) ao lado do comandante-geral da PM, Pinheiro Neto, na audiência pública da CPI dos Autos de Resistência (Foto: Carolina Lessa/ Alerj)

    O coronel também criticou a legislação que não define se a pessoa é usuária ou traficante, conforme a quantidade de droga encontrada com ela. Para ele, o combate da polícia deveria ser outro.

    "Há um custo muito grande nas prisões [relacionadas] a drogas, de usuários, porque está na lei. Estamos prendendo, prendendo o usuário. É o que tem mais impactado na atuação de policiais de UPP. Nós estamos prendendo este tipo de criminoso e quando focamos nisso deixamos de focar no grande tráfico de drogas. O que mais tem afetado a segurança pública são as armas de fogo, a questão de homicídios, os grupos de extermínio. Deveria ser a prioridade não só no Rio como no Brasil", afirmou.

    Também participaram da audiência o comandante-geral da PM, Alberto Pinheiro Neto, representantes da Anistia Internacional e deputados.

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