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  1. Pergunta que não quer calar. Porque a P.F não entra assim na casa do ex-ministro Palocci??
  2. assistindo! Pra cima deles Pintão!!!
  3. chega a ser lindo ver o desespero desses que sempre contaram com a covardia da justiça para manter seu status quo. A verdade é que nem a primavera doutor, é inevitável que ela apareça. O que eu não entendo é que esses que temem tanto a maconha, tem tanta certeza que ela faz tão mal assim, que deve ser criminalizada, que acham que nem o nome dela deve ser pronunciado, porque não saem dos esconderijos das opiniões em jornais que não dão direito à réplicas, e vêm à tona e discutem abertamente, expliquem que medo todo é esse da maconha que eles tem. É possível perceber que pessoas como ele, estão tão acostumados em ter razão e ninguém contestar, que quando são confrontados em seus argumentos, e por fim, desmentidos, ficam descontrolados, desesperados, é só reparar o tiro no pé que o idiota deu ao criticar de uma forma extremamente grosseira e estúpida as máximas autoridades do país, simplesmente quem decide o que pode ou não pode, à ponto de a máxima corte do país mover uma moção de repúdio contra ele. É também revoltante notar que nosso país brigou décadas e décadas pela democracia, mas insiste em negá-la. Que democracia é essa que eles querem? Pessoas que são contra a decisão do STF são contra a democracia, são a favor das bárbaries que todas as ditaduras protagonizam. Mas deixo aqui o muito obrigado ao espertíssimo doutor Laranjeiras, continue assim, nossa luta assim espera. Hoje em dia é diferente doutorzinho, acabou aquela época que você falava qualquer merda na midiazinha que não nos dava poder de resposta, hoje em dia a internet ta aí, a verdade cada vez mais é livre, não depende de canal tal ou tal. "... Apesar de você, amanha há de ser outro dia. Eu pergunto a você aonde vai se esconder da enorme euforia, como vai proibir quando o galo insistir em cantar????? ..."
  4. Gabeira ficou como aquele cara que não tem paciência de esperar o engarrafamento e desceu do ônibus, só que o ônibus começou a andar...
  5. fala galera, Acho que o mais importante já conquistamos nesse quesito, a total simpatia dos ministros do stf. isso ficou bem claro pra mim, qualquer coisa que bater lá nesse sentido já sabem que é nosso...
  6. PROIBIÇÃO JÁ!!! ahahahahahahahahahahahahhaa
  7. só podia ter religião na parada, pra escrever uma merda daquela no jornal...
  8. Vamo votar galera!!! Espalha pra geral!!!!!! Tamo goleando esses putos... ahahahahahaha
  9. Não aguento esses psiquiatras babacas com essa teoria escrota, então deixa eu entender, ficar com o cérebro medíocre deve ser criminalizado, encher oo rabo de cigarro e morrer de enfizema pulmonar ta tranquilo?? Quem são eles pra julgar quem pode o que?? São prepotentes e hipócritas com esse papinho frouxo, esse argumento leviano, nunca devem ter visto alguém com um enfizema pulmonar, eu já perdi um avô por causa do cigarro, preferia muito mais ele vivo com "cérebro medíocre", do que morto com cerebro "intacto".
  10. Mas há de concordar também que a proibição não é o caminho?!?!
  11. Paul Johnson é um dos grandes historiadores e intelectuais da atualidade. Autor do monumental "Tempo Modernos", seus textos são provocadores. Em seu livro "Os Heróis", destaca a importância decisiva das lideranças morais. "Os heróis", diz, "inspiram, motivam. (?) Eles nos ajudam a distinguir o certo do errado e a compreender os méritos morais da nossa causa". Os comentários de Johnson trazem à minha memória a vida de um herói, cuja morte ocorreu na madrugada do dia 29 de maio, em Taquaritinga, interior do Estado de São Paulo: Leo de Oliveira, diretor da Comunidade Terapêutica Horto de Deus (www.hortodedeus.org.br). Leo lutou bravamente contra um câncer devastador. Fragilizado, com as defesas na última lona, sucumbiu ao ataque oportunista de uma pneumonia. Nunca se queixou. Tinha uma fé inquebrantável, raiz de seu otimismo contagiante. Após uma consulta ao seu oncologista, e na iminência de uma nova cirurgia, enviou-me uma mensagem bem característica de sua maneira de enfrentar as contradições: "Não existe outra alternativa. Cirurgia. O novo tumor está atrás do coração. Nada que Deus não possa resolver". Assim era o Leo. Não pensava em si mesmo. Sua vida foi uma dedicação total aos seus "meninos", aos dependentes de drogas que, ao longo de três décadas, encontraram nele um braço de pai e um coração de mãe. Mais de mil jovens recuperaram a dignidade e a esperança na entidade fundada por Leo de Oliveira. Seu sepultamento, na tarde ensolarada do último domingo de maio, foi impressionante. Centenas de jovens recuperados, vindos dos quatro cantos do Brasil, desembarcaram na pequena Taquaritinga. As lágrimas não eram apenas um frêmito de dor. Eram um grito de agradecimento, uma sentida despedida daquele que lhes devolveu a vida. Em contraste com o trabalho de recuperação dessa entidade, com notáveis índices de recuperação, vejo, com preocupação, renovadas tentativas de liberação das drogas, algumas capitaneadas por lideranças respeitáveis. É o caso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Todos, menos os ingênuos, sabem que, assim como não existe meia gravidez, também não há meia dependência. É raro encontrar um consumidor ocasional. Existe, sim, usuário iniciante, mas que muito cedo se transforma em dependente crônico. Afinal, a compulsão é a principal característica do adicto. Um cigarro da "inofensiva" maconha preconizada pelos araustos da liberação pode ser o passaporte para uma overdose de cocaína. Segundo o respeitado especialista Ronaldo Laranjeira, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo e coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad), os defensores da liberação preconizam uma solução teórica, mas completamente irreal. "Acha-se no Brasil que se tivermos maior liberdade para usarmos drogas, ou afrouxarmos os controles sociais acabaremos com o crime, com o tráfico e com o consumo de drogas. Somente uma visão desconectada do mundo das drogas poderia sustentar esse castelo de areia conceitual. Um dos aspectos importantes é que ao afrouxarmos os controles sociais aumentaremos o consumo das drogas. Quem pagará essa conta será a população com menor poder aquisitivo, e não aquela que participa de passeatas em favor da maconha. Um a cada dez adolescentes que consomem maconha terão um surto psicótico. O custo social e humano desse fenômeno será pago por quem menos consegue arcar com a saúde. Os grandes desafios em relação às drogas no Brasil é criarmos experiências de prevenção que efetivamente funcionem e desenvolvermos um sistema de tratamento para os que ficam dependentes químicos", conclui Laranjeira. Leo de Oliveira morreu pobre. Nunca ocupou as manchetes dos jornais. Mas foi um autêntico herói. Os dependentes de drogas recuperados pela eficácia do seu trabalho silencioso encontraram nele um exemplo e um modelo de dedicação e carinho. Sua existência foi fecunda. E sua presença se perpetuará no brilho dos olhos de centenas de jovens. Carlos Alberto Di Franco é professor de Ética e doutor em Comunicação. E-mail: [email protected] _____________________________________________________________________________________________________________________________________ Já vemos seu desconhecimento sobre o assunto quando diz que se preocupa quando alguns defendem a liberação de algumas drogas. Não defendemos liberação de nada, mas que a maconha seja LEGALIZADA, tal como álcool e tabaco, drogas que causam problemas sociais e pessoais muito mais graves, e no entando são legalizadas, ou seja, são reguladas pelo governo, pagarão impostos, passarão por provas de qualidade, até de segurança por que não? E não me venham com a velha balela que o Estado não conseguiria gerir e tal, porque certamente entregaria na mão dessas grandes empresas que lucrariam milhões e bilhões com isso, e no final de contas só teria o já citado trabalho de fiscalizar a qualidade, e do que ele adora que é recolher os impostos. É claro que todos ficamos comovidos com histórias de viciados e overdoses e outras coisas relacionadas as drogas, mas será que o prepotente jornalista não repara que a proibição em nada ajuda essas pessoas, os principais prejudicados, os próprios viciados em qualquer droga criminalizada, que não são piores que alcoolatras, e mesmo assim ninguém discute a proibição do álcool. O que vai ajudá-los é uma política séria de conscientização, assim como feita com o cigarro, o álcool, ninguém está falando que será fácil, que vai acontecer do dia pra noite, mas precisamos remar pro lado certo, em direção a uma política mais consciente, mais racional, menos repressiva e mais educativa. Não é possível que não se enxergue, que se insiste numa política que sabidamente não dá certo e continua msm assim vigindo. É hora de mudar, com sabedoria, com estudos, com debates, mas é hora de mudar!!!!
  12. Faala Gnomo, A galera tava debatendo isso em outros post's, só dar uma procurada aí que tu vai achar essas respostas todas.
  13. Força galera de Brasília e quem puder ir, foi como falaram aqui, certamente os evangélicos, integralistas, e outros donos da verdade certamente irão.
  14. Eu quero saber se é pra ser considerado doente também o consumidor de álcool por exemplo, uma vez que o próprio documentário cita fonte em qual o citado álcool aparece bem a frente da maconha em nível de riscos? Não sou doente, não sou marginal, só quero meu direito assegurado!!!