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  1. Fala moçada! Fiquei um tempo off de GR, mas vim dar meu relato do festival. Como já dito, muito grande, muita gente, muito tudo. Apesar da galera ter curtido, eu já vi melhores, mas tb já fui em muitos. Prefiro uma coisa menor hoje em dia, como o 303, que é feito pra 1/3 do público do UP. Mais intimista, menor, menos andanças, gente esquisita, etc. Também achei que o 303 tava mais regado de Hash do que o UP. O festival cheirava a hash, e já vi UP em outros anos com derrame de tcharas e paquistanes, galera falou que viu por lá, mas achei fraco de moving esse ano. Rolou bastante do marroq, vários tipos e sabores. Impressionante a quantidade de gente com tabaco, sinal que o hash tá vingando fortemente. Como tinham alguns growers comigo (jokenblux, steampipe, etc.) não faltou planta, e muito menos hash: preto, marrom, ice, etc. Vi alguns membros do GR de longe, o Greenblend, o Vidal, uma moçada de SP (esqueci os nicks), mas não vi nenhuma reunião do GR. Uma pena, porque sei que tinha muita flor por lá. Faltou um ativismo, isso é certo. Levei algumas cartilhas que ainda tinha sobrando do 303, mas foi pouco. Espero que esse tópico anime uma galera pra ir nos próximos e com disposição pra ATIVISMO, porque é possivelmente o evento MAIS legalize do Brasil, e mal aproveitado pro crescimento do movimento e do cultivo a nível nacional. É isso, moçada, underground na veia!
  2. Novamente estarei presente, tenho convites, vôos e excursão saindo do RJ pros interessados. Seria legal a comunidade se organizar pra ter novamente uma ação independente no evento hein, se rolar um interesse e uma galera ativista faço a ponte com a produção sem problemas. Abs!
  3. Estarei presente, mais um ano. Se a comunidade tiver interesse em montar um projeto de ativismo para o evento, faço a ponte sem nenhum problema. Abs!
  4. O trabalho é longo e complexo, com várias vertentes atuantes e importantes nesse processo, por exemplo: - A mudança de cultura da sociedade, que por décadas ouviu mentiras perpetuadas, como o mito de que "toda droga é droga"; - A dificuldade e atraso na representatividade política em esferas locais, regionais e principalmente nacionais, com força para um lobby e propostas com real poder de debate e mudança no cenário político e legal; - A consolidação do movimento e o ativismo, com iniciativas e ONGS que estejam em sintonia para uma verdadeira pressão e representatividade política, científica e jurídica; - A união de propostas dos coletivos do movimento, reduzindo a heterogeneidade de pensamento e ação do próprio consumidor de cannabis; - A inserção e maior representação do Brasil no debate e no cenário político mundial (já iniciado por FHC); - A iniciativa e prioridade de interesses coletivos que colocam indivíduos e coletivos em evidência midiática; - Aceitação (e exploração, pq não?) de lobbies e interesses comerciais favoráveis à regulamentação da cannabis (Mr. Soros, Mr. Eike, etc.) - Maior intercâmbio com ONGS e representatividades importantes no cenário mundial (NORML, LEAP, DPA, etc.) Etc. No âmbito jurídico, o STF deu o 1º passo ao regulamentar o debate, na prática, menosprezando o contexto de apologia e abrindo portas para novas iniciativas e expressões sobre o assunto. No âmbito cultural, as marchas nacionais caminham para uma tendência de crescimento e maior organização. Publicações sobre o tema são planejadas, eventos, etc. Vemos o início de iniciativas de representatividade política, ainda que incipientes. Acredito que todo este esforço irá resultar em crescimento e alcance do debate, propiciando uma redução dos mitos e medos existentes na população, e um maior espaço para a análise do impacto positivo coletivo que sofreremos com a mudança da legislação. É um trabalho lento, infelizmente, vivemos numa sociedade conservadora, religiosa, desinformada e politicamente inapta e instável. Como o articulista sugere, as esferas jurídicas estão sempre mais antenadas com a realidade da sociedade do que as representações políticas e religiosas, ao meu ver, este é o foco a ser dado ao artigo e posicionamento. O STF já deu provas de estar muito mais em sintonia com a necessidade da população do que o congresso nacional. Abs.
  5. O texto tem alguns pontos curiosos e atuais, apesar de não ser (aparentemente) atual. O que importa, é o contexto sócio político / jurídico regional avaliado pelo articulista, que não está defasado, e não o caráter de "iminência" de qualquer mudança jurídica Brasileira. Afinal, iminência é um termo muito vago pra estabelecer / determinar temporalidade. E o primeiro passo o STF já deu, que é regulamentar o debate.
  6. Mods, procurei por esse artigo e não achei postado, se for conveniente, avonts para mudar de seção, ok? ------------------------------------------------- A iminente liberação do uso da maconha no ordenamento jurídico brasileiro por José Ricardo Chagas Introdução O Brasil, seguindo tendência mundial, está prestes a ter liberado o uso, o porte e o plantio de maconha para uso próprio. A maioria dos países sul americanos já aderiu a essa nova liberalidade e o Brasil ao que parece está na iminência de se tornar o mais novo membro dessa corrente. A descriminalização no mundo Na Argentina, a Suprema Corte declarou inconstitucional a penalização de adultos que estejam portando pouca quantidade de maconha para uso pessoal. Por unanimidade, os julgadores entenderam ser uma questão de privacidade, deixando de coexistir qualquer possibilidade para uma punição. O fundamento se baseia na "proteção da intimidade, autonomia pessoal e a necessidade de não criminalizar quem é um doente e já é vítima do consumo da droga". No entanto, a corte não decidiu pela "descriminalização" geral do consumo de maconha e outras drogas, mas sim pela guerra contra os traficantes, seus verdadeiros inimigos. 2 Os Estados Unidos impuseram, nas décadas de setenta e oitenta, uma política repressiva, a guerra contra as drogas. Essa política, hodiernamente, mostra-se ultrapassada e sem resultados positivos e por isso vem perdendo sua força frente aos usuários. Na Califórnia já secompra maconha em máquinas de venda automática, semelhantes às máquinas que vendem refrigerantes. Para tanto, os usuários precisam de um cartão adquirido mediante apresentação de receita médica.4 revela ser necessário distinguir legalização de descriminalização. Segundo ele a descriminalização visa a um comportamento humano, individual, que atinge o social, e não à droga em específico. Fundamento esse que serve de base a vários estados americanos que optaram por descriminalizar o uso da maconha. O mesmo fizeram o Canadá e alguns países da Europa, entre eles Portugal. O importante não é punir um comportamento e sim puder corrigi-lo. A legalização no Brasil É um fato: a maconha é a droga mais consumida em seis países da América do Sul, segundo um relatório sobre os hábitos de consumo de drogas realizado na Argentina, Chile, Bolívia, Equador, Peru e Uruguai. Os governos apostam na descriminalização da posse da maconha para o consumo pessoal como uma das saídas para redução dos danos que as drogas trazem à sociedade, tese também defendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sustentada na 3ª Reunião da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, no Rio de Janeiro. O relatório é intitulado “Drogas e Democracia: rumo a uma mudança de paradigma”, uma vez que as políticas repressivas de combate às drogas na América Latina fracassaram.6 Tendo a violência como pano de fundo, o projeto de lei se fundamenta na tese de que a maconha não causa nenhum problema social. Fundamenta-se ainda na permissão para que o usuário plante sua maconha para consumo próprio. Assim, em tese, se conseguiria separar o usuário do traficante, pondo um basta nesse comércio extorsivo. A proposta de Teixeira cria uma categoria especial de autores, qual sejam, os usuários que vendem e os que fazem pequenos roubos para bancar seus vícios. Para estes, a idéia é dar tratamento médico e punir penalmente somente os reincidentes. Para o autor do projeto, cometer crime em virtude do vício há que ser tratado e não preso, pois se trata de uma doença, não de delito. Há uma grande expectativa que o projeto tramite ainda no mês de outubro próximo, quando da recepção do parecer final do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) decidindo sobre a redação final do projeto de lei. Enquanto aguardamos ansiosos os próximos passos do congresso quanto a descriminalização legislativa do uso da maconha, não destarte, devemos salientar que a atual lei nº 11.343 de 2006, que trata da repressão às drogas, dispõe que quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo para consumo pessoal drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido a: I - advertência sobre os efeitos das drogas; II - prestação de serviços à comunidade; e III - medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo. Ao nosso entendimento, o legislador pátrio, desde então, descriminalizou a conduta do usuário de drogas, ou mesmo o agente que porta, adquire, guarda e deposita drogas proibidas. Pois, em verdade, não se trata de crime, uma vez que não enseja reclusão nem sequer detenção. Contravenção, por seu turno, também não é, uma vez que não comina pena de prisão simples e/ou multa. Conclusão A expectativa é grande acerca dessa mudança legislativa, a qual, ao nosso entendimento, já advirá tardiamente. Bem verdade que o direito penal não pode carregar todas as mazelas da sociedade sobre suas costas, e o drogatícto é questão de saúde pública e não da seara criminal. Ao Estado sempre foi muito cômodo atribuir ao usuário de drogas a competência criminal, pois lhe restava apenas o cárcere, uma forma simples e direta de livrar-se do problema. Mas, estará o Estado preparado para receber e tratar os doentes, drogatíctos de hoje, criminosos do passado? Notas 16 Tendo a violência como pano de fundo, o projeto de lei se fundamenta na tese de que a maconha não causa nenhum problema social. Fundamenta-se ainda na permissão para que o usuário plante sua maconha para consumo próprio. Assim, em tese, se conseguiria separar o usuário do traficante, pondo um basta nesse comércio extorsivo. A proposta de Teixeira cria uma categoria especial de autores, qual sejam, os usuários que vendem e os que fazem pequenos roubos para bancar seus vícios. Para estes, a idéia é dar tratamento médico e punir penalmente somente os reincidentes. Para o autor do projeto, cometer crime em virtude do vício há que ser tratado e não preso, pois se trata de uma doença, não de delito. Há uma grande expectativa que o projeto tramite ainda no mês de outubro próximo, quando da recepção do parecer final do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) decidindo sobre a redação final do projeto de lei. Enquanto aguardamos ansiosos os próximos passos do congresso quanto a descriminalização legislativa do uso da maconha, não destarte, devemos salientar que a atual lei nº 11.343 de 2006, que trata da repressão às drogas, dispõe que quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo para consumo pessoal drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido a: I - advertência sobre os efeitos das drogas; II - prestação de serviços à comunidade; e III - medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo. Ao nosso entendimento, o legislador pátrio, desde então, descriminalizou a conduta do usuário de drogas, ou mesmo o agente que porta, adquire, guarda e deposita drogas proibidas. Pois, em verdade, não se trata de crime, uma vez que não enseja reclusão nem sequer detenção. Contravenção, por seu turno, também não é, uma vez que não comina pena de prisão simples e/ou multa. Conclusão A expectativa é grande acerca dessa mudança legislativa, a qual, ao nosso entendimento, já advirá tardiamente. Bem verdade que o direito penal não pode carregar todas as mazelas da sociedade sobre suas costas, e o drogatícto é questão de saúde pública e não da seara criminal. Ao Estado sempre foi muito cômodo atribuir ao usuário de drogas a competência criminal, pois lhe restava apenas o cárcere, uma forma simples e direta de livrar-se do problema. Mas, estará o Estado preparado para receber e tratar os doentes, drogatíctos de hoje, criminosos do passado? Notas 1 BBC Brasil - http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,argentina-descriminaliza-maconha-para-uso-pessoal,424533,0.htm http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto. asp?id=13510>. http://www.drauziova...as/maconha2.asp http://portal.rpc.co...acao-da-maconha GAZETA DO POVO <a title=sdfootnote6anc#sdfootnote6anc">6 CONSULTOR JURIDICO conjur.com.br Revista Jus Vigilantibus, Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 http://jusvi.com/artigos/41983
  7. Opa, tô dentro, só marcar, local e horário!
  8. Eles vem aí!!! nããããão maluco, eles VÃO aí!! (uma iniciativa growroom) O cultivo caseiro de maconha vem ganhando muita força no mundo e a primeira série brasileira sobre a prática da jardinagem proibida está chegando com o pé na porta! Mou (rapper e ativista xiita!) Manda (só fuma do pé!) e ele: O PAPA POW! POW! POW! OUT ou IN, orgânico ou químico, de semente ou de corte, todas as modalidades são mostradas ao longo dos episódios onde os growers mais fumosos do Brasil nos dão suas dicas de cultivo e falam livremente sobre como é fazer parte dessa resistência e de todos os seus riscos inerentes...além de ganhar brindes e lembrancinhas marofadas dos fiéis apoiadores da dupla enfumaçada. A primeira temporada é na terra do sacode, Rio de Janeiro. Então, bota bastante força nas plantinhas...qualquer dia eles tão aêêÊ! "eu acho esse programa uma merda!!!" Dr. Ronaldo Laranjeira
  9. Manga, sua colocação é pertinente. Minha sugestão foi tentar tirar ele, ou qualquer interlocutor, de sua "zona de conforto". Ele lança informações díspares sobre substâncias sabendo que o interlocutor vai focar na cannabis. Saiu hoje essa matéria na folha que pode ajudar a destruir a argumentação dele que ninguém mais é preso por consumir drogas no Brasil, que está "semi legalizado". http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949245-lei-antidrogas-aumenta-lotacao-carceraria.shtml
  10. Parabéns à iniciativa do Tut e a motivação da galera, muito produtivo, inclusive como um brainstorm educativo e elucidativo. Algumas considerações pessoais. Tenho acompanhado o debate legalização x proibição de perto nos últimos anos, e prestado muita atenção nos interlocutores e nas peças desse xadrez político e social. É inegável que seja um game de infinitos interesses em jogo, interesses que são mundiais e lobbies poderosíssimos. Imaginem um ICEBERG, onde vemos apenas 1/9 de seu tamanho real sob a superfície, é exatamente este o cenário desta guerra pela manutenção / mudança de paradigmas sociais, políticos e econômicos nas políticas internacionais de drogas. O Ronaldo Laranjeira é mais um PLAYER neste game, assim como é o FHC, os ex- presidentes do México, Colômbia, O Ethan Nadelman, o Marc Emery, etc. Cada um destes players é um RP de interesses em jogo, sejam eles próprios ou de 3ºs. Entendendo o jogo de forma mais macro, talvez seja possível melhor planejar cada ação no micro, ou ter diferentes approaches para cada player ou interlocutor. Quero dizer, este dossiê é muito bem vindo, e deveria ser estendido a todos os players do cenário mundial, seja para gerarmos mais informação embasada, seja para aumentar nosso respaldo como movimento. Digo isto porque fui um pesquisador do III Reich, e descobri muitas informações interessantes, principalmente com relação à oratória e propaganda subliminar. Diversas técnicas usadas pelo RL. Onde quero chegar? O Ronaldo Laranjeira não é um qualquer. Ele está muito bem preparado, tanto no conteúdo quanto no formato. Ele tem respaldo social e profissional pra ser o RP de um certo grupo de players. E não são poucos. Quando falo que ele tem preparo no conteúdo, ora, sabemos que ele manipula informações. Sabemos que ele faz de forma consciente esta manipulação, e é entendendo como ele age que encontramos o antídoto. O formato dele é o de austeridade, de força, da ética e moral Brasileira. Ele se apresenta com suas credenciais e tem portas abertas. Ele não precisa se preocupar com a imagem, ela está consolidada. Ele apenas preocupa-se no conteúdo, que é basicamente, distorcer a realidade em seu "benefício". O que tem a ver com o III Reich? Ronaldo Laranjeira é um excelente orador. Ele entende de técnicas de oratória, de postura e manipulação do interlocutor. Ele sabe exatamente que dados ele pode levar para um debate. Os dados que não irão ser contestados, mas que irão causar impacto no ouvinte. E imagens que serão gravadas no subconsciente do ouvinte, como por exemplo, misturar propositalmente crack e maconha no mesmo debate. Usa de formas de linguagem como já mencionado por alguns colegas, mais conhecidos como "factóides" que o Rei Tut começa a desconstruir. Não se apeguem somente às mentiras, caros, o debatedor deve ser entendido e analisado, assim como fazem os marketeiros profissionais que hoje em dia preparam candidatos a presidente. Concordo com a idéia de um lobbie profissional pró legalização, é o que a NORML faz nos EUA. a DPA também. Estou certo que existem inúmeros parlamentares favoráveis à legalização nos EUA, e infelizmente, ainda estamos distantes desta realidade no Brasil. Entendo que hoje o principal lobista no Brasil seja o FHC. O player que tem mais carisma, acesso e FORMA pra levar a mensagem, ainda que deturpada e mal interpretada pelo mesmo. Agora, imagine o Laranjeira com o FHC em um debate, como acham que seria? As linguagens são distintas, mas os 2 usam de retóricas conhecidas e previsíveis. Traduzindo pra realidade: Ronaldo Laranjeira tem interesses comerciais diretos na manutenção da proibição, visto a relação de suas clínicas com o estado de SP, que paga R$ 3000,00 por mês por internação. Ele é o porta - voz do Governo Tucano de SP durante anos, sendo inclusive o conselheiro de política de drogas para o projeto do José Serra à presidência. E seria leviano levantar conjecturas (muito plausíveis, entretanto) sobre interesses não tão transparentes assim, como relações com lobbies de farmacêuticas e afins. Além disto, o RL não atém-se à discutir sobre a Cannabis, o que para o interessado na maconha possa ser um entrave, mas no debate pode ser uma arma. Quero dizer, os argumentos dos proibicionistas não são contra a MACONHA apenas, e sim contra as drogas ilícitas, de uma forma geral. Quando o RL trás o CRACK para o debate sobre cannabis, por exemplo, por que não levar igualmente o LSD, por exemplo, ao mesmo debate? Os mitos que ele constrói não devem ser rebatidos apenas com "É MENTIRA", mas com exemplos que possam ser usados pra desconstruir os argumentos em sua base. a Maconha é tóxica? E qual a toxicidade do LSD, ou do DMT, por exemplo? Substâncias que são praticamente atóxicas do ponto de vista de dano físico, que é onde ele pauta grande parte dos seus argumentos. Tentar rebater é entrar no game dele, no território dele, onde ele trouxe os factóides e está preparado para manipular como bem entender. Agora, ele talvez não esteja preparado pra enfrentar a MESMA tática de oratória dele. Que é trazer informações pro debate que ele não poderá rebater. Alguém ouve ele mencionando o Projeto de Portugal? Ou da Espanha, Israel, Rep. Tcheca? Será que ele está tão preparado para rebater sobre uma série de outras substâncias que são proibidas sem motivo, da mesma forma que ele se preparou pra cannabis e pro crack? Informações concretas e atuais sobre redução de danos pelo mundo? Trazer pesquisas e novidades do meio acadêmico com a maior amplitude possível vai obrigar uma mudança de posicionamento no debate, muito possívelmente demonstrando raiva, irritação e abuso dos dogmas já entranhados em seu discurso corrente. Especificamente sobre a cannabis, acho que o livro Maconha: Mitos e Fatos deveria ser uma pedra fundamental no debate a nível científico, que infelizmente poucos de nós aqui tem gabarito para entrar numa disputa com um RP tão bem preparado como o RL. É um livro que pretende exatamente isso, desconstruir os mitos supostamente científicos sobre o uso de cannabis. Mas como dito, o RL não é o único nem será o último representante destes players (indústrias químicas, países produtores de petróleo, farmacêuticas, igreja, mídia, políticos, tráfico, etc.) e é importante estar preparado para o foco que cada um deles irá trazer pro debate. No congresso sabemos que o lobby contra a regulamentação é constituído basicamente por policiais e a bancada evangélica e cristã. Não pode ser o mesmo discurso num debate que terá o foco na medicina, com um debate com um foco na segurança pública, por exemplo. Claro que aqui é pra falar especificamente do RL, mas que seja a pedra fundamental para uma compilação de diretrizes argumentativas e sólidas para cada tipo de player que existe contra a regulamentação das drogas. Kepp going.
  11. Não foi ninguém do GR no evento do DAR pra transmitir online?

  12. No dia seguinte que legalizarem o cânhamo a Expo será lançada. Projeto pronto e em banho maria. Abs!
  13. Todo o respeito ao MANDACA! Falou o que quis e e o que não quis, junto com o Lobão rasgou o verbo e fumou a seda! Respect!
  14. Galera, muito obrigado pelos elogios, só nos anima a continuar e desenvolver esse projeto. Estamos certos que com a devida estrutura, planejamento e divulgação, o trabalho no festival pode ser muito impactante. Foi um ótimo 1º passo, um piloto que nos ensinou bastante e que iremos utilizar pra desenvolver mais e mais este projeto. Como visto por aqui, muito apoio, dos que foram e dos que não puderam ir, estamos certos que no fim do ano teremos uma MASSA de folhas de cannabis passeando pelas areias baianas! Obrigado novamente pelo feedback de todos, da comunidade do GR, Liamba, valeu pela força e o apoio do Balance! Pro pessoal da produção que acreditou e curtiu nossa atividade por lá, e esperamos que nos próximos a galera se anime cada vez mais e SAIAM do virtual! Valeu e grande abraço a todos!
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