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André Barros

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Tudo que André Barros postou

  1. vai rolar uma Marcha da Maconha em Santa Teresa no dia 7 de agosto de 2011. Quem está chamando geral é o Adil do Cine Santa. Vai ser a caminhada dos velhos maconheiros de Santa Teresa. abraço bem apertado a todos, ANDRE BARROS
  2. MARCHA DA MACONHA BASEADA NA DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NESTE DOMINGO, DIA 3, 14H, NO COQUEIRÃO, POSTO 9.
  3. Vamos explanar galera e levar um montão de faixas do Growroom e começar a denunciar os proibicionistas que querem impedir as pessoas de plantarem dentro de sua casa para garantir o mercado dos traficantes. Dia 3, DOMINGÃO, em IPANEMA, 14 HORAS. O evento está bombando no facebook, vamos dar aquela chamada final.
  4. Protocolado hoje no Batalhão, Delegacia e subprefeitura. Agora vamos explanar para bombar a nossa comemoração: MARCHA DA MACONHA LIBERADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011 Ao Comandante do 23º Batalhão da Polícia Militar, Avisamos a Vossa Senhoria que, no dia 03 de julho de 2011, domingo, na Avenida Vieira Souto, será realizada um evento para comemorar a histórica Decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF 187 relativa à MARCHA DA MACONHA. A passeata começará à altura do Posto 9, por volta de 15 horas, e terminará no Arpoador. Os organizadores alertam a todos os participantes que a decisão da Corte não permite o consumo, porte, compra e venda de maconha, nem qualquer outra substância proibida, na Marcha da Maconha. Os advogados signatários têm escritório na rua Senador Dantas nº 117, sala 610, Centro, telefone 92423460. A passeata terá carros de som para facilitar o trabalho dos seus organizadores. Contamos com a colaboração das autoridades para que tudo transcorra bem na ocasião. Atenciosamente, ANDRÉ BARROS GERARDO XAVIER SANTIAGO OAB/RJ – 129773 OAB/RJ - 141293
  5. Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011 Ao Comandante do 23º Batalhão da Polícia Militar, Avisamos a Vossa Senhoria que, no dia 03 de julho de 2011, domingo, na Avenida Vieira Souto, será realizada um evento para comemorar a histórica Decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF 187 relativa à MARCHA DA MACONHA. A passeata começará à altura do Posto 9, por volta de 15 horas, e terminará no Arpoador. Os organizadores alertam a todos os participantes que a decisão da Corte não permite o consumo, porte, compra e venda de maconha, nem qualquer outra substância proibida, na Marcha da Maconha. Os advogados signatários têm escritório na rua Senador Dantas nº 117, sala 610, Centro, telefone 92423460. A passeata terá carros de som para facilitar o trabalho dos seus organizadores. Contamos com a colaboração das autoridades para que tudo transcorra bem na ocasião. Atenciosamente, ANDRÉ BARROS GERARDO XAVIER SANTIAGO OAB/RJ – 129773 OAB/RJ - 141293
  6. Protocolado hoje no Batalhão, Delegacia e subprefeitura. Agora vamos explanar para bombar a nossa comemoração: MARCHA DA MACONHA LIBERADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011 Ao Comandante do 23º Batalhão da Polícia Militar, Avisamos a Vossa Senhoria que, no dia 03 de julho de 2011, domingo, na Avenida Vieira Souto, será realizada um evento para comemorar a histórica Decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF 187 relativa à MARCHA DA MACONHA. A passeata começará à altura do Posto 9, por volta de 15 horas, e terminará no Arpoador. Os organizadores alertam a todos os participantes que a decisão da Corte não permite o consumo, porte, compra e venda de maconha, nem qualquer outra substância proibida, na Marcha da Maconha. Os advogados signatários têm escritório na rua Senador Dantas nº 117, sala 610, Centro, telefone 92423460. A passeata terá carros de som para facilitar o trabalho dos seus organizadores. Contamos com a colaboração das autoridades para que tudo transcorra bem na ocasião. Atenciosamente, ANDRÉ BARROS GERARDO XAVIER SANTIAGO OAB/RJ – 129773 OAB/RJ - 141293
  7. Matias defendeu adiar para o dia seguinte e todos apoiaram, assim postei o seguinte: Concordo em mudar para o dia 3. Marcamos para o Coqueirão e dependendo da galera fazemos uma festa ou uma marcha: "FESTA DA MARCHA DA MACONHA LIBERADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Dia 3 de julho, 14 horas no Coqueirão do Posto 9". ANDRÉ BARROS
  8. Postei o seguinte no site da Marcha da Maconha: Galera, Raoni falou com a representante da Marcha das Vadias e elas acharam que juntos poderíamos atrapalhar o foco político da Marcha das Vadias. Elas acharam legal o encontro das duas Marchas no arpoador com uma festa da Rádio Legalize. A Marcha da Liberdade foi uma alternativa à Marcha da Maconha que ganhou o apoio de diversos movimentos libertários. Mas não é a Marcha da Maconha. Por isso São Paulo vai fazer a Marcha da Maconha e para comemorar a decisão do Supremo Tribunal Federal. Essa foi a razão de marcar no Rio e no mesmo dia, pois a vitória é nacional. Como nosso movimento é horizontal, foi convocada essa comemoração aqui no Rio, que vai ser a MARCHA DA MACONHA LIBERADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Assim, espero a presença de todos para essa comemoração, que pode ser mais dos organizadores em luta há anos e querem comemorar ou de muitos que podem e devem entrar nessa grande festa com o SENSACIONAL encontro com a Marcha das Vadias. abraços e beijos, ANDRÉ BARROS
  9. Vai ter a Marcha das Vadias no mesmo dia e hora no posto 4. Elas querem fazer a MARCHA DAS VADIAS E A MARCHA DA MACONHA LIBERADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Elas queriam terminar em frente à Delegacia. Falei que daria a maior merda e que podemos negociar a Marcha do posto 4 até o Arpoador com uma festa da Rádio Legalize, sem ir para Delegacia. O evento delas terá cobertura internacional e já tem mais de 5000 pessoas no evento. Acho que vai ser uma boa solução, já que teremos poucos dias pra divulgar, além de ser bem festivo a união das duas Marchas. A Marcha das Vadias está marcada há um mês e elas ficaram preocupadas em dividir os movimentos. Uma das organizadoras sempre comparece a Marcha da Maconha e ganharíamos muitas mulheres para o nosso movimento.
  10. Vamos fazer uma caminhada do Leme até o Leblon com o flyer e panfletar todas as rodas da orla. Sábado vou divulgar em Santa Teresa num programa de rádio. Posso fazer essa caminhada sexta e domingo. Podemos caminhar com a faixa do Growroom.
  11. MARCHA DA MACONHA LIBERADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO DIA 2 DE JULHO NO JARDIM DE ALAH, CONCENTRAÇÃO 14 HORAS.
  12. Valeu galera, consegui entrar no grande Growroom! Quero agradecer a presença de todos naquela acão seríssima e divertidíssima. O episódio policial veio apenas fortalecer a legalidade de nosso ato. Obviamente, quando disse pro policial do fórum que a nossa autorização estava nas constituições federal e estadual, ele foi consultar seus superiores, que confirmaram a legalidade de nosso ato e os caras saíram miudinhos. Hoje, ganhamos o Habeas Corpus e sábado teremos outra mobilização importantíssima que é o avião. Vamos divulgar geral que vai passar o verdadeiro e único legítimo avião da maconha no dia 30 de abril, sábado, às 14 hs. Aliás, é importante deixar registrado que as duas ideias, do avião e da panfletagem na porta do fórum, foram de um membro do Grow, que apenas dei duas formas. No caso do aniversário foi esse que vocês viram e do avião apresentei na reunião uma ideia para a campanha, que não poderia ser feita.
  13. http://andrebarrospolitica.blogspot.com/2010/12/valeu-governador-do-rio-pela-defesa-da.html
  14. Quero agradecer as palavras de apoio de todos e daqueles que citaram meu nome como Cricket, ANDRÉ BARROS
  15. Quero agradecer a todos que comentaram o texto que escrevi. Temos de aproveitar as brechas surgidas nesta luta que procuram colocar hipocritamente como do bem contra o mal. A declaraçnao do governador, ainda mais no momento que foi apresentada, deve ser explorada positivamente no meu ponto de vista. ANDRÉ BARROS
  16. Gostaria de agradecer a todos pela leitura do texto. Entendo que a declaração foi relevante pelo momento que foi apresentada, quando muito querem criminalizar e culpar os consumidores pelo tráfico armado. Galera entra no meu facebook abraço, ANDRÉ BARROS [email protected] 92423460
  17. http://andrebarrospolitica.blogspot.com/2010/12/valeu-governador-do-rio-pela-defesa-da.html'>http://andrebarrospolitica.blogspot.com/2010/12/valeu-governador-do-rio-pela-defesa-da.html VALEU GOVERNADOR DO RIO PELA DEFESA DA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA NO BRASIL O Governador do Rio de Janeiro merece ser aplaudido pela defesa, no contexto atual, da descriminalização e legalização de substâncias ilícitas, a começar pela maconha. Exatamente no momento que neoescravocratas apoiam abertamente o genocídio dos traficantes pobres e culpam consumidores, principalmente de maconha, Sérgio Cabral coloca a proposta libertária. Os consumidores de maconha são acusados de serem doidões alienados de classe média que sustentam o tráfico. Entretanto, eles estão em todas as classes sociais e querem ter reconhecida a liberdade de usar a maconha, de diversas formas e razões. Ninguém fala de um mercado que deita raízes na história da humanidade, de milhões de consumidores que buscam a alteração do psiquismo por meio de drogas lícitas ou tornadas ilícitas? (ver `Proibições, Riscos, Danos e Enganos: as drogas tornadas ilícita`, de Maria Lúcia Karam). Ninguém fala que a maconha foi criminalizada porque o hábito de seu consumo foi introduzido pelos escravos africanos no Brasil e pelos mexicanos nos Estados Unidos. Nos anos 70, a maconha foi o símbolo libertário dos hippies, movimento tão discriminado pelo poder punitivo defensor da disciplina e da ordem. A luta pela legalização da maconha é uma resistência histórica e libertária contra formas de acumulação do poder punitivo que até hoje controlam vidas. Acusam também o governo federal de não fiscalizar a fronteira e ser o maior responsável pela entrada de armamento no país. Continuam a campanha movidos pelo evidente inconformismo com a derrota de seu candidato e buscam desviar o fogo. Simplesmente nem se cogita levantar uma questão importantíssima que é o sistema de compra e venda de armas dentro das forças policiais e armadas no Rio de Janeiro. Isto sim, sustenta essa guerra e poderia ser considerada uma grande traição, porque são policiais e militares vendendo armas e munições contra eles mesmos, se não fosse falso o discurso do bem contra o mal. Mas esse aspecto nem é levantado, continuando o discurso hipócrita contra os apreciadores de maconha. É exatamente a ilegalidade que dá condições para o monopólio da venda de substâncias ilícitas para financiar os compradores e vendedores de armas. Se fosse legal, quantas pessoas estariam vendendo? Com a ilegalidade só pessoas armadas podem circular com seus lucros. A circulação de dinheiro vivo é aplicada na compra e venda de armas caríssimas, uma forma de imobilização do capital. E o que sustenta isso é exatamente o monopólio da venda de um mercado de milhões de consumidores. Como vão prender um mercado consolidado? É a ilegalidade que garante o monopólio dos vendedores. Por que é crime plantar para uso próprio? Qual a razão de criminalizar a conduta de semear uma plantinha para fumar sua flor? Isso só pode interessar aos patrões que têm o monopólio da venda da maconha, os financiadores do tráfico dos pobres, compradores e vendedores de armas. Quanta energia seria poupada com o fim da extorsão dos consumidores e quanto tempo seria liberado para a apuração de condutas realmente graves, como homicídios e crimes contra as finanças públicas? Na última quarta-feira, por exemplo, uma semana depois dos acontecimentos da Vila da Penha e do Complexo do Alemão, fiquei 5 horas na Polícia Federal como advogado de oito estudantes “detidos” durante 12 horas por consumo de maconha na Universidade Federal do Rio de Janeiro. E a Lei 11343/2006 acabou com a detenção para os consumidores de maconha e outras substâncias ilícitas! Obviamente, se fosse legal, vários comerciantes participariam da concorrência neste mercado. A plantação para uso próprio reduziria a demanda e vários estudiosos plantadores poderiam comercializar. A venda de substâncias ilícitas não acabou com a chegada da UPP. A diferença agora é o financiamento sem armas do tráfico nas UPP's. Por que não poderia ter a autorização para venda de maconha nas comunidades, em bares e em determinados pontos da praia, legalizando-se as antigas bocas de fumo? Para debater com seriedade esse assunto, dois aspectos são fundamentais: a legalização da maconha e a repressão ao mercado de compra e venda de armas e suas ramificações na polícia e nas forças armadas. ANDRÉ BARROS, ADVOGADO DA MARCHA DA MACONHA -- ANDRÉ BARROS http://andrebarrospolitica.blogspot.com/
  18. GALERA DO GROWROOM, temos de ficar atentos, pois o discuros contra a maconha é o preferido dos vendedores de armas, os verdadeiros traficantes, que financiam e se beneficiam da ilegalidade. Cadê os fuzis, se aproveitam da ilegalidade para comprar e vender fuzis. A ilegalidade alimenta o sistema corrupto, mas só apreendem maconha. Vamos denunicá-los e cobrar ajuda do governo federal para investigar as quadrilhas dentro das forças policiais e armadas que comercializam armamentos, bem como as fábricas da taurus, Ina etc. Vamos denunciar que é a ilegalidade que sustenta isso tudo com dinheiro vivo. Ninguém compra com cartão de crédito e cheque, essa circulação de dinheiro vivo é para alimentar todos esse aparelho corrupto e depois de lavado depositar milhões nos bancos. Legalizar a maconha é estratégico para a redução da violência urbana. ANDRÉ BARROS
  19. GOVERNO FEDERAL EVITA CHACINA NO RIO DE JANEIRO Os fatos que assistimos nos últimos dias no Rio de Janeiro estão diretamente ligados à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016. Esses eventos vão acontecer no Brasil em razão das políticas econômicas para os pobres do governo Lula e também pela potência da cidade mais bonita e carnavalesca do mundo. Assim, a segurança precisava mudar e não seria admissível que nas localidades próximas desses eventos haja pessoas fortemente armadas, dominando territórios e trocando tiros com quem quisesse tomá-los. As UPPs vieram com o PRONASCI e o apoio do governo federal. Inicialmente, foram instaladas em certas áreas da cidade, chamadas, de maneira preconceituosa, de “nobres”, como se ainda vivessemos num sistema monarquista escravocrata. O tráfico armado saiu do local sem troca de tiros e foi se afastando para zona norte da cidade. Erroneamente, pensou que teria força para colocar a cidade em pânico ateando fogo em veículos, colocando em cheque os eventos internacionais. Mas diante de tais circunstâncias, o governo federal teve de entrar rápido para evitar uma chacina e um escândalo internacional. Mas os neoescravocratas queriam uma guerra na cidade e ver a carnificina de jovens pobres, negros, macérrimos e moradores das favelas, em maior quantidade da que já acontece diariamente. O Rio de Janeiro é a cidade do mundo onde mais jovens de 14 a 25 anos morrem por atentado por arma de fogo, em quase sua totalidade, negros e pobres. A transmissão ao vivo das emissoras de televisão foi fundamental para evitar uma carnificina e para que se mostrasse a todas as autoridades do país o risco para a imagem internacional do Brasil. As imagens da correria de centenas de jovens fortemente armados, alvos desprotegidos naquele descampado, com uma pequena estratégia de guerra, demonstraram que uma matança seria fácil. Mas a transmissão ao vivo, combinada com um linguajar que chama trabalhadores policiais de caveiras, mais os veículos queimados pela cidade, anunciava uma tragédia iminente. Felizmente, o governo federal, em parceria com o governo estadual, começou a compartilhar as decisões e participar com as Forças Armadas. O compromisso histórico dos membros do Governo Lula com os direitos humanos foi fundamental para a mudança de postura da polícia do Rio. Com a rápida entrada dos blindados da Marinha, helicópteros da Aeronáutica e o apoio do Exército, os esquálidos bandidos fugiram apavorados, pois viram que a parada era séria e que o armamento das Forças Armadas era bem mais poderoso. A mídia, que apresentava a linguagem da guerra carioca, também começou a enaltecer a estratégia de ocupação e rendição sem assassinatos. O discurso anterior de que `baixas eram inevitáveis numa guerra`, explanado pela direita e esquerda punitivas, começou a perder força. A mídia também divulgou o recado do governo federal ressaltando o respeito aos direitos humanos. A Rede Globo registrou que, quando foi preso o criminoso Zeu, condenado pelo assassinato de Tim Lopes, ele estava algemado, mas sem qualquer ferimento. Logo em seguida, um pai veio entregar seu filho. E aqueles dias de uma cidade sitiada terminaram, hoje, com a carnavalesca alegria carioca com um morto no hospital Getúlio Vargas, nenhum morador alvejado e o hasteamento das bandeiras do Brasil e do Rio de Janeiro. O Governo Federal não entraria com a Marinha, a Aeronáutica, o Exército e as forças policiais federais para participar de uma chacina, como defendiam abertamente os neoescravocratas através de seus monopolizados meios de comunicação. O discurso que se via no início é que era o dia “D” para acabar com o tráfico e a guerra às drogas. Induziam o senso comum a apoiar o extermínio dos traficantes. Mesmo com o rápido e fundamental apoio das forças militares, continuam acusando constantemente o governo federal de ser culpado pela entrada de drogas e armas no Rio de Janeiro, culpando o governo Lula pelas fronteiras, discurso, inclusive, muito usado pelo candidato tucano. Agora, estamos vendo a apreensão de coletes, rádios granadas, armas de uso exclusivo das Forças Armadas e da polícia, mas nenhum arsenal foi até agora encontrado. E aí está a verdadeira questão, as armas. O próprio comentarista de segurança da Globo disse que as armas apreendidas nas operåções sumiam e que nesta operação estavam sendo pintadas de branco, como uma demonstração de transparência. Trânsparência porque não seriam roubadas e vendidas por dinheiro vivo para os mesmo traficantes das armas apreendidas. A impressionante quantidade de toneladas de substâncias ilícitas apreendidas é uma demonstração da força de um mercado consolidado e oligopolizado por financiadores e custeadores do tráfico, beneficiados pela criminalização da compra e venda de determinados produtos ilegais. Essa ilegalidade é que alimenta todo um mercado de circulação de milhões, em dinheiro vivo, que corrompe policiais, militares, políticos, que trabalham para empresários e banqueiros, que lavam muito bem bilhões, misturando e fazendo número no sistema bancário globalizado. Armas de uso exclusivo obviamente são vendidas por agentes das forças policiais e militares e outras armas pesadas por comerciantes do mercado lícito de armas. Todos sustentados por mercados de produtos tornado ilegais, que deita raízes na história da humanidade, de milhões de consumidores que buscam a alteração do psiquismo por meio de drogas lícitas ou tornadas ilícitas (ver `Proibições, Riscos, Danos e Enganos: as drogas tornadas ilícita`, de Maria Lúcia Karam). Neste momento, o mais importante é assegurar a realização dos eventos internacionais. O tráfico vai continuar desarmado nas ditas áreas nobres e pacificadas. O que realmente esperamos é que as forças federais ajudem a desvendar as organizações de compra e venda de armas, principalmente na polícia e nas Forças Armadas, além do esquema privado desse valioso mercado. Mas para debater com seriedade essa questão, é fundamental acabar com a sua criminalização e legalizar, pois é a ilegalidade que dá o monopólio da venda de drogas ilícitas aos traficantes, que devem ser banqueiros e empresários, que possuem ilhas registradas bem maiores que as banheiras de hidromassagem abandonadas e sem herdeiros no Complexo do Alemão. A descriminalização da plantação de dez pés de maconha, em casa para uso próprio, pode ser o início de todo esse processo de legalização para acabar com o monopólio da venda de substâncias proibidas pelos traficantes. ANDRÉ BARROS, ADVOGADO DA MARCHA DA MACONHA http://andrebarrospolitica.blogspot.com/2010/11/governo-federal-evita-chacina-no-rio-de.html
  20. LEGALIZAR A MACONHA PARA REDUZIR OS DANOS DA GUERRA por André Barros, advogado da Marcha da Maconha O que estamos assistindo, ao longo desta semana, nas ruas, noticiários de tevê, emissoras de rádio, internet e jornais impressos? No Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, cheia de encantos mil, finalmente, `algo está sendo feito`, `a ferida está sendo debridada`, as `forças do bem` encaram o `mal`, para dele nos defender. Repórteres de colete trazem informações das regiões do confronto. Seria tão simples assim, como na versão que nos traz a mídia? * `O tráfico movimenta uma rede econômica e social gigantesca, acabar com o tráfico na favela implica pensar o que fazer com as pessoas que participam das atividade ligadas ao tráfico...não dá pra só reprimir e prender!` Tatiana Roque * `Uma menina de 14 anos, pobre, negra, moradora do Complexo do Alemão, atingida, em sua própria casa, não resiste a uma `bala perdida`. A mãe desmaia no enterro. A perda dos sentidos sobrevêm a uma dor que não se pode suportar. Presentes na cerimônia saem às presssas, apavorados com o som de tiros. Não se pode nem fazer o luto. Nos supostos traficantes, jovens armados do tráfico nas comunidades, vidas matáveis, não se identifica qualquer traço de humanidade, pois personificam o `mal`` Marta Peres. * O autoritário discurso de que estamos numa guerra e que devemos ficar do lado do bem, contra o mal, é absolutamente hipócrita e simplista. Sabemos que os financiadores e vendedores de armas, ponto de partida de todo um ciclo, sequer são identificados. Segundo a corrente majoritária no campo do Direito, `autores` são as pessoas que têm o domínio da situação e que poderiam impedir a ocorrência de determinado crime. Centenas de jovens pobres, com armas de cinquenta mil reais e mochilas repletas de munições e granadas caríssimas, são, obviamente, no máximo, partícipes, facilmente substituíveis, mas não os verdadeiros traficantes.. Quem, no Brasil, está preso por financiar ou custear o tráfico, como tipifica o art. 36 da Lei 11343/2006? Segundo esta Lei, que estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas, a estes deveria ser aplicada a maior pena, que é a de reclusão de 8 (oito) a 20 (vinte) anos. Onde está este elo da corrente? Por quê somente se mostra e se combate a ponta do iceberg? O irresponsável discurso da guerra interessa aos vendedores de armas, pois, à medida que alimenta o conflito, seus produtos são vendidos, tanto para os supostamente do “bem` quanto para os do `mal”. Por meio dele, é pregado o aumento da carnificina que já existe, há séculos, contra jovens, negros e pobres. Se apenas na Vila da Penha havia mais de 500 jovens fortemente armados, imaginem quantos são nas mil comunidades históricas da cidade e nas duas mil do estado? O discurso de vencer a guerra `contra o mal` é hipócrita. Se matassem todos aqueles jovens que fugiam para o Complexo do Alemão, alvos fáceis, a retaliação, em todas as partes da cidade, poderia ser muito mais violenta. Será que foi por isso que não foram executados? Se não fossem mortos, seriam presos? Mas não existe nem espaço nos presídios para esses milhares de jovens. O discurso de que está na hora de acabar com os traficantes é falso. É possível acabar com um mercado que deita raízes na história da humanidade, de milhões de consumidores que buscam a alteração do psiquismo por meio de drogas lícitas ou tornadas ilícitas? (ver `Proibições, Riscos, Danos e Enganos: as drogas tornadas ilícita`, de Maria Lúcia Karam). Essa guerra é uma farsa. O que fazer com todos os jovens pobres armados, vão matá-los ou prendê-los? Ou será que, por trás disso, querem controlar a pobreza e dominar os territórios próximos às chamadas áreas “nobres” da cidade? Evidentemente, querem mostrar, na Copa do Mundo e nas Olimpíadas, uma cidade com a cara do asfalto da zona sul, sem pobres à vista, escondendo, como nos `quartinhos de empregada`, séculos de escravidão. Estamos assistindo a mais uma carnificina, como inúmeras outras já vistas, em que, no final, se vende `o triunfo do bem sobre o mal`. Mas não se pode ignorar que um dos elos da corrente do `bem` é quem vende armas, e sabemos que há `sócios` desse mercado na polícia, nas forças armadas, e no próprio aparelho de Estado. Debater o tema com seriedade é discutir a redução de danos, a redução das desigualdades de renda, emprego, escolas, hospitais e cultura. A descriminalização e a legalização da plantação, produção, distribuição, compra e venda da maconha pode ser um excelente instrumento. Dentre as substâncias proibidas, a maconha é a mais vendida, sendo que, antigamente, era comercializada nas bocas de fumo por pessoas apelidadas de `vapor`. Nos anos 80, estrategicamente, tiraram a maconha de circulação, o que prova que os financiadores do tráfico detêm o mercado de praticamente todas as substâncias proibidas, a fim de introduzir a cocaína. Mais recentemente, as mesmas práticas foram utilizadas para o crack. Pesquisas realizadas demonstram que a maconha é uma alternativa menos danosa e eficaz para se deixar o crack. Por quê não podemos buscar outras alternativas à farsa da guerra às drogas? Descriminalizar a maconha e legalizar sua venda nas comunidades, com anistia e emprego para os jovens que depuserem as armas, poderia ser uma boa e pacífica alternativa. Mas o discurso único quer criminalizar qualquer outra proposta e o debate. O Congresso Nacional poderia conceder anistia, instrumento de ordem política que visa pacificar a sociedade, baseado o art. 48, VIII, da Constituição Federal, aos crimes de tráfico para jovens pobres que depusessem as armas. Esses jovens poderiam ser autorizados a vender maconha nas comunidades, como acontece nos coffee shops da Holanda. E mais, se as ordens para todos esses ataques realmente partiram de apenas alguns mandantes, a solução é bem mais fácil do que parece. Bastaria abrir diálogo com esses poucos traficantes no sentido de propor a deposição das armas. No entanto, a paz e a deposição de armas vai de encontro aos interesses desse lucrativo mercado. O argumento mais desumano e egoísta dessa farsa é aquele da inevitabilidade das baixas numa guerra. Os que defendem isso expressamente não devem ter um parente, um amigo, um conhecido que viva numa comunidade atacada. Eu mesmo não tenho ideia do que é viver num bairro onde entram blindados e caveirões enfrentando jovens fortemente armados. Como poderia viver com meus filhos no meio dessa carnificina? Que coragem dos moradores que acenaram com panos brancos! Buscam demonizar os autores dos ataques, mas, para se verificar um crime, é preciso analisar suas condutas. Excluindo, obviamente, as lesões corporais e mortes, na maioria das ações, o que estamos vendo, é a seguinte regra: as pessoas são retiradas e, depois, é ateado fogo no bem móvel. Atacar apenas bens patrimoniais é bem menos grave do que matar. É violento e impressionante, mas é preferível perder um bem patrimonial do que a vida, ações bem diferentes de grupos terroristas que jogam aviões em espigões de 110 andares e bombas em metrôs lotados, também muito diferentes do Estado que atira com metralhadoras no meio de crianças, mulheres grávidas e idosos. Temos de enfrentar o discurso da guerra que existe para violar os direitos mais básicos da humanidade. A criminalização da advocacia é um sintoma de que estamos realmente vivendo num Estado de Exceção, como aconteceu na ditadura militar quando advogados também foram presos. Trata-se de outra proposta ao discurso, internacionalmente, fracassado da guerra às drogas. Vamos democratizar este debate, legalize já!!! ANDRÉ BARROS, ADVOGADO DA MARCHA DA MACONHA
  21. A Marcha da Maconha não tem competência. É um movimento político que ocupa nossas relações sociais do dia-a-dia, ela está no reggae de Belford Roxo e no apito do Posto 9. Ela deve estar também na Assembléia Legislativa do Estado, sobretudo num dos estados mais libertários do Brasil. Carlos Maximiliano -hermeneuta e o maior intérprete do Direito brasileiro- ele ensinou que quem só sabe o Direito não sabe o Direito. Desculpa amigo, essa conversa de competência é conversa fiada.
  22. ESSA É A DOBRADA DA MARCHA DA MACONHA DO RIO DE JANEIRO, VALEU VALEU.
  23. Tenho um filho que mora em Sampa e faz a maior campanha na internet. Hoje não temos mais fronteiras e ainda estamos colados, jumtos e misturados.
  24. Temos dois candidatos da organização da Marcha da Maconha no Rio, eu para Deputado Estaduao e o cinco para Federal. Vamos mostrar que somos muitos e não estamos de brincadeira. Bancadas libertárias no punitivos proibicionistas.
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