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Proponha

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  1. Proponha

    Bambas Dois

    pode esperar que a parada vai fazer barulho, mano! Grande Mr. Bong, Poutz, infelizmente to tendo que dar um tempo tanto nas plantas quanto no ativismo por agora! Mas sempre dou uma visitada pra ver como andam as coisas naquele board tão fértil! Abraço!
  2. Proponha

    Bambas Dois

    Produtor BiD reúne ícones da música jamaicana em projeto "Bambas Dois" O produtor BiD com o músico jamaicano Ky-Mani Marley e DJ Gusta durante gravações do "Bambas Dois" na Jamaica A Jamaica é um país relativamente distante, mas que compartilha muitas características com o Brasil. Prova disso é "Bambas Dois", um dos projetos mais interessantes e musicalmente ricos dos últimos tempos no país e que foi criado pelo produtor Eduardo Bidlovski, o BiD, ao lado do músico Fernando Nunes e de DJ Gusta, da banda Echo Sound System. Continuação de "Bambas e Biritas – Vol. 1", o futuro álbum tem como objetivo apresentar a mistura das culturas e da música brasileira com o reggae e outros gêneros jamaicanos, entre eles o rocksteady e dancehall. E, para tanto, conta com a participação de vários e importantes artistas jamaicanos e brasileiros que dão legitimidade ao projeto. A ideia nasceu no começo do ano de forma totalmente inesperada. BiD, que havia acabado de produzir o disco "Francisco Forró y Frevo", de Chico César, estava com o músico em uma lancha se preparando para um mergulho quando, ao colocar uma das canções do disco para tocar --um forró com batidas eletrônicas--, observou o motorista do barco cantando em cima de sua base. "Quando ouvi, pensei: isso vai ser o próximo 'Bambas'", contou BiD por telefone. O produtor, então, compôs e gravou 13 faixas instrumentais e viajou até a Jamaica para que artistas locais fizessem letras e emprestassem suas vozes para as canções. A lista de participações é extensa e conta com grandes ícones da música jamaicana nos vocais, como Heptones, U-Roy, Tony Rebel, Oku Onuora e novatos como Ky-Mani Marley (filho de Bob Marley), Sizzla Kalonji, Queen Ifrica, Luciano, I Wayne e Jesse Royal. Na parte instrumental, Ernest Ranglin (Skatalites), Robbie Lynn (da gravadora Studio One) e Sticky (percussionista de Bob Marley e Augustus Pablo) deram as caras ao lado dos brasileiros Daniel Ganjaman, Lúcio Maia, Marcelo Castilho, Siba, James Mü, Jorge Du Peixe e outros. Imagina-se, claro, que reunir nomes tão importantes em um mesmo projeto deva ser uma tarefa, no mínimo, complicada. Segundo o produtor, os convites aconteceram "na cara e na coragem". "Depois de gravar os instrumentais, quebramos a cabeça para ver qual música iria para quem. Tínhamos uma lista dos sonhos com as pessoas que gostaríamos que participassem", conta. "Duas pessoas na Jamaica ajudaram a gente. E um produtor local, Floyd Morris, que ajudou na parte da produção e nos conectou com duas pessoas que tinha contatos diretos com artistas ou empresários". Para BiD, o fato do projeto ter nascido em solo brasileiro e ser mais que simplesmente um álbum facilitou a união dos músicos e foi um fator que colaborou para o resultado final. "O Brasil é um mercado que eles querem estar. Eles adoram o país, o futebol e tem uma simpatia muito grande pela cultura. Sempre tratamos do assunto como uma coisa maior que um disco. Era um projeto com o conceito de misturar as culturas, de escravidão até religião, comida... são muitas similaridades", explica. "Assumimos essa mistura da música regional do nordeste com ritmos jamaicanos". A parte musical também foi importante para que os jamaicanos se sentissem à vontade em colaborar. Por não tratar-se simplesmente de uma banda de reggae tentando imitar o estilo jamaicano, mas apresentando características brasileiras frescas, o projeto tornou-se interessante para os envolvidos do lado de lá. "Às vezes você vai ouvir uma música e não vai ter uma bateria, mas sim uma zabumba, um pandeiro e um triângulo", explica. "Eles se sentiram como se fosse um desafio e viraram verdadeiros parceiros meus". As gravações fora do Brasil aconteceram nos clássicos estúdios jamaicanos Tuff Gong e Achor. "São mais antigos e tem ótimas mesas de som. Trabalhamos com engenheiros locais, uma vez que a comunicação é mais rápida na hora de gravar". Todo o projeto foi registrado em belas imagens tanto em vídeo quanto em fotografia, que podem ser vistos na página do "Bambas Dois" no YouTube e no blog do estúdio Soul City. A ideia é transformar o making of em um programa de TV, para mais tarde ser lançado em DVD. Apenas dois cinegrafistas acompanharam BiD na missão de filmar as gravações. "Foi até um pouco desgastante por ser uma equipe muito enxuta, algo que acabou sobrecarregando todo mundo", contou. "Mas ficamos bem felizes, porque o que rolou talvez só teria acontecido com uma equipe bem maior". O álbum "Bambas Dois" ainda não tem data exata para ser lançado, mas provavelmente verá a luz do dia em março de 2011. "Ainda estou escolhendo quem vai mixar", conta. Depois de finalizado, BiD pretende formar uma banda e fazer shows pelo país, inclusive com a participação de alguns dos jamaicanos que cantaram no disco. "Vamos tentar contar com os festivais. Tomara que eles tragam os convidados e a gente realize o 'Bambas Dois' também ao vivo". http://musica.uol.com.br/ultnot/2010/11/09/produtor-bid-reune-icones-da-musica-jamaicana-em-projeto-bambas-dois.jhtm Fala galera, trampo com o BiD e posso dizer que o CD tá ficando foda! Enquanto ele não sai vale ver os videos das gravações na Jamaica! http://www.youtube.com/user/BambasDois Abraço!
  3. Fala galera! Só passando pra divulgar meu blog! http://balacodasemana.wordpress.com/ Participem da promoção! Quem acertar tudo leva uma Jabulani Oficial! Abraços!
  4. Propondo alternativas.

  5. Fala galera! O Gandhia II rolou muito bem! Distribuimos as drogas e conseguimos fumar nosso orégano! To cansadão depois conto mais detalhes! Abraçosss!
  6. O GANDHIA VAI DISTRIBUIR DROGAS. Mar 26th, 2010 http://unzinho.com No dia 27 de março as 3:30pm no vão livre do MASP, vai acontecer o Gandhia 2. Se você acredita na luta por liberdade individual, legalização da maconha e liberdade de expressão, você tem que ir, PRECISAMOS DE VOCÊ. No início do evento haverá distribuição de drogas e logo após, as 4:20 da tarde vamos queimar nossos basados de orégano. Nossas bandeiras brancas estarão lá esperando a sua assinatura. Vamos todos com apitos, fantasias, malabares… Vamos armados com argumentos, ideias, consciência ativa e cara limpa. Vamos lá juntos fazer uma festa bonita e pacífica. Amanhã (sábado) é um dia para, mobilizar, levantar e agir defendendo nossos direitos, exerça sua cidadania. Se você é de outra cidade, estado, país ou planeta, também pode colaborar fazendo o Gandhia por ai. Faça uma gravação as 4:20 e esteja conosco em espírito… Bombe o twitter, escreva no seu blog, chame os amigos, converse, espalhe, estampe os sticks no Orkut, Msn… Faça sua parte e faça o grito ecoar: AMANHÂ SERÀ MAIOR! Saudações Canábicas, Coletivo Gandhia.
  7. É isso ae galera! Venham usar drogas com a gente amanhã! Vamos fazer barulhoooo!! Abraçooo!
  8. 27 de fevereiro 4:20 da tarde – Gandhia Mar 6th, 2010 http://unzinho.com/blog/2010/03/06/27-de-fevereiro-420-da-tarde-gandhia/ Proibido ou não as pessoas fumam! 10 viaturas marcaram presença no evento Gandhia. O responsável pela operação deixou claro que levaram bombas de efeito moral. escudos de choque, cacetetes e todo tipo de parafernália de guerra. Nós levamos flores e uma bandeira branca. Enquanto a repressão comia solta no MASP, a alguns metros dali o Gandhia acontecia livremente. É assim, repressão não funciona. Amanha será maior. Fique esperto no próximo e participe. Presencialmente, ou da sua casa, cidade, planeta… mande-nos um vídeo do seu Gandhia. Salve!
  9. Galera, queria agradecer o apoio e a presença de todos. Foram dois dias quase sem dormir pra fazer a parada acontecer. E vou dizer uma coisa. O Gandhia não foi e não será só isso que a mídia anunciou. Aguardem novidades simbólicas! Amanhã será maior! Abraços!
  10. Ah, e tinha um artigo que saiu ao lado da matéria. ANÁLISE Defesa de legalização não é apologia LUÍS FRANCISCO CARVALHO FILHO DA EQUIPE DE ARTICULISTAS Lutar contra a lei faz parte do jogo democrático. A defesa da legalização do uso da maconha não se confunde com a apologia do crime. A liberdade de manifestação do pensamento deveria prevalecer, mas liminares do Poder Judiciário têm impedido passeatas nos últimos anos. Os fundamentos destas decisões são falaciosos e se apegam a detalhes linguísticos. Como os manifestantes designam a manifestação como "marcha da maconha" e não "marcha pela legalização da maconha", a intenção de fazer apologia seria nítida... Tenta-se proibir o próprio uso da palavra "maconha" em cartazes e camisetas... O Judiciário não se volta contra a divulgação de argumentos de Estado: Fernando Henrique Cardoso é a favor da legalização da maconha por acreditar que seria mais racional uma política de prevenção ao abuso, e nem por isso o Ministério Público quer enquadrá-lo. O Judiciário se volta é contra aquele que tem na satisfação individual o motivo do gesto político. Fazer apologia significa enaltecer, exaltar. Como os argumentos para o livre consumo da maconha também estão relacionados ao prazer, ou se apoiam na crença de que a droga faz menos mal para a saúde do que outras substâncias legais, como o álcool, ou de que é possível o consumo da erva de maneira a não causar dano ou prejuízo para terceiras pessoas, as autoridades costumam tratar estas manifestações como se fosse um incentivo. A aparente confusão entre o que a lei tenta proibir (a apologia) e o que a Constituição procura garantir (a liberdade de manifestação) não acontece em relação ao aborto, por exemplo, porque os argumentos em favor da sua legalização são de outra natureza. Não há quem defenda a interrupção voluntária da gravidez como algo prazeroso ou desejável... O aborto é tratado, sempre, como uma intervenção cirúrgica emocionalmente traumática. Diferentemente, o consumo da maconha, por quem gosta de consumi-la, é motivo de satisfação individual. Mas o propósito do manifestante é o de dizer que ele quer poder consumir maconha livremente e não o de estimular outros ao uso. Não há apologia, nem incitação. O que não pode é a desobediência civil -ainda que o método possa ser eficaz para derrubar proibições. É que também faz parte das regras do jogo que o Estado faça cumprir a lei em vigor. Quem se manifestar pela legalização do consumo da maconha, consumindo-a diante dos policiais, pode ser responsabilizado criminalmente. Quando proíbe manifestações públicas a favor da maconha, o Poder Judiciário mostra um viés obscurantista. Proíbe de antemão, como se a passeata fosse, por si só, um perigo... É censura prévia. A mesma censura prévia que de vez em quando alguns juízes brasileiros tentam impor aos jornais.
  11. Opa, saiu na Folha de SP hoje. Grupo fará ato público no sábado com baseados de orégano, chá ou salsinha "O nome disso é apologia ao crime", diz promotor que conseguiu impedir a realização da "marcha da maconha" nos 2 últimos anos LAURA CAPRIGLIONE DA REPORTAGEM LOCAL Você está passeando pela avenida Paulista e de repente sente um forte aroma de orégano saindo dos baixos do Masp. Ué? Agora tem pizzaria por aqui? Nãããão, bró. São apenas uns malucos, fumando orégano com o propósito de defender a legalização da maconha. Se o Ministério Público não encrespar (como já fez com outras manifestações pró-descriminalização da canabis), é isso o que deverá ocorrer no próximo sábado. Os organizadores do ato público, a maioria estudantes e ex da USP, estão fazendo a convocação pela internet, em blogs, pelas comunidades. Reunidos em um coletivo -o nome é Gandhia, em homenagem ao líder indiano, o Mahatma Gandhi- eles são liberais: quem preferir, já está avisado, poderá usar chá em seu baseado simbólico. Ou salsinha. Segundo Gustavo Vellutini, 23, produtor musical, o objetivo do movimento é acabar com a "hipocrisia que cerca o consumo de maconha no Brasil". "É incrível que não s e possa reunir pessoas adultas em um local público para simplesmente discutir se a forma com que se lida com essa droga é a melhor para a sociedade". Na última terça-feira, o Gandhia se reuniu embaixo do Masp para traçar suas táticas e estabelecer o manual de conduta para a ação do sábado. São cinco os mandamentos: 1) não porte drogas ilegais no evento; 2) filme tudo (para documentar e também para servir de prova, caso o pessoal acabe na polícia; 3) leve o baseado de orégano; 4) caso tenha antecedentes criminais, lembre-se de que pode haver complicações (um jeito de dizer: não vá); 5) não provoque a polícia, não se deixe levar por provocações, não reaja a uma possível repressão. "O nome disso é apologia ao crime", reagiu o promotor criminal Marcelo Luiz Barone, 44, ao ser informado pela Folha da agenda de sábado do grupo. "Se eles querem discutir, que discutam com quem pode mudar a lei. Vão para Brasília e conversem com os deputados. Agora, é absurdo que crianças sejam obrigadas a assistir a elogios dirigidos a uma droga que causa dependência e mata." Barone foi o promotor que, quando estava à frente do Gaerpa (Grupo de Atuação Especial de Repressão e Prevenção dos Crimes da Lei Antitóxicos), conseguiu impedir a realização da Marcha da Maconha. Ele propôs e a Justiça concedeu mandado de segurança em decisão liminar para impedir as manifestações marcadas para 2008 e 2009. Para Caio Yamaguchi Ferreira, 22, estudante do quarto ano da Faculdade de Direito da USP, "não se pode proibir o livre debate de ideias, ainda mais se ele acontece defumado por orégano, que é um tempero legal, ou por chá mate, que também é legal, até onde eu saiba". Segundo o fotógrafo Vinicius Silva, "o modo repressivo de lidar com a questão do consumo da maconha só tem conseguido criar uma situação perfeita para o tráfico evoluir. E ainda há o agravante: legitima uma violência oficial aos pobres sob a alcunha de "guerra às drogas'". O promotor Barone não pensa assim. Neste ano, ele não é mais o responsável pelo Gaerpa, de modo que não caberá a ele a iniciativa de tentar impedir a realização do ato pró-legalização da canabis. "Mas, se fosse eu, não deixaria." Por Barone, até as cervejinhas deveriam ser tornadas ilegais. "Está provado que o álcool é porta de entrada para o mundo das drogas, mas aí entra uma questão cultural, não é?" O Gandhia promete acender os baseados de ervas diversas às 16h20, ou 4 e 20 da tarde. Para os não iniciados na cultura da "nação canábica", 4 e 20 é um símbolo. Era nessa hora que, em 1971, alunos de uma escola californiana saíam das aulas e iam puxar "unzinho". No Masp, será nessa hora que a "nação oregânica" acenderá seus baseados cheirando a pizza.
  12. Manifesto Gandhia Como será o ato? - O primeiro ato do Projeto Gandhia acontecerá este sábado, dia 27/02, às 16h20, com concentração marcada para as 15h30 no Vão Livre do MASP, na Av. Paulista, São Paulo. - O ato consiste em às exatas 16h20 todos acenderem seu baseado simbólico (de orégano, chá, etc.) - Faremos o ato todo último fim de semana do mês, sempre contando o número de participantes. - Estabelecemos uma meta: quando o número de participantes passar de 1.000 faremos o ato simbólico com maconha. - Além do ato simbólico outras atividades serão incentivadas: levem seus instrumentos musicais, poesias, objetos de arte, revistas, livros, material histórico. - Haverá uma Bandeira e uma ata para os presentes assinarem. As primeiras 1000 assinaturas ficarão na bandeira que será levantada no Grande dia do Gandhia. Manual de Conduta para o Ato: - Não portar drogas ilegais no evento. - Filmar tudo! Do início ao fim do seu trajeto até o Gandhia no MASP - Levar um "baseado" de orégano, chá, etc.. para participar do ato simbólico. - Caso tenha antecedentes criminais, lembramos que pode haver complicações. - O Gandhia preza pela não-violência. Não provoque a polícia, não se deixe levar por provocações e não reaja a uma possível repressão. - O ato simbólico acontecerá às 16h20. Tente chegar mais cedo, a concentração está marcada para as 15h30. - O Gandhia é um movimento aberto e por isso a segurança e condução do evento depende de todos os participantes e deve ser por todos zelada. Colabore! CARTA DE PRÍNCIPIOS GANDHIA: - Gandhia: O Gandhia é um coletivo pacífico que defende a liberdade individual, a legalização da maconha e a liberdade de expressão de maneira clara, explicita e incisiva. Como um projeto politico/cultural queremos a realidade sem hipocrisia no que cerca o assunto e o jeito de lidar com a maconha no Brasil. - Quem somos: Somos um movimento de resistência pautado pelo conceito da não-violência. Um coletivo que não faz apologia ao uso de drogas, mas que está cansado de aguardar mecanismos jurídicos lentos e ineficientes face à complexidade da realidade atual. Nosso sentimento é de emergência, pois já estamos cansados da lentidão e do uso oportunista da discussão sobre a legalização. Temos total divergência com o modelo jurídico repressivo sobre o tema, que representa um véu de hipocrisia sobre uma realidade social e econômica já consolidada. A repressão estatal só contribui para o atraso social, cria uma situação perfeita para o tráfico evoluir e ainda legitima uma violência oficial aos pobres sob a alcunha de "guerra às drogas". Entendemos que a política repressiva do Estado implica o mau uso do dinheiro público, que poderia ser aplicado na melhora das condições sociais por meio da melhora do sistema de educação, de saúde, de habitação, entre outras necessidades da sociedade. - Nosso objetivo: Nosso objetivo é reunir cabeças pensantes que acreditem na mudança através de debates abertos, reuniões democráticas, instalações artísticas, saraus, e palestras. É garantir que pessoas possam se reunir para discutir e se expressar sem medo de repressão. É mostrar que existimos, que não deixamos de fumar por ser proibido e que somos responsáveis, produtivos e conscientes. Quando a meta for alcançada, cada um acenderá seu cigarro de maconha, da mesma maneira como milhares fazem hoje no Brasil e no mundo. Esse ato simbólico quer questionar a hipocrisia que ronda o tema: estamos fazendo o que sempre fazemos, no vão livre do MASP ou não, fumamos. Queremos que a sociedade deixe de fechar os olhos para isso e comece a lidar com o problema que é de maior urgência! Galera, contamos com a presença e colaboração de todos para a realização de um evento muito bacana. Obrigado, Projeto Gandhia! Amanhã será maior!
  13. Como já anunciado, recomendamos que não seja fumo de corda e sim orégano, chá, ervas mais inocentes. Não será com maconha. Ainda.
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