presa

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    Cultivar minhas plantinhas pra consumo próprio e dizer adeus ao mercado negro.

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  1. presa

    Presa 2012

  2. http://www1.folha.uol.com.br/poder/1068006-agripino-assume-lugar-de-demostenes-e-fala-em-expulsao.shtml
  3. Judeu ateu é o que mais tem, o historiador judeu Yehuda Bauer, por exemplo, argumenta que o simples fato de o Holocausto ter existido já é prova de que Deus não existe. Há correntes dentro do judaísmo que o entendem simplesmente como uma religião, nesse caso um ateu teoricamente não seria mais judeu. Mas essa corrente é minoritária, no judaísmo tradicional se você tem mãe judia, você é judeu até morrer independente de ser ateu ou até mesmo de ter se convertido a outra religião, a condição de judeu é irrenunciável. Agora nessa lista faltou um bocado de gente, políticos, vendedores da Amway, Herbalife, etc.
  4. Voce queria o que Brocolis? Se o cara não odiasse tanto o trabalho não tinha virado policia. :'>
  5. De toda as bobagens desse texto a que mais me incomodou foi essa: "- Eles gastavam R$ 2 mil só de luz, tinham cadernos com horários de rega, regras de cultivo. Era muito trabalho e despesa para uso próprio." Isso é totalmente subjetivo tem gente com hobbys muito mais caros e trabalhosos do que esse. Eu mesmo já tive hobbys mais caros e trabalhosos do que grow. É o eterno caso de julgar baseado em si mesmo, o inspetor Flávio nunca deve ter tido determinação suficiente pra empreender nada, então não acredita que alguém seja capaz disso.
  6. Nem foi pedido ainda, precisa anexar um atestado de bons antecedentes, isso demora uns dias, so deve ser pedido na semana que vem. Pelo que eu entendi.
  7. Eu não entendo qual a dificuldade em aceitar que em vez de grow com colheita perpétua os dois tenho simplesmente optado por fazer uma colheita a cada 2 anos e se auto-sustentarem assim. Os caras tinham anotações de colheitas de 2006, talvez quisessem colher uma vez a cada 4 anos. Qual o absurdo nisso? Absurdo pra mim é imaginar que alguem que só estudou e trabalhou a vida toda fosse chegar aos 67 anos e virar traficante, ou deixar o filho traficar no mesmo apartamento que ele.
  8. Tu pode ter e emitir o palpite que quiser, você mesmo disse que é um "feeling", ou seja uma intuição. As pessoas sempre julgam as outras baseadas em si mesmas, voce planta e vende e só de ver aquele monte de plantas ja imagina um monte de $$$$ brotando dos galhos. É como por exemplo eu estar na praia e ver uma mulher com uma bunda gostosa, eu que sou consumidor só ia pensar em comê-la, já um cafetão ia ver aquela bunda e imaginar o quanto ela poderia render no puteiro dele. A questão não é exatamente essa. A questão é que na lei 11.343 o artigo 28 vem antes do 33, no entanto a delegada sequer cogitou que os caras pudessem plantar pra consumo próprio, apesar de toda a situação dos moradores indicarem que se tratavam de pessoas sem envolvimento com o crime.
  9. Surfista de 32 anos era quem verificava qualidade de maconha para bando de traficantes de classe média Publicada em 24/09/2010 às 23h30m Vera Araújo RIO - Um surfista de 32 anos era o responsável pelo controle de qualidade das drogas compradas pela quadrilha formada por jovens de classe média e alta, que atuava em festas e boates de Búzios e Icaraí (em Niterói). O grupo foi desarticulado na última quarta-feira, após investigações da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco), com o apoio da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança. O principal suspeito de ser o "sommelier" do bando é Davi Tavares Meira, morador de classe média de Niterói. De acordo com as investigações, o surfista viajava para São Paulo, pelo menos três vezes por mês, para testar a qualidade das drogas, principalmente a maconha hidropônica, o carro-chefe da quadrilha. O bando se especializou em vender drogas com alto grau de pureza. Por causa disso, o preço era mais alto do que o das drogas adquiridas por outros traficantes, que compravam de bandidos em favelas. Quadrilha negociava direto com fornecedores De acordo com as investigações, o controle de qualidade das drogas era levado tão a sério, que, além da atuação do "sommelier", os integrantes do grupo comentavam que eles eram como vendedores de carros importados - portanto, tinham que apresentar um produto de qualidade. Segundo o delegado assistente da Subsecretaria de Inteligência, Carlos Abreu, os bandidos tinham funções bem delimitadas. - Era uma quadrilha muito bem organizada. Eles negociavam as drogas diretamente com os fornecedores, sem passar por traficantes de favelas. Assim, eliminavam uma etapa - explicou o delegado. Em sua página no site de relacionamentos Orkut, Davi tem fotos dele com colegas e está, em boa parte delas, ao lado de crianças. Ele demonstra que gosta de praias, cães e de perigo. Há fotos dele pulando de penhascos para cair no mar. No seu perfil, há ainda uma frase em destaque: "Os fracos nunca perdoam. O perdão é uma virtude dos fortes." Além de Davi, outros três integrantes da quadrilha estão foragidos: a Justiça já expediu contra eles mandados de prisão temporária (válidos por 30 dias). A Draco e a Subsecretaria de Inteligência estão com equipes de buscas no Rio e fora do estado para capturá-los. Todos os integrantes do grupo responderão a inquérito por tráfico de drogas e formação de quadrilha. ( Veja imagens da operação ) Polícia pede informações pelo Disque-Denúncia Segundo Abreu, o apoio do Ministério Público e do Judiciário foram cruciais para a prisão, até sexta-feira, de 16 integrantes do bando em Búzios, Macaé e Niterói, além de cidades em São Paulo e Espírito Santo. A polícia espera que, a partir da divulgação da foto de Davi, o Disque-Denúncia (2253-1177) passe a receber informações sobre o esconderijo do "sommelier", além de outros integrantes da quadrilha. De acordo com as investigações, o bando tinha fornecedores em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Apontado como um dos principais articuladores do esquema, Pedro Cerqueira Magdalena, o Gordo, de 27 anos, era o encarregado de negociar com os fornecedores. Ele teria obtido os contatos com traficantes de morros do Rio. Pedro foi preso durante uma operação feita pela polícia na quarta-feira, numa casa alugada por ele em Búzios. O local, segundo policiais, era usado como base da quadrilha.
  10. Como pode a pessoa ser delegada e achar que o que se fuma da maconha é a folha, pensando assim é fácil de entender porque ela acha que 108 plantas só pode ser tráfico. Quanto a balança, é natural, a pessoa precisa saber quanto está fumando, quem faz uso medicinal precisa controlar a dose. Se esses caras fossem bandidos profissionais como disse a delegada não teriam dado esse mole de deixar as plantas na varanda à vista de qualquer vizinho. Teriam feito essa plantação em algum sitio bem mocado. O problema do grower é sempre esse, o cara não é do ramo da bandidagem, não se sente fazendo nada errado, por isso nem sempre toma as medidas de segurança necessária. Já que essa lei 11.343 fala em "plantas destinada a produção de pequena quantidade de substância" seria bom se a polícia desse umas aulas a esses delegados explicando que parte da planta se fuma e quanto rende uma planta. Como pode uma delegada como essas sair lá de são cristóvão ir até o recreio pra fazer uma investigação dessas. Por que no meio do caminho não subiu a rocinha pra prender alguns traficantes armados? Isso, além de uma tremenda injustiça, foi um completo desperdício de tudo, da policia e do judiciário. A população que paga imposto tem que exigir da policia um trabalho mais eficiente.
  11. Com certeza, esse momento é perfeito, esse cara é uma vítima e a delegada agiu com abuso de poder. Tem que fazer barulho.
  12. A redação da lei não fala em pequena quantidade de plantas, a lei fala em "plantas destinadas a produção de pequena quantidade de droga". É uma diferença sutil mas importante e que pode fazer diferença nesses casos.
  13. Agora, so pra constar, mais uma vez a tal 'denuncia anonima' e mais uma vez por causa das plantas outdoor. Esses vizinhos x-9 são de fuder. Tem que ter muito cuidado mesmo, so fazer out em local onde não dá pra ninguem ver nem com binoculo, senao é melhor fazer indoor.
  14. A única coisa que está provada é que o cara é um engenheiro do ITA de 67 anos e que trabalha como professor universitário. Alem disso cultivava maconha na sua própria residência. Pra provar que esse cara traficava a polícia vai ter que trampar. E nem adianta a delegada invocar o artigo 33 pra dizer que basta plantar pra ser traficante, que essa estória pode colar para o público leigo, mas o juiz tem que julgar com a lei inteira, e o artigo 28 faz parte da lei também.
  15. Tem que ter prova de que algum dia aquela erva saiu do apartamento e foi consumida por alguém de fora, senão não é tráfico. Os caras alugavam o apartamento, talvez fossem sair de lá para outro lugar onde não daria para plantar e estavam aproveitando para tirar uma colheita grande para consumir durante muito tempo. Vai saber.