Kayaman

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  • Data de Nascimento 10/01/1986

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    Lutar pela descriminalização de todas as drogas, legalização e regulamentação, principalmente da cannabis sativa, demonstrar as vantagens e desvantagens, investigar, Ser crítico, Discutir, informar, perssuadir, mostrar alternativas, se informar, garantir direitos!!
  1. Eu vou no busão se rolar!
  2. Ae galera eu vou postar aki uma entrevista que a Mônica Gorgulho, quem eu tive o prazer de conhecer em debates e movimentos antiproibicionista... ela tem um ótimo discurso de um redutor de danos, para quem não sabe a redução de danos eh uma política pública adotada no Brasil, e é uma política que respeita o usuário de drogas, ou seja, é a favor da descriminalização e é contra que usuários de drogas sejam levados a tratamento sem realmente optarem por esse tratamento, Leiam abaixo a entrevista: Reprimir não resolve Psicoterapeuta diz que jamais existirá sociedade sem drogas e prega o consumo consciente de substâncias lícitas e ilícitas Se não é possível livrar o mundo das drogas, é melhor aprender a conviver com elas. E ensinar as pessoas a usar essas substâncias com o máximo de segurança possível. É o que defende a psicoterapeuta Mônica Gorgulho, diretora da Associação Internacional de Redução de Danos, entidade sediada na Austrália que reúne 2 mil profissionais do mundo todo e estabelece diretrizes para lidar com a questão. A voz dos especialistas contradiz o senso comum, que acredita numa batalha sem tréguas para evitar que qualquer droga ilícita chegue às mãos dos usuários. 'É inegável que drogas fazem mal, mas não existe sociedade que sobreviva sem elas', diz Mônica. Em vez de pregar a interdição total ou o 'liberou geral', ela acredita no uso seguro das substâncias. Essa orientação já vem sendo seguida pelos programas de saúde do governo federal brasileiro. Único país da América Latina que adota a redução de danos como política pública, o Brasil está deixando de tratar usuários de drogas como criminosos ou doentes. A política repressiva está dando lugar a atendimentos na área da Saúde, com a distribuição de seringas e preservativos, conta Mônica em entrevista a ÉPOCA. MÔNICA GORGULHO Glaucio Dettmar/ÉPOCA Dados pessoais Brasileira, casada, tem 43 anos e dois filhos adolescentes Carreira Trabalhou por dez anos no Programa de Orientação e Assistência a Dependentes Químicos (Proad) da Escola Paulista de Medicina. É diretora da Associação Internacional de Redução de Danos. Coordena a Dínamo, ONG que divulga informações responsáveis sobre o uso e os efeitos das drogas ÉPOCA - Algum dia viveremos em um mundo sem drogas? Mônica Gorgulho - Não acredito nessa possibilidade. Pela observação, vê-se que as pessoas sempre usaram drogas, mesmo com todas as restrições, proibições, todos os castigos e penas que têm sido aplicados nas últimas décadas. Aliás, o uso de drogas só fez crescer, e muito. Também temos de discutir de que drogas estamos falando. O que existe no mundo são algumas substâncias que, no começo do século XX, foram definidas como ilegais, mas que até aquele momento não eram. ÉPOCA - Usar drogas faz mal? Mônica - Nem toda droga em certas quantidades é nociva. Além disso, há outras coisas que fazem mal hoje em dia e a gente não as abandona. Trabalhar em situações de extrema tensão, em ambientes insalubres, prejudica nossa saúde, mas a gente não pára. Fast-food também não é saudável. Fumar tabaco faz mal. Se conseguirmos contextualizar outras substâncias dessa forma, eu diria que qualquer uma que altere o funcionamento de seu sistema nervoso e provoca uma modificação em seu estado de consciência poderia fazer, entre aspas, mal. Aliás, não sei se a gente pode chamar isso de fazer mal. Quando você consome muito álcool, inutiliza alguns neurônios. Mas a relação custo-benefício parece interessante, porque as pessoas continuam bebendo. Talvez porque o sabor e o estado de relaxamento sejam bons. Com relação a outras substâncias, é mais ou menos a mesma coisa. ÉPOCA - Mas algumas pessoas desenvolvem dependência das drogas, não? Mônica - Isso só acontece com cerca de 10% da população consumidora dessas substâncias. É para essas pessoas que deveria haver uma intervenção de saúde pública. Mas não se pode fazer o mesmo com toda a população, como se costuma preconizar. A gente não pode definir uma política pública pela exceção. Se a grande maioria não tem problema com o uso de drogas, então, como é que a gente pode definir uma política que restrinja o uso para todos? É aí que deve entrar uma política de redução de danos dessas substâncias, em vez da simples tentativa de repressão. ÉPOCA - Como se podem reduzir os danos causados pelas drogas? Mônica - Até um tempo atrás, entendia-se que os usuários de drogas precisavam de atenção médica porque eram doentes e tinham de ser tratados do ponto de vista da saúde mental. Ou eram vistos como criminosos, que deveriam ir para a cadeia. O novo conceito de redução de danos reconhece que os usuários de drogas são sujeitos de direitos, que podem em alguns casos cometer atos criminosos ou podem, em outros, ser pessoas com distúrbios mentais. Mas na enorme maioria das vezes são apenas pessoas que usam drogas e precisam de algum tipo de atenção especial. A redução de danos é favorável à descriminalização do uso. As ações delituosas são mais relativas à proibição, que faz com que as pessoas tenham de assumir comportamentos criminosos na compra, já que o comércio é ilegal. É uma questão de bom senso. Tratar o usuário de drogas como criminoso não tem trazido nenhum benefício para o Estado ou para a sociedade. Não tem ajudado nem o próprio usuário. ÉPOCA - A senhora é favorável à legalização das drogas? Mônica - A legalização das drogas seria um processo muito complicado porque existem as convenções internacionais, das quais vários países são signatários, inclusive o Brasil. Muitas pessoas acreditam que as drogas são legais na Holanda ou Suíça. Isso não é verdade. Existe uma política de tolerância ao uso de drogas que eles consideram leves, como maconha e haxixe, por exemplo. Mas existe uma proibição muito clara em relação a outras drogas, como a heroína. ''Qualquer coisa em excesso faz mal. Nem toda droga, em certas quantidades, faz mal. Trabalhar em ambientes insalubres faz mal. Mas nem por isso deixamos de fazê-lo'' ÉPOCA - Essa política de tolerância não estimularia o uso de drogas? Mônica - Esse tipo de crítica em geral parte do desconhecimento da estratégia brasileira em relação aos programas de redução de danos e da própria realidade do uso de drogas. Ainda ouvimos muito esse tipo de argumento. O que pode haver é uma maior quantidade de gente experimentando e fazendo uso não-preocupante de drogas, como acontece com o álcool. Durante a Lei Seca, de 1920 a 1933, nos Estados Unidos, também houve esse tipo de argumentação. Mas a lei caiu e não há registro de aumento de dependentes por causa disso. A dependência não varia em função da maior ou menor disponibilidade de uma substância, mas de uma conjunção de fatores psicodinâmicos que leva um indivíduo a necessitar de alguma substância em algum momento da vida. ÉPOCA - Por que algumas drogas são consideradas legais e outras não? Mônica - Alguns estudos mostram interesses econômicos em transformar algumas drogas e substâncias em ilegais. Não existe uma situação de tal forma específica que justifique a ilegalidade de uma substância. Isso é uma construção social. Ser legal ou ilegal é uma definição da sociedade. No fim do século XIX, o uso do ópio era considerado elegante nos melhores salões europeus. Mesmo nos EUA, usava-se essa substância em ocasiões sociais, assim como fumava-se charuto ou bebia-se vinho. ÉPOCA - O que se faz no Brasil para lidar com os usuários de drogas? Mônica - Hoje a redução de danos é um dos pilares da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) e do Ministério da Saúde no caso dos portadores de HIV. Temos mais de 150 programas de redução de danos espalhados pelas cinco regiões do país. Além disso, há uma Associação Nacional de Usuários de Drogas e a presidente da Rede Latino-Americana de Redução de Danos é uma brasileira. ÉPOCA - Qual é a ação concreta? Mônica - O princípio da ação é distribuir materiais contra a infecção do HIV e da hepatite. Os agentes visitam lugares onde há concentração de dependentes e oferecem seringas, agulhas, preservativos e outros insumos. Há também um programa para distribuir cachimbos para usuários de crack. À medida que explicamos para a sociedade que nem todo usuário de drogas é criminoso, começamos a abrir outro espaço e a reconhecer os direitos dessa parcela da população. Até porque os usuários estão cada vez mais conscientes dos riscos que correm e das formas de evitá-los. ÉPOCA - Qual a vantagem de entregar seringas para um usuário de droga injetável? Não seria melhor orientá-lo a largar o vício? Mônica - As duas ações são importantes. E muitas vezes é possível evitar maior dano à saúde sem interromper o uso da substância. Antes, os usuários de drogas injetáveis compartilhavam seringas e corriam enormes riscos de infecção por hepatite ou Aids. Com a distribuição de seringas, diminuímos isso. O ecstasy é uma droga que eleva demais a temperatura corporal. Então, o usuário deve tomar água para evitar seqüelas. Estamos conversando com donos de boates e orientando a distribuição de água em lugares onde as pessoas consomem ecstasy, por exemplo. No fim da década de 90, a Escola Paulista de Medicina realizou um estudo pioneiro, e internacionalmente reconhecido, com dependentes de crack. Para eles, houve a substituição dessa droga pela maconha e os resultados foram positivos para sua saúde. ÉPOCA - Que países adotam essa política tolerante? Mônica - A proposta da redução de danos começou na década de 80, na Inglaterra e na Holanda, por conta das epidemias de hepatite que se disseminaram entre os usuários de drogas injetáveis. Naquele momento, entendeu-se que era preciso fazer algo em termos de saúde pública que atendesse a essa situação, esse aumento absurdo de infecções pelo vírus da hepatite e posteriormente da Aids. Então, esses países começaram a disponibilizar aos usuários agulhas e seringas limpas. Mas redução de danos é muito mais que isso. Hoje, ela está nos cinco continentes e é reconhecida pela Organização das Nações Unidas como uma medida necessária de atenção aos usuários de drogas. ÉPOCA - Como é na Europa? Mônica - Na Holanda, os coffee- shops vendem quantidades limitadas de maconha e haxixe. São lugares onde você pode comprar drogas com segurança e sem se meter com o mundo do crime. Além disso, pode ter certeza da qualidade e da pureza da droga. No Brasil e em outros países, por conta da ilegalidade, misturam-se pó de gesso e um monte de outras coisas na cocaína. Isso é algo grave, que pode trazer sérios danos à saúde do usuário. Glaucio Dettmar/ÉPOCA ''As drogas não precisam ser combatidas. As pessoas acham que qualquer relação com drogas será problemática, levará à criminalidade, à loucura, e já se sabe que isso não é verdade'' ÉPOCA - A sociedade brasileira está preparada para conviver com o uso de drogas? Mônica - A redução de danos é um processo. A gente começou há muito tempo e ainda está no meio do caminho. Mas já existem lugares específicos em que as pessoas usam drogas livremente. Por exemplo, num dos Estados do Sul, há uma rua onde as pessoas usam drogas tranqüilamente. Num dos Estados do Nordeste, é a mesma coisa (a entrevistada preferiu não revelar o nome desses Estados). Isso pode ser uma prova de que a sociedade está preparada, porque ela tem crítica e percebe que essa política de proibição estrita, de guerra às drogas, só está trazendo complicações. ÉPOCA - Então, por que a sociedade ainda trata a questão das drogas pelo ponto de vista policial? Mônica - A questão do uso de drogas foi considerada durante muito tempo como um problema policial. Isso acabou criando nas pessoas resistência em debater o tema das drogas de outra forma. Ainda hoje é muito presente a idéia de que o usuário de drogas é um criminoso. Então, quando você tenta falar de uma atenção, de um direito que os usuários de drogas têm, a sociedade tem dificuldade em ouvir. Por isso, falar de redução de danos é difícil, e a divulgação é tímida, as pessoas não entendem direito do que se trata. Muitas vezes, elas confundem redução de danos com o movimento de legalização de drogas. Redução de danos é um movimento de atenção aos usuários, mas não de legalização. As pessoas também confundem nossa posição com uma postura de permissividade, de falta de critério para essa questão do uso de drogas. Tudo isso assusta a sociedade. ÉPOCA - A redução de danos é mais eficaz que o combate às drogas? Mônica - Achamos que não deve haver um discurso de combate às drogas. As drogas não precisam ser combatidas. As pessoas acham que qualquer relação com drogas será problemática, levará as pessoas à criminalidade, à loucura, e já se sabe por observação que isso não é verdade. A redução de danos não tem nenhuma pretensão de fazer qualquer coisa contra as drogas. O que fazemos é olhar para esse fenômeno, entendendo como ele se insere nas culturas da humanidade. Desde antes de Cristo, há registros de uso de drogas em nossas sociedades acontecendo de forma freqüente. Então, se é um comportamento que existe desde sempre, por que é que agora a gente iria ser contra ele? O que realmente está acontecendo é uma transformação do comércio de substâncias psicoativas em um grande negócio. Esse é o problema. As Nações Unidas estimam que esse comércio, um dos maiores do planeta, movimente US$ 500 bilhões ao ano. Ele já se estabeleceu. Estudos americanos mostram que os custos da repressão são três vezes maiores que os da prevenção. Quando se olha para esses números, é possível perceber que essa não é uma questão de vontade de que isso pare ou continue.
  3. 1° Pesso que mobilizem uma boa quantidade de pessoas interessadas e capazes de liderar, se impor diante dos reacionários, essas coisas... depois será preciso defender a Carta de Princípios que a Rede Verde criou e defende, pois dela será baseada a lei que legalizará a cannabis no Brasil... Sei que a atual Carta de Princípios deve ser ampliada e talvez nós possamos fazer mais de uma carta de princípios! 2° Participem ativamente do yahoo grupos... eis aki uma menssagem q eu deixei no orkut pras pessoas participarem do grupo: Entrem para o Yahoo grupos e tenha acesso a todos os e-mails onde a rede verde discute a Organização da Passeata Verde atualmente! http://br.groups.yahoo.com/group/legalizeja/ Acompanhem e vejam a treta que é um movimento, não tem descansss... e eu particularmente acho que não fiz tudo q é necessario... Ainda não marquei encontro com o assessor da soninha (vo ligar pra ele hoje e marcar alguma coisa VERDIM e JUCOLOKO vcs estão escalado para virem comigo) e nem com os apoios ...mas acredito que não devemos contar muito com eles, com a soninha sim mas a Reduc, não sei... se precisamos de dinheiro teremos de trabalhar (na visão capitalista da coisa) por isso... pro futuro a Rede Verde se tornará uma ONG infelizmente, para conseguir dinheiro e financiar os nossos projetos... isso pode ser bom, mas o ideal éra não precisarmos disso... Abraços a todos e acompanhem o movimento... precionem os "apoiadores"(Reduc, IEPAS, etc) para se dedicarem mais ao antiproibicionismo q é a melhor redução de danos ja existente na Holanda, Canada e outros... Deem uma olhada em livros de história sobre movimentos sociais... eu estudei bastante o MST, o mov. GLS, que depois viro GLBTTS (não tenho certeza quanto as letras mas enfim... :ppp)... sempre é bom olhar outros exemplos e ajudar a Rede Verde ampliar o movimento... Beijos galera
  4. Mal ai galera, eu jamais quis parecer arrogante.... a ultima coisa que eu kero ser na minha vida eh arrogante! Valew JUCOLOKO!!
  5. 1°- não repare nos erros gramaticais, pq oq importa mesmo é a menssagem... não to afim de corrigir e muito menos falar de "portugueis"... to aki pra outra coisa........ e com vcs: o assunto.... Eu reclamo de mim mesmo e dos que ajudaram (ao mesmo tempo em que eu tenho orgulho de mim e dos que ajudaram)... Eu sei o que eu fiz e sei q se eu não tivesse feito o que fiz as coisas não teriam acontecido na mesma época... Talvez (na época) eu tivesse que ter tido mais experiência em organização e militância política... Em 2003 eu tinha acabado de fazer 17 (1° de outubro). Na verdade a "organização" não passou de uma organização de cartazes e divulgação... Tudo o que nos reivindicamos era só a legalização não tinha uma proposta concreta... era uma coisa pra ontem (apressada) sabe? Não to dizendo que eu fui O Fodão, que sem mim nada teria acontecido não to dizendo isso... Se não tivessem outras pessoas também, nada teria acontecido... Poderia eu ter falado e ninguém me dado ouvidos... ...mas eu comecei a agitar de uma forma simples que deu certo e está ai a passeata verde, VIVA, a Rede Verde criada (agitado pela Naíme, eu e mais uma galera)... Eu acho q fui muito importante pra esses passos... Mesmo que o 1° tenha sido totalmente desorganizado, pelo menos ele foi um passo (meio torto mas começamos a andar), na época eu só pensava em maconha, eu era um apaixonado por maconha, um alienado (minha vida era growroom)... A única coisa que eu realmente entendia naquela época da minha vida era de maconha, bob marley e outras coisinhas não tão importantes... Hoje eu já abri muito mais o meu horizonte, já tenho uma idéia melhor de como organizar a parada... O foda é a galera criticar sem ter acompanhado o movimento (mesmo desorganizado) desde o inicio... é com os erros que se aprende! Outra coisa, eu não quis dizer que o SITE GROWROOM organizou, logo em seguida eu falei que foram as pessoas que organizaram, eu fui uma delas... me perdoem se eu não deixei isso claro... Eu acho que vocês deveriam reconhecer o meu esforço nessa época e a importância que eu tive na existência da passeata, não to sendo modesto e muito menos to me promovendo aqui... To dizendo a verdade, reconheça... Eu comecei a agitar a parada de uma forma que deu resultado, É LÓGICO QUE EU NÃO FIZ NADA SOZINHO, porém se eu não tivesse me inconformado com a situação do movimento (aqui dentro do site) totalmente parado (depois de meses o ultimo que tinha tocado no assunto foi eu)... Ai em diante eu ressuscitei o POST do movimento legaliza Brasil e outros que tinham na época (se vocês tiverem os arquivos dessa época julho/agosto/setembro/outubro de 2003, iriam comprovar o que eu estou falando aqui)... Foi dessa vez que as pessoas começaram a se interessar e a ter esperança na passeata... Eu acredito que se eu não tivesse feito aquilo, a passeata verde não existiria talvez só existisse a passeata mundial de maio MMM... Lembro que a idéia do dia da maconha no Brasil foi uma idéia minha, e que o 1° de novembro seria esse dia (quase foi dia 1 de outubro, mas nem tão quase assim), que com a ajuda de muitas pessoas, que freqüentam o site e que não freqüentam, FINALMENTE surgiu a Passeata de 2003 que foi sossegada, sem treta com PM... Umas frases toscas... Era meio q o sonho da galera se realizando... xingar os policia na cara sem levar borrachada, fazer apologia sossegado, parecia que a gente tava (e tava mesmo) dando o maior tapa na cara da sociedade!! Imagine você no meu lugar, no lugar das pessoas que ajudaram a fazer isso ser verdade... você não iria se orgulhar? Você n iria querer que os seus companheiros antiproibicionistas reconhecessem a sua importância? Eu jamais vou PELEGAR... Jamais! Eu ainda amo maconha e quero ver ela legalizada, eu me amo também, odeio muita coisa, às vezes me odeio também, sabe?Sou "normal", também erro... Mas como é bom gostar de uma coisa e lutar por ela e melhor ainda ver resultado... Nem q seja mínimo... Mas é uma luta fudida e que podemos ganhar democraticamente, não vamos precisar dar um tiro pra conseguir legalizar a maconha e incluir um pouco mais de uma parte da sociedade que foi excluída com essa política fascista que rege o pais... Enfim... Eu queria ver vocês reconhecerem o meu papel nessa história, jamais direi que eu fiz algo sozinho, mas eu digo com orgulho que oq eu fiz foi crucial pra existência da passeata verde e do movimento Antiproibicionista de São Paulo e porque não do Brasil ou do mundo?(pensando no futuro) "uaréver" tmb acho q se não tivesse eu, teria outro... talvez não nas mesmas proporções e sei la mais oq, mas que o antiproibicionismo não depende de mim, vixe n preciso dizer nada... Depende daqueles que sofrem com o proibicionismo... o antiproibicionismo nada mais faz do que uma "consciência de classe", são os usuários de drogas aprendendo que eles não estão errados e que eles tem todo o direito de fazer oq bem entendem com suas próprias vidas e LUTAR pela sua própria liberdade e sua própria inclusão social! Se vc n concorda me diga, pq?
  6. Concordo com o JUCO Organizem-se... filien-se a ONGs... é foda pq poucos estados tem ONGs de redução de danos ou antiproibicionistas! Aprendam algo sobre militancia política... essa experiencia será muito útil a todos os movimentos antiproibicionistas!
  7. *faltou ORGANIZAÇÂO... os atuais "organizadores" me desculpem, mas a merda que rolou foi culpa de vocês. (merda que rolou: bombas, borrachadas, abusos, gente que não tinha nada a ver chorando, licheiras tombadas, nosso filme mais queimado ainda...) Os Atuais organizadores é a Rede Verde, que não existia em 2004... portanto isso não é culpa da gente e sim, dos que tentaram organizar a passeata de qualquer geito... ou seja... o growroom, foram as pessoas desse site que tentaram organizar a passeata! Na verdade ninguém organizou nada, foi apenas divulgado! Eu ajudei nisso e sou o grande responssável pela existencia da passeata verde... e graças a essa merda toda... surgiu a Rede Verde! eu ja postei bastante aki sobre a rede verde entaum da uma procurada
  8. Aqui está também a ultima atualização da Carta de Princípios: REDE VERDE/SP Carta de Princípios A Rede Verde/SP está formada para promover um debate em defesa de uma Legislação mais justa e humana envolvendo as drogas. Na Legislação em vigor, destacamos a urgência de re-formulação dos seguintes pontos: a Descriminalização dos Usuários, a Regulamentação dos diversos usos da Cannabis, tornando possível sua Legalização. Defendemos a participação conjunta dos Movimentos Sociais, da Academia, dos Legisladores, da ciência e da Justiça. Nossos princípios: 1. Descriminalização do uso de drogas; 2. Legalização e incentivo à pesquisa para o uso medicinal da cannabis; 3. Legalização e regulamentação do uso industrial das sementes de cannabis como fonte de alimento, do cânhamo como fibra têxtil. 4. Reconhecimento do direito ao uso religioso da cannabis e das outras substâncias de uso religioso; 5. Regulamentação para uso recreativo da cannabis, sem a punição terapêutico-penal; 6. Legalização para plantio de consumo próprio da cannabis; 7. Tornar público dados científicos sobre todas as drogas; 8. Garantia ao direito de tratamento especializado e gratuito a todos os usuários de drogas que assim desejarem, com alternativas de tratamento que incluam a Redução de Danos Associados á Saúde pelo Uso de Drogas, de acordo com o disposto no PL Nº. 563-Deputado Fausto Figueira, de 2003. Dispõe sobre prevenção, tratamento e direitos fundamentais dos usuários de drogas; 9. Conscientização da população quanto aos vários usos da cannabis e outras drogas, fomentando o debate público; •. 10. Difusão da tolerância e da Cultura de paz; •. 11. O Direito constitucional de liberdade e de pertença do próprio corpo, com a liberdade de escolha para alteração da consciência; 12. Promover a Cultura dos Direitos Humanos, que defende como eixos a Preservação da Vida, Liberdade e Segurança. 13. Promover o Direito constitucional de liberdade de expressão. Que significa você ter o direito de dizer o que quiser, de mostrar o que quiser, fazer o que quiser, com o próprio corpo, própria casa, próprio espaço material, dentro de limites, nem maiores e nem menores do que outro ser humano, que o impedem de cometer brutalidades ao próximo. 14. Autorização para pesquisas sobre outras aplicações das substâncias psicoativas. Os avanços da Ciência e da Tecnologia no Mundo devem contribuir para uma Sociedade com possibilidades de refletir sobre seus valores, sua Ética e seus Direitos. Hoje o Narcotráfico sustenta a violência e gera morte. Esses conflitos são causados pelo Narcotráfico e não pelos usuários. O preconceito contra a legalização alimenta a desordem e a corrupção. Os usuários de Cannabis, muitas vezes, têm seus direitos civis violados ou ameaçados com a truculência policial e pela falta de clareza da LEI Nº. 7.134, DE 2002 do Deputado Paulo Pimenta que regulamenta de maneira ambígua a diferença entre usuários e traficantes. “§ 3º Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.” A Defesa da Descriminalização da Cannabis parte do Principio de que é necessário romper com os preconceitos vigentes e, buscar novas alternativas de Políticas Públicas, de fato, eficientes para o real enfrentamento dos problemas sociais. Ações realizadas no campo da Redução de Danos e estudos internacionais apontam que descriminalizar os usuários de Cannabis, é o primeiro passo para regulamentar os mais variados usos da planta e promover a inclusão social. Consideramos a descriminalização como uma estratégia capaz de contribuir para reduzir os índices de violência e enfraquecer o crime organizado tão presente na realidade brasileira. Em relação ao uso medicinal, o uso compassivo da cannabis traz alívio a náuseas e dores para pacientes com câncer. Serve ao uso médico no tratamento do glaucoma e esclerose múltipla. Nosso cérebro possui receptores próprios para a cannabis, constituindo o sistema cannabinóide. O cannabidinol não é alucinógeno. È benéfico no combate a náuseas, vômitos, insônia e anorexia, pois contêm marinol e dronabinol. A cannabis tem sido administrada como terapia de substituição para dependência do Crack. Pesquisas revelam que a Cannabis não é mais o que se pensava na Hierarquia, como porta de entrada para o consumo de outras drogas mais pesadas. Nesta perspectiva, como terapia substitutiva para o Crack, em Redução de Danos Associados à Saúde pelo Uso de Drogas, a vemos como porta de saída da Dependência Química e paliativa ao sofrimento destes Usuários no âmbito da dependência de Crack. Muitos pacientes vivendo com Aids têm complicações onde a cannabis é benéfica ao tratamento de suas enfermidades. A candidíase no esôfago impede o paciente de engolir os alimentos que invadem a traquéia, causando-lhe dor, falta de apetite e rejeição aos alimentos. A Cannabis atua na dor e desperta o apetite. Defendemos, portanto a importância da abertura imediata de protocolos de pesquisa que possam auxiliar no tratamento das enfermidades relacionadas ao HIV/Aids. O álcool, que é uma substancia que altera a consciência tem seu uso amplamente incentivado pela mídia, sem que a Sociedade o considere apologia. Em contrapartida aos investimentos em publicidade e propaganda, direcionados propositalmente ao público jovem, há os exorbitantes gastos públicos com internação e tratamento de dependentes de álcool (e tabaco) e é sabido que o álcool não auxilia no tratamento de enfermidades como a cannabis. Quanto ao uso industrial, defendemos a legalização e a regulamentação da cannabis (cânhamo/hemp), visto que pode ser fonte de recursos de grande valor financeiro, social e ambiental, pois trará riquezas renováveis à Sociedade Brasileira, além de ser um material barato e de grande durabilidade, representando uma alternativa aos produtos comumente utilizados.
  9. Na minha opinião o Ronaldo falou falou e falou mas n disse nada! Parece mais um discurso populista, enfim... to aki pra sujerir uma coisa mais concreta: A REDE VERDE decidiu que o melhor meio de divulgação da Passeata Verde seria fazer cervejadas nas faculdades, e com a grana das cervejas, organizar e divulgar atravez de faixas e cartazes a tão esperada Passeata Verde. Só que, para se fazer uma cervejada é necessário uns R$800 para comprar uma boa quantidade de cerveja, gelo e tudo mais que precisamos... Eu tive uma idéia legal, acho que se der certo ajudaria muito, ao em vez das pessoas doarem dinheiro, elas poderiam no dia das reuniões levar uma caixa de cerveja, uma caixa de isopor (qualquer coisa útil para uma festa), seria legal uma banda tocar nas festas... no dia da festa todas as pessoas que contribuíram poderão se beneficiar comprando uma cerveja muito barata (hum que lindo) e ainda ajudando a Rede Verde com os nossos objetivos principais que está escrito na Carta de Princípios... Aqueles que não puderem contribuir com cerveja ou com grana, contribuam com a criatividade e inventem cartazes, panfletos informativos ou de divulgação da Passeata Verde e da REDE VERDE.... Enfim, a Rede só sobreviverá da união de todos nós e se cada pessoa contribuir um pouco já seria muuuito Lindo! Vamos gente... e a comunidade no orkut ta muito parada, vamos movimentar! Abraços a todos Kayaman
  10. A 1° carta na minha opinião deve ser a q queremos depois de conseguirmos oq esta na ultima!
  11. Nova e ultima mudança!! REDE VERDE/SP Carta de Princípios A Rede Verde/SP está formada para promover um debate em defesa de uma Legislação mais justa e humana envolvendo as drogas. Na Legislação em vigor, destacamos a urgência de re-formulação dos seguintes pontos: a Descriminalização dos Usuários, a Regulamentação dos diversos usos da Cannabis, tornando possível sua Legalização. Defendemos a participação conjunta dos Movimentos Sociais, da Academia, dos Legisladores, da ciência e da Justiça. Nossos princípios: 1. Descriminalização das drogas; 2. Legalização e incentivo à pesquisa para o uso medicinal da cannabis; 3. Legalização e regulamentação do uso industrial das sementes de cannabis como fonte de alimento, do cânhamo como fibra têxtil. 4. Reconhecimento do direito ao uso religioso da cannabis e das outras drogas de uso religioso; 5. Regulamentação para uso recreativo da cannabis, sem a punição terapêutico-penal; 6. Legalização para plantio de consumo próprio da cannabis; 7. Tornar público dados científicos sobre todas as drogas; 8. Garantia ao direito de tratamento especializado e gratuito a todos os usuários de drogas que assim desejarem, com alternativas de tratamento que incluam a Redução de Danos Associados á Saúde pelo Uso de Drogas, de acordo com o disposto no PL Nº. 563-Deputado Fausto Figueira, de 2003. Dispõe sobre prevenção, tratamento e direitos fundamentais dos usuários de drogas; 9. Conscientização da população quanto aos vários usos da cannabis e outras drogas, fomentando o debate público; •. 10. Difusão da tolerância e da Cultura de paz; •. 11. O Direito constitucional de liberdade e de pertença do próprio corpo, com a liberdade de escolha para alteração da consciência; 12. Promover a Cultura dos Direitos Humanos, que defende como eixos a Preservação da Vida, Liberdade e Segurança. 13. Promover o Direito constitucional de liberdade de expressão. Que significa você ter o direito de dizer o que quiser, de mostrar o que quiser, fazer o que quiser, com o próprio corpo, própria casa, próprio espaço material, dentro de limites, nem maiores e nem menores do que outro ser humano, que o impedem de cometer brutalidades ao próximo. 14. Autorização para pesquisas sobre outras aplicações das substâncias psicoativas.
  12. Pera galera... quem são esses cientistas? precisamos dessas informações completas pra poder divulgar isso eh uma boa arma para a REDE VERDE junto com os antiproibicionistas
  13. A mudança que foi feita apenas inseriu as outras drogas a discução e não apenas restringiu a cannabis porém a cannabis é uma prioridade da REDE VERDE, mas jamás esqueceremos as outras Drogas!!
  14. Eis aqui o final da Carta de princípios modificado melhorado e argumentado por Victor REDE VERDE Os avanços da Ciência e da Tecnologia no Mundo devem contribuir para uma Sociedade com possibilidades de refletir sobre seus valores, sua Ética e seus Direitos. Hoje o Narcotráfico sustenta a violência e gera morte. Esses conflitos são causados pelo Narcotráfico e não pelos usuários. O preconceito contra a legalização alimenta a desordem e a corrupção. Os usuários de drogas, muitas vezes, têm seus direitos civis violados ou ameaçados com a truculência policial e pela falta de clareza da LEI Nº 7.134, DE 2002 do Deputado Paulo Pimenta que regulamenta de maneira ambígua a diferença entre usuários e traficantes. “§ 3º Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.” A Defesa da Descriminalização das drogas parte do Principio de que é necessário romper com os preconceitos vigentes e, buscar novas alternativas de Políticas Públicas, de fato, eficientes para o real enfrentamento dos problemas sociais. Ações realizadas no campo da Redução de Danos e estudos internacionais, apontam que descriminalizar os usuários de drogas, é o primeiro passo para regulamentar os mais variados usos das drogas e da Cannabis em destaque. Consideramos a descriminalização como uma estratégia capaz de contribuir para reduzir os índices de violência e enfraquecer o crime organizado tão presente na realidade brasileira. Em relação ao uso medicinal, o uso compassivo da cannabis traz alívio a náuseas e dores para pacientes com câncer. Serve ao uso médico no tratamento do glaucoma e esclerose múltipla. Nosso cérebro possui receptores próprios para a cannabis, constituindo o sistema cannabinóide. O cannabidiol não é alucinógeno e sim o THC. Ambos são benéficos no combate a náuseas, vômitos, insônia e anorexia, pois contêm marinol e dronabinol A cannabis tem sido administrada como terapia de substituição para dependência do Crack. Pesquisas revelam que a Cannabis não é mais o que se pensava na Hierarquia, como porta de entrada para o consumo de outras drogas mais pesadas. Nesta perspectiva, como terapia substitutiva para o Crack, em Redução de Danos Associados à Saúde pelo Uso de Drogas, a vemos como porta de saída da Dependência Química e paliativa ao sofrimento destes Usuários no âmbito da Epidemia de drogas químicas. Muitos pacientes vivendo com Aids têm complicações onde a cannabis é benéfica ao tratamento de suas enfermidades. A candidíase no esôfago impede o paciente de engolir os alimentos que invadem a traquéia, causando-lhe dor, falta de apetite e rejeição aos alimentos. A Cannabis atua na dor e desperta o apetite. Defendemos, portanto a importância da abertura imediata de protocolos de pesquisa que possam auxiliar no tratamento das enfermidades relacionados ao HIV/Aids. O álcool, que é uma substancia que altera a consciência tem seu uso amplamente incentivado pela mídia, sem que a Sociedade o considere apologia. Em contrapartida aos investimentos em publicidade e propaganda, direcionados propositalmente ao público jovem, há os exorbitantes gastos públicos com internação e tratamento de dependentes de álcool (e tabaco) e é sabido que o alcool não auxilia no tratamento de enfermidades como a cannabis. Quanto ao uso industrial, defendemos a legalização e a regulamentação das drogas principalmente cannabis(cânhamo/hemp), visto que pode ser fonte de recursos de grande valor financeiro, social e ambiental, pois trará riquezas renováveis à Sociedade Brasileira, além de ser um material barato e de grande durabilidade, representando uma alternativa aos produtos comumente utilizados. Existem provas que a cannabis tem sido usada seguramente para desfruto e conforto humano por mais de doze mil anos. As drogas estão presente na História da Humanidade. A Cannabis e outras drogas como ayahuasca são elementos integrantes de algumas religiões. A Cannabis é matéria prima na fabricação de produtos benéficos no viver diário, incluindo alimento, roupa, abrigo, remédio(outras drogas também), combustível e muito mais. A Cannabis tem mais usos práticos do que qualquer outra planta na face da Terra, criando um suprimento natural e ecológico. Cannabis Sativa, que significa sativa? Significa proveitosa, que possui vários úsos. Nós da Rede Verde não nos posicionamos a favor da manutenção das políticas de extermínio e de exclusão! Nós da Rede Verde desejamos uma sociedade Brasileira que se desenvolva para tolerância, Cultura de Paz , preservação dos Direitos Humanos, Paz e liberdade!!! São Paulo, 07 de Maio de 2005. Assinam esta Carta de Principios as Seguintes Instituições e Pessoas: Victor REDE VERDE
  15. Cade a galera faz tempo q eu postei isso ninguém respondeu depois