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  1. Porte de drogas No dia 5 de junho está marcado o julgamento da descriminalização de usuário de drogas. O processo, um recurso especial com repercussão geral para todos os casos correlatos em tramitação na Justiça, coloca em discussão a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (11.343/2006), que prevê penas para quem “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo” drogas ilegais para consumo pessoal. O assunto chegou a ser discutido em plenário, mas o julgamento encontra-se interrompido há mais de dois anos devido a um pedido de vista de Zavascki, antecessor de Alexandre de Moraes, que acabou herdando o processo. O placar atual é 3 votos a 0 a favor da descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. Votaram até agora pela descriminalização o relator, Gilmar Mendes, e os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, único a propor uma quantidade máxima de 25 gramas para o porte de maconha, especificamente. https://www.jcnet.com.br/Nacional/2019/01/stf-vai-julgar-casos-polemicos-a-partir-do-proximo-mes.html
  2. 10/01/2019 13:00 - Nacional Cresce 183% no Brasil a prescrição médica da 'Cannabis' Estadão Conteúdo A dona de casa Mariele Martins, de 33 anos, viaja 150 quilômetros, de Taubaté a São Bernardo, para levar a filha Laís, de 1 ano, a um neuropediatra. Após passar por quatro especialistas, finalmente encontrou um que não rejeitasse o único tratamento que diminuiu a frequência de convulsões que a menina sofria: um óleo feito de substância extraída da Cannabis, a planta da maconha. "O canabidiol não é milagre, mas devolveu a vida pra gente. Hoje, ela reconhece todas as pessoas da casa, assiste a desenhos, interage socialmente, brinca com o irmão", conta a mãe. Foi logo após o diagnóstico de Síndrome de Aicardi, condição genética rara e congênita, que começou a saga da família para diminuir o sofrimento de Laís. As convulsões chegavam a 70 por dia - hoje não passam de 3. A crescente demanda de pacientes como Laís pelos produtos derivados da Cannabis, os canabinoides, pressiona a classe médica. De 2015 a 2018, o número de profissionais que prescreveram canabinoides foi de 321 para 911 (alta de 183%), segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reunidos pela Abmedcan, entidade voltada à formação de médicos sobre o tema. Mas o total de prescritores ainda é baixo, se comparado ao de pacientes que já receberam autorização para importar o produto: 4.236, até outubro. Incertezas sobre as substâncias, dificuldades de delimitar dosagens e insegurança sobre a legalidade da prática estão entre os motivos da baixa adesão. "Meus pacientes que me forçaram a buscar conhecimento. Fui me atualizando e chegou ao ponto em que não tinha onde ter informação. Fui para fora do País", diz o neurocirurgião Pedro de Pierro, do Centro de Excelência Canabinoide, também voltado para formação médica. A empresa é uma das criadas no último ano para dar cursos e palestras para médicos sobre a Cannabis medicinal, tratando do passo a passo da importação e questões jurídicas da prescrição. No País, a Anvisa autoriza importar o canabidiol em associação com outros canabinoides, para tratamento de saúde, mediante prescrição de profissional habilitado. É preciso justificar a opção pelo tratamento e apontar outras terapias realizadas. Já o Conselho Federal de Medicina (CFM) delimita que só neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras podem prescrever o canabidiol para crianças e adolescentes com epilepsias refratárias (resistentes) aos tratamentos convencionais. Profissionais de várias especialidades, como oncologistas e reumatologistas, procuram as formações e também consultoria - a ajuda pode ser até online. Segundo Carolina Nocetti, cofundadora da Abmedcan, listas de prescritores circulam na internet e há filas em consultórios desses especialistas. "Muitos colegas dizem que não prescrevem porque têm medo. Não sabem como é a metabolização, as implicações", diz a neurologista Paula Maria Mimura, que começou a estudar o tema após um paciente perguntar sobre o tratamento. Desde então, viu colegas olharem para seu trabalho com desconfiança. Outro gargalo é o custo. Como não é permitido plantar Cannabis no País, a maioria dos remédios é importada. Cautela Para Salomão Rodrigues Filho, psiquiatra e membro do CFM, o debate exige cuidado. "Sabemos os efeitos terapêuticos, mas não conhecemos os riscos (do canabidiol). Não sabemos o que vai acontecer com essa criança (submetida ao tratamento) quando for adulta." A decisão pela delimitação de especialidades que podem prescrever, diz, é técnica, pois o prescritor precisar ter conhecimento e experiência sobre a doença. Questionada sobre a regulamentação da Cannabis para uso medicinal - o que poderia reduzir preços -, a Anvisa disse que o tema é debatido internamente e que será criado um grupo de trabalho com outros órgãos. https://www.jcnet.com.br/Nacional/2019/01/cresce-183-no-brasil-a-prescricao-medica-da-cannabis.html
  3. https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2018/12/30/menos-de-600-medicos-prescrevem-remedios-derivados-de-maconha-no-brasil.htm
  4. Caraca muleke, o careca saiu de cima do processo UHU!!!! 2019 é o ano 4h20 kkkk acho que pela 1 vez em muitos anos as esperanças de legalização tem fundamento. seguimos na torcida do verde
  5. Muito boa sua analise, realmente vai criar esse mercado de licenças e receitas medicas, e isso me trás esperança que não demore muito para liberar o uso para fins medicinais. Vi um video do presidente eleito dizendo que concorda com o uso para fins recreativos, este fato, junto com a grana que a industria da cannabis está investindo no Brasil em marketing positivo a favor da liberação da cannabis medicinal, demonstra que em breve a cannabis medicinal no Brasil deve ser regulamentada. Eu gostaria muito que o projeto do Jean Willys fosse aprovado, pois é o melhor do mundo em relação a regulamentação da cannabis, porém sejamos realistas. Tem gente sendo presa por causa de uma ponta. A sociedade acha que maconheiro vai roubar para comprar droga e você espera que uma lei de uso recreativo possa ser aprovada no congresso?? A lei de 2006 esta esperando pela diferenciação entre usuario e traficante a 12 anos, sem indicios de avanço. O julgamento do STF ja completou 7 anos e esta parado a 3, a primeira esperança que temos em anos de poder de alguma forma ter segurança para plantio foi criada pelas mães de filhos convulsivos. Na California legalizaram a cannabis medicinal, todo mundo comecou a comprar receita e usar com segurança, hoje a cannabis recreativa ja esta liberada. Acredito que é este é o caminho, afinal de contas, em todos estes anos de growroom, qual foi a primeira pessoa que pode plantar cannabis no Brasil sem risco de ser preso?
  6. Procura outro psiquiatra mano. Pode ser que tenha algum que receite. Posta os procedimentos aí para agente
  7. Ministro concede prisão domiciliar a presas por tráfico que forem mães ou estiverem grávidas Ricardo Lewandowski também concedeu prisão domiciliar a presas que forem mães e tiverem sido condenadas em 2ª instância. Cerca de 14,2 mil mulheres devem ser beneficiadas. Por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasília 25/10/2018 15h51 --O ministro do STF Ricardo Lewandowski — Foto: Carlos Moura/SCO/STF O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quinta-feira (25) prisão domiciliar a presas por tráfico de drogas que tiverem filhos de até 12 anos ou estiverem grávidas. Lewandowski também autorizou prisão domiciliar para as presas que forem mães e tiverem sido condenadas em segunda instância, mas ainda sem condenação definitiva – ou seja, que ainda podem recorrer. A decisão foi dada efetivamente para uma mulher condenada em segunda instância e nove presas por tráfico. Mas, no entendimento do ministro, todas as mulheres presas por tráfico e condenadas em segunda instância também têm direito ao benefício. A decisão do ministro, tomada nesta quarta-feira (24), seguiu o entendimento da Segunda Turma do STF segundo o qual foi possível assegurar a prisão domiciliar a todas as presas provisórias que não tivessem condenação. Na ocasião, o STF não respondeu sobre possibilidade de prisão domiciliar a quem estivesse presa por tráfico, e por conta disso, os tribunais vinham negando o benefício. De acordo com Lewandowski, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) informou que há 14.750 presas que podem ser beneficiadas com a decisão desta quarta-feira. Condenada em segunda instância Na decisão desta quarta, Lewandowski citou que, apesar de o Supremo ter permitido a prisão para condenações a partir de segunda instância, não se questiona que sejam prisões provisórias. Lewandowski afirmou que, apesar de o Supremo ter permitido a prisão domiciliar, não se questiona que são prisões provisórias. Para ele, a prisão domiciliar se aplica para presas mães condenadas em segunda instância independentemente da decisão que o STF vai tomar de maneira definitiva. Segundo o ministro, as presas mães e grávidas são "as mais vulneráveis de nossa população". "Não há dúvidas de que são as mulheres negras e pobres, bem como sua prole – crianças que, desde seus primeiros anos de vida, são sujeitas às maiores e mais cruéis privações de que se pode cogitar: privações de experiências de vida cruciais para seu pleno desenvolvimento intelectual, social e afetivo – as encarceradas e aquelas cujos direitos, sobretudo no curso da maternidade, são afetados pela política cruel de encarceramento a que o Estado brasileiro tem sujeitado sua população", afirmou- O ministro ainda determinou que o Congresso Nacional seja notificado para iniciar estudos sobre estender a possibilidade de prisão domiciliar para mulheres mães de crianças de até 12 anos e grávidas mesmo em caso de condenação definitiva, quando não há mais recurso. Presas por tráfico de drogas O ministro Ricardo Lewandowski também decidiu que prisão por tráfico de drogas não é impedimento para a prisão domiciliar. "A concepção de que a mãe trafica põe sua prole em risco e, por este motivo, não é digna da prisão domiciliar, não encontra amparo legal e é dissonante do ideal encampado quando da concessão do habeas corpus coletivo. Não há razões para suspeitar que a mãe que trafica é indiferente ou irresponsável para a guarda dos filhos", decidiu o ministro. Lewandowski concedeu liberdade em diversos casos de presas por tráfico ao entrar no presídio ou flagradas com drogas dentro de casa. Descumprimento do HC coletivo Segundo a decisão, o Depen informou inicialmente que 10.693 mulheres poderiam ter prisão domiciliar, mas que só 426 haviam sido soltas. Depois, o Depen disse que fez uma "busca ativa" de quem se enquadrava nos parâmetros, e o número saltou para 14.750 - mas não há dados atualizados de quantas já foram soltas. A Defensoria Pública do estado do Mato Grosso do Sul afirmou que 448 faziam jus, mas só 68 foram soltas no estado. Já o Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos informou que a decisão vem sendo "desafiada" e que, em São Paulo, 1.229 deixaram cárcere, mas 1.325 ainda podem sair. No Rio de Janeiro, 217 poderiam ir para casa, mas só 56 foram atendidas. Já em Pernambuco, 111 presas faziam jus mas só 47 saíram. Em razão das informações de entidades, Lewandowski determinou que diversos órgãos se manifestem em até 15 dias sobre o não cumprimento da decisão. Entre os órgãos notificados estão Defensorias Públicas e Tribunais de Justiça. https://g1.globo.com/politica/noticia/2018/10/25/stf-autoriza-prisao-domiciliar-para-todas-as-presas-por-trafico-que-forem-maes-ou-estiverem-gravidas.ghtml
  8. Conheça a radula, a planta que pode ser a maconha do futuro Edison Veiga De Milão para a BBC News Brasil 24 outubro 2018 Com efeitos medicinais e recreativos semelhantes aos da Cannabis sativa, uma planta hepática comum nativa de países como Nova Zelândia, Costa Rica e Japão está despertando o interesse da comunidade científica. Trata-se do gênero Radula, subdivisão da família Radulaceae - com cerca de 300 espécies descritas. Em algumas delas, como a Radula marginata, a Radula laxiramea e a Radula perrottetii, já foi comprovada a presença de psicoativos. Um estudo publicado nesta quarta-feira pelo periódico Science Advances busca explicar melhor as possibilidades da planta. Cientistas das universidades de Berna e de Zurique, ambas na Suíça, analisaram os efeitos de uma substância isolada da radula em camundongos. A conclusão geral foi de que, embora a planta não seja do gênero Cannabis, ela também pode ser considerada um canabinoide "moderadamente potente, mas eficaz" - usando aqui exatamente a expressão do artigo publicado pelos pesquisadores. "Radula contém perrotinolene, uma variante do THC psicoativa, com efeitos semelhantes", explicou à BBC News Brasil o bioquímico Jürg Gertsch, professor da Universidade de Berna e um dos autores do estudo. THC, ou tetraidrocanabinol, é a principal substância psicoativa encontrada nas plantas do gênero Cannabis. "(Em comparação com a maconha,) eles diferem em termos de potência e, possivelmente, efeitos adversos", completa o cientista, ressaltando que, em laboratório, os testes foram feitos com o perrotinolene de forma isolada. "Nós não testamos os efeitos da própria planta - podemos esperar que o conteúdo de perrotinolene varie entre amostras diferentes." Menos dano à memória Desde 1994, sabe-se que algumas plantas do gênero Radula contêm essa variante do THC. Mas, até recentemente, nenhum estudo com esta abordagem havia sido realizado. O que os cientistas fizeram foi analisar os efeitos da radula no nível molecular, justamente para conseguir definir as consequência toxicológicas da substância - agora em camundongos, mas prevendo algo semelhante em humanos. A pesquisa mapeou efeitos da substância em 44 pontos do sistema nervoso central. Concluíram que, assim como ocorre com a maconha, o THC da radula pode se acumular no cérebro. Essa variante encontrada na planta também tem efeitos analgésicos e pode causar catalepsia, hipolocomoção e hipotermia. As principais diferenças entre ela e a Cannabis, no entanto, estão em algumas vantagens: ao menos nos testes com camundongos, a radula causou menos efeitos adversos - por exemplo, na memória. "É menos potente e podemos esperar menos efeitos no sistema nervoso central e, por exemplo, na memória. Mas ainda são necessários mais estudos para comprovar isso", comenta. "Os efeitos no organismo são mediados pelos mesmos receptores canabinoides, mas o perrotinolene age mais como um canabinoide endógeno, com efeitos antiinflamatórios potencialmente mais fortes no cérebro", compara Gertsch. Uso recreativo já vem sendo identificado Os cientistas explicam que a ideia da pesquisa surgiu porque o uso recreativo da planta vem sendo observado de forma pequena, mas crescente. "Até o momento, as espécies vegetais de radula, contendo esta variante de THC, são legais em todo o mundo", frisa o bioquímico. Obviamente, muito mais do que uso recreativo, os cientistas querem entender como as substâncias da radula agem no organismo para vislumbrar aplicações terapêuticas. "Provavelmente, os efeitos recreativos são menos fortes (do que os proporcionados pela Cannabis). Mas a radula pode oferecer uma oportunidade maior de aplicações medicinais", vislumbra. "Acredito que o composto da planta poderia ser usado para fins medicinais", afirma o pesquisador, antevendo a ideia de que a substância possa ser sintetizada industrialmente. "A planta em si cresce muito lentamente e produz apenas pequenas quantidades do composto. Ou seja: a produção de um fitoterápico parece inviável." Tradição neozelandesa Os pesquisadores suíços também observaram o uso autóctone da planta na Nova Zelândia, um dos locais onde a radula é endêmica. "Pode haver uma ligação etnofarmacológica", afirma Gertsch. "Radula marginata tem uma longa história de uso tradicional." No arquipélago, a planta é usada historicamente como rongoã - a medicina tradicional maori, baseada nas propriedades de ervas. Suas propriedades sempre foram conhecidas pelos tohunga, os mestres da cultura maori. "Radula é um 'taonga' do povo maori, mas ainda não há literatura científica sobre isso", diz o bioquímico. Taonga é o termo utilizado para designar o tesouro, o patrimônio cultural da cultura ancestral da Oceania. https://www.bbc.com/portuguese/geral-45963669?ocid=socialflow_facebook
  9. Canadá é segundo país do mundo a legalizar maconha Vender e consumir a erva cânabis deixou de ser crime nesta quarta-feira Estadão Conteúdo Chris Wattie/Reuters Um cliente segurando uma embalagem de cânabis, deixando a loja Natural Vibe depois da maconha recreativa ser legalizada Nesta quarta-feira (17), o Canadá passou a ser o primeiro país entre as sete maiores economias do mundo a legalizar a droga. O ativista canadense Dana Larsen passou os últimos quase 30 anos defendendo a legalização da maconha em seu país. Chegou a ser preso, fundou partido político, organizou referendo e passeatas, editou revista sobre o assunto, distribuiu milhões de sementes e hoje tem duas lojas que vendem a droga há dez anos. O Canadá é o segundo país a legalizar o uso recreativo da cânabis, após o Uruguai, além de outros nove estados americanos, como Califórnia e Colorado. De modo geral, o modelo adotado é mais parecido com o do país sul-americano, já que prevê uma forte mão do governo na distribuição e limita bastante os produtos à venda, ao contrário de seus vizinhos nos EUA, onde empresas privadas controlam os negócios mais livremente. A legalização foi anunciada em abril de 2017 pelo primeiro-ministro Justin Trudeau, e o governo federal está gastando 274 milhões de dólares canadenses (R$ 717 milhões) em esforços policiais e fronteiriços para impor novas leis e dissuadir motoristas de dirigir sob efeito da erva. https://www.jcnet.com.br/Nacional/2018/10/canada-e-segundo-pais-do-mundo-a-legalizar-maconha.html
  10. fangorn

    Anvisa quer liberar Cannabis pra pesquisa e uso medicinal

    Olha a data das notícias A mais recente é de maio. Os caras tão sentando em cima disso. Ta foda...
  11. Não fecharam esse tópico inútil ainda? Pq o sistema quer que vc vá para a marcha? O sistema quer que vc vá a merda. Embora não sejam oficialmente reconhecidas, são as pressões sociais que motivaram a maioria das conquistas sociais na nossa história. Ou vcs acham que as minas tão nessa de feminismo por que? Por que são ativistas e dão a cara a tapa. Como foram construídas as ciclovias de Amsterdam? Depois de muitos protestos devido a morte de ciclistas. A marcha desse ano tinha que ser a marcha da família pela maconha, e trazer as pessoas que usam para fins terapêuticos junto. Pois são essas mães que estão pressionando de verdade a opinião pública.
  12. fangorn

    Como descarboxilar o óleo de côco?

    tem q descarboxilar antes de extrair. melhor tu fumar esse e começar de novo. Descarboxila, extrae direto no oleo de coco como se fosse manteiga e ja era. faço isso com folhas e ja fica mto bom
  13. como gostei dessa receita estou testando e adaptando. para moer as raizes fervi por min. isso deixa elas bem molinhas, depois bati no liquidificador, mas tem q ser um q quebre gelo p não queimar. a pimenta preta não foi uma boa opção pois deixa grãos e dependendo do local fica parecendo que esta sujo, rsrs. Sera que pode comer?