leprechaunz

Usuário Growroom
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  1. Daê gentes, por enquanto fizemos uma reunião sábado passado, pra discutir coisas do grupo. Vão rolar duas oficinas no Fórum Social Temático, uma sobre Ativismo e Jardinagem, onde a depender do clima pode ser algo mais prático sobre guerrilha, e outra pra trocar ideias sobre a causa com quem estiver por lá. Esperamos fazer uma marcha no dia 28/01, que é quando a programação cultural encerra no anfiteatro pôr do sol no show da gogol bordello. Haverá ainda uma oficina com o Cinco, "quer fazer uma marcha na sua cidade?" Quanto à marcha de maio, a ideia era fazer novamente reuniões abertas e tal, mas no momento não tem rolado..Próxima reunião vou lembrar de avisar por aqui também! Final do mês fica mais concreta a possibilidade.
  2. Trocando ideia com Picax lembramos daquela intervenção em Santa Maria - O papo foi parecido hahahhhaa
  3. BraveHeart massa o relato, hehehehe Eu nunca pintei nada (até no paintbrush do windows sou negação, imagina na real), mas imagino que deve rolar na cabeça de quem tem sua pintura atropelada por outra. Dependendo da cidade, quando não tem muito espaço, o tempo da arte é de uma fotografia pra registrar e só. Um dos motivos que fez surgir esse site: deixar registrada as tags canábicas pra posteridade Paulinhuuu essas fotos são tuas? Rola compartilhar lá no site? co-elabore Sobre diferença entre pixo e grafite, também não sei como o pessoal que pinta diferencia. Tem o lance de achar que o que é bonito é arte e o que é feio é vandalismo, mas aí vareia pra cada pessoa. O que conheço do assunto é de conversar com uma amiga que pesquisou grafiteiros em PoA, e também por ter trampado transcrevendo entrevistas para uma tese de doutorado sobre pixadoras e grafiteiras de Salvador. Lembro que tinha esse papo (grafite autorizado não é grafite, etc), mas também um ponto de vista que achei interessante era que grafite e pixação tinham uma diferença somente do ponto de vista estético - as gurias davam o exemplo de um cara artista plástico que fez fotos de pixações (pixo reto e tags) e exibiu numa galeria de arte, assim como tem vários trampos de pixo reto mais "elaborados" e que confundem com grafite. Um que acho massa são os wildstyles Os 3D também são uma viagem
  4. uhauahahuhaa A princípio é o apelido que o crack tem em alguns estados da região norte, assim como merla é um apelido em alguns lugares do centro-oeste/sudeste e crack é outro também no sul, assim como paco na argentina... fora as gírias regionais: pedra, etc Na prática há uma diferença no processo de "extração" da cocaína da folha de coca, e também no processo de solidificar... pelo que entendo, os solventes usados pra fazer o que se chama de oxi, merla e crack são diferentes, o que acaba influenciando na cor. Por mim a Juana Marya disse tudo: é a proibição dando provas do seu fracasso.. Se a intenção oficial do proibicionismo fosse proteger a saúde pública, imagina se quisessem ameaçar a saúde pública..
  5. Concordo, seria algo no mínimo irresponsável se estivéssemos incentivando para que as pessoas pintem muros pela cidade. Talvez tenha explicado algo errado.. A proposta era mais de contemplar uma coisa que já é feita por milhares de pessoas (apropriação visual da cidade), e que feia ou bonita traz elementos da cultura canábica. As respostas aqui me fazem pensar agora que a cultura canábica é diversa, e que tem coisas nela que podemos não concordar e tal... Ou seja, como a maconha é usada por milhares de pessoas, algumas delas apreciam as apropriações visuais da cidade, outras acham isso uma afronta ao patrimônio, e por aí vai... Mas só pra deixar claro: a ideia do site é que as pessoas possam registrar e compartilhar imagens, não que elas pintem muros Pois é, porque diabos THY? Nem lembro mais onde fica isso! huheuehuehe Abrazz
  6. Tranquilo GatoHaxixado.. Massa ver que tu curte um RATM, é um som que pega o que há de melhor no movimento hip-hop... Eu também acho que não é arte no sentido mais bonito e chique do termo; pelo contrário, não deseja ser bonito nem chique, deseja comunicar. Mas não sei se acabamos usando as palavras erradas... imagine só trocar a palavra "pixação" por "maconha" em sua resposta... Imagine se o patrimônio privado destrói ou não a natureza. Imagine que esse jeito de pensar pode trazer a imagem de que toda pessoa que curte stencil/grafite/pixação é bandida, e que toda pessoa que comete crimes (i.e., "bandida") só comete crimes por não ter nada melhor o que fazer.. Imagine então se o vandalismo não é uma palavra do vocabulário policial, e se maconheiro que sofre de verdade com a repressão poderia usar uma palavra melhor..
  7. Postagem completamente tosca. Foi o máximo que consegui, hehehheheheh
  8. 1_MARIJUANA. Proibida pela ignorância, amada pela cultura. 2_ARTIVISMO. Arte = Ativismo. 3_ARTIVISMO. Contemplando a cultura canábica na vida das ruas. Cansamos de saber de coisas vindas dos outros. Pesquisas e pesquisas são feitas visando conhecer melhor as interações e as culturas de usos das tais drogas tornadas ilícitas. Pesquisas e pesquisas caretas observam de longe e falham neste objetivo. É fácil perceber, diante das vivências e usos da planta ilícita mais consagrada do mundo (e do Brasil), que a cultura canábica é viva e transborda os guetos da sociabilidade clandestina. São muitas piadas sobre [email protected] – “todo mundo fuma maconha!”. São claras as boas e velhas risadas das pessoas que veem a marcha passar, aplaudem mas preferem não se juntar… Cada expressão tem um lugar. Cresce a mensagem que a ideologia antidrogas mais quis calar, durante décadas: que os usos do corpo são práticas culturais. Contemplando as intervenções artísticas nas ruas (em grafites, adesivos/stickers, pixos retos, tags, stencils, colagens e o que mais vêm à cabeça), que são feitas com ou sem permissão, podemos contemplar as relações construídas com o espaço público. O(a) artista de rua invade e apropria este espaço para ali testemunhar suas siglas, códigos, às vezes indecifráveis, às vezes explícitos. Não é diferente com a profusão de símbolos e frases relacionadas ao ato de consagrar a planta canábis. Ajudando a perceber o que [email protected] caretas querem esconder, pensamos em inaugurar no principioativo.org o projeto marijuanartivismo. Contemple a cultura canábica viva nas ruas. E registre as ruas por onde você passa, contribuindo com este banco de dados artivista! http://marijuanartivismo.tumblr.com Fonte: http://www.principioativo.org/2011/04/contemplando-a-cultura-canabica-na-vida-das-ruas/
  9. Nenhum argumento dessas reportagenzinhas sobrevive a esse texto simples do Paulo. Com o movimento se fortalecendo, essa turma do jornalixo só cai no ridículo. Aliás, e o blog "sobredrogas", que saiu de fininho com aquela desculpa ridícula? Deixa quieto né...
  10. acho que rola o Troféu Adulterado pros caretas, mas também o Troféu Cidadão De Boa, pra homenagear as parcerias, que pode ser usado pra dar evidência às pessoas conhecidas que ajudam possíveis as marchas, bem como juízes, advogados, etc. que tocam os habeas; locutores, radialistas, jornalistas que escrevem qualquer coisa minimamente inteligente sobre o assunto; apoiadores/as institucionais (conselhos, sindicatos, etc), enfim...
  11. "guerra de estudos"... que bobagem, né... digo, é claro que cientistas podem escrever artigos e brincar de disputar verdades... mas o que pega mesmo pra quem pensa em favor de algum tipo de legalização, é que, se fumar maconha pode acelerar um início de quadros e sintomas de esquizofrenia, isso nada mais é do que mais um motivo para que a produção, circulação e consumo da planta seja regulamentado, com informações de qualidade, e mais, dirigidas a este público. pra mim o argumento diante de qualquer pesquisa que aponte questões de saúde pública associadas ao consumo de canábis, é esse: quanta gente por aí pode ter pré-disposição a ___________ (insira aqui nome do sintoma) e tão fumando maconha sem saber como reduzir seus danos? bora regulamentar, tirar estes usos da clandestinidade..
  12. Ops A próxima será na quarta feira às 19h na FACED.... quarto andar...
  13. Faço aqui um relato pessoal da reunião que teve semana passada na Faculdade de Educação (FACED) da UFRGS... Ideia é termos uma reunião aberta pra chamar todo mundo que queira participar da organização... A marcha é da cidade e a cidade deve participar da marcha, então nada como chegar e pensar juntos(as).. Nessa primeira reunião tivemos umas 10 ou 12 pessoas (nao lembro), e aquela velha história: altas ideias, sugestões para 98191916513212316 GTs diferentes com bilhares de atividades e tudo o mais; trajeto, debates, filmes, workshops (olha o GR aí!!!).. Então a coisa vai se afinando, mas isso só depende das pessoas envolvidas! A próxima será novamente na FACED, quarto andar.. Participação da galera do GR em Poa é indispensável, e quem tiver lendo aqui não puder nesse dia, por favor sugira aí outra data pra gente botar na roda.. Abraços e vamo que vamo
  14. pintolico e demais parcerias de repente é aquela velha história.. cada um na sua, mas com alguma coisa em comum (?) tipo assim: se a marcha provoca o tesão de muita gente diferente, a única coisa que eu acho é que toda essa gente deve sair da punheta/siririca... obs: nada contra masturbação, claro, mas tem limites né? olha a cãimbra!