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Growroom

Observar&Absorver

Usuário Growroom
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  1. Muito obrigado, exatamente da forma que eu vejo, como já estive do “outro lado” sei o que pensam e falam sobre o estereótipo “maconheiro”, creio que como deixei chegar nessa situação agora é um momento de construção, indo devagar com argumentos com tranquilidade e muita segurança, também vejo que chegar e falar de uma vez talvez só assustaria alguém que já tem um “pré-conceito”‘construído sobre o tema, como prefiro esperar o fim da gestação irei desmistificando a parada, creio que será o melhor caminho. Abraços tmj 👊🏻
  2. Obrigado pela dica, exatamente isso, haja pão pra comprar hhhahahaa. Quase um empacotador do mercado perto de casa, hahahaha.
  3. Exato amigo, acho que devemos pensar nas outras pessoas que talvez não tenham um conhecimento mais aprofundado sobre a planta e enxergam com preconceito ainda, aquele lance, se queremos que acabe o preconceito contra nós, não devemos julgar e usar do mesmo princípio com pessoas com pensamentos diferentes, o momento de importância maior no momento é a chegada de nossa filha, já esperei 5 anos, não sei como será a reação dela com essa informação, reação essa que poderia até trazer malefícios a gestação, então prefiro aguardar minha filha nascer, e depois agente senta e troca uma ideia na moral. Obrigado
  4. Obrigado pelas dicas, exatamente o que falo para amigos que estão conhecendo novas pessoas, já esplanar a ideia para não sofrer o que estou sofrendo, o BO é que comecei fumar já com ela, na real o preconceito é tão enraizado que de início talvez eu mesmo sentia que estava errado e tals ainda naquela pira de ser errado e tudo mais, mais daqui pra frente só planejar para poder consertar o erro do passado e viver em paz com minha esposa e filha, descobri segunda que será uma menina, grande abraço.
  5. Galera obrigado pelos comentários muito da hora essa interação da comunidade em trocar uma ideia explanadora, com pensamentos diferentes, estou lendo todos os comentários e absorvendo tudo, obrigado de verdade pelas ideias e experiências, muito difícil sair do armário nessa situação, sinceramente como disse alguns amigos “hoje” não vejo que seja o momento mais adequado, devido à gravidez e tals, mas já vou amadurecendo essa ideia dia a dia, e mostrar que é apenas uma planta que não faz 0,01% do mal que os antiepilépticos e antidepressivos fazem, mas no Brasil, em famílias mais conservadoras é uma luta muito grande, porém jamais desistirei de poder curtir minha onda em paz, obrigado mais uma vez, luz para todos.
  6. Salve galera, passando pra relatar o que estou vivendo no momento. Irei fazer um breve relato do meu passado para que as coisas fiquem mais claras. Perdi minha mãe com 8 anos e sofro de epilepsia desde os 12 anos hoje tenho 29, são 17 anos lutando contra esta doença e sempre tomei remédio para epilepsia (me sentia muito descriminado pelo fato de ter tido crises em público). Tive crises de depressão em 2016, porém não aceitei ajuda devido o fato de eu ter tido uma educação muito MACHISTA, e agora em 2019 tive crises de ansiedade/depressão onde procurei ajuda com psiquiatra e psicólogos. Sou casado a 3 anos e estamos juntos a 8 anos, porém eu voltei a fumar maconha em 2017, minha namorada na época hoje minha esposa nunca soube e no momento preferi não contar até porque estava morando fora, acontece que compramos um apartamento e viemos morar juntos em 2018 desde esse dia eu venho "preparando o terreno" falando sobre maconha em alguns momentos, falando que a maconha tem seu lado medicinal também onde muitas pessoas assim como eu poderiam ser beneficiadas, que a erva era discriminada por vários fatores um deles pelo fato de ter vindo ao Brasil pelos navios negreiros, então que tem muita coisa RACIAL envolvida, bom sempre tentando esclarecer todos os pontos e desvencilhar a imagem de "erva do diabo" para poder sentar e falar que eu fazia o uso quase que diário, lembrando que fumo muito pouco, um beck eu fumo em 2,3 dias. Lembrando que trabalho tenho um salário relativamente suficiente para nossas despesas, minhas esposa no momento estava tentando empreender numa loja porém com a pandemia atrapalhou nossos planos, então seguro a onde na questão financeira no momento. Em janeiro decidi contar pra minha esposa, pois algumas coisas estavam me incomodando como: Fomentar o tráfico, sentimento de traição em esconder dela isso, pois bem no dia que eu ia contar para ela, assim que cheguei em casa do serviço fui surpreendido, ela me esperando com a noticia que eu seria PAI. Fiquei muito contente e estou muito feliz pois amo ela e creio que a reciproca seja verdadeira, porém não tive como falar sobre a maconha naquele momento, completamente inoportuno, a questão é a seguinte, quando abordar o assunto, lembrando que ela esta grávida e não posso assusta-lá com uma noticia pesada dessas, lembrando que ela não bebe, nunca fumou cigarro nem maconha, sempre foi criada dentro da igreja evangélica e tals, porém embora tenha essa educação tem abertura para alguns assuntos que eu acho muito valido abordar e estar atento como: Politica, Preconceito Racial, Feminismo, etc, sempre conversamos e trocamos ideias e as vezes dou entrada no assunto da ganja. Estou pensando em esperar meu filho(a) nascer para falar sobre o assunto com ela, pois sinceramente não sei o quanto assustada ela ficaria, entendo que errei em esconder e as coisas começam sair do controle, porém tentei nos poupar de um possível impasse na relação, gostaria que me dessem idéias de como fazer isso e quando fazer isso, se puderem me ajudar ficarei eternamente grato. Desculpem pela extensão do meu relato, é minha primeira postagem no grupo, obrigado a todos.
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