Vegano Velho

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  1. Entra em vigor hoje (10) a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que regulamenta a fabricação, a importação e a comercialização de produtos derivados da cannabis para fins medicinais. A norma foi aprovada em dezembro do ano passado. A íntegra está disponível no site do órgão. O produto estará disponível somente em farmácias sem manipulação e em drogarias. Para a compra, o paciente deverá ter uma receita fornecida exclusivamente por um médico. Os produtos devem ter teor de THC de até 0,2%. Acima desse patamar, o uso só poderá ser prescrito a pacientes terminais que tenham esgotado outras formas de tratamento visando a cuidados paliativos. A entrada no mercado só poderá ocorrer mediante autorização da agência, que avaliará os pleitos de laboratórios e empresas com vistas à atuação nessa área e fornecerá uma autorização sanitária, e não um registro, permitindo a oferta. Cannabis é um elemento encontrado nas plantas de maconha. Os produtos derivados não serão considerados medicamentos, mas uma categoria específica. A resolução da Anvisa abriu perspectivas de comercialização dessas substâncias, demandadas para o tratamento de doenças neurológicas diversas, da dor crônica ao parkinson. Elas não são consideradas medicamentos porque, segundo a Anvisa, “não há dados suficientes para a comprovação da segurança, eficácia e qualidade da maior parte dos produtos obtidos”. Por isso, a liberação se deu levando em consideração informações sobre o emprego desses elementos em tratamentos em outros países, como Alemanha, Estados Unidos, Canadá e Israel. O uso de medicamentos derivados de cannabis já pode ser solicitado à Anvisa desde 2016, mas a análise se dá caso a caso e demanda a aquisição de um produto no exterior, o que encarecia o acesso a esse tipo de terapia. Na resolução que entra em vigor hoje, a agência diferencia os produtos dos medicamentos à base de cannabis. Exigências A autorização sanitária será fornecida apenas para substâncias de aplicação pelas vias nasal e oral. Não cabem aí, por exemplo, aquelas de consumo sublingual ou por inalação. A resolução veda a comercialização do que chama de “forma de droga vegetal da planta ou suas partes, mesmo após processo de estabilização e secagem, ou na sua forma rasurada, triturada ou pulverizada, ainda que disponibilizada em qualquer forma farmacêutica”. Também são proibidos cosméticos, cigarros e outros fumígenos e alimentos à base de cannabis. Para solicitar, a empresa deve ter autorização de funcionamento da Anvisa, podendo ser nacional ou internacional. Em caso de importação, será necessário comprovar que o produto é legalizado no país de origem, com documento da autoridade competente local. Firmas nacionais ficam impedidas de promover o cultivo no Brasil, podendo, em vez disso, trazer de fora matéria-prima semielaborada para a fabricação dos produtos processados no país. Para integrante da Comissão de Assuntos Regulatórios da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ex-integrante do Conselho Nacional de Drogas Rodrigo Mesquita, a nova regulação consolida o valor medicinal da cannabis, amplia as possibilidades de acesso por parte dos pacientes e permite que empresas explorem esse mercado no país. Contudo, o impedimento do cultivo no Brasil dificulta o desenvolvimento de uma indústria nacional e de pesquisas com a cannabis, além de influenciar os custos, uma vez que demanda a importação dos insumos. “Isso terá impactos bastante perceptíveis no preço, pois os extratos brutos deverão ser importados para então serem fabricados aqui. Fica uma cadeia produtiva limitada e dependente de outros mercados, o que afeta o preço final e o acesso”, comenta. https://thegreenestpost.com/fabricacao-e-venda-de-produtos-derivados-da-cannabis-entram-em-vigor/?fbclid=IwAR2xYLk6THriECgbj0FBrmQy0iREEyNd6ToVBtbV_kXJaHWFAA1JP0mtFjI
  2. Colhi uma Blue Dreamatic Auto da Fast Buds, e para minha surpresa, tinha uma semente com cara boa. O que será que vai sair dela?
  3. Também sou adepto do Flowermind e, como vocês, achei ele fraco para a flora, dando carências e amarelamento nas folhas de baixo. Estou levando uma Super Lemon photo com solo orgânico por mim preparado e a cada rega vai flowermind (4ml) e na outra água de côco,15ml/L. Parece que está ajudando. Tenho um bat guano 0-13-0 e estou considerando usar chá dele.
  4. Cinzas de madeira são bem alcalinas, além de rica em potássio
  5. O Royal Botanic Kew Gardens há anos usa os airpots.
  6. Ae galera, bom dia! Estou quebrando a cabeça para identificar este problema numa Super Lemon com 3 meses ( acabei de passar para o 12/12) Solo orgânico turfa/perlita e regando com a solução mais fraca do flowermind. Começou amarelar umas folha do meio para baixo da planta e um monte secaram e caíram. Já o resto da planta está super saudável. Cinco dias atrás borifei calmag e ontem reguei com sal amargo. Vejam:
  7. Bom dia. Estou para por uma menina nos 12/12. Aqui no Nordeste está dando quase 13 horas de luz, Tudo bem 13/11 ou tem que ser mesmo 12/12? Grato,
  8. Toda encomenda internacional tem que pagar R$ 15,00 para despacho aduaneiro e envio.
  9. Solo 50/50 turfa/perlita, 15% de húmus e flowermind. PH 6.8. É uma Royal Dwarf auto na terceira semana de floração. O Flowermind é legal, mas sempre na floração está dando essas deficiências. Ontem dei um chá de bokashi. Vamos ver como responde.