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Growroom

Curandeiro Dido

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  1. Olá, amigos. Após anos lendo informações quase que unânimes em fóruns em inglês, espanhol, francês e português sobre o que fazer com as plantas macho, resolvi eu mesmo fazer uma experiência nesse outono. Explico: há anos venho plantando de forma despretensiosa algumas sementes de prensado mesmo toda vez que dá. Como não tenho grana nem espaço pra montar uma tenda de cultivo indoor, vou no híbrido maluco que os gringos chamam de WINDOWSILL GROW, que basicamente é o "cultivo de parapeito." Na real o que rola é o seguinte: moro num andar bem alto, num apartamento virando pro noroeste, com uma janela bem grande na sala que pega sol mais ou menos das 11h até umas 17h no outono/inverno e mais ou menos das 13h às 19h na primavera/verão, o que dá uma média de 6h de sol DIRETA sobre as plantas. Eu tinha lido que com 5h de sol direto era possível cultivar, então resolvi testar. Na primeira vez foi tudo no improviso, e deu tudo meio errado. Joguei quatro sementes num vaso com uma jaboticabeira, três brotaram, duas vingaram e cresceram loucamente por quase um ano, chegando a bater no TETO (literalmente) um pouco antes de florir de forma muito esquisita, com os cálices todos separados no galho em vez de concentrados num bud (como acontece com algumas variedades de sativa equatorial tipo a Dr. Grinspoon (joguem isso no Google pra ver que viagem). Pra piorar, a floração foi toda irregular e as plantas hermaram, mas mesmo assim aprendi bastante coisa nesse ciclo - como, por exemplo, o fato de que era possível ficar chapado fumando folhas, muito embora o efeito fosse diferente, mais mental, suave e breve. Depois disso cultivei mais algumas vezes, em vasos menores, que me permitiam transportar a planta para um quarto fechado (uma despensa sem janelas), onde pude forçar a floração com sucessos excelentes em todas as tentativas. Sempre usei terra comum e reguei apenas com água. Não tomei nenhum cuidado especial, fora ter feito alguns testes com LST, TOPPING e FIMMING (sempre com resultados fantásticos). Aprendi nesses experimentos que a cannabis é uma planta extremamente forte, que aguenta muito castigo, e que responde bem às mudanças. Também aprendi a prestar atenção nos sinais da planta (quando quer mais água, quando está sendo atacada por pragas) e me diverti muito no processo. Pois bem. Esse verão agora resolvi plantar quatro sementes de um prensado muito bom que eu tinha pegado e, como de costume, as quatro sementes germinaram rapidamente (usando o processo do copinho de água durante a noite e direto na terra no dia seguinte, sem esperar sair a primeira raiz) e cresceram lindamente, duas por vaso, sem maiores intervenções. Aí resolvi fazer uma experiência, e comprei um fertilizante organomineral chamado BIOBLOOM, que todo mundo deve conhecer bem. Fui usando nas plantas e elas só cresciam cada vez mais, ramificavam cada vez mais, e emitiam um cheiro muito delicioso. Quando fechou três meses, resolvi botá-las para florir. Dez dias depois, o resultado: eram certamente plantas macho. De acordo com os posts em fóruns e vários livros que havia lido, meu primeiro impulso foi de matar as plantas. Não apenas por acreditar que não seriam fortes o suficiente para dar nenhum efeito, mas também por uma questão ética: pólen viaja com o vento, e se alguém estivesse cultivando fêmeas num raio de até 1km (segundo li), eu poderia arruinar seus esforços de produzir uma sensemilla. Por outro lado, aquelas plantas estavam tão saudáveis e bonitas que me deu pena. Então comecei a ler e pesquisar mais sobre o assunto e encontrei diversas informações que subvertiam completamente tudo que eu havia lido sobre o tema até então. Livros como o MARIJUANA GROWING BIBLE, do Mel Frank e do Ed Rosenthal, por exemplo, falam que o macho contém, sim, THC e CBD suficientes para te deixar chapado - e em algumas cepas de boa qualidade podem até mesmo serem mais potentes do que as fêmeas. Além do mais, em vários fóruns gringos se lê que plantas macho podem ser usadas tranquilamente pra fazer hash de boa qualidade, de modo que decidi manter as plantas amadurecendo enquanto ia aprendendo mais sobre as possibilidades. Tomei o cuidado de não abrir mais a janela da sala (o que foi um pouco complicado) e limpar todos os dias as plantas e a sala com um pano úmido para minimizar os riscos de espalhar pólen pela vizinhança. Foi bem difícil encontrar informações específicas sobre o ponto de maturidade do macho, por exemplo, mas descobri que é bem mais curto que o das fêmeas: assim que as primeiras flores se abrem, liberando o pólen, a planta já pode ser colhida. Isso leva de 20 a 35 dias, em média. Deixei florindo um mês. No dia da colheita, separei as folhas assim: 1) grandes, que provavelmente não teriam concentrações significativas de canabinoides, para fazer compostagem; 2) médias, que pretendia testar para efeitos; 3) pequenas, que sabidamente são as que contém mais canabinoides numa planta fêmea e, segundo livros e posts em fóruns, costumam ser a parte mais potente em plantas macho - às vezes até mais que as próprias flores masculinas; 4) flores masculinas. Botei tudo pra secar separadamente em caixas de papelão por duas semanas e então comecei os testes. O que descobri foi o seguinte: 1) As folhas grandes realmente não servem pra nada além de compostagem; 2) As folhas médias já tem um certo efeito, embora seja bem sutil. Seu sabor é um tanto adocicado e mentolado, e também um pouco herbal. 3) As folhas pequenas são bastante fortes, com um efeito intensamente mental. É ótimo fumo para o dia, que acelera os pensamentos, te deixa mais disposto e ligado, sem aquela tradicional lombra que quase sempre acompanha a maconha. Seu sabor é muito doce e mentolado. Não parece maconha, sobretudo o cheiro. Outra coisa curiosa é que o efeito (assim como a das folhas médias) não é perceptível tão rapidamente quanto o do prensado, ou mesmo das flores normais. Leva entre 3 e 5 minutos após ter fumado pra começar a bater. Só que aí quando bate o cara tem certeza de que fez efeito. Os olhos ficam MUITO vermelhos, a boca bem seca, e atividades como lavar a louça ou varrer a casa ficam extremamente prazerosas. Comer e ouvir música também passa a ser muito bom, e dar uma caminhada pelo bairro mostra que as cores, os sonos e os cheiros estão todos ressaltados. 4) As flores não são muito saborosas, embora provoquem efeito muito similar às folhas pequenas. Tudo isso pra dizer o seguinte: se você estiver cultivando maconha e, por algum motivo, sair um macho: caso você não tenha outra alternativa, eu sugiro deixar florando por pelo menos um mês (ou até as primeiras flores abrirem), colher, secar e fazer seu próprio teste. Já li também que a genética tem muito a ver com o resultado final - e essa semente que plantei veio de um prensado muito bom - então pode ser que você tenha um resultado bem diferente. Mas como eu li a vida inteira que machos não serviam pra nada, fiz um teste e descobri que isso nem sempre é o caso, achei que valia dar essa visão pra rapaziada. Certo? Resumindo: DÁ PRA FUMAR O MACHO SIM. DÁ PRA FICAR BEM CHAPADINHO SIM. Agora, o gosto não é muito bom (mas com certeza dá pra ir melhorando com alguns meses de cura), o cheiro é de folha queimada (que também vai melhorar com alguma cura) e na média o prensado ainda vai bater mais forte. Mas se você quiser PARAR de fumar prensado e não tiver outra opção, dá totalmente pra fumar as folhas pequenas e as flores de uma planta macho de maconha (ou, se preferir, fazer um concentrado - óleo ou hash) com resultados BEM satisfatórios. Paz!
  2. Cara, tem que secar, sim. O processo de secagem é fundamental pra converter a forma ácida dos canabinoides (THC-A, CBD-A, etc) em uma forma psicoativa (que dá barato). Foi justamente por não ter secado a planta que quando tu misturou no leite não deu nenhum efeito.
  3. BASICAMENTE é isso mesmo! Aqui no Solo, se vaporizo no 3 ou 4 eu costumo ficar muito ligadão, energizado, altamente criativo e focado em tarefas tipo ler e escrever, lavar a louça, fazer comida, ir no supermercado; se vaporizo na 5 é um meio do caminho, e se vaporizo no 6 (raramente vaporizo no 7) realmente bate uma lombreira mais pronunciada e eu só quero ficar deitadinho jogando um game ou curtindo um som (acho ótimo no fim do dia pra relaxar). Acabo de dar uns pegas aqui na temperatura 5 do Solo e estou: amarradão, meus amigos. Hehehehe. abraços
  4. Então! Minhas primeiras experiências com vaporizador foram uma merda por isso. Eu puxava e puxava e não vinha nada e eu nunca ficava chapado. Achei que era uma merda. Quando descobri essa técnica eu ainda estava meio incrédulo, mas depois da primeira vez que testei e bateu uma onda BEM FORTE, decidi espalhar o conhecimento ao maior número de pessoas possível, porque é um negócio que realmente ninguém te diz, e você geralmente não se dá conta sozinho. Testa lá e me diz o que aconteceu, tenho curiosidade de saber o que outras pessoas acham. abração
  5. Opa! Geralmente quando alguém reclama que a brisa no vape é menor, das duas uma: ou o vape não é de boa qualidade OU o cara não está sabendo usar direito. A dica que eu dou é a seguinte: comece uma sessão e na hora de puxar, não faça que nem no beck, no bong e no cachimbo. No vape a pilha é puxar bem devagar e durante bastante tempo. Cada pega tem que durar de 15 a 20 segundos, no mínimo. Puxa devagar, de forma constante, contando até 15 ou 20 (ou até mais se conseguir). Daí segure esse vapor por mais 5 ou 10 segundos e depois solte. Duvido não ficar totalmente retardado dando 4 ou 5 pegas desse usando essa ténica. Hehehehe. Depois que aprendi isso, nunca mais achei a brisa fraca (inclusive andei fumando de novo e acho a brisa do beck muuuuuito mais fraca atualmente). abraço!
  6. Cara, uma das bads que bateu foi justamente essa: quem me garantia que era mesmo um canabinoide sintético aquele pozinho? E se fosse cocaína, anfetamina, PCP, MDMA, sei lá, qualquer substância que eu nem sabia qual era? E se eu tivesse fumado uma quantidade muito alta e estivesse tendo uma overdose? Juro que o meu nível de paranoia foi precisamente esse (o que, por sinal, só piorou tudo porque acelerou meus batimentos cardíacos e fez o estômago gelar). Acho que o que rolou na real ou foi um pico de ansiedade ou um breve ataque de pânico. De todo mundo, maconha sintética nunca mais. Você não tem como saber o que é aquela substância e quais são seus efeitos. Muito complicado consumir com um mínimo de segurança. Isso sem falar que nada supera THE REAL DEAL. Hehehe.
  7. Nunca vaporizei, mas já fumei JWH-018 e não recomendo pra ninguém. É muito bizarro. Da primeira vez que tentei foi maravilhoso. Peguei um fumo palha que eu tinha, enrolei um beck e, antes de fechar, botei uma pitadinha do pozinho que um amigo tinha me conseguido. Fumei e foi foda: deu um efeito muito bom, pra cima, e durou muitas horas. Fiquei empolgadão e joguei o resto do pozinho esse no resto do fumo palha que tinha sobrado (que era bem pouco, tudo que tinha não enchia essa letrinha O aqui). Sobrou uma ponta. No dia seguinte acendi a ponta e me sentei pra ver TV, mas deu uns 15 minutos e bateu uma bad MUITO FORTE. Eu fiquei com o coração muito acelerado, suando muito frio, com muito medo de morrer. Liguei pros meus pais pra pedir desculpas pelo vacilo (que bom que eles não atenderam), depois liguei pro meu irmão, que sacou que eu tava doidão e disse pra eu me acalmar comendo alguma coisa ou algo assim. Abri a geladeira, tomei um gole de suco de laranja, um gole de leite, um gole de coca, um gole de água, comi um pedaço de queijo, um de presunto, um pickles... e seguia bizarro. Daí tentei olhar na internet se tinha algum efeito colateral tipo esses que eu estava sentido mas eu não conseguia ler nada. Meus olhos não conseguiam focar em letras. Comecei a ficar ainda mais desesperado e aí fui tomar um banho pra dar uma baixada - o que também não funcionou. Tive que ficar umas 3 horas sofrendo esperando baixar o efeito. Quando finalmente me senti bem, peguei todo o fumo palha que eu tinha sujado com o pó, joguei tudo na patente e puxei a descarga. Um tempo depois fui ler sobre os canabinoides sintéticos (geralmente se encontra por aí com os nomes de "Bath salts" ou "Spice") e vi que várias pessoas já morreram de overdose usando essa merda e aí mesmo é que fiquei feliz de ter jogado tudo fora e nunca mais ter passado perto. Não viajem, nem experimentem, não vale a pena.
  8. Acho que depende muito de como se usa o vaporizador. Concordo totalmente com o que falou o DomIke alguns posts atrás: se o cara não usa direito o vaporizador, qualquer vaporizador vai parecer ruim. Uns 3 anos atrás, um amigo trouxe um PAX dos Estados Unidos, e como ele não tava curtindo, me emprestou por uns dois meses pra ver se eu curtia e queria comprar dele - eu também não quis. Hoje, olhando em retrospecto, percebo que em grande parte foi porque eu não sabia usar. Eu puxava o vapor como se fosse um cigarro, pegas fortes e curtos, e não vinha nada, e não dava efeito nenhum. Agora, no final do ano passado, após ler muito muito muito, resolvi comprar um Solo e dar uma nova chance aos vapes e portanto afirmo sem medo de errar que, com a técnica correta: é outra coisa. Puxando o vapor do Solo beeem devagar por 20-25 segundos vem MUITO vapor, a ponto de às vezes até ENGASGAR e tossir. E faz MUITO efeito. Dependendo do dia eu não consigo nem chegar no fim de uma sessão de 12 minutos, que é quando o aparelho se desliga automaticamente. No Solo, usando nas temperaturas mais baixas (3-4) eu consigo até 10 sessões. Nas mais altas (5-6), entre 6 e 8. Acho mais que suficiente, especialmente levando em conta que só uso em casa e posso carregar quando quiser. Quanto ao efeito: recentemente andei fumando de novo pra testar umas coisas e, de fato, a brisa do fumo é diferente. Dá pra dizer "mais forte" em alguns níveis: fica um gosto mais forte na boca, nas roupas e no ambiente e dá uma certa "quebrada" na energia que não rola tanto com o vape. A impressão que tenho é que o beck dá uma cansada no cara, uma prostrada. O vape não faz isso, pelo menos comigo nunca fez. Mesmo assim, se eu faço duas sessões de 12 minutos na sequência eu fico MUITO chapado, chega a ser até ruim às vezes.
  9. Depende muito! É dos mesmos fabricantes do Volcano, tem tecnologia alemã e supostamente produz vapor de boa qualidade. Os pontos fracos seriam a bateria de curta duração e uma suposta dificuldade de limpeza. Se é o teu primeiro vaporizador talvez valha mais a pena ir pelo Pax2 ou pelo Arizer Air, mas se quiser fazer esse teste do Crafty e depois relatar aí pra galera, também é uma!
  10. Acho que o risco de inalar vidro não vale a caminhada, irmão, mas cada um sabe de si...
  11. Pode crer, alguém postou isso no começo do ano, eu dei uma lida e uma resumida vários posts atrás. Baita estudo feito numa universidade alemã e publicado em janeiro deste ano, ou seja: bem recente. Lendo ele que eu descobri que o Solo é mais eficiente que o Plenty, por exemplo (que é bem mais caro). Consegue extrair mais THC e CBD (e supostamente todos os demais canabinoides, terpenos e terpenoides) com menos desperdício.
  12. Tamo junto! Devo muito a esse thread aqui porque me ajudou muito na decisão de comprar ou não um vaporizador, qual comprar, onde comprar e como usar, então me sinto na obriga de retribuir o máximo possível, compartilhando informação e ajudando como posso a sanar as dúvidas dos irmãos! abraço!
  13. Lindaço mesmo! O defeito do FireFly segundo vários e vários sites gringos é a bateria. Dura pouco, fica viciada rapidamente e em alguns casos simplesmente para de funcionar. Não comprei por isso: imagina investir quase 1 conto num vaporizador e 3 meses depois ele para de ligar?
  14. Massa saber disso, meu! Eu só tinha lido crítica negativa, e a coisa que mais me grilou era justamente aquele papo de que mandavam os produtos do Brasil, quando não era verdade... Mas que bom que você teve uma experiência positiva e falou sobre ela aqui. Sim, na época eu estava entre o FireFly e o Solo (por conta da qualidade e potência do vapor), e só eles tinham o FireFly. Eu estava quase fechando a compra, mas aí li várias resenhas negativas e desisti (sobretudo por conta desse lance de ter outras empresas que tem estoque aqui). Quando comprei meu Solo da VapeBR tinha tudo pra demorar. Fechei a compra no dia 24 de dezembro. Achei que só ia receber lá pela segunda semana de janeiro, mas no dia 29 já estava na mão! Por isso sempre recomendo eles: se num período crítico como esse foram ágeis dessa forma, imagina numa época mais normal! Hehehe
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