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Chu

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  1. Prezado N-Araq.... agradeço as suas colocações. Obrigado. Infelizmente, não acompanhei as pesquisas sobre MJ nos ultimos 10 anos ao menos, então, novamente, não posso falar dos avanços em bioquímica e bio mol dos canabinoides, porem, ainda assim, insisto em dizer que dos quase 40 mil estudos publicados no PubMed de acordo com o colocado acima, poucos são sobre usuários saudáveis... a maioria foca em molecular ou segurança/eficacia frente a uma indicação. Insisto em dizer que ainda não tem muito investimento em efeitos de longo prazo. Eu não ia ressaltar o fato de que voce criou um usuário novo apenas para responder esta pergunta, ao inves de usar seu usuário que vc provavelmente já tem... por que isso? Bom, eu digo que 15 anos depois ainda uso o mesmo usuário, mesmo que para discutir algo controverso, pois eu mantenho que eu disse, seja aceito ou controverso. Infelizmente, não posso identificar onde trabalho ou qual é minha formação exata, pois não tem muitos profissionais no mercado com o conjunto de formações que tenho, ou seja, ficaria até que facil descobrir quem eu sou. E por mais que minha intenção não seja medir curriculo, acredite, nunca parei de estudar, e 15 anos depois do início deste post, tenho ainda mais relação com ciencias biológicas e pesquisa clinica, vou anualmente a Harvard para dar uma optativa e adquiri um pos-doc e livre docencia... não tenho porque mentir, mesmo até porque algumas pessoas desta comunidade, a muitos anos atras, me conheceram pessoalmente. Quanto à citação do Science of MJ acima, não entendo aonde ela vai de encontro com o que eu falei antes... até porque este livro e sua bibliografia foram uma importante fonte para mim. Não sou arrogante ao ponto de achar que só eu sei as coisas... não. Pelo contrário: sempre fui aberto a novas informações e correções. Porém, infelizmente não sou muito simpático com posts que claramente vem de informação lida em um local na internet... acredito que o conhecimento se constroi de experiencias. Enquanto não houver um livro como "Fundamentals of Cannabis", o conhecimento não vai estar consolidado. A Cannabis vive, ainda nos dias de hoje, sem um paradigma para seguir... cabe a nós estabelecer uma diretiva baseada em informações avilsas até que o paradigma esteja disponivel. E o que vi neste thread foi muita gente se atendo a uma parte da informação como se fosse o todo. Finalmente, o post está aí... quem quiser "acreditar", acredite... quem achar que sabe ou quer acreditar em outra coisa, muito bem, o faça! E compartilhe! Esta é a beleza da internet... tem de tudo, fica a critério de cada um dar credibilidade ou não. Eu ainda insisto que o que coloquei no meu primeiro post neste tópico, é verdadeiro e ainda válido. Peace Chu
  2. Olá a Todos, Sim... o tempo passa... e de forma inexorável... ainda bem! Pois apenas por isso situações como esta podem se realizar... fazem 14 anos que este tópico foi iniciado, e, de alguma forma, a vida me trouxe de volta pra ele... ou trouxe ele de volta pra mim... mas mais do que isso, trouxe o entendimento de que, mesmo na internet, o que a gente aqui faz, aqui fica... Quando este tópico foi iniciado a 14 anos, se me dissessem que em 15 anos metade dos estados dos EUA teriam leis flexíveis quanto a cannabis, eu daria risada... e assim, o tempo, inexorável como só ele, provou ser erroneo o meu suposto riso... se, em 2002, me dissessem que este tópico ainda estaria aqui quase 15 anos depois, eu, tembém erroneamente, teria rido... pois bem, cá estamos! Agradeço a todos pelos comentários através dos anos... sejam eles de suporte ou desafio às minhas palavras. Foram estes comentários que fomentaram a vida deste tópico por todos estes anos, então, muito obrigado!!! Gostaria ainda de dizer que muitas pessoas questionaram a falta de fonte das minhas colocações... novamente, digo que isto ocorreu (e ocorreu sim!) por falta de tempo em anotar e citar fontes... infelizmente não fui tão diligente ao ponto de citar a fonte de cada informação, mas não me arrependo disto, pois tive assim a liberdade de inflexão. Espero que todos entendam, de forma final, que em momento algum minha intenção foi de inventar fatos com o intuíto de "aparecer", mas sim reproduzir o meu entendimento sobre esta questão, entendimento este que veio das mais diversas fontes, nem todas cabendo uma citação. Clarifico que, mesmo 14 anos depois, as principais referencias neste assunto ainda são: The Science of Marijuana. Marijuana Botany. Papers na Bibliografia destes dois livros. Com isso, gostaria de lembrar a todos que durante os 14 anos de "vida" deste tópico, muito mudou... e muito foi descoberto! Tenho certeza porém, que as descobertas adicionaram ao que foi exposto neste tópico, e não as contradizeram. Há muito tempo eu disse que "não tem quase pesquisa alguma sobre os efeitos do uso recreacional da cannabis" e, na verdade, continuo dizendo isso... mesmo com todo o investimento em ciencia de base sobre os efeitos psicotrópicos da cannabis, o conhecimento ainda é incipiente... ainda não estão claras coisas como: Quais são os efeitos de longo-prazo (+20 anos) da cannabis? Qual é a relação farmacocinética e farmacodinâmica entre os differentes canabinóides? Elucidação do caminho metabólico dos endocanabinóides. Qual é o efeito do uso de canabis sobre a memória? O que causa a larica? Ou seja, muito foi descoberto, sim, mas ainda não temos um conhecimento global estabelecido para os componentes da canabis. Por isso, jovens biologos e farmaceuticos, por favor continuem a descobrir o que é atual e a rechear este tópico de novas informações. Sejam elas compatíveis com o que já foi dito, ou não! Quanto a uma generalidade... por enquanto estou contando 20 anos exatos de relação com MJ, e não vejo eu parando... a vida continua, acredito que sem problemas causados pelo uso... continuo estudando, ensinando, trabalhando, e fazendo progresso nestas frentes... ou seja, a MJ ainda não destruiu minha vida... lol... Agradeço novamente pela insistência neste tópico... e prometo voltar a olhar ele antes de outros quase 15 anos! Peace Chu
  3. Olá, passando rapidamente. O colesterol também é proveniente do ac. aracdônico. Em livros de bioquímica sempre tem um esquema com setas mostrando as vias biossintéticas que partem do ac. aracdônico. Alguém perguntou se eu fumo??? Não não, quase nada... (Tabaco blah!!! MJ yahoo..... Deixem-me fazer uma colocação válida neste ponto da discussão. Este thread já tem um bom tempo, desde então várias coisas estão mudando. Novas descobertas foram feitas, algumas idéias antigas são cada vez mais aceitas e outras cada vez menos aceitas. Novos estudos saem todos os dias... Peace Chu
  4. Aí Trance, excelente levantamento. Já vi que vou levar meses até conhecer todas as indicações. Obrigado Chu
  5. Olá bil, Vc disse que a planta já tem tres meses de florescimento, certo? o que me parece é que esta planta simplesmente passou do ponto, e está num estágio avançado da vida, quase morrendo de "causas naturais". Os pistilos caíram/definharam porque a época reprodutiva da planta já passou completamente. Talvez a chegada do frio mais intenso tenho acentuado o processo de senescência da planta. Não vejo sinal algum de hermafroditismo ou reversão na sua planta. Eu recomendaria que voce voltasse no tempo um mês e colhesse a planta, mas como isto é impossível contente-se em colher agora e planejar melhor da próxima vez. Qual é a procedência desta planta? sabe a variedade? Saber isto ajuda na hora de acertar o tempo certo da colheita. Obs.: Lindas fotos, ótimos closes. Que camera vc usou? alguma dica específica? Tenho uma boa camera, mas não tenho técnica alguma. Eu agradeceria muito se voce iniciasse um thread tipo "Fotografando Cannabis", com algumas dicas de fotografia. Obrigado. Peace Chu
  6. Aí galera, eu tenho gastrite e, na maioria do tempo, uma leve queimação. Tudo bem, eu admito que eu só como porcaria, mas mesmo assim enche o saco. Eu notei que a erva melhora os sintomas para a maioria, mas para mim, piora muito... Quando a gastrite tá pegando mesmo, é quase impossível de dar uns pegas. Vai entender... Peace Chu
  7. Olá, acho que esta informação é infundada. Procurei em um livro chamado "The Science of Marijuana" qualquer referência sobre danos de longo prazo aos olhos e visão, e nada consta. Este livro é o relatório da posição oficial do governo Britânico sobre a maconha. Então, oficialmente, maconha não causa nenhum mal aos olhos e visão à longo prazo. De qualquer modo, quaisquer referências sobre este assunto seriam interessantes. P.S.: E aí Saulo, irmão. Já faz uma cara que a gente não se tromba em uns threads... Um abraço. Peace Chu
  8. Olá para todos... Boi agro, "mas não explicaste o mais importante que que o nosso corpo não assimila moleculas sinteticas mas sim moleculas como se encontram na natureza funcionado em sinergia umas com as outras" -----> Bom, discordo completamente desta sua afirmação. Cada fármaco tem uma ação específica e isolar compostos de uma mistura ou extrato é a grande fonte de medicamentos da humanidade. Na verdade a maioria das "moleculas como se encontram na natureza" estabelecem entre si uma relação sinergística que acaba por ter um efeito tóxico ou, ao menos, indesejado em humanos (mamíferos em geral...). A chave é justamente extrair todas as entidades químicas em um extrato bruto e aí trabalhar no sentido de isolá-las e caracterizá-las individualmente até que o princípio ativo em si seja encontrado. Muitas vezes são feitas modificações estruturais nestas moléculas naturais para que seu efeito seja modulado, o que as tornam moléculas sintéticas. E assim são justamente as moléculas sintéticas que são utilizadas controladamente. "por isso e que muitos medicamentos tem efeitos secundarios eles querem isolar so um principio activo para poder criar uma patente $$$$::: mas esquecem os principios basicos da natureza" --------> Na verdade efeitos secundários (ou colaterais) ocorrem em sua maioria devido a nossa ignorância quanto à totalidade do funcionamento das drogas que julgamos úteis terapeuticamente. Por exemplo: conhecemos um remédio X que abaixa a pressão por inibir a enzima A. De repente, anos e anos depois do início das vendas do remédio X é descoberto que ele também age inibindo a enzima B causando um efeito secundário. Apesar de não conhecermos completamente o mecanismo de ação de remédio X, ele ainda assim, no fim das contas, serve para abaixar a pressão. Logo a patente envolvida com este remédio, apesar de sofrer modificações, continua válida. E nenhum "principio basico da natureza" foi esquecido. Bom, ao se fazer um extrato de maconha e depois fracionar este extrato acaba-se com uma infinidade de substâncias. Algumas delas são canabinóides e alguns poucos destes canabinóides têm efeito psicotrópico. Entendendo a ação de cada um deles é possível que se mostrem poderosos agentes terapeuticos em diferentes composições e concentrações para diferentes enfermidades. Só o tempo dirá... Peace Chu
  9. Olá NewbieHemp, a sua pergunta é boa... Bom, vamos inverter as partes: "No carnaval eu fumei todos os dias, às vezes de dia e a noite. No último dia, já nem conseguia distinguir se tava doidão." -- Agora sim, chegamos ao ponto inicial. Daqui para frente toda vez que eu disser THC na verdade estarei me referindo à um conjunto de moléculas da classe dos canabinóides. Bom, o THC se liga à receptores bem específicos em células nervosas do SNC (sistema nervoso central). Conforme a ingestão de THC aumenta um numero cada vez maior de receptores é preenchido com THC. Agora vamos supor que vc ingeriu 15 moléculas de THC mas vc só tem 10 receptores de THC no seu SNC (numeros totalmente hipotéticos). Neste ponto vc estaria SATURADO, ou no jargão científico “desensitivado”, por THC. Se vc ingerir mais THC não fará diferença alguma, simplesmente porque seu organismo não tem mais receptores livres para que o THC aja. "Todo mundo concorda que as melhores ondas de maconha são as primeiras, né? Pois é, tenho percebido que aos poucos minhas ondas vém ficando mais fracas." -- Isto é unânime. Porém este fenômeno é diferente, e muito mais complexo biologicamente do que o descrito acima. O uso prolongado “acostuma” (metabolicamente) o organismo a certa quantidade de THC, sendo que com o tempo vc precisa ingerir mais THC e ainda assim não ter uma “lombra” tão intensa. Este efeito é chamado de “Síndrome da tolerância” ou mais popularmente apenas TOLERÂNCIA. É claro que precisamos descontar o efeito psicológico que o hábito traz: na primeira vez que vc fuma é novidade, depois de um tempo já é hábito ou ao menos não mais uma novidade. ENQUANTO A SATURAÇÃO É UM EFEITO IMEDIATO DO CONSUMO EM GRANDE QUANTIDADE, A TOLERÂNCIA É UM EFEITO A LONGO PRAZO DO CONSUMO CRÔNICO. Ambas são fatores determinantes quanto ao efeito da droga e podem ocorrer simultaneamente. Vale ainda destacar que os conceitos de Saturação e Tolerância são válidos para praticamente todas as substâncias para as quais existam receptores, sejam drogas, fármacos, poluição ou até mesmo alimentos. “Fiquei sabendo também que, em média 24 horas depois da exposição, os níveis de THC não são mais detectáveis” – Cheque as suas fontes, pois isto não é verdade. È possível analisar com precisão o nível de THC no corpo por cerca de 3 semanas após um consumo único. É ainda possível somente detectar THC, sem dizer a quantidade exata por cerca de 8 a 12 semanas após um consumo único. Após 24 horas o detector de THC apita até explodir... “Sei também que o THC se aloja em tecidos adiposos do nosso corpo... 2) Seria possível ingerir alguma coisa que limpasse o organismo do THC?” – Bom, THC é lipo solúvel, e portanto, seus resíduos ficam alojados no tecido adiposo. Uma boa maneira de apressar um pouco o processo de eliminação de resíduos de canabinóides do organismo é aumentar o metabolismo de lipídios e ácidos graxos, ou seja, fazer academia, esteira, bicicleta... Peace Chu
  10. Aí Kju, valeu pela info. Amanha procuo esta referência. Para mais informações sobre anandamida e outros visite a página da CalBiotech, uma empresa que fabrica todos os tipos de ligantes. www.calbiotech.com Lá existe informação de todo o tipo, incluindo referências, sobre os compostos. Peace Chu
  11. Olá Kju, Bom, vamos um pouco mais fundo na história... Sempre caímos na bioquímica hein... A anandamida na verdade é um derivado do ácido aracdônico. O ácido aracdônico é formado à partir de reações de “dobramento” de um grupo –acyl linear proveniente de fosfolipídios. Por ser inicialmente uma seqüência de apenas C e H o ac. aracdonico é uma estrutura bastante “plástica” podendo tomar várias formas. Hormônios como testosterona e estrógeno são provenientes de vias metabólicas que começam com o ac. aracdonico. Além da Anandamida existe uma série de outros ligantes dos receptores CB1 E CB2 que são na verdade anandamidas modificadas, muito levemente. O nome verdadeiro da anandamina é Arachidonylethanolamida. O exemplo que vc citou, o 2-arachidonylglycerol também tem um nome comercial: 2-AG ou 2-Ara-Gl.. A única diferença entre o 2-AG e a Anandamida é que em uma das pontas a anad. tem um OH e o 2-AG tem um C a menos e 2OH. Existem ainda mais 5 outras substâncias muito parecidas: o AM404, o ACPA, o AEG, o ACEA e o AA-5-HT. Viu, na verdade eles todos são praticamente a mesma coisa, têm até praticamente o mesmo nome... P.S.: a referência que você citou não seria D. Petrocellis et al, 1998. Ou Stella, N et al, 1997. seria??? Peace Chu
  12. Aí Bob, a vida tá corrida... Não desencana da Bioquímica não, que ela pode te explicar muita, mas muita coisa. O que parece um bando de leis que governam um monte de moleculas de merda na verdade é a alma e a resposta de virtualmente todas as perguntas. Mas isso é a minha opinião, um tanto quanto parcial... Bom falar com vc. Peace Chu
  13. Não tinha reparado na intimada que o Kottonmouth me deu... Bom, a célula de Schawann tem todo um sistema interno de membranas que formam a bainha de mielina. Agora pensa comigo (até um macaco conseguiria): A célula de schwann tem toda uma regulação do seu metabolismo para se sustentar. Com uma droga agindo este metabolismo é perturbado. Sendo a produção de mielinas em geral a principal função das células de schwann, vc acha que isso não é prejudicado??? Procure um paper que diga isso deste modo, curto e grosso. Vc não vai achar. Porque? Simplesmente porque os papers do assunto são bastante específicos, e sua reunião é ainda bastante inconclusiva. De qualquer modo, precisamos nos segurar em alguma idéia que tenha algum embasamento para prosseguir... Não tenho acesso ao PubMed aqui de casa, mas amanhã eu posto o review sobre o assunto, publicado, eu acho, na PNAS. Abraço Chu
  14. Olá, qto tempo!!! Fico feliz de ver que o thread continua... Mas a minha vida tb continua, por isso tá difícil de voltar pro growroom. Gosto de ver críticas construrivas. Por favor, tenham em mente que qualquer informação que eu tenha postado, ou venha a postar, neste thread foi a mim passada desta maneira, não havendo motivo algum para que eu invente coisa alguma. Se alguém duvida ou discorda do que eu falo, muito bom, assim tenho indícios da imperfeição, ou ao menos da não-unanimidade, do meu conhecimento. Estou postando hoje mais por indgnação: algumas coisas muito estúpidas foram ditas ultimamente neste thread, e eu tentarei contorná-las. Zaratrosta -- O THC age nas sinapses??? Só se for nas suas... O THC, assim como comprovadamente 122 dos 163 canabinóides conhecidos, é agonista dos receptores CB1 e CB2, sendo que o primeiro é metabotrópico e o segundo ionotrópico. Conhece-se atualmente apenas um agonista endógeno dos receptores de canabinóides (CB1 e CB2), a amandamina (Sigma). Ambos os receptores são expressos APENAS nas células de Schawann, que são as células que formam a bainha de mielina, preferencialmente na região do hipocampo glial. Logo, o THC não age nas sinapses... Kottonmouth -- O seu nick diz bastante sobre sua aparição no thread... Não gosto de dar esculacho nos outros, mas... Putsgrila!!! Os seus conceitos de solubilidade e dissociação estão um pouco bagunçados... Algo que é lipossolúvel não é degradado por gordura, mas sim é solúvel em gordura. Uma molécula lipossolúvel continua com, basicamente, a mesma estrutura na forma sólida ou na forma solubilizada (no caso em gordura). Logo, seja lá o que vc quis dizer, foi meio mal... Sem recentimentos... Aos demais, repito que grande parte do meu conhecimento aqui exposto provém de anos e anos de trabalho, estudo e convívio com pessoas da mais alta respeitabilidade nas áreas de Biofísica, Neurofisiologia e toxicologia. É obviamente impossível que resuma este contato à apenas algumas publicações esparças. Se para vc o importante são referências bibliográficas, então eu sinceramente não sei o que vc está querendo neste thread, uma vez que tudo que vc quer está aí, em algum lugar da net. Eu, por outro lado, estou aqui apenas tentando passar adiante conhecimentos que nem eu, nem vc, nem ninguém vai achar prontos em nome de um autor... Acredite no que quiser... Abraço Prof. Dr. Chu, Ph.D (Vc acha que eu ia dizer meu nome...)
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