Sgt. John Pepper

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Sobre Sgt. John Pepper

  • Data de Nascimento April 9

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  1. Maconha deve ser plantada na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Foto: Pixabay Maconha poderá ser cultivada na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) para que medicamentos sejam produzidos no Laboratório Industrial Farmacêutico da Paraíba (Lifesa). Da cannabis são extraídos cerca de 500 elementos que podem ser base de remédios, entre eles o canabidiol (CBD) e tetrahidrocanabinol (THC). Uma reunião na sede do Ministério Público Federal (MPF), em João Pessoa, avançou na criação de um convênio inédito para que a erva paraibana seja pesquisada e ganhe registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o procurador da República José Godoy Bezerra de Souza, um dos próximos passos é solicitar autorização de cultivo da planta pela UFPB para que a universidade e o Lifesa desenvolvam pesquisa para registro do medicamento. Além de José Godoy (que responde também pelos Direitos do Cidadão), participaram da reunião que aconteceu na sexta-feira (9) o diretor do Lifesa, Sérgio Augusto da Motta, a professora do Departamento de Fisiologia e Patologia da UFPB, Katy Lísias Gondim Dias de Albuquerque e a coordenadora de convênios da UFPB, Verônica Lins de Araújo Macedo. As negociações para a produção do medicamento à base de maconha em escala laboratorial, em parceria com a UFPB, já ocorrem há mais de um ano. Em maio de 2017, a vice-presidente da Liga Canábica, Sheila Geriz, informou que a entidade estava trabalhando numa parceria para que a universidade cultivasse a cannabis, produzisse os óleos e começasse a fazer estudos clínicos com os pacientes que já utilizam os óleos extraídos da maconha. Eficácia do medicamento Documentos médicos e artigos científicos indicados pelo MPF em ação judicial, que já garantiu o cultivo da maconha na capital da Paraíba, exclusivamente para fins medicinais pela Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), apontam inexistir dúvidas sobre a eficácia do uso dos óleos da cannabis no tratamento de crises epilépticas e outras doenças. Seu uso já é autorizado em vários países como Inglaterra, Nova Zelândia e Canadá e em mais de 20 estados norte-americanos. Fonte: Redação OP9
  2. Olá a todos os membros que cá estão. Nesse momento estou passando por problemas familiares a respeito do meu passado/presente em relação a maconha. Caso é, que como muitos somos rotulados de Drogados, Vagabundos e outras injurias. O problema é relacionado a minha irmã, que por se achar a Cleópatra, a Deusa do universo e dona da razão, está infernizando minha vida, fazendo ameaças graves, cometendo injurias e estou temendo pela minha liberdade e vida. Faz uma semana e um dia desde hoje que não consumo Cannabis. E sei que a qualquer momento a bomba vai estourar e envolver a PM. Gostaria de saber, se a polícia poderia e tem o direito de obrigar-me a fazer Exame toxicológico. Eu sou de maior e tenho 20 anos. Queria saber os meus direitos de cidadão e quem poderia recorrer para ajudar no meu caso. Estou confuso a respeito disso e gostaria da ajuda de todos os membros. Obrigado pela atenção de todos e fiquem na Paz. Amor sob Vontade
  3. Olá, ótimo avatar 

    1. MAJOR GANJAH

      MAJOR GANJAH

      B) 

      this is bat country

       

    2. Sgt. John Pepper

      Sgt. John Pepper

      Agradecido meu caro. A Savage Journey to the Heart of the American Dream 

  4. A relação dos Beatles com a maconha se intensificou no período de gravação do Rubber Soul de 1965, foi realmente um "tapa" na mente dos quatro garotos de Liverpool. Eles puderam por fim, se dedicar a novos experimentos musicais e consequentemente tornarem-se afrente a sua época. O uso intensivo da substância LSD, foi no período de 1966 ainda no álbum Revolver e posteriormente mais dedicada no álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band de 1967. Uma curiosidade, é que certa vez John Lennon teria tomado ácido nos estúdios A do Abbey Road e convidado George Martin a ir no terraço com ele. Por fim, ele viajou nas estrelas que iluminavam a cidade Londrina.
  5. Tive a liberdade de colocar minha playlist também, se não for nenhum incomodo..
  6. Hunter S. Thompson (1937-2005) (Hunter em Cozumel, México, 1974. Foto: Al Satterwhite) “Sempre amei a maconha. Ela tem sido uma fonte de alegria e conforto para mim por tantos anos. E eu ainda acho que é uma das coisas básicas da vida, ao lado da cerveja, gelo e grapefruits –e milhões de americanos concordam comigo.” Norman Mailer (1923-2007) https://www.youtube.com/watch?v=H729_DYd_V0 “O efeito da maconha em alguém é sempre existencial. Pode-se sentir a importância de cada momento e como isto nos afeta. É possível sentir a própria essência, tornar-se consciente do enorme mecanismo do nada –o zumbido do aparelho do som, o vazio de uma interrupção sem sentido. Nos tornamos conscientes da guerra dentro de cada um de nós, e como o nada dentro de nós busca atacar a essência dos outros, e como nossa essência, por sua vez, é atacada pelo nada dos outros.” Carl Sagan (1934-1996) (O astrônomo e escritor Carl Sagan: “Não esqueça, nada de cartazes no espaço”) “Minha experiência com a cannabis melhorou muito minha apreciação da arte, um tema que nunca pude apreciar antes. O entendimento do propósito do artista, que eu obtenho quando estou chapado, algumas vezes continua quando estou de cara. Esta é uma das muitas fronteiras humanas que a cannabis me ajudou a transpor. Tem também algumas sacadas relacionadas à arte –eu não sei se elas são verdadeiras ou falsas, mas foram muito divertidas de formular. Por exemplo: passei algum tempo doidão apreciando o trabalho do surrealista belga (na verdade francês) Yves Tanguy. Alguns anos mais tarde, ao emergir depois de um longo mergulho no Caribe, afundei exausto na praia formada pela erosão de um recife de coral nas proximidades. Examinando à toa os fragmentos arqueados de coral em tons pastel que formavam a praia, vi diante de mim uma pintura de Tanguy. Talvez ele tenha visitado uma praia assim na infância.” (leia o texto completo de Sagan sobre a maconha aqui. Em inglês.) https://www.youtube.com/watch?v=mOwWCQauNQw Alexandre Dumas (1802-1870) (Dumas em 1855) “Julgue por si mesmo, senhor Aladim –julgue, mas não se resuma a uma só tentativa. Como tudo o mais, precisamos acostumar os sentidos a uma primeira impressão, suave ou violenta, triste ou alegre. Há uma luta em nossa natureza contra essa substância divina –nas naturezas que não são feitas para o prazer e se aferram à dor. É preciso que a natureza subjugada sucumba no combate, o sonho tem que vencer a realidade e o sonho reinar supremo; então o sonho se transforma em realidade e a realidade se torna sonho. Mas que mudanças ocorrem! Apenas pela comparação da dor da existência verdadeira com as alegrias da existência assumida é que você desejará não mais viver, mas sonhar para sempre. Quando você retorna a esta esfera mundana de seu mundo visionário, é como se trocasse uma primavera napolitana pelo inverno da Lapônia –deixar o Paraíso pela Terra, céu pelo inferno! Experimente o haxixe, meu hóspede –experimente o haxixe.” (em O Conde de Monte Cristo) Stephen King (1947-) (Stephen King em ilustra de CrisVector) “Eu acho que a maconha deveria não só ser legal como deveria ser uma indústria caseira. Seria maravilhoso para o Estado do Maine. Tem uma erva muito boa plantada em casa. Tenho certeza que seria ainda melhor se fosse possível cultivar em estufas, utilizando fertilizantes…” Friederich Nietzsche (1844-1900) (Nietzsche: óleo sobre tela de Edvard Munch, 1906) “Quando a gente quer se livrar de uma pressão insuportável o haxixe é necessário.” Gilberto Freyre (1900-1987) (Foto: Fundação Gilberto Freyre) “Já fumamos a macumba ou diamba. Produz realmente visões e um como cansaço suave; a impressão de quem volta cansado dum baile, mas com a música ainda nos ouvidos.” (nas notas de Casa Grande & Senzala) Ramon Del Valle-Inclán (1866-1936) (O espanhol Valle-Inclán fotografado por Alfonso em 1930) –O México me pareceu um país destinado a fazer coisas maravilhosas. Tem uma capacidade que o mundo não sabe admirar em toda a sua grandeza: a revolucionária. Através dela avançará e evoluirá. Dela… e do cânhamo índico, que lhe faz viver em uma exaltação religiosa extraordinária.–O cânhamo índico?–A erva maconha ou cânhamo índico, que é o que os mexicanos fumam. É o que explica seu desprezo à morte, que lhes dá um valor sobre-humano. (entrevista ao jornal El Heraldo de Madri, 1918) Charles Baudelaire (1821-1867) (Baudelaire em daguerreótipo de 1850) “Eis a felicidade! Uma colherinha bem cheia! A felicidade com toda a sua embriaguez, todas as suas loucuras, todas as suas criancices! Pode tomá-la sem medo; ninguém morre por causa disso. Seus órgãos físicos não sofrerão dano algum. Talvez mais tarde, se recorrer muitas vezes ao sortilégio do haxixe, diminuirá sua força de vontade e você será menos homem que agora; mas está tão longe o castigo e é tão difícil determinar a natureza do futuro desastre! Que risco você corre? Um pouco de cansaço nervoso no dia seguinte. Mas você não se expõe todos os dias a castigos maiores por menores recompensas?” (em Os Paraísos Artificiais) Fonte: Socialista Morena
  7. Aos 81 anos, Willie Nelson, uma das maiores lendas do folk, anunciou o lançamento da Willie’s Reserve, uma marca de maconha que será comercializada em todos os estados norte-americanos que legalizaram o uso da droga. Nelson terá como parceiro o empresário Michael Bowman, um dos maiores incentivadores do antiproibicionismo nos Estados Unidos. Os produtos chegarão às lojas em 2016, sendo distribuídos apenas em lojas físicas. Em entrevista ao Daily Beast, Bowman afirmou que o antiproibicionismo tem como objetivo resolver questões que vão além da liberdade individual do usuário. "Todos os anos gastamos milhões de dólares em uma guerra perdida, todo esse dinheiro poderia ser revertido para o tratamento de viciados e educação sobre o uso. O proibicionismo certamente é mais danoso do que a regulamentação do uso da maconha" A ação do cantor é reflexo da exploração de um novo mercado. Apenas no Colorado, estado no qual uma decisão histórica permite o uso e o cultivo da droga, o produto arrecadou US$ 1 bilhão. Fonte: Rolling Stones
  8. Obrigado pela correção de "Tomorrow Never Knows" e pelas informações a mais. Encontrei um vídeo em que falam sobre o encontro com Bob Dylan. https://youtu.be/g9O8M9wpNJw?t=9m52s
  9. No livro "The Beatles Anthology", lançada em 2000 por George Harrison, Ringo Starr, Paul MCartney e Yoko Ono, viúva de John Lennon. No livro, Harrison conta que o primeiro cigarro de maconha do grupo foi fornecido por um baterista de outro grupo de Liverpool. “Me lembro que nós fumamos no camarim da banda durante um show em Southport e todos nós aprendemos a dançar o twist naquela noite”, recorda ele. Em outros trechos, citações de John sugerem que o grupo experimentou a droga pela primeira vez em 1960. Não acho que eles achavam nocivos a maconha a ponto de comparar com a heroína. Mas quem tiver alguma referência a isso, por favor comente abaixo.
  10. Matéria publicada no site Dylanesco. De uma maneira didática (e superficial), podemos afirmar que Bob Dylan e Beatles tiveram importâncias distintas nos anos 60: enquanto os Beatles transformaram o rock em um produto focado na juventude, com uma forma mais ampla do que a geração roqueira da década anterior, Bob Dylan expandiu os conteúdos das letras, introduzindo uma linguagem mais poética e sugerindo questionamentos contemporâneos nas músicas que tocavam em rádio. Assim, Beatles está para forma como Dylan está para o conteúdo das canções dos anos 60 (como eu disse, de uma maneira bem didática). Ainda assim, é inegável a relação mutualística entre os dois. Ao ouvir os Beatles, Dylan afirma que percebeu que uma linha havia sido traçada, um marco na história da música pop. Já Lennon compôs várias músicas sob influência dylanesca. Ian MacDonald afirma que I’m a Loser, gravada no dia 14 de agosto de 1964 e lançada no álbum Beatles For Sale, foi a primeira música composta por Lennon que aflorava essa referência (ou reverência). Contudo, talvez o maior benefício de Dylan na carreira dos Beatles não estava nas suas letras ou em sua sonoridade, mas num encontro nebuloso entre as duas super-potências do pop. A data é imprecisa. Alguns autores afirmam que o encontro ocorreu dia 24 e outros informam que a data foi dia 28 (o vídeo abaixo informa que foi 30/08). O fato é que em agosto de 1964, após um show feito pelos Fab Four em Forest Hills, o grupo se encontrou com Dylan no Hotel Delmonico, em Manhattan. Após serem apresentados pelo amigo em comum Al Aronowitz, Bob Dylan tirou um baseado e ofereceu aos jovens de Liverpool. A lenda é que Bob Dylan achava que os Beatles eram íntimos da droga, pois ao ouvir a música I wanna hold your hand, Dylan interpretou “I get high” ao invés de “I can’t hide”. A verdade é que os Beatles sempre foram usuários de álcool, mas nunca tiveram contato com o “cigarro dos artista”. Durante a experiência, Paul McCartney ficou surpreso com a sensação e pediu que para que seu gerente de palco, Mal Evans, escrevesse tudo que dissesse. Durante a viagem, ele descobriu o significado da vida e, segundo as anotações de Evans, a resposta era: existem sete níveis. O canal do Youtube Meth Minute 39 publicou há algum tempo um vídeo que ilustra esse famoso encontro que resultou numa mudança drástica na abordagem muscial do quarteto. O mais irônico é que a influência da maconha na música dos Beatles não agradou Dylan. Segundo Marianne Faithfull, em um outro encontro entre Bob e McCartney, o baixista dos Beatles mostrou sua útlima criação, a psicodélica Tomorrow Never Knows. Ao colocar o vinil no toca-discos, Paul, que estava entusiasmado, deu um passo para trás e esperou o retorno de Dylan. Bob, ao ouvir, simplesmente saiu da sala.