JUCOLOKO

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Sobre JUCOLOKO

  • Data de Nascimento 08/07/1986

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    Culinaria, Leis , Comportamento, APPP

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  1. No programa Roda Viva do dia 08/10 o diretor do filme "Tropa de Elite", Jose Padilha, defendeu abertamente a legalização da maconha. Ele disse que não sabia porque o alcool é liberado e a maconha não. E que ate tendia a acreditar que a maconha fizesse menos mau que o alcool.Falou tambem que usar drogas não praticamente não era crime e que o usuario era obrigado pela proibição imposta pelo estado a comprar de traficantes. Daqui a pouco alguem deve por um video no Youtube ai eu coloco aqui.
  2. Bem legal essa ideia Need . A associação de usuarios medicinais são importantes para os usuarios medicinais terem seus direitos garantidos e ajuda muito para exigirmos mudanças na lei. Parabens pela ideia. Não sou usuario medicinal, mas se precisar de uma força estamos ai .... E esse livro Sergio, você conseguiu uma copia eletronica ? Tem como mandar pra mim tambem ou então publicar uma parte aqui no Grow ???
  3. Parabens Alma .... Bela ideia a sua ... Pena que eu não planto, mas vou passar para alguns amigos meus ... Força na sua pesquisa.;;.;;
  4. Muito legal a ideia ,,,, Vamos nos unir pra construir um movimento forte e nacional ...
  5. Valeu galera ,.,,, O meu já chegou aqui, com dedicatoria da autora e tudo ,,,, valeu ,,,
  6. Acredito que já teve um topicó sobre a Nova Lei anti-drogas, que nem é mais tão nova assim.
  7. OS EFEITOS ECONÔMICOS DA CANNABIS Pesquisas revelam o vigor bilionário da economia da maconha e os hábitos de seus consumidores mundo afora. Walter Fanganiello Maierovitch A concorrência está acirrada no Brasil. Nos grandes centros urbanos, exceção à cidade baiana de Salvador, o papel de seda gomado Colomy vem perdendo mercado. As grandes bancas de jornais e revistas das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro foram inundadas pelo espanhol Smokingpaper, fabricado em Barcelona, e pelo londrino Rizla Imperial Tobacco. Como novidade, essas novas marcas apresentaram papéis de seda resinados, no tamanho "extra long". Eles são apropriados, em medida e neutralidade, para confeccionar cigarros de maconha, que, segundo os consumidores, devem ser grossos no conteúdo e longos de maneira a permitir alguns giros pelas pacíficas "rodas de fumo". Também, nada da antiga moda das zonas rurais à base de palha de milho, considerada própria apenas para envolver o tabaco de corda, de uso individual. As embalagens contendo o especial papel são coloridas e sofisticadas, com 33 unidades manufaturadas com marca-d'água, certamente para evitar contrafações. Cada embalagem custa R$ 3,60 e as qualidades do produto espanhol podem ser verificadas no site www.smokingpaper.com. A Smokingpaper e a Imperial Tobacco negam estar fornecendo papéis para os "baseados". No Reino Unido, no entanto, o pesquisador Andy Davidson desmentiu o imperial fabricante londrino. Ele realizou o primeiro estudo científico sobre os efeitos econômicos do crescente consumo de erva canábica sem se esquecer dos gastos e lucros conseqüentes. Por exemplo, notou que as vendas dos papéis gomados cresceram, no último ano, 16%, ao passo que as vendas do tabaco em corda ou picado caíram 11%. Como se nota, a Imperial Tobacco vestiu saia- justa e preferiu ficar na muda. No mercado do Reino Unido, ainda conforme Davidson, a economia da cannabis e dos seus acessórios influenciou o PIB em face de um movimento superior a 11 bilhões de libras esterlinas (cerca de R$ 53 bilhões). O consumo propriamente dito da erva contribuiu com 5% desses 11 bilhões esterlinos. Os outros 6% foram decorrência, ou melhor, ganhos dos tais acessórios. Por exemplo: a comida comprada em razão da alteração do apetite do consumidor da maconha, algo conhecido popularmente no Brasil como "larica", e que mira basicamente nos doces. O comportamento do consumidor da cannabis mostrou uma prevalente tendência de permanecer "relaxando" em casa. Ouvindo música, namorando, assistindo a filmes alugados nas locadoras ou exibidos nas caras TVs a cabo, tudo na companhia de poucos amigos canábicos. Uma arquiteta de 29 anos, ouvida na pesquisa, narrou: é melhor não sair mais no sábado à noite. Os locais estão lotados de idiotas. Melhor ficar em casa, com uma boa "maria" (marijuana) e a coleção de DVDs". Para outra entrevistada, a noite ideal é a da quinta-feira, "fazendo amor, fumando marijuana, ouvindo música ou assistindo à TV a cabo". Com efeito, na pesquisa de Davidson ficou visível, no levantamento dos "efeitos econômicos" da cannabis, a influência marcante do item relativo ao acompanhamento acessório do consumo da cannabis: um cômodo sofá e um aparelho de som foram considerados melhor opção do que sair de casa e enfrentar, nos fins de semana, a violência, o trânsito pesado e as discotecas com pessoas ligadas em outra faixa, ou seja, das psicoativas metanfetaminas, do tipo ecstasy ou flatlyner. Outro exemplo desse filão econômico pode ser buscado na holandesa e anual Cannabis Cup. Para fazer parte do corpo de jurados e degustadores dessa competição das melhores misturas com emprego de cannabis, paga-se US$ 225. Os organizadores do torneio, que envolve 26 coffee shops de Amsterdã, mantêm uma agência de viagens e reservas pelo site www.hightimes.com. No último verão, a estrela da experimentação foi o novo e artificial superskunk AK47, com grande porcentual de concentração do princípio ativo, chamado tetraidrocanabinol. Aos poucos, o AK47 será vendido na Suíça em sachês aromáticos, a forma pela qual o comércio fatura e os helvéticos disfarçam a compra da cannabis. É claro que o turista interessado em fumar maconha nos cafés holandeses gasta – e aí volta a entrar o levantamento do acessório realizado por Davidson – com lanches, hotéis, passagens, restaurantes, museus, etc. Em outras palavras, para cada 20 euros de consumo de skunk, gastam-se 200 euros com hospedagens e atividades de entretenimento. Todo ano, a Holanda recebe 10 milhões de turistas que gastam 2,45 bilhões de euros. Segundo uma agência européia que se dedica às análises e pesquisas sobre o comportamento de jovens, a cannabis, incluídos os derivados, movimenta anualmente no mercado europeu de 12 bilhões a 24 bilhões de euros. Pelo levantamento, 33% dos jovens europeus já usaram maconha pelo menos uma vez na vida. Na Holanda, é proibida, fora de casa, a posse de cannabis para uso próprio. Nos cafés credenciados, admitem-se o fornecimento e o consumo, tendo sido fixado, para cada estabelecimento, uma venda diária não excedente a meio quilo. No caso, os comerciantes podem cultivar o cânhamo em pequenas áreas ou utilizar estufas e iluminação especial para germinação e desenvolvimento. Ao contrário do Brasil, a legislação da Holanda não admite buscas policiais domiciliares para flagrar consumidores de drogas. Essa política holandesa, admitindo com restrições o uso lúdico, teve por objetivo afastar o consumidor do traficante. E o traficante de drogas pesadas passou a ser mais bem enfrentado pela polícia. Seguindo essa linha holandesa, a polícia londrina, nos bairros de Brixton e Lambeth, deixou de prender, por seis meses, usuários de cannabis. Os policiais concentraram-se nos narcotraficantes e esqueceram o usuário de drogas ligeiras, consideradas aquelas que permitem o trabalho normal no dia seguinte. Nos dois bairros experimentais, o aumento do consumo da cannabis não cresceu, a violência diminuiu e os traficantes passaram a ser efetivamente incomodados pelos policiais, antes interessados em estatísticas com usuários, para mostrar serviço. Outro dado significativo decorreu de o consumo de cannabis naturalmente inibir a ingestão de bebida alcoólica. Por isso, no próximo verão britânico, a maconha será classificada como droga da Classe C. Como decorrência, a polícia poderá deixar de prender o usuário e não haverá processo criminal. Vale lembrar, ainda, que 15 milhões de britânicos utilizaram cannabis uma vez nas suas vidas. O número de consumidores regulares de maconha na Grã-Bretanha foi estimado em 6 milhões e, conforme Davidson, eles representam um universo superior aos que praticam jogging e futebol aos domingos. Em dia de folga, cada um desses 6 milhões gasta, apenas com os acessórios decorrentes do uso, como por exemplo o papel vendido pela Imperial Tobacco e fósforos, 20 libras esterlinas. A tendência européia, até para conter a violência das gangues, é fechar os olhos para o consumo da maconha. Sendo uma droga que acalma e relaxa, e cujo emprego não vem associado ao álcool, as políticas européias centraram a proibição em outros comportamentos. O grande problema europeu – e no Brasil tais usos costumam chegar um ano depois – é a droga chamada speedball. Essa droga é uma mistura de heroína, cocaína e crack e sempre causa dependência física e psicológica. Um ex-diretor de presídio chegou a lembrar que a maconha era o tranqüilizante que evitava movimentos paredistas e rebeliões na antiga Casa de Detenção de São Paulo, com seus mais de 5 mil presos amontoados. Quando chegou a cocaína, de efeitos psicoativos, a violência virou a regra. Por outro lado, um soldado contou sua experiência no policiamento de um jogo de futebol no Estádio do Pacaembu em São Paulo, com calmos torcedores "queimando fumo" na geral e pacientes soldados como "fumantes passivos". Com a banalização da cocaína, concluiu esse policial, as torcidas viraram gangues organizadas, em face de aditivadas pelas drogas psicoativas. A pesquisa de Andy Davidson revelou que, no Reino Unido, a cannabis está ficando mais popular do que o cigarro e as empresas de propaganda possuem projetos de como incluir, nos lançamentos de produtos que seguem o consumo da cannabis (CDs, DVDs, viagens, cachimbos, TV a cabo, comida em sistema delivery, etc.), cenas do cotidiano jovem. Sabem esses publicitários ingleses que 44% das pessoas fumam maconha, numa faixa de 16 a 29 anos. No Brasil, a realidade é diversa, em especial nas classes média e alta: pais e mães, num ato de fé, fazem de conta que inexiste a possibilidade de os filhos estarem a fumar e os filhos, num ato de contrição, fazem de conta que não fumam. Enquanto isso, o governo Lula atrasa-se em alterar a política e a legislação herdada de Fernando Henrique Cardoso, de modelo norte-americano, e, portanto, criminalizante com relação ao consumidor. O presidente George W. Bush e o antigo presidente FHC – que um dia fumou e não gostou, como soubemos; o próprio contou em entrevista – acreditam na ameaça contida na lei penal para reduzir a demanda. Fernando Henrique, um dia professor universitário e atual presidente de ONG, introduziu no Brasil os Tribunais para Usuários e Dependentes Químicos, sem reservar um "tostão" para campanhas de informação e conscientização. A pesquisa de Andy Davidson radiografou o Negócio da Cannabis e o movimento financeiro paralelo, desde a pipoca ao filme DVD, tudo a revelar o grande interesse a rolar no mundo capitalista. Pelos números conhecidos, só o chamado turismo do "fumacê" de Amsterdã movimenta 0,5% do PIB dos Países Baixos. No Brasil, o governo FHC interessou-se pelo caminho da amostragem. Seu governo deixou para a posteridade uma pesquisa com consultas feitas nos domicílios: levantamento de uso através de questionários respondidos pelos moradores entrevistados. Imagine-se o que cada morador respondeu. Sobre o vizinho. Enquanto, de tal forma, dedicava-se a fazer de conta que seu governo combatia o uso de drogas, FHC assistia à cristalização e ao enraizamento na sociedade do modelo empresa: aquele que usa a metralhadora e o mouse. http://www.cartacapital.com.br/edicoes/200...term=consumidor
  8. Mandou bem Hernesto .... Entra no board da Marcha www.marchadamaconha.org/board .... E lança essas ideias la .;...
  9. Parabens cara... Positive Vibrations pra vc ..... Agora é relaxar e fumar um ....
  10. Tá um cheiro de mato queimado... por Sérgio Dávila Por que não há uma epidemia de câncer no pulmão como conseqüência de mais de uma geração inteira de norte-americanos que vêm usando a maconha para fins "recreativos" desde os anos 60? Essa pergunta martela há anos a cabeça do médico Len Horovitz, especialista em doenças do pulmão do renomado hospital nova-iorquino Lenox Hill, chamado por pacientes agradecidos de "Lenox Hilton". Parte da resposta que ele buscava pode ter sido dada numa conferência que aconteceu am abril, em Los Angeles. Ali, um grupo de cientistas da Universidade Harvard apresentou estudo segundo o qual ratos de laboratório que foram enxertados com câncer pulmonar humano e então receberam THC, uma das substâncias da marijuana, tiveram seus tumores reduzidos 50%, em média. Não só isso: a aplicação do tetrahidrocanabinol também evitou que o tumor se espalhasse pelo organismo dos roedores. A medição foi feita em três semanas e em comparação com outro grupo de cobaias que não recebeu a droga. "Claro que você não vai recomendar a fumantes de cigarros, que são os prováveis pacientes de câncer de pulmão, que adicionem a maconha a seus hábitos, mas a descoberta é fascinante", disse Horovitz, que não esteve envolvido no grupo de estudos de Harvard. Dos dois anos que passei no norte da Califórnia, na Universidade Stanford, guardo várias lembranças. Duas fortes são ligadas à marijuana. Explico. Uma são os "clubes de maconha", lugares autorizados a vender a droga para fins medicinais. Sendo São Francisco a cidade que é, claro que não se trata de lugares sóbrios, aonde vão pacientes de câncer ou doentes de glaucoma ou diabetes (e outras doenças que permitem a cobiçada "carteirinha oficial" liberada pelo governador Arnold Schwarzenegger). São -como dizer?- o que você espera de um "clube da maconha". Num deles, era muito popular um "pirulito" feito da erva que passarinho não fuma -ainda vale escrever sobre a fixação dos adultos norte-americanos com os pirulitos, na saúde ou na doença; no primeiro caso, há pirulitos gourmets feitos por chefs como sobremesas de restaurantes estrelados; no segundo, o mais recente vício dos "glitterati" de Hollywood é chupar um pirulito de opiáceo originalmente dado em leitos de hospitais a pacientes terminais que estão sentindo muita dor. A outra lembrança é uma entrevista que fiz com o economista Milton Friedman, morto em novembro último. O Nobel de Economia (1912-2006) defendia a legalização da maconha "já". Por motivos econômicos, claro. Se isso acontecesse, dizia, os EUA economizariam os US$ 7,7 bilhões gastos anualmente em policiamento, e aumentaria em até US$ 6,2 bilhões a arrecadação de impostos. Ele se baseava em cálculos feitos por um colega, Jeffrey A. Miron, também de Harvard. Os dois encabeçaram abaixo-assinado pró-maconha enviado a George W. Bush por 500 economistas e organizado pela ONG Marijuana Policy Project (MPP), daqui de Washington. O republicano ignorou os apelos, como se esperava, mas o debate reacendeu um rastilho de pólvora: o da legalização Estado a Estado. Hoje, 12 dos 50 Estados norte-americanos têm leis que regularizam o uso da maconha medicinal, e outros dois estão em processo. São Connecticut e Nova York. O primeiro aprovou a lei por maioria, e a governadora vetou na quarta. Serão precisos dois terços dos deputados estaduais para derrubar o veto. O segundo está em pleno debate, mas a proposta conta com o apoio do governador. E do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, que acaba de anunciar que agora é independente (o que pode ser um primeiro passo para concorrer à presidência em 2008). Pois ele já disse que, diferentemente de Bill Clinton, fumou, tragou e gostou. Um presidente maconheiro? Bem, teoricamente seria tão impossível quanto uma mulher ou um negro... [email protected] http://www1.folha.uol.com.br/revista/rf2406200702.htm
  11. Quando interessa aos filhos-da-puta ai eles incentivam né ... É foda....