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Usuário Growroom
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  1. Eai,algum outro(s) filme(s) para serem traduzidos? Estou sem nada pra fazer por uns dias,e se tiver algo na fila ai eu consigo traduzir com certeza...nao sei fazer a legenda,mais traduzir a partir de audio eu consigo tranquilo...so avisar... Caso tenha textos tbm estou disposto...
  2. Na minha experiencia,em media 5 meses a partir da semente(2 de veg,3 de flora) ou 4 a partir de clones (1 de veg 3 de flora) no indoor logicamente (e com strains mistas ou puxando pra indica,sativas demoram mais pra amadurecer,e embora de pra colher com 3,3 meses e meio,elas nao vao estar no ponto ideal),pq senao depende do foto periodo da sua regiao,mas eu nunca colhi nada em out em menos de 6 meses... Podendo ser de 3 meses ate dependendo da especie e do metodo de cultivo,clone em SOG ou Scrog por exemplo com uma strain mista... nunca cultivei automaticas.
  3. Se é machismo ou objetificação da mulher eu nao sei,ate pq pelo que vi,muitas mandam as fotos de si mesmas,mas que nao contribui em nada em relacao a legalizacao é um fato...que merda de diferenca faz um site cheio de fotos de pessoas (sejam homens ou mulheres) soltando fumaca ou com um baseado na mao?...Ta mais pra rebeldia adolescente do que ativismo na minha opiniao...
  4. Por isso eu digo,tamo fudido,pq fundamentalista por aqui é mato.Cada dia mais o povo de "Deus" cresce neste nosso pais tropical,sem nem perceber que seus lideres tao pouco se fudendo pra Jesus,querem mesmo é o poder.
  5. Eu nao curti o modelo de legalizacao uruguaio,prefiro algo mas capitalista,mas se a ideia é apenas combater o narcotrafico,sem lucro e sem mercado competitivo(consequentemente sem variedade de "produtos" e qualidades), com certeza eles estao no caminho certo...
  6. Uruguai planeja isentar maconha de impostos para derrubar narcotráfico Ideia é garantir que os preços continuem baixos o suficiente para minar a concorrência do produto contrabandeado do Paraguai 19 de maio de 2014 | 18h 43 MONTEVIDÉU - O Uruguai planeja isentar de impostos a produção e venda de maconha para tentar assegurar que os preços continuem baixos o suficiente para minar a concorrência do produto contrabandeado por traficantes desde o Paraguai, de acordo com consultores que aconselham o governo no plano de legalização. O Congresso uruguaio aprovou em dezembro uma lei que permite o cultivo e a venda de maconha no país, com o objetivo de tirar o negócio das mãos dos criminosos. "O objetivo principal não é a arrecadação de impostos. Tudo tem que ser voltado para enfraquecer o mercado negro", disse Felix Abadi, um consultor que está desenvolvendo a estrutura tributária para a maconha no Uruguai. "Então, nós temos que ter certeza de que o preço será baixo." O Uruguai vai conceder até seis licenças para a produção de cannabis legalmente nas próximas semanas. O governo também está considerando o cultivo de maconha em um terreno controlado pelos militares para evitar o tráfico ilegal da planta. Enquanto cigarros e bebidas alcoólicas são tributados pesadamente no Uruguai, o comércio oficial da maconha irá operar virtualmente livre de impostos, disse Abadi. No Uruguai não há necessidade de um decreto ou lei para isentar um produto de impostos. O presidente José Mujica assinou um decreto que define os detalhes da nova política neste mês. Segundo o documento, os uruguaios poderão comprar até 10 gramas de maconha por semana em farmácias, por preços que variam entre 85 centavos e 1 dólar o grama, preço comparável ao do praticado no mercado negro. País agrícola de 3,3 milhões de pessoas, o Uruguai ganhou destaque com a lei de maconha defendida por Mujica, um ex-guerrilheiro marxista de 78 anos cujo estilo de vida modesto e reflexões filosóficas fizeram dele uma estrela da mídia internacional. / REUTERS O Estado de São Paulo - Internacional - 19/05/14 - http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,uruguai-planeja-isentar-maconha-de-impostos-para-derrubar-narcotrafico,1168775,0.htm
  7. Legalização das drogas não é caminho para diminuir violência Osmar Terra Especial para o UOL 18/05/201406h00 Sou firmemente contrário à liberação das drogas no Brasil. Falo como médico, estudioso do assunto, e gestor de saúde pública por oito anos, como secretário de Saúde do Rio Grande do Sul e presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde. A experiência me permite afirmar que a epidemia das drogas se constitui no maior problema de saúde pública e de segurança no país. Com a liberação, aumentará o número de dependentes químicos das drogas. Nos últimos 200 anos, já tivemos verdadeiras tragédias sociais em todos os locais onde as drogas foram liberadas. Junto com o aumento de transtornos mentais decorrentes da dependência, aumentaram os problemas sociais, de segurança e de saúde. Sem falar na destruição de milhões de famílias, devastadas quando um de seus membros se torna dependente. Quem tem um caso de dependência na família sabe do que falo. A China, no século 19, guerreou contra a Inglaterra para (pasmem) poder proibir o ópio. A Suécia teve graves problemas sociais, de saúde pública e segurança com as drogas liberadas até que, em 1969, aprovou leis duríssimas contra elas. O mesmo se passou no Japão pós-guerra. Hoje, China, Suécia e Japão têm baixíssimos índices de violência e doenças vinculadas às drogas, graças ao rigor das leis. Os que defendem a liberação alegam que a proibição fracassou, pois o tráfico de drogas continua existindo. Ora, o álcool e o tabaco juntos, possuem aproximadamente 40 milhões de dependentes químicos no Brasil, justamente por serem legais e de fácil acesso. As drogas ilícitas não chegam à sexta parte disso. Se liberadas, ultrapassariam, facilmente, os 40 milhões de dependentes. Alguém duvida? Prender estelionatários e pedófilos não acaba com o estelionato e a pedofilia. Mas, haveria muito mais se não fossem proibidos. As leis e as proibições não eliminam totalmente os crimes, mas diminuem sua incidência e o número de vítimas. Os países que jogaram duro contra as drogas foram os que mais reduziram o número de dependentes e a violência. É assim da China à Cuba, dos EUA à Suécia. E nenhum país do mundo liberou o tráfico. Violência O argumento de que álcool e cigarro respondem por 96,2% das mortes entre usuários de drogas, enquanto cocaína e derivados, por 0,8%, e maconha por nenhuma morte é, no mínimo, ingênuo. É tanta diferença que para alguém desavisado pareceria sensato colocar na ilegalidade o álcool e o cigarro e legalizar o crack e a maconha. Esses dados escondem a enorme subnotificação de mortes por drogas ilícitas. Com as lícitas é fácil fazer a ligação do usuário com a doença. Com as ilícitas, não. Cerca de 25% dos usuários de crack morrem antes do quinto ano de uso, metade pela violência e a outra metade por doenças ou complicações decorrentes de Aids (segundo dados da Unifesp). Como já chegamos a 2 milhões de usuários de crack, vemos que essa substância pode causar mais danos que o álcool e o cigarro juntos. Segundo o INSS, o crack era responsável, em 2012, por 2,5 vezes mais auxílios-doença por dependência química que o álcool. Em 2006, a maioria era por álcool. Interessante registrar é que os defensores da liberação das drogas nunca falam da gravíssima epidemia do crack, que cresceu muito nos últimos oito anos. A maconha também é letal. Os riscos de complicações pulmonares e câncer que ela traz são maiores que os do tabaco (Fonte: The impact of cannabis on Your Lungs - British Lung Foundation - 2012). Para compreendermos melhor seu risco, devemos considerar ainda que ela desencadeia outros transtornos mentais, como esquizofrenia. A droga ainda está associada a acidentes fatais e, para 2 milhões de usuários, ao crack e à cocaína (Unifesp). As drogas ilícitas, lideradas pela maconha, já têm importância maior que o álcool nos acidentes fatais com veículos (Fonte: Soibelman,Pechansky et cols.2010). Outro argumento mágico é de que legalizando a maconha, a violência gerada pelas drogas desaparecerá. O problema da violência em relação às drogas é que ela não é gerada só pelo tráfico. Antes dele estão o transtorno mental e a diminuição do controle sobre os impulsos causados pela droga no cérebro humano. A liberação de drogas causará um aumento colossal no número de pessoas afetadas por esse transtorno. A violência doméstica, o latrocínio, a violência no trânsito, os suicídios e até homicídios por discussões banais aumentarão. Por tudo isso, devemos, sim, restringir mais o uso do álcool e do cigarro e aumentar o rigor contra as drogas ilícitas, como propõe o meu Projeto de Lei, o 7663/2010, já aprovado na Câmara. Não existe outro caminho. UOL Noticias - Opiniao - 18/05/14 - http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/05/18/legalizacao-das-drogas-nao-e-caminho-para-diminuir-violencia.htm . . . . . É duro de ler um texto desse,e mais duro ainda saber que muitos concordam,e que a probabilidade do maldito projeto de lei 7663/2010 ser aprovado,como ja foi na Camara,é grande,na minha opiniao pelo menos.Cheio de politico com interesses financeiros na proibicao,sem falar dos malditos evangelicos...o negocio ta feio neste pais viu... Seria interessante mandar um texto resposta para o UOL,mostrando pq esse cara esta mais uma vez defecando pela boca...
  8. Psiquiatras disputam apoio pró e contra maconha FERNANDO TADEU MORAES DE SÃO PAULO 17/05/2014 03h00 Uma pergunta do escritor e colunista da Folha Ruy Castro divulgada na coluna de Ancelmo Gois no jornal "O Globo" movimentou o mundo médico neste semana. Ruy Castro questionou por que médicos não se manifestavam a favor da legalização da maconha, mas apenas advogados, sociólogos e ex-presidentes. Em resposta, o psiquiatra Luís Fernando Tófoli, da Unicamp, divulgou um documento em defesa da legalização com quase cem assinaturas, entre elas a do ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão. Após isso, o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, criticou o documento. "Temos uma posição consolidada contra a legalização e 6.500 assinaturas [referindo-se ao número de associados] de apoio", diz. Ruy Castro diz que não está engajado em nenhuma campanha. "Apenas fiz uma pergunta e me responderam". Sobre o estudo para a liberação do canabidiol (CBD), um dos 80 compostos presentes na maconha, anunciado nesta quinta-feira (15) pela Anvisa, ele afirma não ver problemas, "já que é possível usar, por exemplo, o veneno de jararaca para fabricar remédios, o que não quer dizer que você deva liberar o veneno de jararaca para ser tomado como se fosse refrigerante". Para Tófoli, apenas liberar a substância CBD não resolverá o problema, "porque o que as pessoas estão fazendo é importar pastas ou óleos de maconha ricos em CBD. A substância em si é produzida por poucos laboratórios e usada apenas em pesquisa". Sobre a legalização, ele diz que não se trata de negar malefícios, mas de controlá-los da melhor forma por meio da legalização, da regulamentação e da educação . Antônio Geraldo da Silva teme que a liberação do CBD contamine a discussão sobre a legalização da maconha. "São necessários estudos que mostrem que o uso do canabidiol justifica-se e, a partir daí, estudar uma maneira de liberá-lo". Folha de Sao Paulo / Caderno Equilibrio e Saude - 17/05/14 - http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/05/1455774-psiquiatras-disputam-apoio-pro-e-contra-maconha.shtml
  9. Maconha pode ter composto nobre e medicinal, diz presidente da Anvisa JOHANNA NUBLAT DE BRASÍLIA 17/05/2014 03h00 A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deve decidir no fim do mês se vai mudar a classificação do canabidiol (CBD), um dos 80 princípios ativos da maconha. A agência poderia retirá-lo da lista F1, de substâncias proibidas no país, e colocá-lo na lista C1, de medicamentos permitidos, mas sujeitos a controle. Segundo o diretor-presidente da agência, Dirceu Barbano, a consequência prática dessa mudança, caso ela ocorra, seria uma mensagem mais clara para quem prescreve ou para quem vai usar de que se trata de uma substância que, quando usada em doses, fórmula e indicação terapêutica definidas, pode ser usada de forma segura. Barbano disse ainda que a a prescrição só será autorizada para o produto acabado, "um medicamento embalado, que tem nome", e não para a matéria-prima. "O que está sendo demonstrado é que, essa planta, como poderia ser qualquer outra, pode fornecer substâncias que podem ser úteis na medicina. Não se pode demonizar nem achar que porque essa planta é a maconha que ela não possa produzir um princípio ativo digno, nobre e medicinal. É importante desmistificar, essa substância poderia estar presente em qualquer outra planta." O CBD ganhou notoriedade no país após a família de Anny Fischer, 5, que sofre de uma forma grave de epilepsia, fazer campanha nacional para importar o medicamento. A família trazia o composto de forma ilegal dos EUA. Segundo Barbano, nas últimas semanas a Anvisa autorizou pelo menos seis pacientes a importarem o CDB. Ele falou que outros princípios ativos da maconha permanecerão proibidos até que eventualmente sua efetividade seja comprovada cientificamente. A FDA (agência que regulamenta medicamentos nos EUA) considera o composto seguro, mas quem o comercializa não pode alegar propriedades medicinais, porque o CBD ainda não passou por testes clínicos no país. Folha - Quais são as consequências de eventualmente a agência tirar o CDB da lista de substâncias proibidas? Dirceu Barbano - A consequência prática é que fica uma mensagem mais clara para quem eventualmente prescreve ou para quem vai usar de que, no uso como princípio ativo de um medicamento, nós não temos nada que justifique que essa substância fique proscrita no país. Então, passa uma mensagem mais clara para quem prescreve, para quem usa, e reforça o entendimento de que se trata de uma substância que, quando usada em doses definida,s numa fórmula farmacêutica definida e com indicação terapêutica definida, pode ser usada de forma segura. Qual exatamente é a proposta da área técnica? Já há indicação de uso para alguma doença específica? É importante entender o aspecto geral. Existem produtos enquadrados como de controle especial no Brasil. Esse enquadramento como controle especial se dá a partir da necessidade de que algumas substâncias tenham um controle mais rígido do que só a exigência da receita. Quando se decide fazer esse enquadramento, a segunda coisa que se observa é: dentro dos vários grupos que existem [de controle especial], qual é o mais apropriado para essa substância? A portaria 344 [que define as substâncias sob controle] diz que produtos que podem causar rápida dependência química ficam no enquadramento de maior grau, a lista A, que precisa do receituário branco. O grupo abaixo desse é o que fica no receituario azul, que causa algum grau de dependência química e precisa de algum controle, mas não precisa ser o mais rígido. Esse enquadramento que está sendo proposto pela equipe técnica é para substâncias que precisam ter controle, mas não há evidências claras de que possam ser usadas ilicitamente ou causarem dependência. Mas precisam ser controladas. O que a equipe técnica faz, e é um trabalho eminentemente técnico, é, dadas as características do efeito da molécula ou do medicamento, jogar dentro de um ou outro grupo. Feita essa análise pela equipe técnica, eles compreenderam que o enquadramento mais apropriado, frente aos dados de literatura científica que existem sobre esse produto, que ele ficasse nesse grupo C1. Essa é a proposta da área técnica, que vai ser submetida à diretoria colegiada, que pode aprovar, não aprovar, pode até propor alteração do enquadramento. Temos uma previsão de data? Estamos fazendo um esforço para que vá para a reunião aberta ao público no dia 29 desse mês. Estar na lista C1 significa ter esse controle especial. O que exatamente a pessoa precisa ter, uma receita em via dupla? Temos um complicador. Quando fazemos isso com um medicamento que tem um registro no Brasil e é comercializado aqui, isso cria uma exigência de imediato para quem fabrica, que precisa indicar na embalagem que esse medicamento precisa da retenção da receita. A Anvisa publica no "Diário Oficial", e os médicos ficam sabendo como têm que prescrever. A situação é que não temos esse produto registrado no Brasil, então, esse enquadramento vai ser observado na hora que alguém quiser fazer a importação, que passaria a ser feita sempre mediante a existência do receituário. O processo de importação, na parte que não é sanitária, vai correr normalmente, como as pessoas fazem quando vão importar medicamento. Na hora de retirar o medicamento, a vigilância sanitária vai exigir esse receituário no posto de retirada. Não muda a obrigação nos trâmites de importação, qualquer pessoa que faz importação de qualquer coisa tem que pagar imposto. Na prática, falamos de uma importação que não vai mais depender de uma autorização excepcional, caso a caso, como nós já fizemos com seis ou sete pacientes que importaram nas últimas semanas. A liberação excepcional implica em receita, relatório do médico. E, quando chega no ponto de entrada, tem que remeter o pedido para a sede da Anvisa, para que nós autorizemos. Tirar da lista de proscrito mantém o controle sanitário, que é o que nos interessa, mas dispensa a autorização excepcional pela sede da Anvisa. Vai continuar sendo liberado caso a caso, mas no ponto de entrada quando as formalidades todas forem cumpridas. Em vez de ter que mandar para a Anvisa, eu levo minha receita com duas vias e tiro no ponto de chegada? A própria importadora vai exigir a documentação e, na documentação, vai exigir a comprovação de que tem a receita. Você não vai mais precisar desse relatório [do médico], que é necessário por se tratar de uma excepcionalidade. A substância não foi proscrita à toa, ela foi proscrita porque, até então, não existiam medicamentos fabricados à base de canabidiol. Quando você tinha essa substância chegando [ao país], normalmente era de forma ilícita e para uso ilícito. Na medida em que chega como medicamento, você pode dizer "em dose definida, em fórmula farmacêutica definida e com indicação clínica apropriada, ótimo". Seria como comprar um antibiótico? Se fosse comprar na farmácia, seria o mesmo trâmite de comprar um antibiótico; como é uma importação, é o trâmite de uma importação de um produto controlado no Brasil. Quais os benefícios do CDB e como é o cenário em outros países? Nós não temos o dossiê [do medicamento] que foi apresentado às outras agências para registro. Na literatura, como antiepilético em paciente com epilepsia grave, já está bem consolidado. Assim como a utilização em pacientes que têm alguns tipos de esclerose. Na verdade, o que a literatura está indicando é que é uma substâncias que, nessa dose indicada e que é comercializada, é uma dose segura e tem demonstrado um grau de eficácia bastante relativo e aproveitável. Mais do que isso, A Anvisa só vai poder falar quando houver um pedido de registro no Brasil. Não teve até agora? Não. Como esse princípio ativo pode ser importado, na forma de óleos, tem que ser um medicamento com bula? É o produto acabado, que é prescrito. O que deve ser autorizado, dependendo da prescrição, é o medicamento. Eventualmente, se um dia alguém for fabricar o produto no Brasil, nós vamos ter que autorizar, também, a entrada da matéria-prima. Agora, vai precisar ter a receita, e a receita não é da matéria-prima, é do produto acabado. Um medicamento embalado, que tem nome, e vai ter que ser usado o nome do produto na receita. Seria o primeiro princípio ativo derivado da maconha retirado da lista de proibidos? Sim, os outros todos continuarão na lista. E com a justificativa de que não se sabe se são úteis para fazer medicamentos. E, se são, não se sabe em que doses devem ser usados e em que situação. É natural que permaneçam na lista de proscritos. O Sr. não acha, então, que colocar na lista C1 abre caminho para o uso medicinal de outras substâncias, como o THC? Todo e qualquer produto que identificarmos que são úteis para uso como medicamento, que são seguros e eficazes, se as pessoas puderem se beneficiar do ponto de vista da saúde, não têm por que continuar na lista de proscrito. É possível que outros princípios ativos sejam retirados da lista? Bom, quando houver estudos ou solicitação de registros que consigam indicar a dose, a forma farmacêutica, etc... a Anvisa age de maneira flexível e mutante, vamos dizer, como é mutante a ciência. Alguém fez um estudo pré-clínico, estudo clínico de fase 1, fase 2 e fase 3, e conseguiu demonstrar qual é a substância [adequada], como vou extrair de onde está, em que condições faço a filtração, qual a quantidade que eu uso. Houve ciência e estudos que fizeram com que a substância que, numa condição bruta precisava ficar na lista de proscrito e hoje ela vir para ser utilizada. É definitivo? Pode ser que a ciência e o uso mostrem que era melhor que ficasse na lista de proscritos. É natural e bom que seja dinâmico. Assim, a Anvisa não está falando no uso da maconha para fins medicinais. Isso eu sempre vou querer que ouçam de mim. O que está sendo demonstrado é que, essa planta, como poderia ser qualquer outra e existem várias outras, pode fornecer substâncias que têm efeito que, quando usadas em quantidades definidas para quadros determinados, podem ser úteis na medicina. Você conhece a planta chamada "maria sem vergonha", a florzinha do canteiro? Aquela planta é de uma espécie de que se extraíram dois dos principais medicamentos usados para tratar câncer durante muitos anos. Ninguém nunca imaginou que, daquela florzinha que a gente pisa, sairiam essas substâncias. Não se pode demonizar nem achar que, porque é justamente a maconha, que essa planta não pudesse produzir um princípio ativo digno, nobre e medicinal. É importante desmistificar, essa substância poderia estar presente em qualquer outra planta. Folha de Sao Paulo / Caderno Equilibrio e Saude - 17/05/14 - http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/05/1455765-maconha-pode-ter-composto-nobre-e-medicinal-diz-presidente-da-anvisa.shtml
  10. Segue o link pra uma entrevista com ele no TV Folha,publicada hoje.(15/04/14) http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/2014/05/1454678-carl-hart-brasil-ignora-desigualdade-social-no-combate-as-drogas-assista.shtml
  11. Proibir fumar tabaco e permitir fumar maconha em um ambiente fechado nao faz sentido mesmo,fumar e fumaca fazem mal,seja do que for,um pode causar menos dano que o outro,mas de qualquer maneira,nao faz sentido...ate pq esse tipo de lei visa proteger o funcionario do estabelecimento tbm,que nao vai fumar uma baseado ou um cigarro e ir embora,mas vai passar horas dentro do local inalando fumaca...se for pra restringir o uso de um,tbm tem que restringir o uso do outro,é justo. Acho essa perseguicao ao tabaco ridicula,assim como com a canabis,as pessoas tem que achar um vilao e perseguir,restringir o uso em locais fechados,justo,proibir menor de idade de fumar,justo,cobrar um imposto um pouco mais alto,justo,(assim como deviam fazer com cachaca) agora ficar demonizando o negocio,e criando um precoceito em cima dos que escolhem consumir,pra mim é ridiculo...e nao,eu nao fumo tabaco.
  12. 'Marijuana Index' atrai investidores no Canadá e nos EUA PAULA LEITE EDITORA DO EMPREENDEDOR SOCIAL 12/05/2014 02h00 Esqueça os traficantes e os baseados fumados escondido: a maconha está se tornando "mainstream" e já tem gente ganhando dinheiro comprando e vendendo ações de empresas desse setor. Ilegal no Brasil, a planta é aprovada para uso medicinal no Canadá e em parte dos EUA e para uso recreativo nos Estados norte-americanos do Colorado e de Washington. Com isso, já existem nesses dois países empresas vendendo produtos derivados da maconha e fornecendo equipamentos, consultoria e serviços para quem vende ou usa a substância. Algumas dessas empresas têm capital aberto e chamam a atenção de investidores. Mas o setor ainda é muito volátil, em parte porque a lei nos EUA é confusa: a maconha é ilegal em nível federal. O potencial de crescimento do mercado, porém, chama a atenção dos investidores, já que a expectativa é que mais Estados dos Estados Unidos legalizem a planta nos próximos anos. Alguns compradores de ações querem se posicionar agora para aproveitar o boom que pode vir. O risco é grande. As ações da maioria das empresas de capital aberto com negócios relacionados à maconha são negociadas em balcão, com baixos valor e liquidez. Algumas não têm resultados financeiros auditados e não são supervisionadas pela SEC (xerife do mercado norte-americano). Mas pelo menos uma, a GW Pharmaceuticals, que produz remédios a partir de canabinóides, é listada na Nasdaq. A empresa tem um medicamento aprovado para venda nos EUA para aliviar dores de quem tem esclerose múltipla e um remédio em teste para epilepsia em crianças. Existe até um índice da maconha, o "Marijuana Index" —muito volátil, ele triplicou de valor em um ano. Frank Marino, responsável pelo índice, diz que a incerteza regulatória é uma das razões para os investidores terem cuidado. "Sem dúvida as empresas têm que respeitar a legislação estadual no mínimo, mas as companhias de capital aberto ainda estão cautelosas em relação ao risco em nível federal de produzir maconha." "Por isso, muitas empresas construíram seus negócios ao redor da maconha sem produzir diretamente, ao vender equipamentos para o plantio, por exemplo", afirma. Alan Brochstein, dono do 420 Investor (serviço de informações financeiras para investidores no setor), diz que há poucas empresas sérias. Mesmo assim, acredita que o investimento na área é um "fenômeno, não uma modinha". "O interesse dos investidores explodiu depois da aprovação do uso recreativo pelo Colorado", diz. Ele aconselha potenciais investidores a verificar se a empresa em que desejam colocar dinheiro tem acesso adequado a capital, já que a legislação federal dos Estados Unidos impede que bancos emprestem dinheiro a esse tipo de companhia. Folha de Sao Paulo 12/05/2014 http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/05/1452888-marijuana-index-atrai-investidores-no-canada-e-nos-eua.shtml Vale a pena dar uma olhada,com certeza a medio e longo prazo,esse é um mercado interessante para se investir,com certeza vai crescer...para saber mais: http://marijuanaindex.org/ http://money.cnn.com/2014/01/07/investing/marijuana-stocks/