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  1. 111 points
    PESSOAL, ESTAMOS VENDO QUE MUITOS USERS AINDA NÃO ESTÃO CONSCIENTES DO PERIGO QUE CORREM AO IMPORTAR SEMENTES. NO CENÁRIO ATUAL ESTÁ MUITO ARRISCADO PEDIR SEMENTES DO EXTERIOR, EXISTEM MUITOS RELATOS DE INTIMAÇÕES DA POLÍCIA FEDERAL E PEDIDOS DE SOCORRO AO [email protected] APESAR DE POUCOS CASOS RESULTAREM EM PRISÃO, ALGUNS SÃO ENQUADRADOS EM TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS, O QUE PODE RENDER GRANDES DORES DE CABEÇA E ALTOS GASTOS COM ADVOGADOS. ENTÃO NOSSA RECOMENDAÇÃO É QUE NÃO COMPREM, NO FÓRUM NÃO É PERMITIDO QUALQUER TIPO DE NEGOCIAÇÃO OU DOAÇÃO E PODE RENDER BANIMENTO SUMÁRIO. EIS NOSSA OPINIÃO, SE FOREM PEDIR PEÇAM POR PRÓPRIA CONTA E RISCO.
  2. 89 points
    Boa tarde galera, Fui um dos pioneiros deste fórum a cerca de 12 anos atrás. Enquanto era aluno de Agronomia da ESALQ-USP tive contato com o fórum pela primeira vez. Aprendi muito e também dividi os meus conhecimentos Agronômicos com outros participantes. Nesta ocasião plantei sementes importadas pela primeira vez, e assim segui cultivando até me formar. Por mudar de estado e trabalhar em multinacionais, frequentemente recebia visitas de amigos, clientes, etc, ocasião que resolvi parar para não me expor profissionalmente. Entretanto, há três anos atrás decidi realizar o sonho de ter uma vida mais livre. Prestei 3 concursos públicos e passei nos 3. Escolhi vir morar no Espírito Santo. Cobri meu corpo de tatuagens, comprei uma moto, rodei parte da América do Sul e o que não poderia faltar: Sementes ao solo e decretei minha independência dos traficantes. hehehe Moro numa cidade chamada Montanha, no extremo norte capixaba, divisa com a Bahia. Estava tudo muito lindo, estava tudo muito belo até que no dia 19/12/2014 estava com minha namorada na cama, era cerca de 11 da manhã e vi minha casa ser invadida pela polícia num sábado sem nenhum mandato judicial. Apreenderam minhas plantas 13 plantas (2 Super Lemom Haze, 2 Jack Herer, 2 OG Kush e 7 White Widow), fui levado para a delegacia e posteriormente levado para a delegacia da polícia civil e carceragem. Em nenhum momento fui destratado ou algemado. Pediram para tirar foto e deixei, EM NENHUM MOMENTO ESCONDI MEU ROSTO. Quem tem que ter medo de polícia é bandido, o que não é meu caso. Sou pai, trabalhador e profissional bem sucedido, não vi necessidade de me esconder. Fiquei numa cela fedida, suja, com ratos e baratas, sem vaso sanitário até na segunda feira, ocasião onde um contato político meu conseguiu com um juiz de uma cidade próxima meu alvará de soltura. Estou respondendo o processo em liberdade. Alguns fatos me chamaram atenção: 1) Tanto na polícia civil quanto na polícia militar TODOS os policiais se declararam a favor da legalização da Maconha, dizendo que não aguentam mais prender pequenos traficantes e que certamente seriam mais úteis correndo atrás de bandidos. 2) Um policial civil foi aluno do Afrânio na UERJ e me deu a maior força. Agora fica o vazio dentro de mim. Sou portador de TDAH e desde a adolescência me auto medico com Cannabis. Tentei outras drogas alopáticas, porém nenhuma delas era tão efetiva quanto a Cannabis medicinal. Não conheço nenhum traficante na minha cidade e desde então estou sem minha erva. Gostaria de contribuir cm meu relato para que um dia possamos viver em um país diferente. Creio que eu seja liberado do meu emprego em 2016 para fazer mestrado, certamente vou para o Uruguai, onde posso ganhar mais 2 anos e meio cultivando minha erva e esperando que possamos um dia viver em um país onde decisões e leis sejam mais baseadas em fatos e evidências científicas do que em preconceitos e tabus. A partir de agora vou me expôr, não tenho problemas com isso e vou mostrar minha cara para defender minha causa que é a Legalização da Maconha. Eu exijo ter o meu direito de plantar minha cannabis no meu quintal sem ser importunado por ninguém. Desejo a todos um Feliz Natal e que tenhamos um 2015 de avanços na nossa causa. Para quem quiser entrar em contato, estou a disposição. Dalton Ribeiro [email protected] https://www.facebook.com/daltonberni.ribeiro
  3. 78 points
    Um dos maiores enganos no cultivo é que o PH da solução é a única preocupação em relação ao ph que afeta a qualidade da colheita, o que não é totalmente verdade. O que afeta de fato é o PH e a alcalinidade de 3 coisas: 1. Sua água 2. Sua mídia de cultivo 3. Nutrientes Do começo O Ph (potencial de hidrogênio) é uma medida para íons de hidrogênio e hidróxido, e é medido em uma escala entre 0 e 14, sendo 7 um PH considerado neutro, <7 ácido e >7 alcalino. Quando sua água, substrato ou solução de nutrientes está ácida (<7) ela contém mais íons de hidrogênio do que de hidróxido, assim como quando está básica (>7), contém mais íons de hidróxido do que de hidrogênio. Os hidrogênios e os hidróxidos interagem entre eles até chegar em um equilíbrio que resulta nos valores de ph que estamos acostumados a lidar. E é muito importante compreender isso pois esses elementos (hidrogênio e hidróxido) fazem parte dos elementos que compões os macro e micro elementos das soluções nutritivas. E estes elementos são classificados em dois grupos diferentes; Um grupo, chamado de cátions (carregados com carga positiva), contém mais íons de hidrogênio; o outro, chamado de ânions (carregados com carga negativa), contém mais íons de hidróxidos. Também nosso substrato é afetado por esses cátions e ânions contidos nos macro, micro e nos elementos secundários que usamos. Dentro os elementos que são cátions temos a uréia e amônia (ambos são formas de Nitrogênio), potássio, cálcio, magnésio, ferro, zinco, manganês, cobre e cobalto. Dentre os ânions, temos os Nitratos (outra forma de Nitrogênio), fosfatos (formas de fósforo), sulfatos, carbonatos e bicarbonatos. Então, o que tudo isso tem a ver com colheitas melhores? TUDO, o balanço correto desses ciclos contém a chave para colheitas consistentemente mais pesadas e de qualidade superior. ************* 1. A ÁGUA Como dito anteriormente, um dos maiores enganos é acreditar que o ph da solução nutritiva é o fator que vai levar suas plantas a colheitas melhores. E não é totalmente verdade, a preocupação maior deveria ser com a alcalinidade da água. Este é um dos maiores responsáveis por afetar as colheitas. Alcalinidade A água não é apenas água, ela contém vários elementos que variam em quantidade a depender da fonte. A alcalinidade da água é a concentração de todo tipo de íons (cálcio, magnésio, potássio, sódio, etc) em ambas as formas, carbonatos e bicarbonatos, sendo os bicarbonatos os maiores criminosos. Para piorar, alcalinidade se acumula em sua mídia de cultivo em um ciclo vicioso que fará o PH de seu substrato/reservatório subir depressa e, consequentemente, causar problemas de estabilidade e colheitas menores. Quando a alcalinidade de sua água não é medida e é usada para misturar sua solução nutritiva - mesmo com o ph ajustado e apropriado da solução - suas plantas podem sofrer com um contínuo acúmulo de alcalinidade que vai sorrateiramente aumentar o PH de sua mídia, travando elementos vitais para as plantas e te subtrair do verdadeiro potencial de colheita. Diferença entre alcalinidade e "dureza" da água PH e "Dureza" da água são coisas diferentes. A "dureza" é a medida da concentração combinada de cálcio e magnésio insolúveis na água, e não da presença de cabonatos e bicarbonatos. Produtos que dizem reduzir a dureza da água acabam por deslocar os íons de calcio e magnesio mas deixam no processo os carbonatos e bicarbonatos, não resolvendo o problema da alcalinidade. Uma água considerada leve e segura está abaixo dos 30ppm no leitor de EC. ****************** 2. SUA MÍDIA DE CULTIVO Uma curiosidade sobre o sistema de raízes das plantas é que ele é uma máquina de controle de PH; ele manufatura e solta no substrato íons de hidrogênio ([H+] - Ph down) e de Hidróxidos ([OH-] - Ph up). Esse sistema modifica o PH do substrato pra se adequar à composição elementar dos nutrientes. É perceptível como a compreensão disso pode te dar mais controle das suas plantas e, consequentemente, maiores colheitas. Lembrando que outros fatores também contribuem para a oscilação do PH, como a ação microbiana, temperatura do meio e a água/nutrientes das regas. Vale ressaltar que existem oscilações de PH entre os períodos diurnos e noturnos; quando no período escuro tanto a planta quanto as bactérias "dormem" o que reduz a quantidade de reações na mídia de cultivo. Isso faz com que haja uma tendência a subir o PH nesse período. Essa dica é muito importante pra quem cultiva em hidro, as variações de PH podem ser benéficas se bem utilizadas dentro do range ideal. Como sabemos, a cannabis prefere o solo ligeiramente ácido. O PH é variável e na maior parte dos casos o PH tende a subir e o maior desafio é evitar isso. Cátions: Uréia e Amônia (formas de N) Potássio Cálcio Magnésio Ferro Zinco Cobre Manganês Cobalto Ânions: Nitratos (N) Fosfatos (P) Sulfatos Carbonatos Bicarbonatos O equilíbrio na formação do solo é a peça chave pra um PH balanceado. Qualquer elemento em excesso pode facilmente desbalancear esse equilíbrio. Tipos de mídia e sua dependência do PH Alguns tipos de mídia tem uma certa habilidade em "bufferizar" (é uma maneira de dizer que tem habilidade de evitar as variações drásticas do PH) o PH, outras não. Essa habilidade é chamada de Capacidade de Troca Catiônica (Cation Exchange Capacity ou CEC). Em outras palavras, CEC é a habilidade da mídia em absorver ou liberar cátions (+). Substratos que são dependentes do PH não resistem às suas variações. Então, mídias independentes tem alta CEC e pode resistir a essas variações por longos períodos, o que é bom! Normalmente solos orgânicos tem húmus e alguma argila em sua composição, são materiais que tem alto CEC e ajudam a segurar mudanças radicais do PH. Com hidroponia é diferente. Muitas das mídias tem baixa CEC e precisam e precisam da monitoria e ajuste constante do PH. Algumas mídias utilizadas, como lã de rocha, argila expandida ou perlita tem baixo CEC e se encaixam nesse nível de controle e você terá de controlar com mais frequência o PH. Algumas mídias tem alta CEC como o coco e a turfa, que ajudam a controlar o índice e podem ser considerados independentes. Sobre o Sunshine Mix É um substrato muito perto do ideal. Normalmente (depende um pouco de onde foi retirado) ele tem um PH entre 3.5 e 4, o que é baixo. Porém com um pouco de calcário dolomítico o ph vai para 5.8~6.3 por um período de aproximadamente 6 semanas. Sobre a fibra de coco Normalmente vem com um ph próximo de 5.5. O problema maior é que o Cálcio e o Magnésio se prendem ao coco e não são facilmente liberados, o que não é bom. Sua planta precisa ter acesso a esses nutrientes. Agora, se você adicionar calcáreo dolomítico, seu PH tende a subir e também não é o que queremos. Então o que fazer? Esse problema pode ser resolvido acrescentando Ca e Mg quelados nas suas soluções nutritivas. Fertilizantes próprios para cultivo em coco já vem com essas questões ajustadas, o que é um fator ao se considerar ao trabalhar com essa mídia de cultivo. A fibra de coco também tem muito Potássio então normalmente utilizar fertilizantes com esse elemento em menor escala é importante pra evitar toxicidade. Outro detalhe é sobre fibras de qualidade inferior; são trabalhadas na água salgada como parte do processo de quebra das cascas e nem sempre bem lavadas após isso. Garanta que esses sais sejam "flushados" antes de começar seu cultivo. ************** 3. NUTRIENTES Como sabemos, as plantas se alimentam de macro, micro e nutrientes secundários. Todos esses nutrientes carregam uma carga positiva (cátions) ou negativa (ânions) e afetam o PH conforme as plantas os utilizam. Diferentes formas dos elementos (ex: Nitrato ou Amônia que são formas de N) carregam diferentes quantidades dessas cargas. Agora vem a parte curiosa. As raízes das plantas consomem ambas as formas através de uma troca: Quando ela usa cátions, ela libera íons de hidrogênio (H+), que tornam sua mídia mais ácida e fazem o PH cair; Quando ela consome ânions, as raízes liberam hidróxidos (OH-), que fazem o papel contrário! Conforme há equilíbrio, cátions e ânions trabalham em parceria. O truque é o equilíbrio entre esses cátions e ânions para manter o PH ideal em sua mídia, o que leva tempo e muita pesquisa e observação. Mas pode ser feito. Quando suas fontes de N utilizam muitos cátions de Amônia, por exemplo, moléculas ácidas ajudam a manter o ph ideal em sua mídia. Mas quando suas fontes são basicamente nitratos, você está trabalhando com moléculas alcalinas, o que significa que você constantemente terá de ajustar com ph down. Nesse cenário a planta terá seu N mas os pecíolos ficarão menores, as folhas ficarão menores e os galhos mais finos, não fornecendo estrutura para segurar os buds. A indústria de fertilizantes, de forma global, se preocupa em fornecer os nutrientes corretos para as plantas, mas aparentemente e segundo esses estudos, a forma como esses nutrientes serão disponibilizados faz toda a diferença na dinâmica do PH. Em um cultivo de solo a dinâmica que rege o PH é bastante variável; em hidro esse problema fica bastante sério. Por isso é importante pesquisar as fontes dos nutrientes dos fertilizantes, principalmente do N que é usado em abundância. Outra coisa a se levar em consideração é a utilização de [cálcio, magnésio, potássio] carbonatos e bicarbonatos em suas fórmulas, como um "ph buffer" - isso pode gerar um efeito indesejado de alcalinizar sua mídia de cultivo. ************** Medição do Runoff Muitos cultivadores defendem a medição do runoff como forma de medir o PH da mídia enquanto outros alegam ser desnecessário. Independente disso, é um parâmetro a mais. Porém visto a dinâmica do PH apresentada, tomar uma atitude perante um teste no runoff pode ser precipitado. Em solos orgânicos não vejo praticidade na questão; Em solos inertes e semi-hidro esse parâmetro pode ajudar mais. Em hidro aguardo os especialistas falarem a respeito. O fato é, para fazer uma medição de runoff, me parece sensato usar água destilada ou de PH neutro (7) sem adição de nutrientes. Para uma medição mais segura do PH no solo, recomenda-se também recolher um pouco do solo próximo do fundo do vaso, colocar na água PH neutro, filtrar a água e medir novamente; porém me parece impraticável para vasos (pode funcionar para solos outdoor). Outra possibilidade é utilizar um medidor de PH de solo (aquele com a espiga de metal) que tanto é condenado pelos growers como medidor. Essa é a maneira mais prática de fazer isso. Ouso dizer que esse tipo de medidor não é bem visto por falta de conhecimento da dinâmica do PH no solo, já que há variações nas regiões e de acordo com a temperatura, momento do dia (ou noite) da medição, etc. O melhor parâmetro nesse medidor é próximo à massa de raízes. Esse tipo de medidor é muito útil em cultivos orgânicos, até o meu quebrar eu usei muito pra entender o processo de compostagem e saber exatamente quando meu solo estava pronto (quanto tempo de descanso) para o plantio, que é justamente quando há estabilização do ph. Conclusão São várias as formas ajustar o ph de seu reservatório/água/solução nutritiva usar ph up/down ou Hidróxido de Potássio (up) e Ácido Nítrico ou Fosfórico (down). Outras formas são utilizadas e discutidas pelos growers incansavelmente aqui no GR então se sobraram dúvidas não se acanhe e utilize a busca! Para cultivadores de solo, estudar com detalhe o papel de cada matéria prima utilizada e seu potencial CEC,utilizar fertilizantes de boa procedência; Aos orgânicos, entender a dinâmica do ph no solo, e perceber que as vezes alterar o ph da solução pode prejudicar mais que ajudar; Aos hidros, controle de ph e bons ferts é uma prioridade; em comum a todas as modalidades, água leve e muita observação! Apunhado de materiais, como sempre o tópico está aberto à correções e sugestões de melhoria. Grande abraço a todos! Fontes e Material complementar http://www.growroom.net/board/topic/28673-efeito-de-diferentes-materiais-no-ph-do-solo/ http://www.growroom.net/board/topic/44393-tipos-de-substratos-bsico/ http://www.growroom.net/board/topic/3506-ph-e-phoda/ thctalk, icmag, general hidroponics forum, advanced nutrients forum e megalog artigos acadêmicos: http://www.chem.ucla.edu/dept/Faculty/merchant/pdf/microbial.pdf http://www.cnpso.embrapa.br/producaosojaPR/fertilidade.htm http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/43594/1/0805.pdf livros: Effect of Water pH on Yield and Nutritional Status of Greenhouse Cucumber Grown in Recirculating Hydroponics Hydroponics: A Practical Guide for the Soilless Grower todos os growers, espalhados pela casa, que se propõe a debater o assunto
  4. 67 points
    Você pode achar que cultivar maconha é um hobby fácil. Isso nao poderia ser o mais longe da verdade. Cultivar maconha com sucesso demanda muito planejamento e dedicação. Cada colheita leva em torno de 8 a 14 semanas (em média) para madurar, então o cultivador vai gastar em média 1 hora por dia para conseguir fazer todos os cuidados necessários no jardim para garantir produção e potência possível. Então, antes de iniciar, já tenha planejado esses 10 itens: 1) Energia: Sempre tenha seus circuitos elétricos bem dimensionados! Uma instalação mal feita, aliada a um subdimensionamento pode pegar fogo!! Visite nossa área Growroom - Projetando e construindo para maiores informações. 2) Método de cultivo: Existem muitos métodos diferentes para se cultivar maconha. Pode-se cultivar em orgânico, inerte, hidropônico, sendo que cada um deles possui vantagens e desvantagens e, em cada um deles, possuem várias técnicas. Por exemplo: em hidro, pode-se cultivar em dwc, ebb n' flow, aeroponia. Visite nossa seção de Cultivo para maiores informações. 3) Solução de nutrientes: Encontre/faça uma solução que consiga cobrir todas as necessidades nutricionais da planta. A regra geral é encontrar uma solução que atenda todas as necessidades quimicas basicas da planta e uma solução secundária dedicada pra fase da planta. Visite nossa seção de Fertilizantes e Nutrientes para maiores informações. 4) Área de cultivo: Encontrar um local para cultivar maconha pode ser algo árduo. Procure locais onde não tenha muito acúmulo de pó. Pó carregas pestes, então um local limpo é de extrema necessidade antes de se iniciar um cultivo. Não se assuste se as plantas crescerem.. isso é normal!! tenha planejado a altura que você quer que a planta chegue, com uma distancia razoável da lâmpada para não ocorrer queimaduras nos topos. 5) Espaço de cultivo: a maconha necessita de um espaço amplo para crescer. Plantas "coladas" uma às outras, vai fazer com que elas bloqueeiem a luz uma das outras, levando a um crescimento não saudável. 6) PH e Ec (ou PPM): O ph de uma solução indica quão ácida ou básica essa solução se encontra. Ec ou PPM são medidas de concentração de sais na solução. Visite nossa seção de Fertilizantes e Nutrientes para maiores informações. 7) Strain da Maconha: Selecionar uma strain pode ser complicado, poiis existem centenas de espécies, cada uma com seus prós e contras. Algumas espécies podem ser bem sensíveis e não devem ser selecionadas para o primeiro cultivo. O Growroom NÃO recomenda a importação de sementes. 8) Redução do odor: A maconha libera um odor muito forte, principalmente no fim da floração. Esse cheiro pode facilmente tomar conta de todo o local. Combata isso com filtros de carvão ativado e exaustores. Visite nossa área Growroom - Projetando e construindo para maiores informações. 9) Deficiência nutricional: Conforme a planta for avançando em seus 3 estágios de crescimento, vai necessitando de diferentes concentrações de nutrientes. É importante identificar corretamente qual nutriente e se é a falta/excesso dele ou até mesmo a faixa de ph que está causando a deficiência. Visite nossa área Problemas Gerais para maiores informações. 10) Processando uma planta madura: Uma vez pronta, o que se deseja são as flores. Essas flores devem secadas para poder fumá-las. Esse é o momento para decidir se vai utilizar as sugar leaves pra fazer um hash/oil. O ideal é adicionar um tempo de cura aos buds para destacar o sabor. Visite nossa seção de Colheita e Extração: hash, kief, óleo e afins para maiores informações Esses são os 10 pontos que acredito que resumem o que seria uma operação de cultivo de sucesso. Ninguém nunca sabe tudo então mantenha sempre a mente aberta à idéias que possam evoluir seu cultivo. E não se esqueça.. o segredo do sucesso é o segredo. Texto original por Thomas Valentine. Traduzido/adaptado por Alex Kidd Segue uns links interessantes dentro do fórum para novatos:
  5. 60 points
    Boas pessoal da casinha! Primeiramente peço licença para abrir o tópico relatando um pouco da viagem para o país vizinho que fiz com minha esposa e filha de 03 anos. O Uruguai é uma das joias brutas da América Latina. Embora tenha sido delimitado entre os “gigantes” Brasil, ao norte, e Argentina, ao sul, a República Oriental conseguiu tecer sobre si um manto de cultura e tradições invejável. Num belo entrosamento entre o cosmopolita e o rural, possui a menor taxa de analfabetismo, com mais de 97% da população alfabetizada, e o segundo maior índice de leitura entre os países latino americanos. É possível enxergar os resultados disso nos mais diferentes aspectos, como a hospitalidade do povo, a arquitetura e urbanismo das cidades e na própria forma como os uruguaios encaram a vida. A melhor maneira de conhecer o país turisticamente falando é de carro, há vários postos onde pode se abastecer carros movidos a álcool ou gasolina (sem misturas) porém prepare o bolso, pois por lá paga-se o absurdo de quase R$ 6,00 o litro da mesma. Atualmente como no Brasil, o pais vem passando por momentos de turbulência na economia, e o que se vê por lá é um povo muito consciente com relação a tudo, a grande maioria ainda anda com carros antigos ou ditos populares econômicos, as casas são simples (exceto Punta del Leste e Montevidéu) e ao contrário do que eu mesmo pensava, a grande maioria da população é contra muitas ideias do governo Mujica (atualmente comandado por seu sucessor Tabaré Vázquez). Cultivo de cannabis e growshops: O cultivo indoor por lá ainda é bem modesto, pois as contas de luz e água são extremamente caras, então o que está ganhando cada vez mais força são os clubes canábicos, cada pequena cidade tem o seu e facilmente qualquer um tem acesso. As growshops sobrevivem da venda de equipamentos, fertilizantes e parafernálias (assim como no Brasil). A venda de seeds por lá é legal e qualquer um consegue comprar, porém, passa longe de ser o carro chefe delas, pois lá pode-se comprar seeds pela internet e mandar entregar em sua casa sem problemas, então, basicamente as vendas se restringem aos turistas (principalmente Brasileiros). Growshops visitados: · Hydropoint - Maldonado (bem completa e boa variedade de seeds); · Urugrow – Montevideo (a mais antiga do país, também com boa variedade); · Tu Jardim Cultivos – La Paloma (não possui loja física, apenas entrega via motoboy e pouca variedade). Strains: Boas opções dos Seedbanks Positronics, Eva Seeds, Royal Queen Seeds, Medical Seeds, Resin Seeds, Nirvana e ótimas cruzas caseiras (regalos). Dicas importantes: · Para cruzar a fronteira seja discreto e leve sempre o Rg com no mínimo 10 anos; · Se for comprar seeds, evite ao máximo comprar outros itens de cultivo e tão pouco andar com grandes quantidades de fumo. · Se for de carro tire a carta verde: http://www.cnseg.org.br/cnseg/internacional/mercoseguro/carta-verde/, isso é muito importante para uma viagem tranquila, em uma batida policial ela se faz necessária para não “acharem” algo que esteja irregular em seu carro (sim há policiais corruptos por lá também) que cobrará em Peso ou em Dólar um arrego que sairá mais caro do que tirar esta carta no Brasil, no meu caso não precisei nem apresentar minha CNH para eles em uma batida na estrada; · Troque o Real em qualquer casa de câmbio do Uruguai, será melhor cotado que no Brasil; · É um pais com outros costumes, então saiba chegar que será bem vindo; · Não seja um joker smoker, leve sempre um verde para apresentar para os locais e será muito bem recompensado com os regalos; · Conheça o Parque Nacional de Santa Tereza https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_de_Santa_Teresa lugar com muita estrutura para acampar e lindas praias com altas ondas para quem surfa, ondas internacionais como La Moza, Playa de Las Achiras e Playa del Barco. · Conheça também: Punta del Diablo, La Paloma, Punta del Leste – Maldonado e Colônia. Meu destino de viagem era outro porém o Uruguai é o pais mais próximo ao Brasil onde pode-se comprar sementes sem maiores inconvenientes, corri o risco uma vez em pedir seeds pela internet e sabia que o risco de cair a casa seria grande e os gastos com advogado poderia passar dos 5 mil reais, então pensando nisto, juntei essa mesma grana e investi nesta trip, que para minha felicidade saiu tudo como planejado e consegui voltar com um número considerável de exemplares, que manterá meu auto sustento canábico por pelo menos uns 05 anos de cultivo. Abro este espaço para que a galera opine e deixe seu comentário relatando também sua experiência no país vizinho. Obrigado mais uma vez Growroom! Bons Húmos!
  6. 56 points
    Boa tarde Nobres, venho aqui compartilhar um tutorial de como se fazer uma pomada feita a partir das raizes de cannabis que é muito efeciente para dores em geral, hernia de disco, dores neuropaticas, lesões musculares, cancer de pele, ferimentos etc... Testei em 3 pessoas com problemas distintos e em todas teve um efeito excelente sendo que 2 delas as dores cessaram completamente. Pesquisei muito em sites de fora aonde se tem informações mas valiosas e esta receita foi sendo evoluida conforme fui fazendo testes e pesquisas. Como se sabe as raizes da cannabis não contem THC, mas contem grandes niveis de CBD, CBG, CBC, CBN etc... varios principios que ajudam em muito em dores, geralmente disperdiçamos essa parte das plantas mas tenho certeza que muita gente não vai mais fazer pois essa pomada pode ajudar muita gente, o processo é muito parecido como se faz o oleo para ingestão oral, mas as raizes da maconha não servem para ingestão oral pois contem toxinas que podem fazer mal, por isso somente o uso topico é abordado. Para se limpar as raizes não é a tarefa mas facil, mas depois de arrancar e secar elas fica mais facil para se limpar, pra quem cultivo em hidroponia não tem desculpa para não fazer. Segue os insumos: 200G Vaselina sólida 100G Oleo Coco Organico Oleo Copaíba 30G Pimenta Preta 5 Capsulas de VITAMINA E 3G Ice Hash 2 mãos cheia de raizes 2 Copos Agua Cada insumo tem uma utilidade e vou explicar todos eles, a vaselina e o óleo são obviamente para dar oleosidade e é neles que as propriedades das raízes e do ice iram "grudar", a vitamina E serve para aumentar a durabilidade da pomada pois ela é conservante natural, a pimenta preta é um excelente auxiliador para ajudar na absorção de uso tópico, com ela a pomada penetra até 20x mas na pele potencializando assim nossa pomada, ice hash para adicionar um pouco de THC na pomada que sera muito bem vinda mesmo em uso topico e a agua serve para acertamos a temperatura que tem que ficar. A temperatura precisa ser cerca 100-130 graus e a agua tem ferve em 100 graus ou seja quando a agua começar a borbulhar e não ferver completamente estamos na temperatura que devemos manter no meu fogão fazendo conforme a foto abaixo empilhando o negocio aonde fica a panela ela fica exatamente nessa temperatura, a agua vai evaporando e vou repondo conforme o processo avança, essa parte vou postar um vídeo da próxima vez que fizer. Temos que ferver durante 12 horas, essa é a recomendação de todos meus estudos segue a sequencia. Primeiro você mistura a agua, raízes, ice, vaselina, óleo de coco coloca na panela e deixa nessa cozimento durante 12 horas, sempre repondo a agua. Depois de 12 horas eu peneiro tudo com aquelas peneiras normal de metal e fica com essa cara abaixo Olhando por baixo você consegue ver a agua e a vaselina/óleo coco separados, como na foto abaixo para conseguir separar a agua da agua vamos congelar essa bacia e assim depois de 5 horas podemos separar o óleo da agua, pois só nos interessa o óleo que é a parte de cima. PS. só botar pra congelar a hora que estiver completamente frio depois de algumas horas descansando obviamente Depois de separado o óleo nos colocamos ele na panela novamente para eliminar qualquer resíduo de agua, pois se conter agua em nosso óleo ele vai estragar mas fácil, nesse processo eu adiciono 100 gotas de óleo de copaíba e também a vitamina E, leva cerca de mais 1 horas pra eliminar completamente a agua, depois desligamos e deixamos ele tomar a forma de pomada na temperatura natural na hora que ele começa a endurecer eu adiciono a pimenta preta. Para conservamos durante mas tempo é interessante manter ele na geladeira, quando vc colocar na geladeira ele vai endurecer e não conseguira fazer uso, eu sempre guardo na geladeira e corto o pedaço que vou usar, em 20min na temperatura ambiente ele ganha a forma oleosa para ser passado. Muito importante, nunca coloque sua mão cheia de germes e bactérias no seu pote de pomada, sempre tire com uma colher para retirar, fora da geladeira nunca durou mais que 1 mês, ele começa a apodrecer pois não contem conservantes químicos, por isso agora guardo na geladeira e tiro a quantia que vou usar aquela semana. Abaixo o produto final Segue os testes que fiz em pessoas com distintas doenças abaixo: A 1 pessoa tem artrite nas mãos, no primeiro dia depois de 3 horas de ter passado a pomada as dores já cessaram, ela passou durante 15 dias 1x ao dia e depois parou para ver se a dor voltaria, já fazem mas de 30 dias que ela não passou novamente e as dores não voltaram. A 2 pessoa tem uma séria hérnia de disco depois de ter 2 filhos seguidos, essa pessoa já tinha ingerido o óleo e tinha parado com as dores, mas voltaram depois de 2 meses que o óleo acabou, e ela esta sobre tratamente homeopático e não quer tomar o óleo, então ela começou a passar essa pomada e as dores acabaram....ela ainda esta usando diariamente pois tem medo das dores voltarem. 3 pessoa é uma que quebrou a mão a muitos anos atrás e nunca parou de sentir as dores, já fazem 1 mês que ele esta passando e me disse que diminuiu cerca de 50% da dor, vamos ver daqui a 2 meses. É isso galera, espero que sirva para muita gente e alivie as dores de muitas pessoas, grato por tudo, se esqueci de algo vou adicionando.
  7. 49 points
    Amigos, Estou desde a noite passada em contato com a família do Sergio. Já estamos colaborando com a defesa. Peço a todos pensamento positivo para ele sair logo. Recebemos muitos pedidos de ajuda pelo SOS, todos foram respondidos. A Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas já juntou todos os prints das ações dos policiais e será feita uma representação no MP contra esses criminosos de distintivo. #LiberdadeTHCprocê
  8. 45 points
    Salve Salve!!! Obrigado a geral!!!! agora falta pouco!!!!! tem nem o que falar, tamos na batalha, continuamos crescendo, e tamos na corrida!!! Fé em Deus Growrooooom!!!!
  9. 45 points
    Censura inadmissível A legalização da maconha só trará à sociedade mais respeito ao usuário, e transferirá a questão do âmbito criminal para o da saúde pública Vivemos em 2014 e, nesta contemporaneidade, ainda é proibido usar Cannabis sativa no Brasil. Embora atualmente a questão seja discutida no Senado, a Constituição é bastante clara quanto às condenações impostas àqueles que plantam, consomem e vendem maconha. Mas, se uma pessoa comprar uma passagem para os EUA ou mesmo para o nosso vizinho Uruguai, por exemplo, poderá consumir a erva de forma legal. Fora as questões antropológicas, qual a diferença do ser humano daqui para o de lá? É óbvio que nenhuma. O que nos difere é o conceito de cidadania. Embora todas as perguntas sobre maconha já tenham sido respondidas pela ciência, sendo que todas as respostas nos levam à legalização, existe ainda uma vontade da nossa sociedade de proibir o seu uso, principalmente por causa do universo de terror criado pelos proibicionistas, que conseguiram tornar pejorativa qualquer coisa ligada à Cannabis. Mas nenhum dos motivos proibicionistas é embasado nas atuais pesquisas científicas. Algumas verdades já divulgadas pela ciência, como “maconha faz menos mal à saúde do que o álcool e tabaco”, “maconha nunca matou ninguém”, “maconha pode ser usada como medicamento para diversas doenças” e a “guerra às drogas fracassou” ainda não foram assimiladas pela sociedade brasileira como dados científicos. E o preço para ocultar estes dados tem sido bastante alto, com centenas de mortes em confrontos entre traficantes, ou mesmo superlotando celas com pessoas presas com poucos gramas de erva. Teoricamente, o usuário de Cannabis no Brasil vive uma censura que pode ser considerada inadmissível. Isso porque existe um excesso de dados científicos a seu favor. Todas as perguntas feitas pelos proibicionistas já foram respondidas, mas estes insistem em levantar sempre as mesmas questões, o que empobrece o debate. Um dos argumentos mais usados é o de que fumar maconha causa surtos psicóticos. Não, a maconha não causa qualquer surto, mas, sim, pode desencadear em pessoas com “predisposição” a esta patologia. Bem como é verdade que álcool e antidepressivos também podem desencadear o mesmo surto. Então, esta não é uma hipótese pertinente para mantermos a proibição da erva. Outro argumento proibicionista: “Maconha pode provocar câncer de pulmão.” Também é verdade, mas só quando é fumada, por isso é indicado “vaporizar” (o que é possível por meio de aparelhos já disponíveis no mercado, com preços acessíveis), ou mesmo “ingerir” a erva, o que, inclusive, é mais benéfico à saúde. “Cannabis leva a outras drogas.” Essa é uma questão polêmica, mas, com certeza, se induz a consumir outras drogas, não é por causa do seu efeito. Um argumento pertinente é que a Cannabis pode “dar acesso” a outras drogas por ser vendida no mesmo lugar onde se trafica crack, cocaína etc. Mas, com a legalização, esta questão seria solucionada. Num último suspiro, um proibicionista que ouve este debate diz: “Mas as pesquisas dizem que a maioria dos brasileiros não quer a legalização.” Infelizmente, não podemos contar com a intelectualidade de um país que ocupa sempre os últimos lugares nos índices mundiais de educação, e que elege e reelege Tiririca e Romário como seus representantes. Mas nós somos muito mais do que circo e futebol. A legalização da maconha não é uma questão de plebiscitos, e sim de um governo com pulso firme na verdade, na veracidade dos fatos e que dê crivo às atuais pesquisas científicas. Defender a maconha não pode nunca ser considerado um ato de defesa a um vício, ou mesmo a imposição de uma obrigatoriedade de consumir a planta. A legalização só trará à sociedade mais respeito ao usuário, e transferirá a questão do âmbito criminal para o da saúde pública. É esta responsabilidade que pousa agora nas mãos do senador Cristovam Buarque, relator da SUG 08/2014, que trata da legalização. Na verdade, é esta responsabilidade que pousa sobre as mãos de todos nós, brasileiros. Pois agora é o momento de se dar mais ouvido à ciência do que ao folclore repetitivo do proibicionismo. Emílio Figueiredo é advogado e coordenador do site Growroom, que discute a legalização da maconha Leia a reportagem original aqui: http://oglobo.globo.com/opiniao/censura-inadmissivel-14285291
  10. 42 points
    O perigo da semente. O relato a seguir é verídico e foi adaptado apenas para fins literários. Tudo começou com uma ideia que parecia inofensiva: A partir daquele dia, na pequena hortinha no fundo do quintal, eu deixaria as hortaliças completarem seu ciclo de vida. Em outras palavras, deixaria elas produzirem sementes. Esperava assim não precisar comprar mudas ou sementes com tanta frequência. Eu não fazia ideia do que aconteceria depois disso. No início fiquei fascinado, descobri flores que eu jamais tinha imaginado existirem, entrei em extase quando vi desabrochar a primeira flor da chicória, de um lilás exuberante ela passou a enfeitar a minha horta. As primeiras sementes vieram, amadureceram, foram colhidas e semeadas. Ah se eu soubesse… Tudo parecia bem, as mudinhas cresceram como esperado mas algo que eu não tinha previsto começou a acontecer: nem todas as sementes foram colhidas, algumas simplesmente se espalharam desordenadamente pela horta, caíram em canteiros que não lhes tinham sido destinados e foram levadas por pássaros para lugares ainda mais indevidos. Acabei ficando com dó de arrancar as plantas, não achei que as consequências seriam tão grandes. Com o passar dos meses fui perdendo o controle, a horta ficou bagunçada. Alface nascia do lado do tomate, as cenouras brotavam por toda parte, framboesas e physalis cresciam ao pé de outras árvores e os canteiros de flores da minha mãe agora estavam infestados de comida. Talvez eu devesse ter parado mas acabei me acostumando com a ideia e deixei a natureza seguir o seu curso. Com o tempo não era mais apenas a bagunça, eu tinha um outro problema, a horta tinha se alastrado por todo o pátio. O pátio até que ficou bonito, começou a chamar a atenção, e para não fazer feio começamos a caprichar cada vez mais, eu não poderia admitir pros vizinhos que eu não estava no controle, comecei então, eu mesmo, a fazer canteiros. Mais um problema. A produção ficou grande demais, e como todo mundo sabe, é pecado jogar comida fora. A solução, ou assim eu pensava, foi dar o excedente aos vizinhos. Ruibarbo para um, espinafre para o outro e em pouco tempo eu tinha as crianças dos vizinhos grudados na cerca pedindo morangos. Dias depois observei uma dessas crianças andar de um lado para o outro com uma enxada na mão, achando que aquilo era algo a ser copiado. E não foi só isso, os vizinhos não entenderam nada. Ao invés de perceber que eu estava tentando me livrar das sobras eles ficaram felizes, vinham para a cerca conversar e insistiam em retribuír. Quando não era um convite para o café, um pacote de biscoito caseiro ou um pedaço de torta das frutas da minha horta, era um casaco que tava sobrando ou alguma outra coisa que eu talvez pudesse usar. Para me livrar das folhas que já não serviam para consumo eu jogava elas por cima da cerca para as galinhas de um dos vizinhos. Em pouco tempo começaram a chegar os ovos para retribuir. Um amigo resolveu agradecer doando esterco das suas vacas. Ovos valem mais do que restos de folhas, esterco mais do que as poucas verduras, logo, eu tenho que dar mais verduras, mas e depois? Ganho mais esterco, minha horta produz mais e eu tenho que achar outra pessoa para quem dar mais hortaliças. Entrei em um ciclo vicioso. Cada vez mais comida, cada vez mais sorrisos, mais conversas e mais sementes. Já não preciso mais ir ao mercado comprar hortaliças, faz anos que eu ganho tanta roupa que não posso mais ir ao shopping comprar minhas próprias, passo tanto tempo na horta que mal sobra tempo para a internet, nem lembro quando foi a última vez que eu assisti televisão. Sinto que eu estou perdendo o controle das coisas.
  11. 42 points
    eae rapazeada blz?? esse grower ai da reportagem fui eu... gostaria de esclarecer algumas coisas, que alguns levaram em questão aqui no tópico. 1 - eu não estava vendendo maconha. 2 - eu não vendia maconha, apenas plantava pra fumar pq eu gostava muito de fumar maconha desde mlk. 3 - não existe esse "cliente" do qual a polícia falou, foi tudo inventado pq me pegaram com uma certa quantidade de maconha no bolso saindo do apartamento, quantidade destinada ao consumo do final de semana, era quinta-feira e eu não iria voltar ao apartamento até segunda. 4 - foram 2 meses de investigação da polícia civil, após denuncia anônima, e eles nao conseguiram sequer uma única prova de tráfico, nenhuma foto, nenhuma filmagem, nenhum usuário, NADA. ( razão pela qual estou aqui hj escrevendo isso ) 5 - me indiciaram em 2 artigos. artigo 33 e parágrafo primeiro do artigo 33, que é laboratório. os 2 tem pena de 5 a 15 anos e sao crimes hediondos, tipo assassinato. o tráfico ficou descaracterizado, pois nao encontraram indícios de venda, mas ainda vou ter que responder pelo laboratório, que tem pena de 5 a 15 anos, igual o tráfico. detalhe: meu laboratório era uma estufa de 90 x 90 dual. 6 - na denúncia a polícia teve a capacidade de mentir e falar que no meu carro foram encontradas várias porções de "skunk", TUDO MENTIRA. não tinha nada no meu carro, só minhas coisas de treino. 7 - esse Doug Fanny não sabe nem quem é ele. Primeiro acredita em tudo que a mídia fala. Depois ainda fala que se não vende, não responde por tráfico. Acho que esse cara não mora no Brasil, por que eu tive que ficar na cadeia 4 meses esperando uma simples audiência. Escutei a juiza falando que não acreditava em nada do que eu tinha falado e que ia me deixar aguardar o resultado em liberdade porque eu sou réu primário, mas não estava nada decidido ainda. Mesmo se eu nao for acusado de tráfico, ainda vou ter que responder a merda do laboratório, que sao no min 5 anos. Ainda estão com meu carro no depósito, fizeram um pedido pro meu carro virar viatura, um GOL G6. Na audiência levamos todos os comprovantes que o carro foi comprado com dinheiro LEGAL, e mesmo sendo provado isso ainda continuam com o carro, alegando que existem indícios que o carro era usado no transporte de drogas ( por causa das porções de skunk que a polícia inventou que tinha dentro do carro na denúncia ), ou seja, corro risco de perder o meu carro comprado com dinheiro legal por causa de uma mentira da polícia civil. 8 - sempre fui " da casa ", sempre me considerei da casa. meu usuário aqui é de 2005 ! me reservei ao direito de nao postar nada e nao comentar nada justamente pra nao esparrar nada, certo ? mas sempre fui daqui e aprendi muita coisa aqui. espero a compreensão de vocês. 9 - fui preso dia 13 de agosto de 2015 e fui liberado pra aguardar o resultado da audiencia em liberdade dia 11 de dezembro de 2015. passei 4 meses junto com assaltantes, assassinos, estelionatários, estuprador, agressor de mulher, entre outros .... nunca cometi nenhum crime, nunca tive arma, nunca fiz nada de errado além de plantar minha erva pra consumo. 10 - eu tinha muita maconha, tinha acabado de colher e estava preparando a proxima colheita. no processo contaram até o que os pés IRIAM produzir. contaram todos os clones como se fossem plantas grandes, sendo que eu tinha acabado de tirar e já esperava que alguns não sobrevivessem, porque eu nao podia ficar direto no ap. estava com meu filinho recém nascido com 2 meses de idade e precisava dar toda atenção que um recém nascido precisa. fui preso ele tinha 2 meses, fui solto já tinha 7. 11 - o processo não acabou ainda, vou ter que aguardar a decisão da juíza e responder pelo que ela achar que eu devo. meu carro ta preso e não sei se vou te-lo de volta. to de prisão domiciliar, não posso sair de casa pra nada, só pra trabalhar de 7 as 19. fora isso dentro de casa, fds e feriados, dentro de casa também. acabaram com a minha vida por causa de uns pés de maconha pra consumo. não posso mais treinar meu kickboxing, não posso mais fazer nada. 12 - desculpa ai mas na minha opinião esse país é um LIXO, sou tratado como assassino por ter pés de maconha em casa. fiquei preso com muita gente ruim, e vi muita coisa ruim la dentro. quer dizer que dependendo da minha localização geográfica eu sou um cirminoso ou não. crime hediondo ainda. se fosse em outro país eu tava tranquilo até hoje com meu filho, com minhas plantas, com minha família, com meu trampo, com meu carro ... etc to aqui pra qualquer dúvida, e aceito qualquer ajuda também ... obrigado por tudo !!! grower não é traficante.
  12. 38 points
    Sou pai da Sofia, uma menina linda de 8 anos, em dezembro faz 9, que sofre de uma doença rara CDKL5, e depois de todas as tentativas com os remédios tradicionais, acabei descobrindo nos EUA que a maconha rica em CBD poderia ajudar minha filha no controle das crises e no cognitivo. Hoje apesar de não controlar as crises, posso afirmar que junto com o VNS ( um aparelho para controlar as crises) é disparado o melhor remédio. Muito melhor do que os alopatas, que tem grandes efeitos colaterais. A partir dessa história começamos um movimento, capitaneado pela minha mulher Margarete (Guete) e junto com outras mães e pais na luta pela maconha medicinal – a Apepi, que se juntou a outros movimentos e grupos pela causa da maconha. Hoje plantamos para fazer o remédio dela e temos um habeas corpus, o que torna nossa plantação legal. Conseguimos fazer um óleo dosado pela UFRJ e cada vez melhor. Mas preciso melhorar a minha plantação já que o nosso gargalo para ajudarmos as crianças é realmente a quantidade produzida!
  13. 38 points
    Olá, bom dia a todos. Vim aqui contribuir nesse tópico com minha experiência no assunto. Eu fui grower durante mais de dez anos, e sempre mantive o lema "o segredo do segredo é o segredo" nos cultivos para uso próprio. No entanto, com o tempo e vendo amigos e colegas pedirem e receberem sementes em casa com toda a conveniência, resolvi arriscar e pedir genéticas superiores para meu quartinho... Estava dando tudo certo, no entanto, um pedido feito no início de 2012 acabou por ser apreendido pela alfândega da receita federal, que o repassou para a PF. Já havia esquecido o assunto e atribuído a não chegada da encomenda a algum erro nos Correios quando, no início de 2013 (quase um ano após o pedido), um discreto policial federal à paisana apareceu no prédio de apartamentos onde moro perguntando sobre mim a um porteiro e deixando telefone de contato. Liguei imediatamente e na mesma hora já sabia do que se tratava; marquei com o agente de me encontrar em outro bairro que não o meu para receber a intimação. O agente foi polido e disse que o caso seria relacionado a drogas mas que, se fosse sério mesmo, já teriam feito operação em minha residência, e não apenas uma intimação... Desesperado, meu mundo caiu e precisei de muita calma, força, fé e racionalidade para saber qual o melhor caminho para me safar desta situação. Nunca havia tido nenhum envolvimento com a polícia (com excessão de um ou outro "achaque" da PM quando era adolescente) e sempre fui cidadão "exemplar", do tipo que estuda, trabalha, ajuda a avó etc... Um amigo e também ex-grower, que, por uma infeliz coincidência, também havia sido pego com sementes apenas um mês antes, me falou do Growroom e da possibilidade de uma assistência jurídica sobre um assunto nebuloso que poucos advogados conhecem a fundo. Escrevi email para o SOS Growroom, pedindo indicação de advogado e instruções jurídicas mas, para minha surpresa, o Sano já marcou uma reunião comigo, junto com Big Cunha, no escritório no centro do Rio; ambos assumiram minha defesa, recusaram qualquer tipo de pagamento e me surpreenderam e me emocionaram com sua solidariedade e amor a uma causa, a do combate à injustiça. No dia do depoimento, fui acompanhado por Big Cunha, que, com sua calma e bom humor, ajudou a dissipar toda a tensão daquele momento. Em 2013, ainda não eram tantos casos como agora, não havia tanta jurisprudência favorável. Tive também a "sorte" de ainda não haver tantos e tantos casos desse tipo, o que possibilitou uma ajuda mais próximo do Growroom, time fantástico ao qual serei eternamente grato por toda a vida (sem exageros). No dia D, o delegado foi objetivo e razoável, me pediu para contar a "história das sementes" e não fez muitas perguntas. Minha linha de defesa, já combinada com o time Growroom, foi de assumir a verdade sobre o pedido das sementes, alegando redução de danos à sociedade e a mim mesmo, e dizendo também que provavelmente ficaria com as sementes até haver algum tipo de legalização no país, antes de plantá-las. Depois do depoimento, só me restaria esperar pela manifestação do Ministério Público Federal. O mais difícil nesse tipo de caso é segurar a onda da espera, da ansiedade, da paranoia e da insegurança em relação ao futuro. Pesquisei muito, e achei desde casos de arquivamento sumário quanto de denúncias de ações penais graves de tráfico internacional de drogas. Tive muita sorte, pois não houve indiciamento por parte do delegado e o Procurador da República no meu caso pediu o arquivamento por atipicidade, baseando-se em jurispridência bem recente do TRF-3 (SP). No entanto, houve um complicador quando o Juiz (isso já em início de 2014, quase um ano após o depoimento) negou competência para o caso e tentou transferir para a jurisdição de São Paulo, onde ocorrera a apreensão. Fiquei desesperado, e corri para o time Growroom (Sano e Big Cunha) que acompanhava meu caso de perto. Ambos articularam um pedido de habeas corpus, muito bem escrito e fundamentado, em que faziam a defesa pelo trancamento imediato do inquérito, pela permanência da jusridição no RJ (pela facilidade que haveria numa eventual defesa em ação penal) e uma bela defesa do caráter e dos antecedentes da minha pessoa. Isso tudo pouco antes de começar a Copa do Mundo... O julgamento do habeas corpus foi favorável à manutenção do processo no RJ (vitória inesperada) mas o julgamento do pedido de arquivamento ficaria mesmo com o Juiz de primeira instância, que se dignou a decidir sobre o caso somente 6 meses depois (final de 2014), após insistentes idas de Big Cunha à Vara Federal para ver o que estava acontecendo. Finalmente, o Juiz decidiu homologar o arquivamento por atipicidade do fato (tese mais favorável de todas) e, até ocorrer a eliminação das sementes e todo o processamento burocrático, o inquérito policial foi finalmente arquivado esta semana última de setembro de 2015. Queria reiterar o quão fantástica e maravilhosa foi a atuação de Sano e Big Cunha com toda a atençao e carinho que deram a meu caso. Imagino que hoje em dia seria mais difícil essa dedicação, pois as apreensões de algumas passaram para milhares e a coisa toda tomou um tom social e político, com avanços como o julgamento da inconstitucionalidade do artigo 28 da lei de drogas em curso no Supremo. Big Cunha foi até o fim no meu caso, assim como em outros em que ele atuou até o seu desligamento do Growroom (por outros motivos). Sano está levando a batalha, com bons argumentos jurídicos e humanistas, até as altas instâncias legislativas e judiciárias deste país, e está de parabéns! Realmente foi um período bem difícil da minha vida, pois além de lidar com todas as dificuldades "normais" da vida (dinheiro, trabalho, família, relacionamentos etc.) havia sempre essa sombra da mão pesada da Justiça, em que você fica à mercê do entendimento de um Procurador e de um Juiz, já que a lei é ambígua e aberta a todo tipo de interpretações. A ideologia e as experiências dos operadores do direito contam mais o que a letra da lei, nesse caso, e é possível, juridicamente falando, um mesmo fato ser considerado desde um "não-crime" (fato atípico) até tráfico internacional de drogas (crime equiparado ao hediondo, sem progressão de pena, perdão ou sursis). E essa insegurança é o que pode matar a vida emocional e social do cidadão envolvido neste tipo de inquérito, além do fato de, durante o curso do inquérito, não poder ser pego com mais nada de errado em sua vida. Fechei o meu Grow, parei de queimar um na rua, evitei mesmo sair à noite para bares e festas para não ficar vulnerável ou ser envolvido em confusões alheias. Passei a valorizar mais a vida em família, em casa e cuidando da saúde, pois um abalo emocional deste perturba o sistema imunológico de qualquer um. Sou praticante de meditação, o que me ajudou muito nos momentos mais difíceis quando parecia não haver esperança, pois fica sempre a pulga trás da orelha em relação a futuros empregos e concursos públicos se chegasse a haver um julgamento por tráfico (que felizmente não houve, nem ação penal nem julgamento). Estudei muito os temas de direito penal e processual penal pertinentes ao meu caso, quem quiser tirar alguma dúvida pode mandar pro meu inbox sem problemas. Quanto a dicas de cultivo, infelizmente me aposentei da vida de Grower e dedico minha energia e tempo a outros projetos culturais. Quero de verdade agradecer, mais uma vez, de coração, ao Growroom, ao Sano e ao Big Cunha, cujo trabalho e empenho foi melhor do que qualquer advogado criminalista poderia oferecer, mesmo se eu tivesse os 30 mil para pagar pela minha defesa. Ofereci pagar-lhes pelo menos uma ajuda de custo, o que eles sempre negaram. Me coloco a disposição para ajudar, no que for possível, outros casos deste tipo. Quem quiser trocar mais ideias sobre o assunto pode enviar mensagem para meu inbox. Desejo a melhor sorte do mundo para todos aqueles injustamente respondendo a inquéritos policiais por causa de ervas ou sementes, o que contraria toda a ideia de direito natural do ser humano de cultivar e consumir o que considera bom para si mesmo. O maconheiro é perseguido na cultura hegemônica careta brasileira, enquanto o bêbado é exaltado nos comerciais de cerveja. O baseadinho é criminalizado enquanto o Rivotril vicia milhares. No futuro, a criminalização da cannabis será vista como hoje vemos a escravidão, como algo bizarro e cruel, que nega o direito humano básico da Liberdade. Obrigado e bom domingo a todos.
  14. 37 points
    Ativista preso com cultivo para fins medicinais responderá em liberdade May 21, 2015 Posted by portaladmin Na manhã desta quinta-feira (21), a polícia civil de Maricá, Rio de Janeiro, entrou na casa do advogado Ricardo Nemer, de 40 anos, e encontrou alguns pés de maconha, material de cultivo e mudas da planta. Segundo José Ricardo Oliveira, Chefe de Investigações da 82ª DP de Maricá, o advogado estava em São Paulo na hora da ação, e apenas sua esposa e sua mãe estavam no local. Ao saber da ação policial, o advogado voltou às pressas da capital paulista para se apresentar à delegacia. Ele prestou depoimento e foi liberado para responder em liberdade. Ricardo Nemer é um ativista conhecido no meio canábico e atende legalmente pessoas que fazem uso medicinal de maconha, como disse em entrevista recente para o jornal Estadão. O delegado Dr. Júlio César Mulatinho que coordenou a operação na casa de Ricardo, afirmou que vai esperar a apuração dos fatos, mas ponderou que o advogado talvez mantivesse a plantação para uso de fins medicinais (assista ao vídeo abaixo). O advogado do Growroom, Emílio Figueiredo, acompanha o caso. No final de março deste ano, a 6ª Vara Criminal de Santos inocentou da acusação de tráfico de drogas um médico ginecologista e obstetra que plantava maconha em seu apartamento, em Santos (SP). Para a juíza Silvana Amneris Rôlo Pereira Borges, que acompanhou o caso, ficou comprovado no processo que o médico, de 27 anos, plantou a erva para o próprio consumo e fins medicinais e desclassificou o delito para porte de drogas. A apreensão na casa do médico aconteceu em novembro de 2012. É um momento delicado, mas que pode trazer benefícios para futuros casos semelhantes aos de Ricardo. Ao contrário da lamentável divulgação feita nessa semana pela PF do Distrito Federal no Facebook, exaltando a prisão de um jovem em Brasília por conta de uma estufa com meia-dúzia de plantas, o Growroom destaca o trabalho que alguns agentes da lei vêm fazendo em compreender as obviedades que diferem um usuário -sobretudo para fins medicinais -, de um traficante de drogas. #liberdadeatodososcultivadores #legalizeocultivocaseiro #jardineironãoétraficante #legalizeamaconhamedicinal
  15. 37 points
    Vamos lá. Primeiramente, pra que isso tudo pra germinar? não vai nascer nada nisso dai. Cara, não especificamente você, mais assim, eu to cansado de ver no GR, nego querendo complicar um bagulho que é tão simples cara, que é o processo de simplesmente plantar uma planta, sinceramente eu não consigo entender isso dez-de que eu conheci esse fórum. Porcentagem exata disso e aquilo, por** nenhuma, pra germinar, até 1 mês de vida, é terra pura ou com um POUCO de húmus ou vermiculita no máximo, não precisa mais nada do que isso não cara. Calcário, pó de coco, copo descartável.. tudo oque uma seed não gosta nos seus primeiros estágios de vida. Com o copo descartável se vai é frita as poucas raízes que um broto tem. Solo pra vaso definitivo, ou flora, não há necessidade de húmus e esterco juntos, ou um, ou outro, se não vai virar papa isso dai. O húmus, o esterco, e a fibra de cocô retem muito liquido, por mais que a fibra aera o solo, ela também retem MUITO. Dai se vai por vermiculita ainda, nossa cara, a água vai secar dentro do vaso desse jeito, vai encharcar tudo. O calcário também da uma compactada braaaaaba se não acertar na mão. E quando você compra a terra preta de uma industria, ou marca, sempre vem com o pH e MG regulado tudo certinho pronto pra uso, os cara já soca calcário antes de ir pra venda, ai você vai colocar mais, já sabe oque vai acontecer. E vermiculita, não é especifica pra aeração, não tem perlita? vai só de fibra de cocô lavada que é sucesso. Se você colocar os dois, eu já te digo, não fica legal, compacta tudo, e você vai passar raiva que a água não vai descer. E calcário, pra tu que não tem a mão do bangui, vai devagar, leva no 1 de sopa por cada 4L. É isso dai, não tem erro, lembre-se, não queira complicar um processo extremamente simples que é o nascer, vegetar, e florir de uma planta. Cannabis é uma planta que nasce até em buraquinhos de cimento, o bagulho é praga, se você jogar 1 macho e 1 fêmea em um campo, impregna. Tá dado o recado, falei até mais, abraços.
  16. 37 points
    Rede secreta produz maconha medicinal no Rio Grupo é formado por cultivadores, médicos e até advogados POR EMILIANO URBIM 12/10/2014 7:00 / ATUALIZADO 12/10/2014 11:30 RIO - Uma sala ampla, umas oito da noite, uma dúzia de gente. Papo vai, papo vem. Trânsito, trabalho, futebol. Bebida, doces, salgados. Alguns fumam maconha. Mas a erva, cultivada neste mesmo apartamento, não tem efeito algum. Aos poucos, a happy hour se transforma em workshop. Perto da mesa de jantar, dois homens vestem touca, máscara, capote e luvas descartáveis. Um deles põe sobre a mesa um saco de flor de Cannabis. Sob olhares e celulares atentos, a dupla demonstra um processo de extração. Primeiro, a erva é colocada junto com gelo seco numa sacola, que é sacudida e, por seus orifícios, sai o extrato de maconha. Em pó. Misturado a óleo de coco, resulta num líquido denso, semelhante ao mel, que é distribuído em frascos âmbar. Cada vidrinho ganha um rótulo escrito “Harletsu” — nome daquela erva, que une os tipos Harlequin e Tsunami. Trata-se de uma variedade rica em canabidiol (CBD), substância que não dá barato, mas tem dado o que falar por seu efeito positivo em alguns pacientes com epilepsia. Algo torna a reunião daquela noite atípica: ninguém está ali para relaxar, mas para ensinar, aprender, se organizar. Quero fazer remédio de maconha, disseminar o produto e passar meu conhecimento adiante. Acredito que é o objetivo de todos aqui — diz um dentista, cultivador caseiro da erva. Quase todos que foram ao encontro são parte de uma rede maior, descentralizada e anônima. Enquanto o Brasil discute o uso medicinal da maconha, este grupo criado no Rio decidiu produzir e distribuir gratuitamente derivados da erva para fins terapêuticos — independentemente de implicações com a Justiça e com a polícia, além da ausência de um controle de qualidade “oficial’’ sobre o produto final. Há a variante com mais CBD, geralmente usada para combater convulsões, e a tradicional, com mais tetraidrocanabinol (THC), substância que altera a consciência, pode causar dependência e que em alguns países é usada legalmente contra dores crônicas e efeitos colaterais do tratamento de câncer. A primeira é tomada em gotas. A segunda é inalada por meio de um cigarro eletrônico. Outro objetivo do grupo é estimular os pacientes a cultivar suas próprias plantas e fazer seus próprios medicamentos. Esta comunidade não pretende se expandir muito, mas espera que sua ação inspire iniciativas semelhantes pelo país. No fundo, há também uma motivação política: acirrar ainda mais a discussão sobre a legalização da maconha no Brasil. GRUPO REÚNE DE 40 A 60 PESSOAS Por questões legais, eles não revelam suas identidades, quantos são ou quantos recebem o “remédio’’. São médicos, plantadores experientes, cientistas, advogados e até um policial. Alguns integrantes estimam que a rede some algo entre 40 e 60 pessoas, entre quem planta, faz o canal com os pacientes e dá apoio técnico, logístico e jurídico. A dinâmica do grupo acontece sem site ou qualquer outro tipo de divulgação que não seja o boca a boca. — Estamos cientes dos riscos. Mas nossa causa é mais importante — diz um dos fundadores. Foi no começo deste ano que o uso de maconha com fins terapêuticos deixou os fóruns segmentados e chegou ao horário nobre. Tudo por causa do caso de Anny Fischer, uma menininha brasiliense de 5 anos que tem um tipo raro de epilepsia. Segundo seus pais, graças a um óleo à base de CBD, importado ilegalmente por eles, Anny passou de 80 convulsões semanais para zero. A história, revelada pela revista “Superinteressante”, foi parar no “Fantástico’’, da TV Globo. Além disso, virou um curta-metragem que rendeu um longa com mais casos — “Ilegal”, que estreou na última quinta-feira. Tarso Araújo, autor do livro “Almanaque das drogas”, descobridor de Anny e codiretor do filme, acredita que a iniciativa do grupo carioca seja inédita. — Em abril, quando fui ao Rio participar com os pais de Anny do “Encontro com Fátima Bernardes”, soube que um grupo estava produzindo maconha para uso medicinal no Brasil. Os dois fatos estão mesmo ligados: foi a repercussão do caso Anny que motivou a organização da turma. Até então, quando algum deles fornecia a erva para uso medicinal, era num esquema informal, para amigos e parentes. Nesses casos, tratavam-se das variedades tradicionais, ricas em THC. — Sempre tinha uma avó de um amigo passando por quimioterapia, um conhecido se recuperando de um acidente grave. — diz um integrante do grupo. — Aí o próprio cultivador oferecia ou essa pessoa próxima pedia “um baseadinho’’, “umas gotinhas’’, para aliviar a dor. Eu já tinha o hábito de separar o excedente da minha produção para esses casos. SITE AJUDA NO CULTIVO Outra via de contato entre usuários recreativos e medicinais é o site Growroom, dedicado a tópicos “canábicos”. Mas a oferta e a demanda de maconha medicinal continuavam limitadas. — Até que veio esse boom em torno do assunto — diz outro membro, referindo-se ao impacto da história de Anny. — Fomos procurados por pais de crianças com epilepsia e pessoas com todo o tipo de doença. Era hora de a gente se organizar. E instiguei o pessoal. O perfil dos membros da rede é bem variado, e difere bastante do estereótipo do usuário de maconha, aquele jovem “viajandão’’ sem ocupação definida. Os integrantes com que a reportagem entrou em contato passam dos 30 anos e são estabelecidos financeiramente — até porque o cultivo caseiro, com sementes, estufa e luz 24 horas por dia, é caro. Entre os profissionais liberais, funcionários de grandes empresas e acadêmicos que integram o grupo, alguns fazem uso da maconha no dia a dia; todos defendem a legalização da droga. — Do meu ponto de vista, todo usuário é um usuário medicinal — diz um integrante, que está concluindo sua tese de mestrado. — Fumo como alguém que usa calmante, como alguém que faz acupuntura. As primeiras trocas de informação já serviram para colocar a turma do Rio em contato com casos mais distantes: uma senhora do interior do Estado, uma menina no Paraná, outra em São Paulo. Nem sempre há produção suficiente. Vítimas de epilepsia, por exemplo, não reagiram tão bem ao óleo de maconha rica em THC e precisaram do extrato com mais canabidiol, ainda raro entre cultivadores brasileiros. Entre abril e maio deste ano, a confraria, que se comunicava a maior parte do tempo virtualmente, sentiu a necessidade de se encontrar ao vivo para fazer as coisas avançarem. Não bastavam as reuniões esporádicas que alguns membros do grupo faziam para “degustar’’ a erva. Daí surgiram os encontros de trabalho. O apartamento onde ocorreu o do início deste texto foi eleito como uma espécie de QG. — E para formalizar, fiz um Power Point — diz um deles. O primeiro slide da apresentação define o grupo como uma “rede de apoio para usuários de Cannabis medicinal”, e mais adiante é estabelecido o princípio de acesso gratuito ao “medicamento’’. A parte mais detalhada do documento é a estratégia de ação, que prevê a divisão em grupos: cultivadores, cozinheiros, pesquisadores, facilitadores. E há uma quinta divisão, fundamental para a rede fazer sentido: uma equipe médica responsável por aprovar a inclusão de pacientes no programa (“a gente não é SUS”, diz um integrante) e acompanhar os tratamentos. — Não pode haver um grupo médico sem médico — diz um cultivador. MÉDICO SELECIONA PACIENTES E há um médico. Antes de o grupo se organizar, ele já estava atuando como uma rede de um homem só, cultivando, prescrevendo e distribuindo Cannabis medicinal para seus pacientes. No meio psicoativo, ele tem o apelido de Doutor Maconha. Mas prefere ser chamado apenas de Doutor. Durante anos, este cirurgião diz que conviveu com uma frustração: uma pequena, mas persistente parcela dos seus pacientes (entre 2% e 5%), que, apesar de passar por inúmeros procedimentos e tratamentos, continuava sentindo dor. Segundo ele, estas pessoas já haviam utilizado todo tipo de remédio. Foi então que Doutor partiu para plantas proibidas no Brasil mas amplamente estudadas e usadas no exterior, como sálvia e garra-do-diabo. O resultado foi moderado. Nessa época, ele ainda era refratário à maconha, fosse para uso medicinal ou recreativo. Só havia fumado uma vez, no final da faculdade. — Foi uma experiência péssima, descobri que sou intolerante ao THC. Nunca mais fumei. — diz o Doutor. — Mas meus paradigmas pessoais foram quebrados graças à ciência. O cirurgião conta que se deparou com muitas pesquisas internacionais que indicavam a eficácia da droga contra dores crônicas. Ao mesmo tempo, ele não encontrava qualquer respaldo em seu meio profissional: — Há entre os médicos brasileiros uma paranoia terrível sobre drogas, uma visão demoníaca que é fruto e ao mesmo tempo responsável por décadas de pouca pesquisa sobre o assunto. Convencido a fazer testes, passou a se informar sobre cultivo no site Growroom (“era como um livro completo e totalmente anárquico”). E decidiu: ia trazer sementes ilegalmente de Amsterdã. Trouxe, mas a plantação não vingou. Depois, foi à Califórnia, e de lá veio com novas sementes. Deu certo. “NÃO HÁ RELAÇÃO COMERCIAL’’, DIZ MÉDICO Com a planta florida, teve de aprender como transformar o vegetal em óleo medicinal. Só depois de dominar a técnica de extração foi que ele passou, com muito jeito, a receitar a maconha. — Eu precisava ter o controle de toda a cadeia. Não falaria jamais para alguém ir na boca de fumo comprar — ressalta. A indicação é feita só para aqueles pacientes que já tentaram de tudo e com quem ele já desenvolveu um vínculo forte. Sua primeira atitude é orientar a pessoa a pesquisar, se informar sobre o uso medicinal da maconha. Caso o paciente demonstre interesse, ele diz que conhece pessoas que produzem o “remédio’’ — no começo, antes de a rede se formar, “as pessoas que produziam” eram, no caso, ele mesmo. Por fim, propõe o tratamento sem custo. Até hoje, todos que receberam a proposta disseram sim. — Vale ressaltar que o tratamento que eu presto é gratuito. É um investimento de anos, de tempo, de dinheiro. Não há relação comercial. É um projeto de vida — argumenta. Volta e meia, o Doutor grava depoimentos de seus pacientes. A pedido da reportagem, ele mostra alguns. No vídeo, uma senhora de óculos conta que suas dores diminuíram em 70%. Um senhor que tomava 60 ml de morfina três vezes ao dia e hoje só inala extrato de maconha via cigarro eletrônico conta que isso lhe dá alívio imediato. Uma moça angolana com fibromialgia, que vem periodicamente da África para ter consultas, afirma que sua vida mudou. — É importante dizer que o tratamento com Cannabis medicinal é como qualquer outro: é fundamental ter o acompanhamento de um médico, um especialista que ajude cada um a encontrar a variedade certa, a dose certa, a melhor forma de ingestão. Questionado sobre o fato de estar prescrevendo a seus pacientes uma substância ilegal, o Doutor diz: — Posso até perder meu registro. Mas sei que estou fazendo o bem. HISTÓRIAS DE QUEM PROCURA A REDE Quando os fundadores da rede entraram em contato com o Doutor, ele não teve dúvida em fazer parte. — Nossa luta é a mesma. — diz o médico. — E nem se compara à luta das mães e dos pais que, após anos dando de tudo para seus filhos, estão conseguindo lhes proporcionar algum tipo de alívio graças ao óleo de Cannabis. Uma delas é a engenheira Patrícia Rosa, mãe de Deborah. A adolescente é portadora da Síndrome de Dravet, um tipo raro de epilepsia que desde os primeiros meses provoca convulsões e danos cognitivos. Durante os 19 anos da filha, Patrícia tentou todos os tratamentos disponíveis, e só observou uma melhora das crises quando adotou para Deborah uma dieta sem carboidratos: — Até que eu vi a matéria sobre a Anny no “Fantástico’’. No dia seguinte, eu liguei para a mãe da garota, Katiele, para buscar informação. Por meio de conhecidos, ela entrou em contato com a rede e utilizou a substância produzida por eles. Segundo a mãe, Deborah passou de 30 para sete convulsões por mês. E, pela primeira vez desde que nasceu, conseguiu dormir noites inteiras: — Nunca hesitei em dar CBD. Após 19 anos, o caso da Deborah permite o que tecnicamente se chama de uso compassivo. Ou seja, por compaixão. Patrícia obteve autorização judicial para para importar óleo de canabidiol, e não usa mais o do grupo. Mas se considera parte da rede, vai a encontros e diz que pretende plantar Cannabis e produzir ela mesma o remédio para Deborah se o uso for legalizado. FOTÓGRAFA FAZ O PRÓPRIO EXTRATO Formada em Farmácia mas trabalhando com fotografia, Michele Pallotino, de Petrópolis, usou os conhecimentos adquiridos na curso universitário para produzir seu próprio extrato. Após se curar de um câncer de mama, ela recebeu o diagnóstico de um tumor no fígado. Passou muito mal durante a quimioterapia e embrenhou-se em pesquisas sobre tratamentos alternativos. Sua primeira investida foi com uma planta chamada aveloz, que ela sabia ser tóxica, mas resolveu usar mesmo assim. Foi parar no hospital. — Iria morrer com poucas gotas extraídas de uma planta, pois o câncer estava longe de me matar. Que ridículo — diz Michele. A pressão do oncologista era para que ela voltasse à quimioterapia. Nessa época, conta que já havia se aprofundado muito na pesquisa sobre o uso medicinal da maconha. Sabia, no mínimo, que não iria parar no hospital de uma hora para a outra. Mas sabia também que a erva vendida por traficantes não seria a melhor saída, pois nela entram várias outras substâncias. Fotógrafa fez seu próprio remédio Foi quando um amigo lhe ensinou a cultivar. Os pés de Cannabis cresceram, ela fez o óleo e o tomou por três meses. Até que ficou sem. — Foi então que, por muita sorte, um amigo me deu um contato. — lembra Michele. — Não era de nenhum traficante, mas dessa rede de ajuda a pacientes. Nunca passou pela minha cabeça que isso pudesse existir. Michele teve outra surpresa: após seis meses de tratamento com maconha medicinal, a lesão no fígado desapareceu. E não voltou. Mas ela ressalta: — Casos isolados são péssimos modelos para se comprovar qualquer ação de medicamentos. Nunca afirmo que foi o uso do óleo. Pode ter sido ele, pode não ter sido. Para sabermos, deveriam existir pesquisas científicas sérias, com toda a regulamentação. Só assim teremos uma resposta segura. Quem bate na mesma tecla é Margarete Brito. Até obter autorização judicial, ela importou ilegalmente o óleo à base de CBD para sua filha Sofia, de 5 anos, que sofre da mesma doença de Anny. Burocracia, alto custo e demora de entrega foram fatores que a levaram até a rede carioca. No começo, o óleo funcionou; depois, nem tanto. À espera de testes, ela voltou à substância importada. — Eu dei durante 90 dias o extrato dos cultivadores. As convulsões caíram de 58 para 13 por mês. Numa segunda leva do produto, a situação voltou ao que era anteriormente. O problema é que, por ser proibido, é muito artesanal e amador. O importado é testado em laboratório. Acho muito arriscado dar para uma criança como a Sofia, que não fala, uma substância que a gente não sabe que reações pode provocar. Presidente da Associação de Pais de Pessoas com Epilepsia de Difícil Controle (Appepi), Margarete organizou a ida de pais e crianças em tratamento com CBD na Marcha da Maconha deste ano. Ela espera por estudos que permitam no Brasil, artesanal ou industrialmente, a produção de remédios com o mesmo rigor técnico dos importados. Cannabis medicinal é justamente a linha de pesquisa do psicofarmacologista Fabrício Pamplona, do Instituto D’Or. Ele consegue com a Appepi amostras do óleo da rede para análise. Mas admite que é um trabalho inicial. — Ainda faltam muitas pesquisas, no Brasil e no mundo. Mas eu entendo a atitude dessas mães — diz Fabrício. — Se eu soubesse que água de esgoto poderia fazer bem para eu meu filho doente, eu dava água de esgoto. O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, diz não ser contra pesquisas, mas afirma que, até que haja algo conclusivo, condena qualquer uso medicinal da maconha. — Eu estaria legislando em causa própria, porque a droga desenvolve quadros psicóticos e meu consultório ficaria cheio — ressalta o psiquiatra. ANVISA ESTUDA MUDANÇAS No Brasil, quem controla se um medicamento é ou não legal é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão ligado ao Ministério da Saúde. Por meio de sua assessoria de imprensa, a agência afirma estar discutindo a possibilidade de reclassificação do CBD de “proibido” para “controlado”, o que facilitaria o acesso e a prescrição médica da substância. O tema está sob a análise da diretoria da agência. “Porém, em razão da complexidade, não há prazo para que isso ocorra’’, diz a assessoria, por e-mail. Por outro lado, a Anvisa criou mecanismos para que as pessoas possam ter acesso a medicamentos à base de CBD sem precisar entrar na Justiça. Até segunda-feira passada, o órgão havia recebido 118 pedidos de importação de canabidiol. Destes, 87 foram autorizados, oito precisam cumprir algumas exigências burocráticas e 19 estão em análise. A nota da agência também informa que houve quatro arquivamentos de processos, “sendo um deles por falecimento de paciente logo após a entrada do pedido’’. Era o menino Gustavo, de um ano, que morreu em Brasília após uma série de convulsões graves causadas pela Síndrome de Dravet. Seu processo para conseguir a liberação do medicamento na Anvisa durou um mês, e o remédio ficou dez dias preso na Receita Federal. O menino só conseguiu usar o óleo CBD por nove dias, um período considerado curto demais para dar resultado, na opinião de quem defende a causa. — Casos como o do menino Gustavo são um exemplo de que a legislação precisa mudar — diz o advogado Emilio Figueiredo. O advogado Emilio Figueiredo presta assessoria para o grupo: pena por tráfico pode chegar a 15 anos de cadeira - Fabio Seixo / Agência O Globo Nos últimos anos, Emilio se notabilizou por defender os direitos de usuários de maconha, tanto cultivadores domésticos quanto pacientes. Foi assim que os integrantes da rede carioca chegaram a ele. Segundo o advogado, o risco mínimo que os plantadores correm é de serem enquadrados como traficantes, podendo pegar até 15 anos de cadeia: — Eles sabem que, se forem presos, não devem agir como bandidos, baixando a cabeça. Devem fazer a defesa do uso medicinal da maconha como uma exceção à lei criminal. Como uma forma de Justiça perante uma lei maior, que é a lei constitucional, que garante à pessoa saúde e direito à sua intimidade. Perguntado se tem medo de ser preso, um dos fundadores da rede responde: — Se é para rodar com maconha, que seja ajudando alguém. http://oglobo.globo.com/sociedade/rede-secreta-produz-maconha-medicinal-no-rio-14198705#ixzz3FwcFbEsK
  17. 36 points
    Na boa, quem caiu nessa conversa de cooperativa deu mole, com todo respeito. Como confiar em alguém que nem sabe quem é, que conheceu pela internet. Estamos no Brasil! Não conheço ele o suficiente para dizer sobre sua índole, sei que ajuda muita gente. Mas o modelo por ele construído tinha alguns pontos falhos, principalmente envolver dinheiro e por não ter um amparo jurídico consistente. Espero que ele não fique preso, que saia na audiência de custódia e que possa ter mais força para lutar contra a proibição. Sobre o video da PC, só posso dizer que foi lastimável!
  18. 36 points
    Cabelo, sua reputação o precede. Seus atos pró-cultivo , seu empenho libertário, suas idéias liberais para com essa terra abençoada por Deus e amaldiçoada por governantes podres , mostram que os loucos são os outros. Olhar DIRETAMENTE para a câmera como fez, cara limpa para o combate, prestando conta de seu atos , justificando um ato que, em países civilizados , renderiam aplausos e reconhecimento ( um cultivador de sua medicina). Independente do número de plantas , dos "lambe-bolas" de Datena e Marcelo Rezende e inúmeras criaturas com alma assombrada pelo sopro vigoroso de liberdade, intelecto , cura e pensamento que a Cannabis proporciona, nada poderá apagar o brilho libertário de seus olhos e boca ao defender nossa causa. Mais um baque nos pilares do bem, nosso exército recua, mas não se curvará. Entendam isso de uma vez por todas. A cada semente lançada ao solo e germinada, nosso exército ganha mais um combatente da paz e da liberdade. CJGR, aos trabalhos. GROWROOM em PESO, hora de articular e mostrar a força silenciosa ( mas não omissa) que possuímos. Em caso de dúvidas assistam no REPLAY dos 1:48 aos 2:20 min , até entrar em suas almas; são a ÚNICA VERDADE PROFERIDA. http://globotv.globo.com/inter-tv-rj/rj-inter-tv-1a-edicao/v/pf-encontra-cultivo-de-maconha-sofisticado-e-prende-1-em-petropolis/3944650/ O destino de um É COMPARTILHADO por TODOS e para que o MAL prevaleça,basta que NÓS, homens de BEM, nada FAÇAMOS. Hoje foi ele, amanhã pode ser 1 de nós. Quantos precisarão cair? Quem quer ser o próximo a ser condenado por buscar ser livre?
  19. 35 points
    Ola, sou de Florianópolis, cursei Técnico em Agropecuária por 2 anos, trabalhei em Floricultura por 6 meses e me identifico com produtos orgânicos e fitoterapia. Posso oferecer serviços de webdesign para site e design de material publicitário. Estou com um projeto de cultivo autorizado pela ANVISA, com fins medicinais, fitoterápicos, informativo e em prol do ativismo e regulamentação da maconha. Disponibilizando meu CNPJ para fazer a solicitação da autorização e fazer dela um modelo sólido, pois hj em dia a ANVISA realiza testes para 2 doenças contando com drogas apreendidas. Nesse Projeto será cultivada organicamente algumas plantas medicinais mais procuradas e requisitadas pelo SUS e ANVISA, incluindo a CANNABIS, para extração de CBD e outras propriedades medicinais. extração de THC e CDB em forma de óleo e extrato em pó Projeto da empresa, com laboratório de testes e espaço Outdor para cultivo, com captação de recursos através de Empresas beneficiadas com apoio de incentivo fiscal, ou seja, sai de graça para elas, pois é deduzido automaticamente do IR. (imposto de renda). produção de extrato de Cannabis para tratamento via inalação com cigarro eletrônico (doenças e dores crônicas) produção de Canabis Medicinal com alto teor de CDB oferecer um apoio profissional para aplicação dos extratos e derivados da planta a pacientes com doenças crônicas que lutam na justiça para importar o produto com valor muito alto. promover o marketing e divulgação dos resultados Preferencialmente serão aceitas pessoas ligadas a Agronomia, Fitoterapia e profissionais para assistência Jurídica, Marketing / Publicidade e assessor de imprensa. Gostaria de convidar uma ou mais pessoas pra participar desse projeto. Preferência que seja da minha região, disponibilidade e vontade de expandir o projeto. Vamos boicotar o tráfico plantando ! Força e luta
  20. 35 points
    Prevenção, agora não tem o que fazer. Pessoalmente, sou contra matar as plantas em momentos de crise, elas não tem culpa das confusões que os homens criam. Mas se for para ficar mais tranquilo, faça o que achar melhor para sua consciência. Acho difícil irem atras de todo mundo, são mais de mil pessoas, no Brasil todo. E alto risco desse tiro sair pela culatra para a polícia, e acabar acelerando a legalização, para isso, basta que a defesa seja bem feita. Quem tiver com o nome nessa cooperativa, deixe o [email protected] com alguém de confiança e peça para caso aconteça algo que escreva imediatamente. Sobre a boa intenção dele, pode até ser, não vou julgar, to aqui pra defender, mas volto a dizer, lidar com cannabis ainda é arriscado no Brasil, e se colocar dinheiro no meio piora muito esse risco. Quem já fez semente sabe que é mole, então, pra que vender? Quer fazer ativismo, então esquece o dinheiro.
  21. 34 points
    Salve Salve Galera do GrowRoom Enquanto não temos um Concurso Oficial de Fotos, bora brincar para aquecer os motores??? Tentei pensar numa frase de impacto, mas não me veio nenhuma ideia realmente impactante. Viajei em algo como já tinha dito, tipo 2015 é ano de Maconha na Boca do Povo, mas sei lá. Então cada um inventa uma frase ou copia do outro, sem dó ou não usa frase nenhuma. kkkkk O vencedor ganhará os parabéns da galera e quem sabe também algum prêmio! Vamo agitar! Não dá pra seguir as mesmas regras já que não é oficial. Bora todo mundo participar juntos!!!!! Postarei 4 fotos exemplos, mas não serão as minhas ainda. A minha já tá na cabeça. Logo tiro! Aproveitar para parabenizar os organizadores do concurso pq frase de impacto tem dias de inspiração. REGRAS - Apenas usuários com mais de 50 posts poderão votar. - Os usuários podem postar somente uma foto por concurso, sendo que esta pode ser mudada até o último dia do período de participação; - Se possível, as fotos devem constar o nome ou o logo do Growroom para divulgação da casinha. - O período de participação começa hoje dia 03 de janeiro e termina no dia 03 de fevereiro. Só serão aceitas as fotos postadas nestas datas e no mês subsequente iniciaremos a votação.
  22. 32 points
    Pessoal, o Sérgio foi solto! Segue a decisão: 01/12/2016 15:38:11 EXPEDIÇÃO OFÍCIO Observação: Of. 41.317/2016 - comunica resultado de julgamento e encaminha alvará de soltura Destinatário: 3a VARA DE ENTORPECENTES DO DISTRITO FEDERAL 01/12/2016 15:37:19 EXPEDIÇÃO ALVARÁ DE SOLTURA Observação: EM FAVOR DO PACIENTE Destinatário: CENTRAL DE MANDADOS - OFICIAL JUSTICA 01/12/2016 13:30:00 JULGAMENTO Espécie: Habeas Corpus Impetrante(s): DAMIAO JOSE LEMOS DA SILVA - Paciente: SERGIO DELVAIR DA COSTA - Relator : Des. ROMÃO C. OLIVEIRA 1ª Vogal : Desª ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO 2ª Vogal : Desª SANDRA DE SANTIS Decisão: ADMITIR PARCIALMENTE E CONCEDER A ORDEM. MAIORIA Sessão: 42/2016 Ordinária 30/11/2016 18:41:04 RECEBIDOS OS AUTOS Remetente: ROMAO C OLIVEIRA EXPEDIÇÃO ALVARÁ DE SOLTUR
  23. 32 points
    O Growroom partiui para a Califórnia para fazer a cobertura dos maiores eventos da industria da cannabis nos EUA. No meio desse caminho, trombamos algumas feras como o grande Guru do Cultivo, Jorge Cervantes, que nos recebeu em sua casa para uma visita, que teremos o prazer de compartilhar com todos assinantes do nosso canal. Além do mestre Cervantes, traremos diversas entrevistas com as maiores personalidades dessa indústria. (vejam os nomes no vídeo teaser) Uma entrevista com o brasileiro BAMF, que já ganhou 8 prêmios com seus concentrados, também está prevista para os próximos capítulos das Aventuras Canábicas do Growroom. A idéia é disponibilizarmos todas essas entrevistas com uma freqüência quinzenal. Apertem os baseados e preparem-se para decolagem. Destino: Califórnia!
  24. 32 points
    Essa questão da venda de sementes é bem complexa. Eu juridicamente entendo que a venda de sementes é fato atípico, não é crime. A lei de drogas pune condutas relativas à plantas, substancias proscritas, matéria primas e insumos. Sementes são frutos aquênios da planta cannabis, que servem como propágulos. Não são a planta em si, pois não estão vivos, apenas há nelas a vida latente. As sementes também não tem o THC, e não sou eu que digo, e sim a ONU: Se não tem THC não pode ser consideradas drogas. As sementes não são matéria primas, pois elas não são parte principal em um processo industrial. A semente pode ser matéria prima do Hemp Seed Oil, mas não é matéria prima da flora, pois o processo é natural. Também não são insumo, pois insumo é um elemento secundário em um processo industrial. Exemplo, a acetona é insumo para o preparo da cocaína. A semente não é insumo da flora da cannabis. Por isso entendo que não há crime que envolva sementes nesse caso. No caso da importação de sementes o problema é outro, é a falta de autorização para importar as sementes, o que dá abertura para acusação de contrabando. Agora é convencer o juiz disso e que o cultivo dele não era para fins de tráfico, pois não saiam drogas dali, apenas frutos aquênios. O que acham?
  25. 30 points
    STF: Porte de drogas para consumo próprio tem prioridade Jornal do BrasilBrasília O plenário virtual do Supremo Tribunal Federal decidiu dar “repercussão geral” ao julgamento de um recurso extraordinário (RE 635659), com base no qual vai decidir se é constitucional ou não o dispositivo da Lei de Tóxicos (Lei 11.343/2006) que tipifica como crime o uso de drogas para consumo próprio. A decisão futura terá de ser aplicada pelas instâncias inferiores em casos idênticos. A matéria será discutida em face do inciso 10 do artigo 5º da Constituição (“cláusula pétrea”), segundo o qual “são invioláveis a intimidade, a vida privada” das pessoas. O recurso, agora com repercussão geral, é da Defensoria Pública de São Paulo, e tem como relator o ministro Gilmar Mendes. Defensoria Pública A Defensoria Pública argumenta que “o porte de drogas para uso próprio não afronta a chamada “saúde pública” (objeto jurídico do delito de tráfico de drogas), mas apenas, e quando muito, a saúde pessoal do próprio usuário”. O acórdão questionado é do Colégio Recursal do Juizado Especial Cível de Diadema (SP) que, com base na Lei de Tóxicos, manteve a condenação de um usuário à pena de dois meses de prestação de serviços à comunidade. Relevância Ao manifestar-se pela repercussão geral da matéria discutida no recurso, o ministro Gilmar Mendes destacou a relevância social e jurídica do tema. “Trata-se de discussão que alcança, certamente, grande número de interessados, sendo necessária a manifestação desta Corte para a pacificação da matéria”, frisou. http://www.jb.com.br...tem-prioridade/
  26. 30 points
    Dia 23 de janeiro deste ano estava em casa fumando um com um amigo , quando derrepente a policia invade minha casa e me prende. Maior patifaria dos policia, dizem que foi por denuncia anonima , creio que foi pelo cheiro de fumar em casa, pois cultivava em casa com toda a liberdade e ao mesmo tempo sigilo , com total apoio de minha mae que tem a mente aberta e sabia q eu estava fazendo o certo , em vez de comprar. A corrupção por parte dos policiais é muita aqui na cidade, disseram ser um laboratorio de maconha para o tráfico e que eu vendia sementes, male male custei a comprar as minhas. Nunca vendi nada de maconha para ninguem, muito menos semente. Quebraram meu sigilo bancario , telefonico , levou meu computador e não encontraram nada relacionado a tráfico. Fizeram um grande sensacionalismo com a mídia local. Policiais corruptos e mentirosos, aqui na minha cidade , estão prendendo até com um baseado, forja droga nas pessoas, populaçao carceraria esta lotada , cheguei a ficar preso com 31 pessoas no mesmo barraco. Da população carceraria 90% são usuarios e em toda acusação relatam que são traficante , pessoas presas com 12 gramas , meia grama , um baseado. Fui enquadrado nos artigos 33,34 e 35. Gastei 8 mil com advogado. Fui liberto ontem dia 13 com a graça de Deus. Segue o link da minha apreensão e da patifaria dos policia. http://g1.globo.com/mg/centro-oeste/mgtv-2edicao/videos/v/policia-fecha-laboratorio-de-drogas-em-araxa/4759238/
  27. 30 points
    Essa Ação Civil Pública ainda renderá bons frutos. Essa decisão liminar ainda é bem parcial, mas já sei que o MPF irá recorrer para buscar a tutela antecipada na totalidade. Aguardo principalmente que seja julgado o pedido sobre o cultivo e também sobre a importação de sementes, que foi incluído a meu pedido na Ação.
  28. 30 points
    Não compre, plante Juiz de SP rejeita denúncia de contrabando de sementes de maconha Por Bruno Lee "Não compre, plante". O título da primeira música do disco de estreia da banda Planet Hemp — que vendeu mais de 100 mil cópias — serve para resumir a opinião de um juiz federal de São Paulo, que, em decisão do dia 29 de agosto, afirma que "o usuário que produz a própria droga deixa de financiar o tráfico, contribuindo para a diminuição da criminalidade decorrente das mazelas que o mercado ilegal". O juiz Fernando Américo Figueiredo de Souza, da 5ª Vara Federal de São Paulo, julgou um processo no qual o Ministério Público Federal acusa um morador de Cotia de "contrabando" por ter supostamente importado da Antuérpia, na Bélgica, 12 sementes de maconha. Segundo a ação, a encomenda, feita pela internet, nunca chegou ao seu destino final. O réu foi representado por Alexandre Pacheco Martins, do Braga Martins Advogados. Em sua decisão, o juiz Souza escreve: “Embora o bem jurídico protegido pela Lei Antidrogas seja a saúde pública, entendo que o usuário que produz a própria droga deixa de financiar o tráfico, contribuindo para a diminuição da criminalidade decorrente das mazelas que o mercado ilegal propicia (armas, corrupção de menores, etc.), logo, a despeito de uma possível tipicidade formal, não há tipicidade material, já que inexistiu lesividade em sua conduta”. Baseado no artigo 383 do Código de Processo Penal — segundo o qual, o juiz, sem modificar a descrição do fato contida na denúncia ou queixa, poderá atribuir-lhe definição jurídica diversa — Souza desclassificou o crime de contrabando descrito na denúncia e tratou o caso como uma acusação sobre o crime descrito no parágrafo 1, do artigo 28, da Lei 11.343/06. “Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas: advertência sobre os efeitos da droga”, diz o dispositivo. Como as sementes não chegaram ao destinatário, não houve cultivo e, consequentemente, o “material entorpecente” nunca foi extraído, o juiz rejeitou a denúncia por falta de justa causa para a ação penal. Clique aqui para ler a decisão. Conjur
  29. 29 points
    Salve Growroom Estou abrindo esse tópico ja que nunca vi algum parecido e sempre chega gente procurando growshop para fazer seus pedidos e começar a não mais sustentar o trafico! Existe mais lojas de jardinagem, mas essas são mais diretas no nosso assunto Então aqui vai minha ajuda de um livro que ganhei de um amigo e achei bem ultil para nós essa parte. Vamos lá GROWSHOPS DO BRASIL Rio Grande do Sul - Porto Alegre - Cidade Baixa Porto Alegrow Tel 51 3557-0420 Rua Joaquim Nabuco, 384 Cidade Baixa __________________________________________________________________________ Rio grande do Sul - Passo d' Areia Flor do Sul Tel 51 3013- 9647 Av. Rio São Gonsalo, 150 Loja 1 Passo D' Areia __________________________________________________________________________ Santa Catarina - Florianópolis - Centro Green Power Tel 48 3211-8699 Rua General Bittencort, 576, loja 1 Centro __________________________________________________________________________ Paraná - Curitiba - Cajuru Flora e Vega Tel 41 3369-5945 Rua Amador Bueno, 539 Cajuru Vista Alegre - Curitiba Grow Power Cultivo Indoor (47) 3339-0477 Rua André Zaneti, 75 Loja 02 __________________________________________________________________________ Rio de Janeiro - Gloria Raiz Cultivo Indoor Tel 21 2179-8650 Rua Augusto Severo, 272 Loja A Glória __________________________________________________________________________ Rio de Janeiro - Jardim Guanabara HGIndoor Tel 21 9719-58902 Est Do Galeao, 1285, Sala 305 Jardim Guanabara _________________________________________________________________________ Rio de Janeiro - RJ Foreste Indoor Tel 21 98106-4280 www.foresteindoor.com Rio de Janeiro Rio de Janeiro - RJ Horta Urbana www.hortaurbana.com.br _________________________________________________________________________ Minas Gerais - Belo Horinzonte Growshop Tel 31 3267-7846 / 8467-7069 [email protected] __________________________________________________________________________ São Paulo - São Paulo NetJardimn Grow shop Tel 11 91234-1234 www.netjardim.com.br São Paulo Prazeres da casa Grow shop Tel (11) 3858-5750 Praça Cruz da Esperança, 16 - Vila Baruel, casa verde __________________________________________________________________________ São Paulo - Atibaia Jardim Hidrponico Tel 11 4412-0819 www.jardimhidroponico.com.br Atibaia ________________________________________________________________________ São Bernado do Campo - São Bernado Grow Planet Tel 11 2374-0957 Rua Cristovão de Barros, 325 São Bernado __________________________________________________________________________ São Bernado do Campo - Centro Keep Growing Indoors Tel 011 9649-23448 Grande ABC São Paulo _________________________________________________________________________ São Paulo - Lapa Jardins Urbanos Tel 11 2667-0420 Rua Celia, 1481 Lapa Naturalgrow Tel (11) 3641-1604 / (11)3645-4866 / (11)9896-11324 Rua Ponta Pora, 473 Alto da Lapa - São Paulo __________________________________________________________________________ Santo Amaro Grow Pro Tel 11 2659-2220 Rua da Paz, 1104 Santo Amaro __________________________________________________________________________ Vila Pompéia Grow Plant Tel 11 2893-6774 Rua Cajaiba, 531 Vila Pompéia _________________________________________________________________________ Vila Sônia Green Hippo Tel 11 2373-0262 Rua Francisco Santoro, 205 Vila Sônia __________________________________________________________________________ Sem endereço Growshop Meu grow - Fertlizantes e Solo [email protected] 21 lojas nacionais Mais alguma? É isso ai, espéro ter ajudado! Bons cultivos a todos Paz
  30. 29 points
    Seguindo o tópico, ontem o recurso interposto pelo MPF na Ação Civil Pública foi distribuído. Agora é a expectativa para o Desembargador reconhecer a necessidade de obrigar a ANVISA a autorizar o cultivo (inclusive o individual) para fins medicinais e científicos. Ontem a ANVISA também foi intimada para cumprir em 10 dias a decisão de primeira instancia para reclassificar o THC e autorizar a importação e a prescrição de tais produtos. O STF só ano que vem...
  31. 29 points
    ATENÇÃO DEVIDO AOS VÁRIOS RELATOS DE USERS QUE EXPERIMENTARAM RECENTEMENTE PROBLEMAS COM OS SUBSTRATOS CAROLINA SOIL II E III, DESACONSELHAMOS FORTEMENTE O USO DESSE SUBSTRATO. ENTRE OS PROBLEMAS APRESENTADOS ESTÃO PH MUITO BAIXO E EC MUITO ALTO, CAUSANDO QUEIMA DE FOLHAS E PERDA DE PLANTAS. ESTAMOS CONSCIENTES QUE EXISTEM USERS QUE UTILIZAM-NO SEM PROBLEMAS, ACHAMOS QUE EXISTEM PROBLEMAS NO CONTROLE DE QUALIDADE DO SOLO OCASIONANDO DIFERENÇA ENTRE OS LOTES.
  32. 28 points
    "Traficante" é uma palavra que eu não gostaria de ler num fórum de maconheiro. Mas que volta e meia reaparece. Depois de todo estigma e preconceito que a gente sofre desde a década de 30 por causa de mentiras, não me sinto no direito de apontar o dedo pra ninguém. Aliás, o que falta no mundo é cada um cuidar da própria vida e não se meter na vida dos outros, não julgar os outros. Se o cara vende semente, maconha, ou o que quer que seja, é problema dele, não meu. Só é meu quando acontece aqui no fórum. Mas, fora daqui, torço pra que cada dia mais gente tenha coragem de desafiar as leis. Mas com sabedoria, não de uma forma kamikase como disse o Wet-coma. Ativista preso é um a menos na luta, não tem glória nenhuma nisso. Porque essas ditas "leis" não me representam e são criadas pelos mesmo políticos perversos que nos deixam na miséria, causam a morte de milhares de crianças, que fabricam armas, que fazem guerra, não dão a mínima pra nenhum de nós, e tudo isso por poder, ganância e principalmente controle. É, "dividir e conquistar" sempre vai ser uma tática eficiente, ainda mais aqui no Brasil que a população abraça essa ideia com carinho. Só minha opinião...
  33. 28 points
    Fico de cara como tem uns maconheiro reacinha nesse fórum. Pra mim, é pior que essa cambada que quer foder a gente. Se número de planta significa alguma coisa então eu sou traficante porque tenho umas 30 plantas aqui. Só posso florir 6, mas foda-se, aos olhos da polícia e dos reacinhas, sou traficante porque tenho 30 plantas. Mesmo que eu colha pouco, sou traficante. Não sei qual é a lógica disso, porque pra mim isso não tem a menor lógica. E realmente é tudo que a gente precisa agora, de gente julgando. Como se o cara já não tivesse sendo julgado pela polícia e pela sociedade hipócrita, ainda precisa dos maconheiros reacinha pra julgar. E mesmo que ele tivesse errado, acho que não caberia a nós julgar, não é nosso papel. Tenho certeza que todo mundo aqui já comprou maconha pelo menos uma vez na vida, e, se comprou, não tem o direito de julgar ninguém que vende, isso é hipocrisia!!
  34. 27 points
    10 anos de sano aqui no GR. Obrigado Growroom, obrigado a todos cultivadores. Nossa vitória não esta sendo por acidente.
  35. 27 points
    Como estabelecer o quanto devo manter de plantas para não faltar? O principal a ser mensurado quando desejo atingir o auto sustento é o consumo. Responda a questão: Quantas plantas eu uso/consumo em uma semana em média? Como saber quantas plantas eu consumo? Separe uma colheita padrão sua e marque o inicio e o fim do consumo. Divida o numero de dias pelo numero de plantas de sua colheita padrão e saberá em quantas dias consome um planta. Se tu não tem nenhuma organização não há como calcular nada. Neste caso tu é um brasileiro típico. E não há como lhe ajudar, apenas vá plantando e colhendo, provavelmente a pia está cheia de louça e a cama por fazer. A minha resposta é exatamente 1, mas é uma resposta para cada caso. Eu consumo exatamente uma planta por semana, existem flutuações, mas para efeitos de cálculo posso assumir este valor. Você precisa estabelecer uma banda de valor confiável para o seu caso. A matemática agora é: Preciso o mesmo numero de plantas que o a média do tempo de floração multiplicado pelo meu consumo em semanas. Exemplo: Se voce consome 1,5 plantas por semana (em sua realidade de tamanho e produção )e o tempo médio de floração das plantas é de 10 semanas...Precisa ter 15 plantas em floração. A minha realidade é a seguinte: Iniciando com apenas uma semente fêmea ou um clone eu posso ser completamente autossustentável. Não desejo dar manutenção em "Plantas Mãe" Não desejo obter sementes de nenhuma forma, não quero produzir ou comprar ou pedir emprestado ou buscar no exterior. Perpetuei a Cindy99 a Bubblegummer e a Lemon Skunk, deixo-as florir por 9 semanas. então tenho 9 plantas em floração já que como mencionei consumo uma por semana dentro do tamanho que cultivo. E quantas plantas eu devo ter no Vegetativo? Exatamente as mesmas 9 plantas. E quantos Clones? Exatamente 9 clones... Todas vez que eu colher uma planta, este lugar vago receberá a sua correspondente no vegetativo, e um clone assumira seu lugar. A planta que sai do vegetativo para a Floração tem a canela limpa gerando 3 novos clones... Obviamente precisarei de apenas 1 destes, retirando o mais saudável e enraizado quando necessário... No cultivo dos clones há um "descarte" dos mais lentos e menores. Ha também a possibilidade de perder um ou outro. Não é o melhor método no sentido de produção, é um método perpétuo que tu colhe de 3 em 3 semanas, além disso dá manutenção de 3 em 3 semanas. Cada vez que eu colho, eu já faço os clones e as plantas já pulam para floração... Não precisa montar ou desmontar nada, trocar lampadas ou algo parecido. Quer colher mais? Apenas adicione mais uma fileira de 3 plantas no Vegetativo e tera mais 3 semanas no ciclo para elas desenvolverem... Este metodo não fica dependente de sementes ou manutenção de plantas mãe... Imagine que não é um SOG por que as plantas crescem bastante tempo, mas ficam super contidas nos tamanhos dos vasos... Vasos de floração 9 Litros Vasos do vegetativo 3 Litros. Solo é Terra Preta, Humus, perlita e Turfa. A sequencia da colheita realizada a cada 3 semanas em um Domingo... OBS: Todas as folhinhas eu vou recolhendo em um balde durante todo o processo. As que corto, as que caem, as que limpo. 1 - Colho as plantas dos vasos de flora recortando pela parte de baixo com uma tesoura grande e penduro no cabide dentro do guarda roupa. 2 - Mantenho uma Caixa de Plástico de 60L com 20L de Solo Descansado por 3 semanas misturado com 1 Copo de Calcário Dolomítico, este solo receberá o solo das plantas que foram colhidas, misturando vigorosamente com uma pá de Florista. Tenho agora as plantas no guarda roupa, os vasos vazios e a Caixa de Solo Cheia. 3 - Retiro as 3 Plantas que estão na parte Verde mais forte do meu Esquema do Grow Vegetativo, Limpo as Canelas delas completamente com o objetivo de melhor circular o Ar pelo Grow De flora e Tambem para escolher os 3 melhores ramos para clone. Coloco os ramos em um copo com agua. 4 - Agora os 3 vasos de floração vão receber os transplantes da plantas que saíram do Vegetativo e foram peladas. Completo os 3 Vasos com o solo misturado. Tenho agora 3 Vasos do Vegetativo vazios. 5 - Preencho 70% dos vaso do vegetativo com mistura que veio da Caixa de plástico, coloco um dedo de humus ou qualquer solo virgem. Separo o clone mais vigoro de cada Strain que está o berçário e largo dentro de cada um destes vasos, preencho com solo virgem. Descarto os clones menores, mais fracos que enraizaram menos. Agora eu tenho o berçário vazio, e um copo com água com as 3 estaca que tirei de cada planta. 6 - Agora vou fertilizar as plantas do Grow de flora e passá-las para a fila seguinte, abrindo um fila na porta que receberá as plantas recém transplantadas.Essas plantas eu não uso fertilizante por que o solo já está rico o suficiente. Apenas rego bem, Cropo todas a mesma altura, coloco sob a rede. Fecho a porta e acabei por aqui. 7 - Agora vou fertilizar as plantas do Grow de Vega e passá-las para a fila seguinte. Os novos clones agora estão na primeira fila e são regados abundantemente, o solo virgem (uso humus), não irá queimá-lo em um primeiro momento e o solo antigo ainda carrega um pouco de nutrientes para alimentá-lo quando a raíz mais fortalecida o atingir... 8 - Limpo bem as estacas que estão no copo com água( da torneira mesmo) cortando as pontas da folhas para não pesarem, espeto nos Jiffs, lã de rocha ou qualquer outro meio. Posso usar ou não um enraizador, mas nunca senti necessidade. Recoloco os novos 9 clones novamente no berçário, este tem um cobertor térmico na parte de baixo que é ligado apenas no inverno. Acredito ter uma taxa de 80% de sucesso de clonagem em qualquer época do ano. Recoloco o berçário no Grow de Vega, fecho a porta e acabei por aqui. 9 - Recolho as plantas do armário e faço a manicure colhendo todas as folhas naquele balde que já tinha alguns descartes. 10 - Coloco a colheita para secar dentro do armário em uma rede pendurada em um cabide, um pequeno ventilador, posto de forma indireta impede que o resultado não mofe. Levará entre 7 e 15 dias para ficar pronto. 11 - O balde onde estão todas as folhas recolhidas recebe o resto daquilo que vaporizei durante as 3 semanas, tudo é picado com uma tesoura grande e essa mistura (folhas picadas + sobras vaporizadas) são adicionadas de 1 copo de calcário dolomítico e vão ser misturadas vigorosamente com o resto de solo na caixa plástica para descansar por mais 3 semanas... 12 - Limpo tudo e guardo. Quando Acabo está já no finalzinho do domingo, vou vaporizar e jogar PS4 Online. Vegetativo Floração Existem infinitas variações a cerca deste tema, apenas uma maneira de iniciar a pensar uma forma de se sustentar baseado no sucesso de outro. DICA: Deixo uma ou duas plantas de BackUp no vegetativo em vasos bem pequenos, caso algo dê errado...já quebrei um caule sem querer e estas me quebraram um galho... "Trocadilho infame"
  36. 27 points
    ae o brow é o seguinte,quem não quer uma strain de raça?por 30,40 mangos? a aqui no fórum rola uma exclusão da moçada nova que ta na luta de uns dias e outros que tão começando agora,as vezes parece uma competição,quem ten a strain mas dahora,mais potente,mas colorida,o setup mais foda,cada dia tem um sabor novo aparecendo,que legal ,que divino,também quero,ai vem o problema né, cade o banco confiável que envia e chega?no começo mi senti meio excluído sabe por não ter uma raça plantei prensado mesmo nada contra flores de presença,mais eu queria uma solução pro meus problemas de saude algo novo com cbd,então por que fica limitando o espaço de quem quer ajudar?vc não conheceu o trabalho do sergio ta ligado,tu nem viu a ong que abriga gatos e cachorros abandonados? que ele tinha não sei se ainda tem?vc acha que ele tinha lucro de algo?o cara é simplesão ten luxo com nada,ae broder cadeia né bom pra ninguém não,ja tiro uns dia?a exposição que o sergio sofreu com isso não foi em vão,foi repercussão nacional,e internacional foi pro high times se num mi falha a memória to loko, o que vc fez pela tua erva que tu fuma?ativista é isso que bota a cara a tapa e não se oprime com o que os outros proibicionistas pensam POR ISSO RESPEITE MEU MESTRE VIU antes de sai tacando pedras.
  37. 27 points
    Aeeee!!! Vamo esquentar a brincadeira ai galera!! Agora tem até premiação, valeu Rickroller!!! Como é um concurso fora da oficialidade deveria ter menos regras, deixar rolar solto, relax... Dando a largada.... Resgatei uma frase de um concurso anterior, acho que essa frase me representa... +1 PLANTA -1 COMPRA
  38. 26 points
    Ta rolando muita cofusao no forum principalmente por parte de iniciantes e growers intermediarios!! Sem mais delongas, vamos aos fatos!! To cansado de ver gente com o seguinte setup: Humus Turfa Perlita Fibra de coco E a pessoa comprando phmetro e condutivimetro!! 😱😱😵😵 Se vc trabalha com materia organica no substrato, os seus nutientes estao nos Coloides!!!! E vc nao consegue alterar facilmente o pH. Que no caso de solos é medido pela quantidade de Hidrogenio+Aluminio adsolvidos nos coloides... É completamente diferente do caso da Hidroponia, que utiliza substrato 100% inerte, onde os nutrientes estao dispersos na solução a disposiçao das plantas e ai sim pH, condutividade da solução, dureza da agua, td isso vai interferir no cultivo.. Mais em HIDROPONIA!!!!!! Falou em materia organica no substato esquece o pH, a nao ser que mande para um laboratorio de analise de solo, essas "leituras" de run off nao valem NADA, vc nunca vai saber o verdadeiro pH e a disponobilidade de nutrientes..pHmetro de mercado livre entao, nao vale NADA.. Falou em Materia organica, terra vegetal, turfa falou em Troca Cationica.. Os conceitos da hidroponia nao se aplicam aqui.. Apenas corretivos como calcario irao alterar o pH do solo, aguinha de torneira, chuva e bla bla altera em nada durante o ciclo.. Vai levar anos e anos.. a nao ser q seja uma agua extramamente acida.. e na torneira nao se axa isso, muito menos em poços..muito raro ,dependendo da regiao uma chuva acida no ano pode sim causar prejuizos. Mais com esses setup o pessoal ta jogando agua mineral, querendo nutrir com adubo foliar e pra cagarw tudo quer fazer leitura da soluçao,medir pH, EC e pra finalizar a cagada leitura de run off!! Kkkkkkk Gente. A nao ser que seu subtrato seja 100% eu disse 100% inerte parem de se preocupar com EC, pH e Dureza da água!! Isso é importante e indispensavel para a HIDROPONIA, se por humus e/ou terra vegetal e/ou turfa e etc esqueceee tudo isso!! Eh so aparecer uma planta c a pontinha e/ou borda da folha queimada (deficiencia de potassio) no periodo vegetativo e adivinha quem é o culpado?!!! 90% dos problemas que vejo aqui no Forum são taxados como Overfert ou pH, sendo que na verdade essas plantas estao morrendo é de FOME!! Lembrem-se!! Menos é mais!! Fica aqui meu desabafo e indignaçao e que comece o debate!! Pazz!!!
  39. 26 points
    Ta geral solto e vão responder em liberdade. Cabelo mandou abraço para os amigos!
  40. 26 points
    Olá amigos, O processo deu uma andada. Na quarta feira passada recebi o Oficial de Justiça que me entregou um Mandato de Notificação, solicitando que eu fizesse uma Defesa Prévia, além de juntar provas e testemunhas favoráveis a minha situação. Fiz um texto que vou passar para o meu advogado, que segue abaixo: Prezado Sr. Juiz, Meu nome é Dalton Luís Ribeiro dos Santos, sou Servidor Público Engenheiro Agrônomo do Incaper e corredor da cidade. Sou extensionista por profissão e atleta por opção. Corro provas de até 42 Km e no dia 28 de abril de 2015 me tornei o mais rápido corredor da região, terminando 10 K com o tempo de 47 minutos. No dia 13 de dezembro de 2014 estava em minha casa que por volta das 11 da manhã foi invadida pela polícia onde encontraram meus 13 pés de Cannabis, dando fim a minha independência de um mercado injusto e cruel, ao qual decidi não fomentar mais como vou descorrer a seguir. Aos meus 14 anos provei Cannabis pela primeira vez. Estava no segundo grau e não tenho como descrever o prazer que senti ao fumar pela primeira vez, minha qualidade de vida melhorou, minhas notas no colégio subiram e desde então sou usuário regular de Maconha. Aos 22 anosn ao procurar um neurologista, descobri que possuo TDAH ( Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), um transtorno neurobiológico, onde em países que a Cannabis é legalizada o paciente pode ir a um médico, pegar sua receita médica e comprar sua Cannabis na farmácia. Desde então descobri que sou um usuário medicinal de Cannabis. E esta condição para quem mora no Brasil é um fardo... Me formei Engenheiro Agrônomo pela ESALQ/USP em 2005 e trabalhei junto a empresas multinacionais como BASF, BAYER e por desejar ter uma vida de menos stress decidi prestar Concurso Público, onde fui aprovado no INCRA (Perito Federal Agrário), IDAF (Fiscal Estadual Agropecuário) e INCAPER (Engenheiro Agrônomo Extensionista). Optei pelo ultimo e vim para Montanha em 2012. Esta cidade tem me feito muito bem. Fui tabagista por 19 anos, fumava 1 maço e meio de cigarros por dia e estava no estagio pré hipertensivo quando cheguei aqui. Hoje larguei o cigarro, minha pressão é normal e me tornei atleta. Aqui consegui conquistar coisas que o dinheiro não compra. Me vejo como profissional dedicado, atleta e pagador de impostos e não como drogado, creio que a sociedade deveria me defender ao invés de me acusar. Porém, como disse, sempre fui usuário de Maconha e comprava minha erva do tráfico. Isto me incomoda por diversos aspectos. Em primeiro lugar a violência: lugares onde vende Maconha, as populares “bocas de fumo” geralmente são lugares ermos, pouco agradáveis, onde a presença de bandidos e armas é coisa comum, e eu nunca em minha vida segurei uma arma. Além de ser um lugar potencialmente perigoso para um homem de bem, o dinheiro que lá fica acaba fomentando o mundo do crime. Em segundo lugar a qualidade da Maconha é péssima, sendo que muitas vezes ela vem misturada com impurezas das mais diversas e por não ter qualidade, nem sempre acaba sendo adequada para o uso medicinal. Eu decidi romper com este ciclo, não mais comprando Maconha do tráfico e produzindo a quantidade que eu precisava na minha casa por acreditar que o plantio caseiro pessoal de Cannabis é a melhor forma de se combater o tráfico de drogas. Morfologicamente, a estrutura da planta que possui o THC (Tetrahidrocanabinol), principio ativo da Cannabis é a flor fêmea, sendo comum vir no meio destas sementes viáveis aptas ao plantio. Germinei estas sementes e as plantei no meu quintal. A Cannabis é uma espécie dióica, ou seja, existem plantas fêmeas e plantas macho, sendo que somente as fêmeas são aptas ao consumo, os macho são descartados logo após a identificação do sexo, pois não possuem o princípio ativo. Ou seja, em casa eu tinha 13 plantas, porém depois da flora os machos seriam descartados, sendo que minha meta era ter 6 plantas fêmeas. Na média cada planta, depois de seca e curada, era suficiente para eu encher um pote de 3,5 litros e este pote seria suficiente para atender a minha demanda por 2 semanas. Neste caso gostaria de salientar que a Maconha caseira, diferente da do tráfico, não é prensada. Portanto, cada pote de 3,5 litros é suficiente para guardar apenas aproximadamente 50 gramas de Cannabis. Estas 6 plantas me abasteceriam com 6 potes que durariam 12 semanas. Portanto, esta quantidade plantada na minha casa seria suficiente para me abastecer cerca de 4 meses, exatamente a duração do ciclo da planta, ou seja, o intervalo de tempo suficiente para eu plantar o próximo ciclo sem depender de comprar Maconha do tráfico. Gostaria de ressaltar que no Uruguai e nos estados dos EUA onde já foi legalizada a Cannabis, é permitido o plantio de até 6 plantas, porém lá eles tem a opção de comprar sementes melhoradas e feminilizadas que dão origem somente a plantas fêmeas e muito mais produtivas. Ou seja, a quantidade de plantas fêmeas que possuía em minha casa inclusive estava consoante com a legislação enquadrada como usuário nos países onde a erva já foi legalizada, mesmo com um potencial produtivo bem menor. Tinha consciência do risco que corria, porém por morar em uma cidade muito pequena e por gozar de alto prestígio profissional, não acreditaria que poderia ser preso por tráfico, uma vez que na cidade todos me conhecem e sabem que eu sou um ativista da legalização e nunca vendi Maconha para ninguém, mesmo porque ganho bem. Veja só. Eu tinha em casa plantas que tinham um potencial produtivo de produzir umas 350 gramas que seriam suficientes para me abastecer durante 4 meses. Esta quantidade de Maconha comprada a preço de mercado no tráfico hoje, sairia em torno de R$800,00, isto dividido em 4 meses (ciclo da planta), ou seja R$200,00/mês. Hora, segue em anexo o meu holerit. Meu salário bruto como Servidor Público é de R$XXXXX mensais, ou seja, ninguém com o mínimo de inteligência e um salário deste, vai vender Maconha para ganhar R$200,00 por mês. Eu, meus vizinhos, meus conhecidos, as pessoas que eu atendo como Engenheiro Agrônomo, a cidade inteira sabe que eu plantava aquela Maconha para consumo próprio e nunca vendi a Maconha para ninguém. Inclusive, eu acreditava piamente que caso eu fosse denunciado, a polícia iria antes de tudo me investigar e atestar minha condição de usuário, não simplesmente invadir minha casa em pleno sábado sem mandato judicial e prender um atleta e cidadão, justo, honesto e trabalhador como traficante de drogas. A lei de drogas 11.343/2006 no seu artigo 28 parágrafo primeiro diz que quem semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à preparação de pequena quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência física ou psíquica para uso pessoal somente esta submetido a pena de advertência sobre os efeitos das drogas ou prestação de serviços à comunidade ou medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo, não prisão. Nunca na minha vida eu imaginei que em uma cidade pequena como Montanha, onde todo mundo conhece todo mundo, eu seria preso por um crime que absolutamente a cidade inteira sabe que eu nunca cometi. Sou ativista declarado pela Legalização do Uso Medicinal, Religioso e Recreativo da Cannabis, nunca escondi isso de ninguém, inclusive faço propaganda da causa há anos. Estive no Uruguai em agosto do ano passado para conhecer a experiência deles com a legalização e me surpreendi como no Brasil as coisas poderiam ser diferentes, e tenho plena esperança que um dia será. Venho através deste texto apresentar minha versão dos fatos e pedir para que a justiça seja feita, isto já me rendeu muita dor de cabeça e me postergou alguns sonhos. Eu nunca vendi Maconha para ninguém em toda minha vida. Não gosto de traficante e nem de expor ao tráfico, foi em função disto que plantei minha erva no quintal. Eu acredito que a melhor forma de combate ao tráfico de Maconha é a legalização da Maconha, bem como a regulamentação do plantio caseiro da erva, pois assim qualquer cidadão poderá plantar sua erva no quintal e não comprar de ninguém. Tenho como testemunhas de que nunca trafiquei os meus vizinhos que inclusive tem a chave da minha casa, pessoas ligadas a minha atividade profissional que me conhecem bem. Tem inclusive os dois policiais militares que deram o flagrante e testemunharam na Polícia Civil que acreditam que eu não seja traficante. Gostaria de me prevalecer do ensejo para reiterar os meus cordiais cumprimentos.
  41. 25 points
    Algumas pessoas envergonham a raça humana. Bastaria ele mudar de posição geográfica que de traficante passaria a ser considerado Breeder pelas cruzas, Mestre do Cultivo pelas "aulas" e Empreendedor por sua cooperativa. O homem é o câncer do planeta e nem a maconha salva em alguns casos.
  42. 25 points
    Fórum Visões Interdisciplinares da Maconha: Evidências, Valores e Fantasias INSCRIÇÕES GRATUITAS. Clique em 'Ingressos disponíveis'. PROGRAMAÇÃO 11 DE JUNHO DE 2015 (quinta-feira) 8h30 - 9h00 Credenciamento 9h00 - 9h30 Abertura 9h30 - 10h50 Mesa "A Cannabis e suas Histórias" Thamires Regina Sarti Ribeiro Moreira – IFCH/Unicamp – “A história da maconha no Rio de Janeiro” Henrique Carneiro – FFLCH/USP – “A história e o futuro da maconha” 11h10 - 13h00 Mesa "Ciências Humanas e Maconha" Maurício Fiore – CEBRAP – “Maconha e sociedade” Denis Russo Burgierman – Revista Superinteressante – “A maconha na mídia” Taciana Santos de Souza – IE/Unicamp – “A economia da Cannabis” 14h30 - 16h40 Mesa "Cânabis - Da Legislação à Luta" Juiz José Henrique Torres – PUCCamp – “A constitucionalidade do porte para uso” Emílio Figueiredo – Consultor jurídico do Growroom – “Autocultivo e direitos” Júlio Delmanto – FFLCH/USP – “Ativismo canábico” Ilana Mountain – CRP/SP – “Maconha e Gênero” 17h00 - 18h15 Conferência "Maconha: uso medicinal" Elisaldo Carlini - CEBRID/UNIFESP 19h00 - 21h45 Exibição do documentário “ILEGAL”, na Casa do Lago/Unicamp. Após a exibição será realizado um debate com o diretor do filme, Tarso Araújo. 12 DE JUNHO DE 2015 (sexta-feira) 9h00 - 10h45 Mesa "Maconha Medicinal" Fabrício Pamplona – Instituto D’OR de Pesquisa e Ensino – “O sistema endocanabinoide” Renato Filev – UNIFESP – “A Cannabis como remédio” Leandro Ramires – HC UFMG – “A experiência de um pai” 11h00 - 12h50 Mesa "A Cannabis e seu impacto na saúde pública" Marcelo Sodelli – FCHS/PUC-SP – “Prevenção do uso nocivo” Camila Magalhães – Instituto de Psiquiatria da USP – “Riscos à saúde” Denis Petuco – Fiocruz – “Maconha e Redução de Danos” 14h30 - 16h40 Mesa "A Política da Maconha" Luiz Guilherme Mendes de Paiva - Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) Julita Lemgruber – CESEC/Universidade Cândido Mendes Maria Aparecida Carvalho – Associação de Pacientes de Cannabis Medicinal Vereador Luiz Rossini (PV) – Câmara Municipal de Campinas 17h00 - 18h15 Conferência de encerramento - "A experiência uruguaia na legalização da Cânabis" Pablo Cechi – Sociólogo - Ex-vice-presidente do Instituto de Regulação e Controle da Cânabis - Uruguai 18h15 - 18h20 Encerramento Inscrições: http://www.gr.unicamp.br/penses/forum_visoes_interdisciplinares/inscricao.html
  43. 25 points
    mar 10, 2015 Posted by Matias Maxx Ativismo, Cultivo, Destaques, Hot, Imagens Canábicas, Marcha da Maconha 2015, Notícias Fumetas, Últimas #LiberdadeaAosCultivadores, #LiberdadeCabelo, #LiberdadeCert, #LiberdadeHugo, central do brasil, liberdade aos cultivadores, maconha, Marcha da Maconha, marcha da maconha rio de janeiro, Marofas Grass Band, prisão, Reggae, rio de janeiro 0 Ato na Central do Brasil pede “Liberdade aos Cultivadores” Ativistas e músicos pedem liberdade para Cabelo, Hugo, Cert, Ras Geraldinho, Marco Savio e todos os cultivadores presos. Em razão de recente onda de prisões de cultivadores, ficou combinado na primeira reunião da Marcha da Maconha do Rio de Janeiro, a frase da faixa que abrirá a Marcha este ano será “Liberdade aos Cultivadores e às Vitimas da Guerra às Drogas”. Também foi marcado para segunda dia 9 de Março um ato na Central do Brasil, para divulgar a causa do cultivo caseiro e a data da Marcha deste ano numa das maiores aglomerações populares do Rio. Marcado para as 16h20, o ato atrasou um pouco por conta da chuva, mas por volta das 17h já havia uma faxia estendida com a frase “Liberdade aos Cultivadores: Maconha é remédio” e a fanfaraa “Marofas Grass Band” começou a entoar suas versões de clássicos do reggae como “Satta Massagana”, “I Shot the Sheriff”, “Rivers of Babylon” e “Welcome to Tijuana” dentre outros. Ativista e voluntários distribuiam um panfleto, com o seguinte texto: “O ano de 2015 começou com um perverso endurecimento da repressão ao cultivo caseiro de maconha. Só no Rio de Janeiro foram quatro casos de cultivadores que foram parar na delegacia por um “crime” sem vítimas. Se a lei atual fosse respeitada, nenhum usuário seria preso por plantar maconha. Mas o sistema judiciário brasileiro é lento e cruel. Assim, pessoas aguardam encarceradas semanas ou meses até terem a chance de provar que eram reles cultivadores de flores. Por isso a luta pela legalização da maconha torna-se uma pauta cada vez mais urgente na agenda política. A guerra às drogas é responsável direta pelo derramamento de sangue de traficantes, usuários, policiais e inocentes sem relação com essa questão. A legalização é uma verdadeira ação de paz e em defesa da vida!” O ato se encerrou por volta das 19h, com a participação de uma bela plantinha de canábis, que chegou um pouco atrasada para o ato, mas a tempo suficiente para fazer uma penca de selfies com a galera. A Marcha da Maconha do Rio de Janeiro de 2015 acontece dia 9 de Maio. semSemente
  44. 25 points
    Quero avisar a Policia Federal em nome de todos os growers e cultivadores para uso próprio de Cannabis medicinal de que respeitamos o trabalho da policia e pedimos que sejam feitas investigações aos políticos como no caso do helicóptero dos perrela que tinham 450 quilos de cocaína! O Brasil esta indo para o Buraco e vocês da Policia Federal fica prendendo grower de Cannabis que tem 50 pés em casa e é epilético???? Traficante nao planta 50 pés em casa, traficante compra kilo de prensado!
  45. 24 points
    Estou colocando mais algumas fotos das plantas. Coloquei duas em floração, elas estão em local separados das demais, em vasos de 25 e 14 litros. De resto faço estou fazendo alguns clones - tentando fazer 8 , 6 em lã de rocha e duas em vermiculitas, estou tentando criar mais umidade, como bem salientou ganjah man. Aliás ele disse que estava precisando fazer o óleo para parente com câncer. Então aproveito para explicar que hoje há dois canabinóides que são mais utilizados e estudados, um é o THC, que todos aqui conhecem e o outro o canabdiol (CBD), e cada um tem o iuso medicianal mais adequado para cada tipo de doença. No caso do câncer, para quimioterapia o óleo rico em THC é mais recomendado. No caso de redução de tumor, há pesquisas interessantes mostrando que o CBD pode ter bons resultados. Para fazer o óleo o melhor é fazer por extração alcólica é simples e presercva bem os canbinóides, na internet tem o como fazer. Mas voltando a minha plantação, é essa que está aí, preciso fazer ela crescer com os clones e estou com umas sementes de "solo CBD" que vou botar para germinar em breve! seguem as fotos, duas das que foralm florir entre vasos de plantas, um panorama geral e meus clones.
  46. 24 points
    Este vídeo foi gravado na Chapada dos Veadeiros de Goiás, onde tivemos o Primeiro Seminário com o Tema Libertando-se do Tráfico - Cultivo caseiro de Cannabis medicinal que tem a participação especial de 4 integrantes, são eles: Emílio Figueiredo, Mauro Chaiben, Sergio Vidal e André Kiepper. Gravação e edição: Gabriel Rosa, Sergio Rastafári - Vinicius Páginas, Marcelo Dharana. Agradecimentos especiais ao Gabriel Rosa (Film Maker) e Sergio Rastafári (Co-Produção). Todos os custos e despesas do evento do seminário e de viagem dos integrantes e hospedagem foram custeados pelo Ativista Cultivador de Estrelas! Evento Realizado em defesa da luta dos usuários e futuros usuários de Cannabis Medicinal vulgo Maconha. Para que todos cultivem a sua medicina em paz, seja qual o seu contexto de uso, crença e fé! Liberte-se do tráfico de Cannabis medicinal! Não Compre Não financie! www.libertandosedotrafico.com.br https://www.youtube.com/watch?v=T4czCd_fQjw
  47. 24 points
    Como tem fdp nesse fórum maluco. Ta dando nojo. Tem gente que planta em pc grow pq aquilo atende a demanda dele. Tem gente que planta em um boc pq ali atende. Tem gente que planta no quarto porra. Pq e essa quntidade que atende.Ficar nesse papo furado ai que e muita planta? E se o cara so fuma extração? ?? Ainda acha que tem muita planta? Cabelo é EPILETICO. o remedio dele e a maconha. Cambada de judaa do caralho
  48. 23 points
    Completo 9 anos de GR hoje, valeu casinha, valeu cultivadores, valeu bas, valeu moderas, valeu Ganja... Vamos em frente!
  49. 23 points
    Amigos, desculpe a ausência. Acho que o debate deve ser de medidas e manifestações que realmente contribuam para a saída dele logo. Quem for tomar alguma iniciativa é importante saber quais serão os desdobramentos da atitude tomada. Muito cuidado para não piorar a situação do Sergio e também para não dar uma reação desnecessária da Polícia. Não sigam o que for dito por advogados de fora da causa, o que pode parecer uma ajuda, pode se transformar em mais um obstáculo à liberdade. Os advogados estão unidos na defesa e nesse momento aguardando a decisão de um pedido de liberdade apresentado ontem. Estou realmente impressionado com mobilização e isso me faz ter certeza que todos sairemos dessa mais fortes, principalmente o Sergio. #LiberdadeTHCprocê
  50. 23 points
    Pessoal, consegui a atenção do Boechat, bora continuar divulgando na mídia!