Ir para conteúdo
Growroom

Leaderboard

Popular Content

Showing content with the highest reputation on 11/21/15 in all areas

  1. kkkkkkkK bolsonaro nunka sera presidente... somos brasileiros mas naum somos retardados mentais (ainda)
    4 points
  2. A policia ja ta ligada..... http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/11/regulacao-da-droga-e-caminho-sem-volta-diz-coronel-da-cupula-da-pm-rj.html
    3 points
  3. Coronel da cúpula da PM-RJ diz que é preciso pensar na regulação da droga Para chefe do Estado Maior, combate ao tráfico hoje é 'enxugar gelo'. Países da América Latina e os EUA serviriam de exemplo, diz Robson Silva. Gabriel Barreira Do G1 Rio O coronel Robson Silva, chefe do Estado Maior e um dos integrantes da cúpula da Polícia Militar do Rio de Janeiro, afirmou nesta quinta-feira (19), durante audiência da CPI dos Autos de Resistência na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que é necessário considerar a regulação da droga nas mãos do Estado. Ele disse ainda que o dispêndio financeiro e humano no combate ao tráfico de drogas dá a sensação de "enxugar gelo" e que o fim do proibicionismo é "um caminho sem volta". "Rever o proibicionismo é estar alinhado com o que há mais de vanguarda. Ou seja, encarar de maneira inteligente e falar na possibilidade de regulação de um mercado pelo Estado, porque na verdade a gente vai ficar enxugando gelo se ficar com essa legislação atual", afirmou Silva, durante a audiência que investiga casos de homicídio decorrentes de intervenção policial. O coronel citou exemplos na América Latina e dos Estados Unidos, citado por ele como o "país que levantou a bandeira" antidroga. Robson da Silva ao lado do comandante-geral da PM, Pinheiro Neto, na audiência pública da CPI dos Autos de Resistência (Foto: Carolina Lessa/ Alerj) Robson da Silva (à esquerda) ao lado do comandante-geral da PM, Pinheiro Neto, na audiência pública da CPI dos Autos de Resistência (Foto: Carolina Lessa/ Alerj) O coronel também criticou a legislação que não define se a pessoa é usuária ou traficante, conforme a quantidade de droga encontrada com ela. Para ele, o combate da polícia deveria ser outro. "Há um custo muito grande nas prisões [relacionadas] a drogas, de usuários, porque está na lei. Estamos prendendo, prendendo o usuário. É o que tem mais impactado na atuação de policiais de UPP. Nós estamos prendendo este tipo de criminoso e quando focamos nisso deixamos de focar no grande tráfico de drogas. O que mais tem afetado a segurança pública são as armas de fogo, a questão de homicídios, os grupos de extermínio. Deveria ser a prioridade não só no Rio como no Brasil", afirmou. Também participaram da audiência o comandante-geral da PM, Alberto Pinheiro Neto, representantes da Anistia Internacional e deputados.
    1 point
  4. Dia 3 de Novembro completei 10 anos de casa !!! As vezes ativo , as vezes inativo e sempre evoluindo !! Muito feliz e grato Growrooom por esse aprendizado diario, canábico e social. Obrigado a todos conhecidos e participantes em especial para os que sempre mantiveram esse forum na ativa. Guerrilha. Cultivo 2º Semestre 2015 http://www.growroom.net/board/gallery/image/350746-purple-powerjpg/
    1 point
  5. Enquanto isso......no mundo Rihanna vai lançar marca própria de maconha Snoop Dogg cria empresa para vender maconha legalized Celebrity Weed Wars: Marley Naturals vs MaRihanna. Marley Naturals: Reggae superstar Bob Marley’s name is set to appear on a line of marijuana-related products called Marley Natural arriving on cannabis store shelves later in 2015. Funded by Privateer Holdings who are working with the Marley family, Marley Natural will sell “heirloom marijuana strains” from Jamaica that the company says Marley himself enjoyed. Hemp-based lotions and balms that have no psychoactive effect, and accessories inspired by the singer are also among the brand’s first offerings. Marihanna Pop superstar Rihanna is releasing her own marijuana line called Marihanna. MaRihanna, contains many different types of marijuana — including Karibbean Kush, Haitian Haze and Jamaican High Grade—as well as many different edibles and concentrates. The singer will release her pot collection in Colorado in early 2016. So which brand will have the best marijuana? Stoners will get a chance to decide very soon. But if the quality of their marijuana will equal to the quality of their music, then Marley Naturals beats out Marihanna for the crown easily. Leafs By Snoop Snoop Dogg has announced Leafs By Snoop, a branded line of cannabis products. It includes edibles (foods infused with cannabis extracts), hand-weighed marijuana flowers and concentrates that are now on sale in several medical and recreational dispensaries in Colorado, which legalized recreational marijuana use in 2013. “It’s a true blessing that I can share the products I love so much with y’all today,” Snoop said in a statement. “From the flower, to the concentrates, and edibles – it’s all hand-picked by yours truly so you know it’s the hottest product out there. It’s the real deal and you gotta get out to Colorado to try it first!” Willie Weed Singer Willie Nelson plans to launch his own brand of marijuana for recreational users who demand “the best on the market,” the 81-year-old country legend announced. “Willie Weed,” from the newly formed company Willie’s Reserve, will hit dispensary shelves in Colorado and Washington, where legalization of recreational marijuana has created a booming industry. Nelson said he would partner with growers in both states. “I will make sure it’s good or it won’t be on sale,” the singer said in an interview with 18 Karat Reggae. Like with Bob Marley’s Marley Naturals and Rihanna’s MaRihanna, the stoners will have to decide which marijuana brand is better between Willie Weed and Leafs by Snoop. If, however, we should use the artists’ music to judge their brand, this one would be very close, with the edge going to Snoop Dogg AKA Snoop Lion. Fontes: http://www.18karatreggae.com/2015/11/18/celebrity-weed-wars-leafs-by-snoop-vs-willie-weed/ http://www.18karatreggae.com/2015/11/18/celebrity-weed-wars-marley-naturals-vs-marihanna/ Enquanto o STF decide se vai descriminalizar, para não ficarmos muito para trás Que tal já irmos lançando uma nova strain. A primeira marca mainstream de cannabis no mundo" GR Haze High Grade Kush"
    1 point
  6. Talvez esteja cedo demais para tanto, porém sugerir mais um brinde ao Sano! Que tenha sucesso na causa empreendida, defendida e logo menos conquistada.
    1 point
  7. já ouvi falar a mesma coisa. que no maranhão já descriminalizou faz tempo... e que o fumo lá é verde solto
    1 point
  8. Olá, bom dia a todos. Vim aqui contribuir nesse tópico com minha experiência no assunto. Eu fui grower durante mais de dez anos, e sempre mantive o lema "o segredo do segredo é o segredo" nos cultivos para uso próprio. No entanto, com o tempo e vendo amigos e colegas pedirem e receberem sementes em casa com toda a conveniência, resolvi arriscar e pedir genéticas superiores para meu quartinho... Estava dando tudo certo, no entanto, um pedido feito no início de 2012 acabou por ser apreendido pela alfândega da receita federal, que o repassou para a PF. Já havia esquecido o assunto e atribuído a não chegada da encomenda a algum erro nos Correios quando, no início de 2013 (quase um ano após o pedido), um discreto policial federal à paisana apareceu no prédio de apartamentos onde moro perguntando sobre mim a um porteiro e deixando telefone de contato. Liguei imediatamente e na mesma hora já sabia do que se tratava; marquei com o agente de me encontrar em outro bairro que não o meu para receber a intimação. O agente foi polido e disse que o caso seria relacionado a drogas mas que, se fosse sério mesmo, já teriam feito operação em minha residência, e não apenas uma intimação... Desesperado, meu mundo caiu e precisei de muita calma, força, fé e racionalidade para saber qual o melhor caminho para me safar desta situação. Nunca havia tido nenhum envolvimento com a polícia (com excessão de um ou outro "achaque" da PM quando era adolescente) e sempre fui cidadão "exemplar", do tipo que estuda, trabalha, ajuda a avó etc... Um amigo e também ex-grower, que, por uma infeliz coincidência, também havia sido pego com sementes apenas um mês antes, me falou do Growroom e da possibilidade de uma assistência jurídica sobre um assunto nebuloso que poucos advogados conhecem a fundo. Escrevi email para o SOS Growroom, pedindo indicação de advogado e instruções jurídicas mas, para minha surpresa, o Sano já marcou uma reunião comigo, junto com Big Cunha, no escritório no centro do Rio; ambos assumiram minha defesa, recusaram qualquer tipo de pagamento e me surpreenderam e me emocionaram com sua solidariedade e amor a uma causa, a do combate à injustiça. No dia do depoimento, fui acompanhado por Big Cunha, que, com sua calma e bom humor, ajudou a dissipar toda a tensão daquele momento. Em 2013, ainda não eram tantos casos como agora, não havia tanta jurisprudência favorável. Tive também a "sorte" de ainda não haver tantos e tantos casos desse tipo, o que possibilitou uma ajuda mais próximo do Growroom, time fantástico ao qual serei eternamente grato por toda a vida (sem exageros). No dia D, o delegado foi objetivo e razoável, me pediu para contar a "história das sementes" e não fez muitas perguntas. Minha linha de defesa, já combinada com o time Growroom, foi de assumir a verdade sobre o pedido das sementes, alegando redução de danos à sociedade e a mim mesmo, e dizendo também que provavelmente ficaria com as sementes até haver algum tipo de legalização no país, antes de plantá-las. Depois do depoimento, só me restaria esperar pela manifestação do Ministério Público Federal. O mais difícil nesse tipo de caso é segurar a onda da espera, da ansiedade, da paranoia e da insegurança em relação ao futuro. Pesquisei muito, e achei desde casos de arquivamento sumário quanto de denúncias de ações penais graves de tráfico internacional de drogas. Tive muita sorte, pois não houve indiciamento por parte do delegado e o Procurador da República no meu caso pediu o arquivamento por atipicidade, baseando-se em jurispridência bem recente do TRF-3 (SP). No entanto, houve um complicador quando o Juiz (isso já em início de 2014, quase um ano após o depoimento) negou competência para o caso e tentou transferir para a jurisdição de São Paulo, onde ocorrera a apreensão. Fiquei desesperado, e corri para o time Growroom (Sano e Big Cunha) que acompanhava meu caso de perto. Ambos articularam um pedido de habeas corpus, muito bem escrito e fundamentado, em que faziam a defesa pelo trancamento imediato do inquérito, pela permanência da jusridição no RJ (pela facilidade que haveria numa eventual defesa em ação penal) e uma bela defesa do caráter e dos antecedentes da minha pessoa. Isso tudo pouco antes de começar a Copa do Mundo... O julgamento do habeas corpus foi favorável à manutenção do processo no RJ (vitória inesperada) mas o julgamento do pedido de arquivamento ficaria mesmo com o Juiz de primeira instância, que se dignou a decidir sobre o caso somente 6 meses depois (final de 2014), após insistentes idas de Big Cunha à Vara Federal para ver o que estava acontecendo. Finalmente, o Juiz decidiu homologar o arquivamento por atipicidade do fato (tese mais favorável de todas) e, até ocorrer a eliminação das sementes e todo o processamento burocrático, o inquérito policial foi finalmente arquivado esta semana última de setembro de 2015. Queria reiterar o quão fantástica e maravilhosa foi a atuação de Sano e Big Cunha com toda a atençao e carinho que deram a meu caso. Imagino que hoje em dia seria mais difícil essa dedicação, pois as apreensões de algumas passaram para milhares e a coisa toda tomou um tom social e político, com avanços como o julgamento da inconstitucionalidade do artigo 28 da lei de drogas em curso no Supremo. Big Cunha foi até o fim no meu caso, assim como em outros em que ele atuou até o seu desligamento do Growroom (por outros motivos). Sano está levando a batalha, com bons argumentos jurídicos e humanistas, até as altas instâncias legislativas e judiciárias deste país, e está de parabéns! Realmente foi um período bem difícil da minha vida, pois além de lidar com todas as dificuldades "normais" da vida (dinheiro, trabalho, família, relacionamentos etc.) havia sempre essa sombra da mão pesada da Justiça, em que você fica à mercê do entendimento de um Procurador e de um Juiz, já que a lei é ambígua e aberta a todo tipo de interpretações. A ideologia e as experiências dos operadores do direito contam mais o que a letra da lei, nesse caso, e é possível, juridicamente falando, um mesmo fato ser considerado desde um "não-crime" (fato atípico) até tráfico internacional de drogas (crime equiparado ao hediondo, sem progressão de pena, perdão ou sursis). E essa insegurança é o que pode matar a vida emocional e social do cidadão envolvido neste tipo de inquérito, além do fato de, durante o curso do inquérito, não poder ser pego com mais nada de errado em sua vida. Fechei o meu Grow, parei de queimar um na rua, evitei mesmo sair à noite para bares e festas para não ficar vulnerável ou ser envolvido em confusões alheias. Passei a valorizar mais a vida em família, em casa e cuidando da saúde, pois um abalo emocional deste perturba o sistema imunológico de qualquer um. Sou praticante de meditação, o que me ajudou muito nos momentos mais difíceis quando parecia não haver esperança, pois fica sempre a pulga trás da orelha em relação a futuros empregos e concursos públicos se chegasse a haver um julgamento por tráfico (que felizmente não houve, nem ação penal nem julgamento). Estudei muito os temas de direito penal e processual penal pertinentes ao meu caso, quem quiser tirar alguma dúvida pode mandar pro meu inbox sem problemas. Quanto a dicas de cultivo, infelizmente me aposentei da vida de Grower e dedico minha energia e tempo a outros projetos culturais. Quero de verdade agradecer, mais uma vez, de coração, ao Growroom, ao Sano e ao Big Cunha, cujo trabalho e empenho foi melhor do que qualquer advogado criminalista poderia oferecer, mesmo se eu tivesse os 30 mil para pagar pela minha defesa. Ofereci pagar-lhes pelo menos uma ajuda de custo, o que eles sempre negaram. Me coloco a disposição para ajudar, no que for possível, outros casos deste tipo. Quem quiser trocar mais ideias sobre o assunto pode enviar mensagem para meu inbox. Desejo a melhor sorte do mundo para todos aqueles injustamente respondendo a inquéritos policiais por causa de ervas ou sementes, o que contraria toda a ideia de direito natural do ser humano de cultivar e consumir o que considera bom para si mesmo. O maconheiro é perseguido na cultura hegemônica careta brasileira, enquanto o bêbado é exaltado nos comerciais de cerveja. O baseadinho é criminalizado enquanto o Rivotril vicia milhares. No futuro, a criminalização da cannabis será vista como hoje vemos a escravidão, como algo bizarro e cruel, que nega o direito humano básico da Liberdade. Obrigado e bom domingo a todos.
    1 point
  9. As vencedoras dos concurso fotográficos 2012 / 2013
    1 point
  10. Vai aí minha contribuição: Vale sem o logo? Se não valer tem outra: Valeus!
    1 point
  • Newsletter

    Want to keep up to date with all our latest news and information?
    Sign Up
×
×
  • Criar Novo...