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  1. O Império da Cannabis de Arjam Roskam É Mais do que Espelhos e Fumaça Franco Loja, produtor-chefe da Green House Seed Company, inspeciona um espécime de cepa de maconha chamada Limon Verde na região de Cauca, Colômbia. Todas as fotos por Jackson Fager. Numa tarde de maio passado, Arjan Roskam descansava no convés de seu barco de pesca esportiva de 12 pés. Ele rumava para uma baía profunda da costa caribenha do noroeste da Colômbia, mantendo os olhos numa linha que ele tinha jogado alguns minutos antes. Arjan tem 48 anos, bem mais do que 1,80 m de altura e é bem barbeado. Ele tem a fisionomia rústica do holandês e possui uma voz de barítono penetrante que atravessa a conversa como um oboé. Ele se parece e soa como um líder, uma dessas almas raras que conseguiu cumprir seu destino sem se comprometer. Ele é a figura mais reconhecida e controversa no negócio da maconha, o autointitulado “Rei da Cannabis”. Viajei com Arjan pelas montanhas e florestas da Colômbia, juntamente com uma equipe internacional de produtores de maconha que ele chama de “Caçadores de Cepa”. Estávamos à procura de três variedades excepcionais, porém esquivas, de maconha, que permaneceram puras por décadas. Elas têm nomes líricos, quase míticos, que rolam da língua: Limón Verde, Colombian Gold e Punta Roja. Um dia antes de nossa excursão pela floresta, encontramos espécimes das duas últimas cepas num bosque de maconha próximo mantido por grupos paramilitares e agricultores locais. Arjan ficou exultante. Ele tinha adquirido as primeiras duas das 200 e poucas variedades primitivas – cepas de maconha que se desenvolveram naturalmente em regiões distantes ao redor do mundo – e estava determinado a conseguir todas. Arjan e seus produtores cultivarão milhares de plantas com essas sementes de variedades primitivas, escolhendo as mais fortes e cultivando novas cepas comerciais baseadas em sua genética exótica. Esse é a primeira etapa de um longo e intrincado processo que torna possível que um entregador local apareça em sua casa com um pacote de variedades cheias de bouquet como a Alaskan Ice, Buba Kush e White Widow. Se você já foi encurralado por um nerd da maconha em alguma festa, você sabe que só não estamos mais fumando maconha tailandesa cheia de gravetinhos e sementes porque milhares de produtores comerciais do mundo todo estão misturando, cruzando, experimentando e desenvolvendo novos sabores, efeitos e qualidades – tudo isso a partir do que é essencialmente uma planta comum de áreas montanhosas. Do mar, os sopés nevados da montanha Sierra Nevada de Santa Marta despontam à distância. Ela se estende por toda costa caribenha do país e por pouco mais de 42 quilômetros para dentro do continente. Dois picos (um batizado em homenagem ao libertador da Colômbia, Simón Bolívar) atingem cerca de 5.790 metros de altura. A topografia é bizarra e deslumbrante. O ar temperado da serra e o sol equatoriano em todos os meses do ano tornam essas montanhas uma das regiões mais férteis do mundo para se cultivar e colher cannabis. Durante os anos 1960 e 1970, milhares de toneladas foram exportadas dessa mesma baía de 100 metros de profundidades onde estávamos navegando. Barcos de contrabando seguiam a rota do norte através do Caribe até os Estados Unidos. Foi uma corrida da maconha coloquialmente chamada de “Bonanza Marimbera” que transformou milhares de camponeses simples em ricos barões da droga. Santa Marta, a vibrante cidade costeira onde ficamos, foi literalmente construída com o dinheiro das drogas. Uma edição recente do El Tiempo, um jornal colombiano, se gaba em afirmar que “la marijuana vive una nueva bonanza” – os tempos inebriantes para cultivar e distribuir maconha na costa norte da Colômbia estão de volta, com a demanda pela erva crescendo exponencialmente. Hoje em dia, no entanto, os produtores colombianos não produzem mais muita Colombian Gold. Em vez disso, como o resto da indústria, eles se voltaram para híbridos desenvolvidos por produtores da Califórnia, Colúmbia Britânica e Amsterdã – produtores como Arjan. Se os cartéis e outras organizações criminosas eram os milionários da explosão das drogas no século passado, os produtores de maconha – nerds da horticultura escondidos em estufas e laboratórios de todo o mundo – podem muito bem ser os milionários deste. Como a Monsanto, e outros gigantes do agronegócio, grandes companhias podem acabar controlando a planta em seu nível mais básico, por isso, Arjan é tão importante nesse negócio: ele controla a Green House Seed Company de Amsterdã, uma das maiores companhias de sementes do planeta, autoapelidada de “o negócio de cannabis de maior sucesso no mundo”. A Green House afirma ter vencido 38 Copas Cannabis, quase duas vezes mais do que qualquer outra companhia. Na esteira da legalização em estados dos EUA, como o Colorado, e com a perspectiva da legalização em países como o Uruguai, Arjan está apostando num futuro onde a demanda por maconha vai evoluir e amadurecer, e ele está fazendo tudo o que pode para garantir um lugar no topo quando os dominós da criminalização caírem pelo mundo todo. Ele pode conseguir. O homem é, sem dúvida, o comerciante legítimo de drogas mais bem posicionado atualmente; ele não está somente vendendo drogas – ele está ajudando a construir a cultura da indústria. Enquanto pescava e secava latinhas de cerveja em seu barco em Santa Marta, acendendo becks enormes feitos com brotos pungentes, Arjan mantinha um olho no mar. Por fim, uma de suas linhas se esticou, então, ele arrancou a vara de seu suporte e coordenou a bobina da captura de seu acento na popa. Não muito tempo depois, um peixe iridescente de 1,80 m se contorcia no convés branco do navio. Comemos o peixe no almoço. Estava delicioso. A costa caribenha da Colômbia era uma das principais áreas de contrabando de maconha nos anos 1970 e início dos 1980. Estimar com precisão o tamanho do mercado global de maconha (tanto o legal quanto o ilegal) é quase impossível – isso varia de 10 a 140 bilhões de dólares por ano. Arjan afirma que possui 25% do mercado de sementes, uma parte menor da indústria total, mas, sem dúvida, uma das mais cruciais. E mesmo que esse número seja muito difícil de verificar, outras fontes da indústria dizem que a matemática de Arjan não está tão longe da verdade. Considerando que existem atualmente centenas de companhias de sementes pelo mundo todo, essa é uma fatia significante do bolo. E mesmo que Arjan também tenha cafeterias que vendem maconha, uma linha de roupas e até uma companhia de bebidas que faz bebidas alcoólicas com sabor de maconha, seu negócio principal é criar novas variedades da erva para vender no mercado internacional. Esse é um segmento lucrativo e, de certa forma, exclusivo do mercado. Descobrir novos perfis de sabores e novos efeitos por meio da combinação de canabinoides e terpenoides (produtos químicos menos conhecidos da maconha), requer um nível superior de conhecimento na área. Cultivar novas linhagens não é engenharia genética em si, é apenas agricultura. Mas assim como na indústria moderna do vinho, o cultivo de maconha se tornou uma ciência valiosa que requer habilidade, conhecimento e sensibilidade do artesão. Franco Loja é o produtor-chefe e parceiro de negócios magrelo e hiperativo de Arjan. Ele tem 39 anos e antes serviu como paraquedista do exército italiano. Como ele me explicou nessa viagem: “A beleza da cannabis é sua variedade. Não é somente uma planta – são milhares de plantas. Cultivar plantas é criar algo novo. Você pode comparar esse trabalho ao de um chef criando novas receitas. Os ingredientes são quase infinitos para se combinar". O modelo de negócio de Franco e Arjan depende de encontrar essas plantas raras, o que, como testemunhei em primeira mão, é mais fácil de falar do que fazer. A maconha continua ilegal na Colômbia e facções guerrilheiras, grupos paramilitares e outros bandos armados assustadores com frequência controlam as áreas mais férteis. O nome de Arjan e o poder econômico abrem portas, mas ele ainda precisa ir pessoalmente até essas zonas remotas e militarizadas. Isso requer jornadas árduas a pé ou de caminhão, que os competidores da Green House são, francamente, muito tímidos ou muito pobres para encarar. Num restaurante à beira-mar dentro do Parque Nacional Tayrona, próximo da cidade de Santa Marta, Arjan me contou sobre os momentos mais basilares de sua vida e que marcaram sua crença inabalável na planta. “Quando eu tinha 17 anos”, ele me contou, “fui para a Tailândia. Eu estava subindo uma montanha no norte do país quando encontrei um homem muito velho, que, na época, curava viciados em heroína com maconha. Fiquei ali por uma semana e achava que ele era muito louco. Mas quanto mais eu ficava, mais eu aprendia com ele. Quando fui embora, ele me deu algumas sementes e me disse para lembrar de uma coisa: no futuro, essas sementes poderão derrubar governos". Sementes mágicas de um estranho misterioso. É como a história de João e o Pé de Feijão. Ainda não está claro quem exatamente faz o papel do gigante na história de Arjan. Poderia ser a besta da ilegalidade ou os lobistas a serviço de indústrias que controlam outros vícios liberados como tabaco, álcool e petróleo. Ou poderia ser o fato insuperável de que, apesar de sua liderança na comunidade de produtores e comerciantes de maconha, Arjan nunca conseguiu realmente se encaixar. Arjan Roskam se apelidou de o “Rei da Cannabis” e percorre o mundo todo atrás de cepas raras de maconha. Arjan não foi sempre um magnata. Ele começou cultivando em porões e apartamentos dentro e nos arredores de Amsterdã há cerca de 30 anos. “Éramos somente produtores de maconha curtindo nossa erva”, ele se lembra. “Depois de alguns anos, descobrimos que não éramos os únicos. Havia 2 bilhões de pessoas que curtiam aquela erva e tivemos muita sorte de pular dentro desse vagão nos anos 1980. Esse vagão se tornou um trem. Esse trem se tornou um avião. E esse avião está voando muito rápido agora.” “E muito alto”, acrescentou Franco. “Sim”, disse Arjan. “Muito alto.” Arjan encontrou o sucesso na Holanda, um país que decidiu, décadas antes da Califórnia, que era melhor regulamentar um desejo quase universal de ficar doidão do que tentar proibir isso. Ele começou a cultivar cepas de erva sob o nome Green House em 1985, abrindo sua primeira loja sete anos depois. Ele não foi o primeiro no jogo, no entanto, no curso de sua carreira, ele alavancou sua adoção antecipada no mercado legal de erva até a forma de uma presidência autonomeada. Ele com frequência serve de porta-voz da associação de cafeterias de Amsterdã e trabalhou a imagem de sua companhia para uma operação reconhecida internacionalmente. “Temos tido muito sucesso”, ele disse. “Para ter uma ideia, só no ano passado vendemos mais de 400 mil sacos de sementes. Isso nos torna o comerciante de sementes número um do mundo.” E parece que o perfil da Green House vai continuar a crescer. Enquanto o cultivo da maconha evolui de um passatempo clandestino para algo que qualquer jardineiro amador pode considerar, a imagem da companhia é mais importante do que nunca. É isso que os caras do marketing chamam de “valor de marca” e Arjan e Franco estão bastante ocupados construindo o valor da Green House Seed Company por meio das operações on-line da companhia. A Green House tem produzido documentários de uma hora filmados durante as viagens de caça a cepas realizadas em Malawi, Marrocos, Índia e outras localidades distantes, em busca do barato definitivo. Os vídeos, ambiciosos em suas aspirações cinematográficas, ganharam milhões de visualizações no YouTube. Neles, Arjan aparece com um Arnold Schwarzenegger sociologicamente iluminado da erva, ouvindo as histórias, por vezes dolorosas, de camponeses produtores de maconha, enquanto cruza o globo de regata e bermuda cargo. De acordo com David Bienenstock, ex-editor da High Times, Arjan “adotou uma sensibilidade de marketing moderna”, algo lamentavelmente em falta nessa indústria nascente. O holandês tem um entendimento norte-americano das forças do mercado, o que torna quase irônico que a indústria norte-americana tenha se fechado para ele. Mesmo com a explosão de consumo nas últimas décadas e com estados de todo o país abraçando a legalização em vários níveis, importar sementes continua sendo ilegal nos Estados Unidos. “O jogo entre ilegalidade e legalidade em nossa indústria nos obriga a ficar atentos”, Franco me disse. Para combater essa tensão, a Green House tem investido pesado em pesquisa e desenvolvimento, “para nos manter flexíveis, para nos adaptar às novas leis, novas regulamentações, novas demandas de mercado, novas repressões e novas aberturas. Não podemos nos dar ao luxo de escolher nossa própria estratégia de mercado". Arjan sabe como agarrar o que está diretamente na sua frente, uma habilidade que lhe rendeu uma reputação negativa com seus competidores. Alguns se referem a ele como um fingidor, um homem de negócios na pele de produtor; no entanto, como em qualquer outra indústria, ter detratores locais pode ser interpretado como um sinal de sucesso. Produtores de maconha não se veem como traficantes de drogas, mas sim, como agricultores hiperqualificados, mais parecidos com queijeiros ou vinicultores. Há um entendimento implícito de que seu produto deve falar por si, de que a planta está acima de qualquer pessoa. Em 1999, a Green House, juntamente com duas outras companhias, foi destituída do prêmio da Copa Cannabis na categoria Haxixe depois de acusações de fraude na votação. É uma mácula na reputação que contaminou o crédito de Arjan na hermética cena da maconha de Amsterdã. Mas Arjan desconsidera esses contratempos sem medo. Mesmo quando a maconha era altamente ilegal na maior parte do planeta, ele estampava seu rosto diretamente no produto, sabendo que a erva por fim se tornaria um produto quase popular. Esse foi um movimento ousado, indicativo de uma personalidade que continua a mexer do jeito errado com certos seguimentos da indústria da maconha. Gato estende a mistura de cheiro doce e floral de haxixe que ele fez virando um balde de cristais de THC num moedor de carne. Três dias antes de minha entrevista com Arjan e Franco, acompanhei Arjan até a região de Cauca, no sudoeste da Colômbia, até uma grande operação de cultivo liderada por um colombiano de 35 anos chamado Alejandro Londono, mais conhecido como Gato. O Gato não é tão esbelto quanto seu apelido sugere, mas a alcunha é uma boa descrição para sua visão ágil dos negócios. Criado em Miami, ele se iniciou ainda jovem no México e na Venezuela, antes de fundar e dirigir uma operação industrial em larga escala em várias nações das Américas Central e do Sul. Atualmente, ele está na folha de pagamento do governo uruguaio como Conselheiro Oficial de Legalização. É óbvio que Gato admira Arjan e age como seu protegido, prestando muita atenção quando ele fala. Nossa visita foi menos uma caça a cepas e mais uma maneira de Gato mostrar o quão bem ele tem se saído nos negócios da família, uma grande operação de cultivo e venda de sementes que ele chama de Marimbero (uma referências ao passado glorioso de supremacia da erva colombiana). A plantação é enorme, com acres de plantas cobertas por metros e metros de plástico preso em postes de bambu na encosta da montanha. Um cálculo rápido me deixa a par das apostas: Gato e seu produtor-chefe, um ex-assassino que ele conheceu na cadeia, têm 8 mil plantas que rendem 1.800 quilos de erva a cada colheita. Por causa do clima estável na Colômbia, a operação produz três colheitas ao ano, o que equivale a cerca de seis toneladas de maconha. Nos últimos anos, o pai de Gato e dois de seus irmãos foram assassinados por rivais. “Meus dois irmãos foram mortos nos últimos três anos por uns putos de Medellín que se acham os reis da maconha”, ele disse. “Eles acham que controlam o negócio porque são bandidos, mas controlam o mercado por meio da violência, não da qualidade.” Qualidade é a principal missão de Gato. Ele quer cultivar maconha excelente porque ama o que faz. É simples assim. “Seu hobby se torna seu negócio automaticamente”, ele disse. “Você não espera isso. É como quando você é um bom cantor e se torna famoso – você não pede por essa merda. Alguns bons cantores odeiam a fama, mas isso chega de qualquer forma. Com a erva é a mesma coisa. A mãe da minha filha me disse um dia que eu tinha que escolher entre a maconha e ela. Me divorciei dela naquele dia. Como você pode reclamar da maconha quando você vive como uma puta rica? Você tem tudo o que quer. Tudo que está na geladeira veio dessa maconha.” Gato me levou depois num passeio por seus depósitos, suas instalações de secagem e tratamento, e sua fabriqueta, onde ele faz haxixe e outros produtos. Em certo momento, ele despejou um balde de cristais secos de THC num moedor de carne industrial, produzindo uma calda pegajosa de cheiro floral parecida com chocolate derretido. Ele se gaba dessa cepa particular de maconha, batizada com o nome de uma de suas filhas. A mistura profunda e inebriante se chama Nicole's Kush, e mesmo que isso não tenha conseguido ainda a mesma popularidade de algumas das variedades de Arjan (e que não poder ser encontrada nos Estados Unidos), o negócio é de primeira. Se as coisas derem certo para Gato, a cepa xará de sua filha pode ser o híbrido que irá solidificar sua dominância na indústria. Arjan mostra as sementes de Punta Roja, que ele e seus caçadores de cepa encontraram nas proximidades de Santa Marta, Colômbia. O primeiro híbrido de Arjan a fazer sucesso foi a White Widow, que ganhou esse nome por causa da abundância de tricomas, que dão à planta uma coloração esbranquiçada. A mistura é uma variedade lendária disponível no mundo todo que chegou a ser mencionada na série Weeds. Ela dá ao usuário uma euforia energética intensa e oferece uma fumaça picante e doce com final amanteigado. Essa variedade venceu a Copa Cannabis de 1995, um dos motivos pelos quais a questão de quem precisamente desenvolveu essa cepa ser um grande ponto de discórdia entre a comunidade de produtores de Amsterdã. Uma discórdia que resultou num racha fundamental que ainda divide opiniões quanto às motivações de Arjan como homem de negócios e ser humano. A história da criação da White Widow é complicada. Arjan afirma que um produtor com quem ele trabalhava nos anos 1980 chamado Ingemar foi o progenitor da cepa, e que a Green House a aperfeiçoou na década seguinte. Mas o ex-sócio de Arjan, um australiano chamado Scott Blakey, afirma que foi ele quem inventou a White Widow na Green House, e que levou a primeira geração estabilizada da planta consigo para formar uma nova companhia quando saiu da GH em 1998. Hoje em dia, Scott é mais conhecido como “ShantiBaba” e sua companhia se chama Mr. Nice Seed. ShantiBaba é impiedoso em suas acusações contra Arjan. Segundo ele, Arjan não merece crédito pela descoberta, ou os inúmeros elogios concedidos a White Widow. Uma das razões da persistência do debate em torno da White Widow é a falta de regulamentação no mercado da erva. Patentes e propriedade intelectual ainda não se aplicam à indústria da maconha, logo, nenhum dos lados pode levar suas queixas à justiça. É puramente uma batalha de reputação e um embate de egos inflados. Arjan raramente fala sobre as acusações, mas quando o faz, sua linguagem é cáustica. Em 2011, ele publicou um texto de aproximadamente 4.309 palavras no fórum on-line International Cannagraphic, lançando ataque pessoais a ShantiBaba, rotulando-o de mercenário e jogando números de vendas na cara do adversário. “A Green House representa mais de 50% do mercado da Holanda, Espanha, Inglaterra, Itália e muitos outros países”, ele escreveu. “Em muitas lojas, a coisa funciona assim: para cada pacote da GH vendido, um pacote de todas as outras companhias juntas é vendido. É só ligar para qualquer loja na Espanha, ou perguntar a grandes distribuidores como Basil Bush ou Plantasur, e você vai ter uma ideia do volume de sementes que vendemos comparado ao Shantibláblá.” A tarde em que encontramos a variedade primitiva Punta Roja foi excepcionalmente bela. Achamos nosso prêmio depois de subir até uma operação modesta num vale, a algumas horas de carro de Santa Marta. A logística da viagem foi um tanto estressante. Éramos empurrados de hotéis para o campo, do campo para conferências com líderes locais e, por fim, conseguimos arranjar um encontro com nossos contatos na beira da estrada. Mas assim que nos vimos cercados por aquilo que estávamos procurando, tanto Arjan quanto Franco se tornaram versões amplificadas de si mesmos. Examinamos uma centena de plantas que Arjan e Franco tinham identificado como sativa pura, baseado nas folhas finas e estrutura estreita do broto. Franco explicou a importância da distância internodal entre os galhos da planta, como a semente matura antes de ser arrancada, como a Punta Roja – ou Red Dot – recebeu esse nome. Quando cruzávamos com um fenótipo particularmente excelente, ele exultava. Ninguém conseguiu deixar de mergulhar as mãos nos brotos crus e pegajosos que cheiravam a pinho e capim de serra, possuídos pela emoção de descobrir sementes que poderiam ser levadas para Amsterdã. “Essa é a matéria original que posso cultivar, posso arquivar isso em minha biblioteca, posso usar para criar novas genéticas e isso vai vencer a Copa Cannabis”, disse Franco. “Isso vai tornar pessoas ricas, colocar outras na cadeia, mudar destinos e vidas. E é por isso que acordo com um sorriso todos os dias de minha vida.” Seu rosto se enrugou quando ele olhou para o céu e gritou “Temos as sementes, cara!” Arjan desceu a encosta para saquear a planta. Ele pegou uma mão cheia das pequeninas sementes, arrancando qualquer material vivo delas e guardando-as numa pequena sacola plástica. Ele falou selvagemente sobre o potencial da indústria, profetizando sobre um futuro próximo quando os governos vão limitar o conteúdo de THC da maconha comercial. Nessa versão do futuro, sabor será mais importante do que efeito, e controlar materiais genéticos raros ainda não registrados dará ao produtor uma grande vantagem sobre a competição. A descoberta dessas sementes marcam o começo do verdadeiro trabalho de Arjan. Quando voltarem ao laboratório, Franco e Arjan vão plantar as sementes, escolher os melhores espécimes e replantar as sementes dessas plantas. Eles repetirão esse processo muitas vezes até atingir seu objetivo. No final, eles cultivarão mais de 10 mil plantas dessas sementes. Eles tentarão estabilizar linhagens diferentes para otimizar fatores como tempo de floração, resistência a mofo e fungos e resina. Cinco anos depois, as qualidades únicas inerentes da cepa fonte poderão formar a base de uma criação inteiramente nova. Ou não. Mesmo que essas cepas específicas não cheguem ao nível do consumidor, a Green House continuará a catalogar suas plantas mães e manter a linhagem viva, enquanto analisam as propriedades dos canabinoides e terpenoides. E é possível que um gigante da farmacêutica na caça de cepas específicas bata na porta deles – em 2003, a Bayer pagou $40 milhões pelos direitos de distribuição do Sativex, um remédio derivado da maconha receitado para aliviar espasmos, bexiga hiperativa e outros sintomas. Arjan e seus associados sabem muito bem que esse é um negócio arriscado sem recompensa imediata. Mas apostar num mundo onde a maconha esteja legalmente mais próxima do vinho do que da heroína tem potencial para belos prêmios, o que inclui as aventuras onde pessoas como Arjan e Franco terão que embarcar para coletar o tesouro final. “Todo mundo sabe que em 10 ou 20 anos tudo vai ser legalizado”, disse Arjan. “Estamos apenas mantendo nossas opções em aberto e encontrando todas as chaves para o futuro. Uma das chaves são todas as diferentes variedades primitivas.” Essa receita do sucesso se comprovou durante nossa estada na Colômbia; Arjan e seu time encontraram todas as três cepas que vieram buscar. Mesmo enfeitado com a regalia de seu mito pessoal – o tio dele, Peter, era um grande fazendeiro de batatas na Holanda, outro sinal de seu destino na horticultura – e o estigma de milhões de dólares ganhos num negócio do mercado cinza, Arjan se imagina um homem humilde. “Continuo querendo ficar sozinho com as minhas plantas na minha sala, fumando. É isso... Isso é o principal, curtir enquanto observo minhas plantas crescendo”, disse Arjan. “Sou um agricultor.” Ele fez uma pausa e reformulou. “Sou um agricultor com grandes ambições.” Para ver mais deste rolê nas lindas montanhas da Colômbia, assista Os Reis da Cannabis. Fonte:http://www.vice.com/pt_br/read/e-bom-ser-o-rei
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  2. By Joseph Cox Marcha pró-maconha em Montevidéu. (Foto por Santiago Mazzarovich) É quase certo que em novembro a maconha será legalizada no Uruguai. A decisão — saudada como uma “experiência” que pode “contribuir com a humanidade” segundo o presidente uruguaio José Mujica — será realmente única: o primeiro programa no mundo a estabelecer o controle do governo sobre toda a indústria da maconha, incluindo cultivo, distribuição e venda da droga. Ainda que o uso de drogas tenha sido descriminalizado no Uruguai por mais de 30 anos, os usuários ainda precisam comprar sua maconha de traficantes de rua. No entanto, quando a lei entrar em vigor, isso poderá ser adquirido de fontes legítimas e, mais importante, pesadamente reguladamentadas. Por mais ou menos R$ 6 por grama, o produto será cotado em competição direta com o mercado negro. Espera-se que as pessoas se recusem a comprar um produto de padrão inferior de um traficante, já que podem comprar a droga de qualidade controlada do estado pelo mesmo preço. Depois de se registrar com o governo, os cidadãos poderão adquirir até 40 gramas de maconha por mês, além de ter permissão para cultivar sua própria droga. Botânicos amadores mais empreendedores, companhias privadas e cooperativas também poderão cultivar seu próprio produto, desde que obedeçam a certos limites e só vendam seu produto por meio de farmácias estatais. Mas por mais felizes que os fumantes de maconha do país estejam, essa lei não está sendo aprovada somente para melhorar o acesso deles à erva vencedora da Cannabis Cup. Essa decisão é parte de um programa governamental de 15 passos chamado “Estratégia para a Vida e Coexistência”, que visa fazer do país um lugar mais seguro, liberando as autoridades para lidar com o crime organizado em vez de perder tempo com prisões relacionadas à maconha. Obviamente, esse passo em direção à legalização não aconteceu do dia para a noite. A decisão é o resultado de anos de campanhas feitas por cidadãos, ONGs e políticos. Clara Musto, do grupo ativista uruguaio Pro Derechos, me contou sobre os obstáculos que sua organização enfrentou no período anterior a essa mudança histórica na legislação. Marcha pró-maconha em Montevidéu. (Foto por Santiago Mazzarovich) A principal questão era convencer a população de que o debate não era realmente a respeito de drogas. Demorou muito para que o país “atingisse um ponto de virada no debate público, em que as pessoas passassem a ver isso não como uma discussão sobre maconha ou se o uso é ou não prejudicial à saúde”, disse Clara, “mas sobre as [próprias] leis da maconha”. E a grande mídia não ajudou muito a repassar essa mensagem: “Maconha é um assunto muito estigmatizado e a imagem que você vai ver nos jornais e na TV é a de um garoto fumando um beck enorme […] porque é assim que eles veem a questão, e isso não nos ajudava a desconstruir o estigma”. Os simpatizantes da campanha da Pro Derechos desafiam a imagem típica dos grupos pró-maconha. Em vez de uma massa desorganizada de gente com dreadlocks, andando confusamente por aí gritando que a maconha é só uma planta, eles são homens e mulheres de todos os tipos — jovens, velhos, mães donas de casa, empresários e pessoas que sequer fumam maconha. A campanha conseguiu esse tipo de apoio produzindo gráficos que enfatizavam os benefícios sociais da legalização: do impulso na economia até a possível diminuição no uso de drogas mais pesadas. Cartaz da Pro Derechos com a imagem do presidente uruguaio. (Imagem cortesia da Pro Derechos) No entanto, o que foi mais importante para levar o governo a tomar essa decisão é a percepção de que a insegurança e o crime cresceram na última década no país. Mesmo que Montevidéu não seja nada parecida com os campos de batalha de Bogotá e Medellín na Colômbia (que enfrentam, possivelmente, dez vezes mais assassinatos), os moradores da capital do Uruguai são mais propensos a rotular sua cidade como “altamente insegura” do que qualquer morador das duas cidades mais violentas da Colômbia. A opinião deles pode parecer um pouco exagerada, mas o crime realmente cresceu nos últimos dez anos. Isso, de acordo com a polícia e os oficiais de combate ao tráfico, foi devido ao influxo de pasta de cocaína, que se infiltrou no país depois que os precursores químicos usados na fabricação da cocaína foram regulamentados na Colômbia e no Peru, o que significou que os traficantes precisaram achar um novo mercado onde vender seu produto. A combinação da crise econômica de 2002, desemprego e uma nova droga barata levou a um aumento na atividade criminal no país. Quando liguei para Geoff Ramsey, um pesquisador da Open Society Foundations, ele me disse que essa legalização da maconha — apesar de, certamente, não ser uma política infalível — pode ajudar a minar as gangues locais que também trabalham com prostituição e crimes menores. “No Uruguai, há organizações criminosas transnacionais peruanas e colombianas que tiram vantagem do porto de Montevidéu para enviar cocaína para o mercado europeu”, disse ele, “e é provável que elas não sejam afetadas por isso. No entanto, as gangues locais que também existem ali vão sofrer um grande golpe". Marcha pró-maconha em Montevidéu. (Foto por Santiago Mazzarovich) Embora possa não ser a droga mais rentável, o mercado da maconha é o mais popular do Uruguai, com 20% da população a consumindo em algum momento da vida. Se esse mercado for tirado das mãos dos criminosos locais — criminosos que contribuem com a insegurança no país — eles sentirão o golpe no bolso. Claro, como esse será o primeiro experimento do tipo no mundo, o tiro pode sair pela culatra. Criminosos não costumam largar tudo e fazer fila nas agências de emprego à procura de uma nova vida. Felizmente, o presidente Mujica parece estar ciente disso e pretende aumentar os gastos com o policiamento. O dinheiro gerado pelas vendas de maconha pelo governo será utilizado para coibir o tráfico de drogas pesadas, outro caminho que os criminosos podem tentar seguir, bem como para garantir que nenhum dos novos produtores de maconha ultrapasse determinados limites. Se esses desfechos possíveis forem abordados, a legalização da maconha no Uruguai — de acordo com Geoff, pelo menos — “Tem uma boa chance de reduzir homicídios e outros crimes violentos”. O que pode criar um precedente para outros países da América Latina e de todo o mundo, no que diz respeito à política de drogas, ou pelo menos inspirá-los para que ajam contra o status quo de proibições. Na verdade, alguns deles já estão fazendo exatamente isso, como o Equador, que descriminalizou recentemente o uso pessoal de drogas e os presidentes da Colômbia e Guatemala, que anunciaram que desejam pesquisar uma alternativa à Guerra às Drogas destrutiva liderada pelos Estados Unidos. Claro, não é hora de se precipitar. Nesse estágio, o esquema é meramente “experimental” e o mundo todo estará atento aos resultados. No entanto, se isso conseguir produzir todos os benefícios esperados pelo governo uruguaio, quem sabe qual será o próximo país a instalar seu líder político à frente de uma indústria da maconha. http://www.vice.com
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  3. Quantos desse não teríamos aqui no Brasil se não fosse essa lei burra? Somos atrasados, sub-desenvolvidos sim, porque leis e governantes impedem o crescimento de novas indústrias, a da maconha tem potencial bilionário mas a semente desse mercado é impedida de brotar. Vamos acordar! A proibição da maconha é sabotagem política, econômica e social, e é especialmente eficiente contra países mais pobres. Foi feita para dar lucro aos países ricos enquanto países periféricos se tornam mais violentos, mais instáveis...
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  4. Num estudo clínico aberto com pacientes com cancro todos os sintomas melhoraram significativamente. Investigações da Divisão de Oncologia do Campus Rambam Health Care, Haifa e da Faculdade de Medicina, em Haifa, Israel, acompanharam pacientes com uma licença de cannabis medicinal para avaliar as vantagens e os efeitos colaterais do uso de cannabis em pacientes com cancro. O estudo incluiu duas entrevistas com base em questionários sobre sintomas e efeitos secundários, a primeira realizada no dia em que foi emitida a licença e a segunda 6-8 semanas mais tarde. Dos 211 pacientes que participaram na primeira entrevista, apenas 131 estiveram na segunda entrevista, 25 dos quais interromperam o tratamento na primeira semana após o terem iniciado. Todos os sintomas relacionados com o cancro ou com os sintomas dos respectivos tratamentos apresentaram melhoras significativas. Não foram anotados efeitos secundários, excepto uma pequena diminuição de memória em pacientes com uso prolongado de cannabis. Os autores concluíram que" os efeitos positivos da cannabis em vários sintomas relacionados com o cancro estão infraestimados pelo facto de vir de testemunhos individuais" Embora os estudos com um grupo de controlo estejam incompletos, a melhoria dos sintomas deve introduzir o uso de cannabis no tratamento paliativo de pacientes oncológicos ". Fonte:Bar-Sela G, Vorobeichik M, Drawsheh S, Omer A, Goldberg V, Muller E. The medical necessity for medicinal cannabis: prospective, observational study evaluating the treatment in cancer patients on supportive or palliative care. Evid Based Complement Alternat Med. 2013;2013:510392, 16 de Julho de 2013 [na imprensa]. texto completo gratuito . .
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  5. Opa Dog em apuros... Então, minha cachorra ingere o óleo já tem mais de 2 anos, ela é bem velha e começou junto comigo... ela é uma coker de uns 10 kilos, a dose que dou pra ela é bem pequena e já errei várias vezes hehe, ela panca... ela ingere um carocinho do tamanho de uma seed pequena, pro seu dog de inicio dê uma dose +/- assim 3 x por dia. amassa um pedacinho de miolo de pão e embrulha a dose nele, ai põe o pão dentro de um pedaço de uma larica que ele gosta, a minha cachorra come no bolo... Ai vc vai achando a dose dele, sobe o tamanho do carocinho aos poucos até achar uma que ele fique meio bambo depois de uma ou duas hora, na procura vc provavelmente dará uma forte que ele vai nem conseguir ficar em pé hehe, é normal ai é só vc reduzir na próxima e saberá que tem que ser menos que aquela... Suspenda a quimioterapia, isso só vai fuder o sistema imunológico dele. Se ele se alimenta com ração vc terá que cortar, provavelmente é trangênica, veja na embalagem se tem o ´´T``. passe a dar 40% carne, 30% cenoura ralada e 30% arroz. O cancer é aonde? Abraço.
    4 points
  6. As concentrações mais altas de THC foram significativamente associadas com menos dificuldade em adormecer e com mais sono diurno no dia seguinte, em 13 fumadores regulares de cannabis, que participaram num estudo de uma semana com THC. Estes são os resultados de um estudo do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas, em Baltimore, EUA. Os participantes receberam doses crescentes de THC por via oral (40 - 120mg por dia). As concentrações superiores de THC e de 11 -OH- THC durante a noite foram, de forma significativa, associadas com menor latência do sono, menos dificuldade em adormecer e dormir mais durante o dia, no dia seguinte. Em contraste, a duração do sono noturno diminuiu ligeiramente (3,5 minutos por noite) durante o estudo. Os autores concluíram que " estes resultados sugerem que a tolerância aos efeitos no sono do THC podem ter ocorrido, mas os resultados devem ser considerados preliminares, devido a limitações de projeto. A sonolência causada pelo THC via oral pode dissipar com o uso crónico de doses elevadas. " Fonte:Gorelick DA, Goodwin RS, Schwilke E, Schroeder JR, Schwope DM, Kelly DL, Ortemann-Renon C, Bonnet D, Huestis MA. Around-the-clock oral THC effects on sleep in male chronic daily cannabis smokers. Am J Addict 2013;22(5):510-4..
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  7. Pessoal, o Rick Simpson acaba de lançar um e-book, Phoenix Tears, Rick Simpson Oil, Nature's Answer For Cancer: http://phoenixtears.ca/natures-answer-for-cancer-2/
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  8. Enquanto esperamos o STF nos salvar um videozin que mostra nossa policia trabalhando de verdade heheheh com enxada pá, carregando erva do trafico no lombo, ta ai a prova que os cara trabalham tmb kkkkkkk abraços
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  9. muito bom, com ressalva a parte da camiseta do GR!! conheço esse maluco, se soubesse .que ele é isso tinha pedido um pedaço desse creme pra ele.... rsrsrs muito bom!!
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  10. Cara, não existe tal coisa de "síndrome do pânico", infelizmente tais "distúrbios" foram criados por um grupo de interesse, uma reunião de psiquiatras, que descobriu uma forma de lucrar com os problemas das pessoas. Sempre que é criada uma doença, é necessária uma cura, e no campo mental, não existe matemática. A cura é você quem faz. O sentimento que você está sentindo é algo natural do ser humano, já que somos a espécie mais dependente dentre todas. Lembre-se que não existe conforto na vida selvagem, apenas uma luta por sobrevivência, nada de cama e roupa lavada, internet e videogame. Aprenda a lidar com isso, a maconha pode ajudar, mas o importante é que você encare isso como algo normal e não como uma "síndrome", não existe cura, a cura é você...dê valor as suas qualidades e tenta esquecer essa nóia! Se conselho fosse bom seria vendido, e isso que psicólogos fazem! Vendem conselhos! O meu conselho pra você é encarar de frente esta situação e botar fé em si mesmo. Lá na frente você vai encarar isso como um aprendizado, não como uma síndrome.
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  11. Enquanto isso.... STF LIBERA ADITIVOS CANCERÍGENOS NO TABACO Publicado em 18/09/2013 por Clínica Alamedas Fonte: Gazeta do Povo Por Rogerio Waldrigues Galindo A indústria do tabaco conseguiu uma vitória no Supremo Tribunal Federal. A ministra Rosa Weber decidiu que por enquanto as empresas poderão manter em seus produtos todos os aditivos que haviam sido barrados pela Anvisa. A decisão da ministra tem caráter liminar e ela diz explicitamente que vale apenas até que o plenário do STF julgue o caso. A ministra afirma em sua decisão, datada desta segunda-feira, que foi necessário liberar os aditivos em todo o país para garantir igualdade. Isso porque o Tribunal Regional Federal já havia feito a liberação para parte dos estados brasileiros. Os aditivos, segundo estudos reconhecidos pela comunidade internacional, aumentam a chance de câncer e de outras doenças nos fumantes. Além disso, aumentam a chance de jovens começarem a fumar, já que disfarçam o gosto ruim do tabaco. Estima-se que 200 mil pessoas morram por ano no Brasil devido ao tabaco. A resolução da Anvisa publicada no ano passado proibia os aditivos e dava 18 meses para as empresas se adaptarem. Não há prazo para que o STF julgue o caso.
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  12. Po Paulinhu, precisa melhorar esse dedo verde aí...tem que conseguir essas plantas aqui num indoor bem feitinho, huahuahuahauhuahuahuahuahuahua. Com 30 dá pra se sustentar pelo menos
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  13. 1 point
  14. No fundo acho que e medo de outros breeders fazerem strains encima dessas land's. Mais com certeza eles deveriam ser menos miguelao e disponibilizarem essas genéticas, talvez ate algum dia no futuro eles disponibilizem. Também acho que esse lance de disponibilizar só sementes feminilidades e ruim para os clientes, me parece que eles são muito focados no lucro, eles deveriam jogar de forma a não serem tão capitalistas, eles acabao perdendo muitos clientes um pouco mais experientes por causa dessa sede por lucro. Mais uma coisa e certo eles possuem muitas genéticas e vão atraz de muitas land's se arriscao bastante só deveriam jogar de forma mais conciente aprenderem a olhar um pouco acima do lucro no fundo acho que o Arjam e cabeça dura
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  15. falta de oxigênio no cérebro....pq ficou prensando a fumaça... Quer ter mais brisa??fuma mais....
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  16. Tão na Cannabiogen e na Holy Smoke. kkkkkk Mas, sério, tenho nada contra a GH, não gosto da imagem desse figura nojento, mas pra mim a GH é a mesma merda de qualquer seedbank de feminizadas. Nenhum deles é breeder. Tenho uma Arjan Haze e considero um das melhores plantas que cultivei e já fumei WW e Trainwreck deles e achei ótimas, como vou falar mal da GH?
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  17. Dá uma lida nesse documento e pesquise sobre CBD e CBN cono ricco y locco disse, então tire suas próprias conclusões. A MACONHA (Cannabis sativa) E SEU VALOR TERAPÊUTICO "...O aumento da quantidade de THC produz estágios de euforia através de mecanismos semelhantes aos observados na morfina. ...Deve-se levar conta o grau de THC (qualidade da maconha consumida), a química corporal do indivíduo que consome bem como sua receptividade psicológica, condições sócio-ambientais do usuário, personalidade e estabilidade emocional, forma como consome (se fumada ou ingerida). ...Altas doses de THC podem causar ansiedade, que podem vir a desencadear ou agravar um quadro psicótico numa personalidade que tende a este quadro."
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  18. Isso sim é informação de qualidade! Nos chamaram de loucos, mas vamos curar o câncer! Ou ajudar a divulgar a cura...
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  19. ae Paulihuuu , ta trampando emmm!! valew a contribuição irmão, isso nem master card!! rsrs muito bom
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  20. Caros Estou nesse momento revisando a tradução, mas mas dei conta só agora que recebi um SRT até o 22º minuto. Quem quem o material todo? Pode me mandar em PM ou por aqui? Estou assinando a postagem, então recebo as atualizações no email. O documentário TODO tem que ser visto. Além da história da Charlotte tem um monte de coisa legal, de comentários de médicos até o garoto com espasmo de diafragma, passando pelo 'test-drive'. CBD.
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  21. Desde já agradeço a ajuda de todos aqui da comunidade e mandem Good Vibes para meu Dog! Irmão Bongado muito preciosa a informação, vou verificar! Obrigado mesmo! Ainda não descarboxilei, pois só fiz o processo de banho maria. Como já está pronto devo misturar álcool novamente e ferver? Como o irmão Bongado disse 150ºC é muito, vi no video do Rick que a temperatura ideal é 98ºC.
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  22. .... compra um assim
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  23. Vão votar a favor dos mensaleiros, podem esperar! Impresionante como brincam com a cara da população, condenam e depois tentam soltar, quem entende isso? Pra mim governo e tribunais jogam sempre para os "grandes" e o corporativismo é voraz por lá, exemplos: - Poderiam ter acabado com a taxa de assinatura telefônica, mas trabalharam para as teles no final. - A redução de energia elétrica foi um fiasco público, redução ínfima pra população comum e reduções escabrosas para as grandes industrias. O benefício maior vai sempre pra quem, a população comum ou as grandes industrias\empresários? A população que se F.... pra eles, só servimos pra pagar impostos. Abraço
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  24. Tinha q ser presa por tráfico de drogas já q vende muito disco no Brasil.
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  25. fala BAs..... sem querer apressar tb.... maaassss......... donde estas la parte 2?!!??!?!?!? hehehehe
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  26. É noix, Zoinho e DaimBag, e GR em peso.... É um prazer ajudar a difundir a informação sobre o poder de cura do óleo, marcou minha vida presenciar ele agindo em meu organismo, quem passa por essa experiência fica muito motivado a querer ajudar outras pessoas a passar pelo msm processo. Ver seu problema de saúde que te incomoda por anos levar um atropelo em poucos meses, e de quebra blindar TODO o organismo não tem preço, e isso feito por vc msm, vc se curando... PQP, é perfeito não é msm? eu até me emociono quando lembro disso tudo hahaha... Abraço,
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  27. Opa beleza ? Então eu lembro das críticas levantadas, acabamos não debatendo elas e lançando da forma como estava. algumas deles são bem pertinentes e vamos debater elas em breve, mas outras já posso adiantar aqui mesmo sem consultar ninguém. A limitação de venda por pessoa por dia : Isso vai contra os princípios pelo quais norteamos o projeto, qual a justificativa para essa limitação ? Existe alguma lei que proiba você de comprar 100 caixas de cerveja e dar uma festa na sua casa ? Ou comprar 5 caixas e beber durante o mês ? Se permitir vender 5 g por dia qual seria o problema de eu comprar 150 g pro mês todo ao invés de ir todo dia a loja ? Me desculpe mas não consigo ver um motivo real para essa limitação a não ser resquício de proibicionismo. " Olha eu vou deixar você comprar mas só um pouquinho por dia, tá ? " Sobre a proibição para estrangeiros não residentes, mais uma vez não vejo motivo pra isso, Amsterdã tem boa parte de sua renda oriunda desse tipo de turismo e o Brasil sendo um país continental não vejo poblemas em acomodar esse turismo. O único motivo para um artigo assim seria evitar brigas com os países que fazem fronteira conosco, que é o mesmo tipo de pressão que fazem sempre sobre a Holanda que quase levou a essa mesma proibição por lá, sendo barrada antes que fosse aplica justamente por causa do prejuízo que traria ao turismo em Amisterdã. Além disso as duas somadas ainda podem criar um mercado ilegal onde pessoas não fumantes de cannabis vão vender sua cota diária a amigos que queiram comprar mais que 5 g/ dia ou pra estrangeiros não residentes que queiram comprar erva numa viagem ao Brasil. Para que criar limites facilmente burláveis e sem fundamento técnico científico ? Sobre a supressão do artigo da contribuição, bem lembrado, vamos suprimí-lo e apresentá-lo como um projeto de lei complemetar, apresentando sempre os dois juntos, assim iria bem ? Sobre a supressão do anonimato, a ideia aqui é proteger o cidadão de qualquer mal uso desse banco de dados. Vou citar dois exemplos. Numa disputa de custódia uma das partes tenta acesso aos dados do banco para usar contra a outra parte. Ou ainda uma reviravolta na legislação e decidem proibir tudo denovo e aproveitam o cadastro para limitar a cidadania daqueles que constam nela. Acho que com um pouco de exercício mental conseguiria pensar em mais algumas mas acredito que já de pra ilustrar. A ideia de incluir a abolitio criminis expressamente é uma boa gostei da sua redação. Interessante a ideia de entrar em vigor em datas separadas, isso nem foi cogitado, qual seria a vantagem prática e possiveis complicações decorrentes disso ? Vou lendo o resto e depois conversamos sobre eles. Abraço.
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  28. Bom se fumar não está mais agradando, esperimente ingerir o óleo... Deixa o corpo zerado, e não deixa nada de ruim entrar nele.
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  29. Cara sei bem como é enxaqueca crônica, sofri deste mal por uns 30 anos... Quer curar ela e nunca mais sentir nadinha? faça Hemp Oil e passe a ingerir diariamente, em pouco tempo sua enxaqueca sumirá pra sempre!!!
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  30. rachei o bico aqui , prefiro fechar com a mão machucada mesmo
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  31. 50g n dura 20 dias xd...Pediram p/ entrar e reviraram total a casa do cara, ta com cara de armadilha isso ae...eles só podem revirar assim com mandato !
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  32. cara, te mandei uma mensagem.... se puder, fale mais sobre seus habitos, idade, historico de doencas, casos correlatos na familia? o que diz seu historico medico? tente ESTUDAR MESMO seu problema, seja esquizofrenia seja tourete, seja outro diagnostico. a mente eh algo fantastico, tenho certeza que voce ira encontrar um caminho para um melhor tratamento/ terapia.NAO EH VERGONHA NENHUMA EXPOR QUE TEM ALGUM PROBLEMA TEMPORARIO NA CACHOLA hehe. att
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