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Showing content with the highest reputation on 02/22/13 in all areas

  1. 6 points
    É foda né, eu posso comprar 300 garrafas de vodka, ter um alambique, 500 grades de cerveja, 1000 maços de cigarros na minha casa...mas maconha tem que ter limite! Fala sério cumpade! Existe a possibilidade dos CJGR comunicar os "cabeças" do Viva Rio sobre essa incoerência? Explanar os fatos e a invialibidade do cultivo caseiro com essa proposta etc...
  2. 5 points
    Em relação a este processo nada realmente, o que me da calafrios é essa proposta que eles estão divulgando e colhendo assinaturas... Te garanto que menos de 1/6 das pessoas que estão divulgando essa campanha e apoiando se deram ao trabalho de ler a proposta de alteração deles, é um tremendo tiro no pé. Resumindo que for pego com mais do que o uqe vierem a definir que seja o consumo médio de 10 dias é trafico e ponto. Por exemplo, imagine que o congresso, ou a anvisa decida que o consumo médio por dia de maconha é 5 gramas (o que acho muito se definirem acredito que seja algo entre 1 e 3 gramas no máximo) (quem vai definir é a Anvisa) Qualquer um que seja pego com mais de 50 gramas (se for definido como 5g/dia) é traficante, lindo não ? Além de todos os problemas que esse tipo de definição maniqueista traz simplesmente inviabiliza o cultivo caseiro, pois é impossível alguém que plante ter apenas o que vai ser usado em 10 dias, assim todo grower que for preso, se tiver pelo menos com o cultivo nos trilhos vai responder como traficante e ponto. O pior é ter que atuar os imbecis do facebook me perguntando porque eu vou querer ter mais de 50 gramas se na hora que eu quiser posso ir lá no morro buscar mais que não vai ter risco da polícia me prender na saída... Mal sabe eles que vai poder continuar levand igual a única diferença é que agora a definição de 28 ou 33 vai ser pela quantidade, se o cara der sorte e a maconha vier servida e passar dos 50g parabéns mais um perigoso traficante preso pela competentíssima polícia brasileira. Bando de maconheiro idiota e manipulado do caralho... Desculpa o desabafo, mas é desgastante tentar abrir os olhos de idiotas hipnotizados pela campanha do Viva Rio. Editado para corrigir os valores ao número real de dias, alterações em negrito.
  3. 4 points
    O julgamento do recurso extraordinário 635.659: pelo fim da guerra as drogas Boletim IBCCRIM Boletim - Ed. Especial Drogas Autor: Marcelo da Silveira Campos e Rodolfo de Almeida Valente A iminência do julgamento do Recurso Extraordinário 635.659, cujo objeto contém o palpitante debate sobre a constitucionalidade do art. 28 da Lei 11.343/2006, impõe reflexão ampla sobre as raízes e os efeitos da política de drogas vigente. Quando da sua promulgação, a Lei 11.343 foi noticiada como inovadora na medida em que pretendia estabelecer tratamento jurídico diferenciado a usuários e traficantes de entorpecentes. Fracassou, ao menos se considerados os objetivos declarados. É preciso anotar, todavia, que tal fracasso concerne apenas ao discurso entoado de atenção e a reinserção social de usuários e dependentes de drogas. Na prática, subjaz política de criminalização da pobreza que, escorada na denominada Guerra às Drogas, estigmatiza e alija as pessoas mais vulneráveis do acesso aos serviços públicos mais básicos. Compreender isso pressupõe percorrer, ainda que sinteticamente, o processo histórico de criminalização do uso de drogas, os resultados atuais da criminalização e a contradição entre o discurso entoado e a prática adotada. Foi a partir desse percurso que Conectas, Sou da Paz, Instituto Terra, Trabalho e Cidadania e Pastoral Carcerária se manifestaram na qualidade de amici curiae no Recurso Extraordinário 635.659,com posicionamento firme pela declaração da inconstitucionalidade do art. 28 da Lei 11.343. O presente artigo é a síntese das razões fáticas e jurídicas que ampararam a manifestação. I Guerra às drogas e processo de criminalização O modelo internacional de controle do uso e circulação de entorpecentes adveio da Convenção de Genebra de 1936, na qual se estabeleceu o desenho básico da política que ainda hoje subsiste: legislação restritiva da produção, do comércio e do consumo de entorpecentes, com a previsão de internação de usuários. A Convenção Única sobre Entorpecentes (1961), o Convênio sobre Substâncias Psicotrópicas (1971) e a Convenção de Viena (1988)(1) formam a tríade de convenções entabuladas na ONU que sedimentam o paradigma proibicionista, repressivo e de intolerância à produção, ao comércio e ao consumo de entorpecentes. O Brasil não passou incólume por esse processo: sob a égide dos EUA e da política de Guerra às Drogas, declarada por Nixon em 1971, é editada a Lei 5.726/1971, que alinha o sistema repressivo brasileiro às orientações internacionais. Cinco anos depois, sobreveio a Lei 6.368/1976, cujas disposições consolidam o modelo político-criminal de combate às drogas estabelecido nos tratados e convenções internacionais. Em patente adesão à Guerra às Drogas, e sob os auspícios da Doutrina da Segurança Nacional, estabelece como dever de toda pessoa física ou jurídica colaborar na prevenção e repressão ao tráfico ilícito e uso indevido de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica (art. 1º). Em 1991, é aprovada pelo Congresso Nacional a Convenção de Viena, que marca a internacionalização da política repressiva estadunidense. Ineditamente, é incluso no texto da Convenção mandado de criminalização para as condutas de posse, compra ou cultivo de entorpecentes para o uso pessoal (art. 3º, item 2). Em 2006, advém a Lei 11.343 que, a despeito da retórica preventiva que subjazia ao afastamento da possibilidade de pena privativa de liberdade, manteve política ambígua com relação ao usuário: a manutenção da criminalização do usuário deu continuidade à lógica repressiva ao mesmo tempo em que esvaziou o próprio discurso preventivo. A Lei 11.343 ora tem a constitucionalidade de seu art. 28 questionada. O momento é propício: em 2009, na reunião da CND (Comission on Narcotic Drugs), foi elaborado o Plano de Ação da ONU até 2019, que, entre outras diretrizes, prevê o desenvolvimento de estratégias de diminuição da criminalização do uso. No Brasil, o debate sobre a descriminalização do porte para uso próprio nunca esteve tão em voga e o próprio reconhecimento da repercussão geral no Recurso Extraordinário 635.659 acena para a necessidade de avançarmos nessa questão. II A desproporcionalidade do art. 28 A Lei 11.343 manteve a criminalização do usuário (art. 28) com a finalidade de prevenir o uso indevido, atentar e reinserir socialmente usuários e dependentes de drogas (preâmbulo e art. 1º). Para aferir a proporcionalidade do art. 28 da Lei de Drogas, vale apontar, sinteticamente, os denominadores comuns de três importantes pesquisas realizadas recentemente pela Série Pensando o Direito (SAL), pela Associação pela Reforma Prisional e pelo Núcleo de Estudos da Violência (NEV):(2) 1) A distinção entre usuário e traficante é extremamente frágil, gerando ampla margem de discricionariedade à autoridade policial responsável pela abordagem; 2) a grande maioria dos casos que envolvem porte de entorpecentes deriva de prisão em flagrante; não há um trabalho de investigação por parte da polícia para combater os esquemas de tráfico de drogas; 3) há um perfil bem nítido de pessoas selecionadas nesses casos: jovens, pobres, negros e pardos e, em regra, primários; 4) a maior parte das pessoas detidas por envolvimento com entorpecentes estava sozinha na hora do flagrante; 5) são ínfimos os casos em que a pessoa presa por envolvimento com entorpecentes portava arma; 6) na maior parte dos casos, a pessoa acusada portava pequena quantidade de entorpecentes; 7) em regra, a única testemunha do caso é o policial (ou policiais) que efetivou a prisão, cuja palavra é supervalorizada pelo Judiciário por possuir fé pública; 8) desde a promulgação da Lei 11.343/2006, o comércio e o consumo de entorpecentes e o número de pessoas presas por tráfico seguem cada vez mais ascendentes. Confrontado com tais constatações, o art. 28 da Lei de Drogas não supera nenhum dos três elementos que compõem o postulado da proporcionalidade, a saber: adequação, necessidade e proporcionalidade stricto sensu. Sob o exame da adequação, deve-se analisar se a medida concreta adotada (criminalização do porte de entorpecentes para uso próprio) conduziu à realização do fim proposto (prevenção, atenção e reinserção de usuários e dependentes de drogas). A julgar pelos resultados extraídos das pesquisas mencionadas, inevitável inferir que a criminalização do usuário é medida completamente inadequada ao fim de prevenir o consumo de drogas, vez que as três pesquisas convergem na conclusão de que a criminalização não impediu o aumento do consumo de drogas. Também os pretensos objetivos da atenção e da reinserção do usuário não foram alcançados. Pelo contrário: a criminalização do porte de entorpecentes para uso próprio tem sido fator de aumento da vulnerabilidade e da estigmatização social de usuários e de dependentes. Em segundo lugar, sob o exame da necessidade, deve-se aferir, entre meios igualmente adequados, qual deles é menos restritivo a direitos fundamentais colateralmente afetados. Desde logo, vale assentar um pressuposto básico à análise dos meios igualmente adequados: condiciona a utilização do Direito Penal o princípio da intervenção mínima, pelo qual somente haverá criminalização da conduta nas hipóteses de lesões mais graves aos bens jurídicos mais importantes, e nos casos em que outros ramos do direito forem incapazes de responsabilizar adequadamente o agente pela lesão. Assim, em estrita aplicação à intervenção mínima, bastaria a simples existência de outro meio adequado aos fins propostos para configurar a inconstitucionalidade da criminalização do usuário. E, de fato, há meios alternativos à criminalização que são completamente adequados aos fins propostos. A própria Lei 11.343 traz profícuas diretrizes que, antagonicamente, são tolhidas pela política repressiva na medida em que expressam política de redução dos riscos e dos danos associados ao uso de drogas (art. 20). Todas as diretrizes são encadeadas em articulação necessária com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde e da Política Nacional de Assistência Social e norteadas pelo fortalecimento da autonomia e da responsabilidade individual em relação ao uso indevido de drogas (art. 19, III). Entretanto, apesar de ser regulamentada pela Portaria 1.028/2005 do Ministério da Saúde, a política de redução de danos segue desprestigiada e sem efetividade diante do óbice representado pela primazia da tutela penal. Evidencia-se, desse modo, que não apenas há outras medidas aptas a promover os fins propostos sem atingir direitos fundamentais, como também que a própria criminalização do consumo impede a implementação dessas medidas. Por derradeiro, sob o exame da proporcionalidade em sentido estrito, vale-se do cotejo entre as vantagens eventualmente obtidas pela promoção do fim e as desvantagens advindas da adoção do meio eleito. Do que se depreende dos resultados alcançados com a política de drogas adotada até aqui, parece claro que, considerados os objetivos oficiais, a criminalização do porte de entorpecentes para uso próprio não resulta em nenhuma vantagem. Já as desvantagens propiciadas pela criminalização do consumo são inúmeras: Primeiramente, a criminalização do usuário viola os princípios da lesividade, da intimidade e da vida privada, vez que reprime conduta que denota, quando muito, perigo de autolesão.(3) De outro lado, observa-se que usuários são frequentemente vítimas de alto grau de discricionariedade por parte da autoridade policial que os aborda, refletida na porcentagem de casos em que, apesar de a pessoa ter respondido o processo presa sob a acusação de tráfico de drogas, houve desclassificação para o crime de porte para uso próprio (7%, conforme pesquisa do NEV). Reflete-se também nos diversos indícios de que muitos usuários são condenados como se traficantes fossem, o que se expressa nas circunstâncias que envolvem a maior parte desses casos: os alvos são jovens, pobres, negros e primários; presos sozinhos no flagrante, sem porte de arma e com pequena quantidade de entorpecentes, tendo como única testemunha presencial o próprio policial que efetuou o flagrante. A alta suscetibilidade a abusos policiais e judiciais a que ficam expostos usuários por conta da criminalização atinge, diretamente, o direito fundamental à liberdade (art. 5º, caput, da CR) e também o direito fundamental à presunção de inocência (art. 5º, LVII, da CR). Também no rol das desvantagens, inclui-se o constrangimento à política de redução de riscos e de danos. A abordagem prioritariamente penal marginaliza pessoas que possivelmente procurariam auxílio houvesse abordagem efetiva e exclusivamente social. O desincentivo à procura de assistência social viola, por via oblíqua, o direito à informação (art. 5º, XIV, da CR). Maria Lúcia Karam aborda ainda outras duas desvantagens provindas da criminalização do consumo: a possível atração que a proibição pode exercer em jovens, ávidos, justamente, pelo que é proibido (a denotar violação ao princípio da proteção integral; art. 227 da CR); e a inibição à procura de assistência médica gerada pelo receio de ser identificado como criminoso (em afronta ao direito fundamental à saúde; art. 6.º da CR). (4) Perceptível, portanto, que a criminalização do porte de entorpecentes para uso próprio, além de não carrear consigo nenhuma vantagem, está repleta de desvantagens que a qualificam, inegavelmente, como medida desproporcional. III Por outra política de drogas Os resultados da Guerra às Drogas são, como se divisou, catastróficos para as pessoas que, no discurso oficial, se pretende acolher, sem qualquer ganho visível no pretenso objetivo de prevenir o uso indevido, atentar e reinserir socialmente usuários e dependentes de drogas. Trata-se de política incriminadora que funciona desigualmente ao acionar mecanismos de estigmatização institucional de acordo com o status, o grupo e a classe social de cada indivíduo incriminado. Espera-se que o Supremo Tribunal Federal, em face da desproporcionalidade que permeia o art. 28 da Lei 11.343, declare a sua inconstitucionalidade e cumpra o papel histórico de induzir mudanças substanciais nessa política de drogas que criminaliza a pobreza e deixa em último plano a promoção de políticas sociais de acesso aos mínimos equipamentos educacionais, sanitários e de serviço social, aptos a calcar política de drogas séria e humanitária. Notas: (1) Nesse contexto, a América Latina emerge ao governo americano, desde pelo menos os anos 80-90, enquanto possível polo de desenvolvimento de grupos paramilitares ou guerrilheiros. Tais discursos e práticas americanas visam, por formas diversas, exercer influência hegemônica dos EUA para com a região. Sobre o assunto, ver: Campos, M. S.; Korner, A. Segurança e guerra ao terror: um balanço da literatura contemporânea sobre a América Latina após 11 de setembro. Revista Mediações (UEL), 2011; Herz, M. Política de segurança dos EUA para a América Latina após o final da Guerra Fria. Estudos Avançados, USP, 2002; e Pereira, P. J. R. Crime transnacional e segurança: aspectos recentes do relacionamento entre Estados Unidos e América Latina. In: Ayerbe, Luís Fernando (Org.). De Clinton a Obama: políticas dos Estados Unidos para a América Latina. u: Unesp, 2009. (2) Tráfico de drogas e Constituição (Série Pensando o Direito n. 1/2009 Secretaria de Assuntos Jurídicos do Ministério da Justiça (SAL), Faculdade Nacional de Direito da UFRJ e Faculdade de Direito da UNB; Impacto da assistência jurídica a presos provisórios: um experimento da cidade do Rio de Janeiro (Associação pela Reforma Prisional, CESEC/UCAM e Open Society Institute, 2011); Prisão provisória e Lei de Drogas: um estudo sobre os flagrantes de tráfico de drogas na cidade de São Paulo (Núcleo de Estudos da Violência USP e Open Society Institute, 2011). (3) Nesse sentido, vale conferir julgado da 6.ª Câmara C do 3.º Grupo da Seção Criminal do TJSP (31 de março de 2008); Apelação 01113563.3. (4) Karam, Maria Lúcia. Proibições, riscos, danos e enganos: as drogas tornadas ilícitas. Escritos Sobre a Liberdade, Rio de Janeiro: Lumen Juris, vol. 3, p. 50, 2009. Marcelo da Silveira Campos Doutorando em Sociologia pela USP. Sociólogo da Pastoral Carcerária no Projeto Justiça Criminal (em parceria com Conectas, IDDD, ITTC e Sou da Paz). Rodolfo de Almeida Valente Assessor Jurídico da Pastoral Carcerária no Projeto Justiça Criminal (em parceria com Conectas, IDDD, ITTC e Sou da Paz).
  4. 3 points
    É que segundo o Eric Cartman, digo, o Gremist4, essa casa está minada de Hippies de Esquerda Nojentos e isso aqui tá pior que o maldito PeTê! kkkkkkkkkkkkkkkk A gente defende a bandidagê e el crimen organizê! vai vendo...
  5. 3 points
    Enquanto maconha for tratada como droga será assim mesmo. Os caras fazem uma lei genérica para todas as drogas atualmente ilegais. Sera que o peso para 10 dias é igual para todas as drogas? Porque uma coisa é 1g de cocaina, 1g de heroina, uma coisa muito diferente é 1g de maconha. São completamente diferentes, não tem como deixar no mesmo saco. Enquanto estivermos no bolo do 'uso de drogas' estamos fudidos, enquanto maconha for comparada a crack, cocaina, heroina, etc... não vai ser bons pros growers. A maconha precisa de leis diferentes, próprias como nos lugares onde existe uso medicinal. Na California voce pode ter maconha porque eles sabem que maconha e heroina são coisas completamente diferentes. Cannabis é uma planta e quero ter o direito de cultiva-la no jardim da minha casa. Ninguem regula quantos pés de manjericao, alface, alecrim, etc que eu tenho na minha varanda. Cannabis é uma planta para uso humano como todas as outras, tem que se tratada igual. A luta dos 'maconheiros' deveria ser para isso, diferenciar a nossa planta das drogas. Ela não é uma.
  6. 3 points
  7. 2 points
    vender é crime cultivo apenas pra uso pessoal abracos eu penso assim e foda-se os petralhas huahauihau
  8. 2 points
    Ansiedade, Mal Estar, Visão Embaçada. Tudo Apó Fumar.. engraçado q eu tb sinto isso!!!! se eu nao fumar ......
  9. 2 points
    Realmente, no Brasil só se prende pobre. Mas já viram como funciona o sistema?? aqui só se fala mal de polícia, não que se deva falar bem, mas o problema não é da polícia, é do sistema. Sabiam que polícia não pode investigar promotor, e tá cheio de promotor bandido por aí, sabiam que polícia não pode investigar juiz, e tá cheio de juiz bandido por aí, sabiam que polícia não pode investigar político. E estes bandidos políticos, promotores, juízes protegem os ricos, assim, a polícia só prende ppp, mas não é culpa dela. Se alguém se mete com eles, acaba sendo transferido, punido, perseguido. Lembram do Protógenes? Da Delegada que indiciou o amigo do Governador por pedofilia? Pois é, a culpa é do povo, não da polícia. Vejam as brigam os os crazy que aparecem aqui no GR... Assim, sobra para os growers. Abraços.
  10. 2 points
    Prometo que no próximo ciclo vou abrir um novo diário. Vlw pela lembrança Mofs. Vqv ...
  11. 2 points
    Valeuzão a resposta Bigcunha! Esculachou pra variar. Salvei aqui no Word pq lesado do jeito que sou é bem capaz que vá esquecer a página! hahaha. Abçs
  12. 2 points
    Growers... Ainda estou na California... Assim que chegar a terrinha tentarei fazer um resumo do que vi na Medical Cannabis Cup 2013 e minhas impressoes. Soh para adiantar, varias tendencias como Vegan, CBD, extratos e derivados. Abs do mais novo fan de Jack e OG Kush
  13. 2 points
    http://www.eprecisomudar.com.br/ Aqui cabe um meaculpa, nos posts anteriores eu me referi sempre a quantidade de de 5 dias de uso médios, quando eu li o projeto logo no início, então eu não sei se eles mudaram ou se eu viajei e acabei misturando esse projeto com aquele debate no congresso. Pois bem a quantidade definida no texto é de 10 dias de consumo e tem mais algumas diferenças, algumas bem significativas outras nem tanto. PS: vou editar os posts anteriores para o nnúmero certo para evitar mal entendidos. Só aproveitando e puxando uma precepção, isso simplesmente inviabiliza o cultivo caseiro.
  14. 2 points
  15. 2 points
    Trilha de "Easyrider" um dos melhores filmes da história. http://youtu.be/3hEfcawx6Fc
  16. 2 points
    http://www.youtube.com/watch?v=O7KOF0iqIe4 meeu deve ser um sonho viajar de caminhão em uma estrada coberta de gelo ouvindo grateful dead fumando um cigarro, tomando um whisky... puta vibe.
  17. 2 points
    Essa é a melhor foto da historia.hahaha
  18. 1 point
  19. 1 point
    matsegredo, Idai, cara? Qual é o problema? O corpo é MEU. O estado não tem obrigação NENHUMA de ficar vigiando e regulando o que eu fumo, bebo, como e faço (se não afete terceiros). Você acha certo proibir cigarro? Refrigerantes? Sal? Açúcar? Só porque fazem mal? Vamos proibir carros também? Afinal, é responsável pela mortes de milhões de pessoas. Essa ideia que criou a porra da proibição. Ultima coisa que o estado tem que ser é babá de quem o sustenta.
  20. 1 point
    Rodar com um macho é pacabá!!! Estilo Ronaldo Fenômeno. Kkkkk.
  21. 1 point
    "Olha so o quanto a Ambev gastou de propaganda no ano de 2012: Ambev R$793.287 BILHOES DE REAIS. SIM, BILHOES DE REAIS. (fonte: Exame)" Nao entendi esse numero...setecentos e noventa e tantos mil bilhoes?
  22. 1 point
    Ae povo! Maio verde se aproxima e em 2013 a Marcha da Maconha de Porto Alegre deve ser maior que a do ano passado (se te esqueceu de como foi, clica aqui). Dessa vez começamos os preparativos cedo. Teremos uma reunião aberta para discutir colaborações de todos os tipos e sessões gratuitas de cinema com debate, para criar um ambiente de troca de ideias sobre o tema. Entra na roda e colabora com tua ideia e tua vontade de libertar a ganja! - Primeira reunião aberta para a Marcha da Maconha Porto Alegre 2013. Onde? Na beira do Guaíba, ao lado da Usina do Gasômetro – Porto Alegre/RS Quando? Sábado, 23 de fevereiro Que horas? Às 16h20 Quem? Todo o tipo de ajuda é bem vinda: artistas, músicos, estudantes, senhoras e senhores pensadores, jornalistas, bicicleteiros, fumones bem relacionados e todo o tipo de gente pilhada em colocar a mão na massa! - CinemaRofa – Esmurrugando mitos O que? Três sessões de cinema seguidas por debate sobre o tema. Os filmes apresentados serão: Onde? No Espaço Libertário Moinho Negro, que fica na rua Marcílio Dias, 1463 – Porto Alegre/RS Quando? As sessões de filme e debate acontecem nas quartas-feiras, a partir das 19h30. Confira a programação: Grass 27/02 Cortina de Fumaça 20/03 Quebrando o Tabu 10/04 Nos falamos amanhã na reunião! Abrazzz
  23. 1 point
    Esse papinho de joão sem braço não cola amigo, aqui somos todos macacos velhos, e nessa não caímos não. Rala daqui polícia
  24. 1 point
    Após o refino é que sai a famosa Supermaconha né, Mofs?
  25. 1 point
    grande parte dos medicamentos que vc chama de " quimico " tem sua origem em um vegetal, que de certo é extraida, e sintetizada.... então dizer q droga é uma coisa, e erva é outra...n faz muito sentido...tabaco tbm é um vegetal, cerveja nada mais é do que um monte de planta fervida, vodka idem, pinga vem da cana! enfim, axo que o termo DROGA, seria meio genérico pra qqer substancia que ao ser utilizada, produza um efeito no organismo...sendo psicoativo, ou não.
  26. 1 point
    Black, desculpa fazer um post novo pra deixar essa mensagem. De manhã cedo estava com problemas no PC de casa. Aqui no trampo é mais tranquilo. Lendo a proposta do Viva Rio fiz a seguinte interpretação, sendo certo que já me manifestei de forma idêntica quando do lançamento da campanha: 1) O projeto não estabelece distinção objetiva entre usuário e traficante: Os critérios de distinção permanencem quase os mesmos, à exceção do local da apreensão e dos antecedentes do agente, restando na equação a quantidade, condições da ação e conduta do agente. 2) Apreensões até o limite estipulado tem presunção de destinção pessoal: Nesses casos o orgão acusador teria de comprovar a mercância para capitular a conduta no art. 33. Do contrário, ficaria no art. 28 por imposição legal. 3) Apreensões acima do limete estipulado: volta para o item 1 deste post. Seguem (quase) os mesmos critérios. 4) Presunção de tráfico para apreensões acima do limite estipulado: Não encontrei no texto qualquer dispositivo neste sentido. Não entendo como correta a ideia de que apreensões acima do limete estipulado em lei deva ser obrigatoriamente enquadrada no art. 33. Também não acho esse projeto o ideal. Não to afim de ser avaliado por psicologos com competência pra dizer se preciso de tratamento ou não. Prefiro o Juiz e o MP, que ainda me oferecem a possibilidade de discutir a constitucionalidade da lei.
  27. 1 point
    Esse imbecil proibiu refrigerantes grandes, sal em excesso, embalagens de isopor e quer fazer o q com a maconha?
  28. 1 point
    Percebi q vaporizar causa muito menos nóia do que fumar, pelo menos com o prensado. Não diria que a onda é tão forte como queimar o back, mas é uma onda mais amena e traqnuila.
  29. 1 point
    oi você é novo no site, né? pesquisa o que é canabinol e canabidiol, CBD e CBN respectivamente componentes resultantes da degradação do THC.. estão relacionados às sensações de panico, ansiedade e outras "bad vibes" induzidas.. fica tranquilo que é normal pior que tem medico que sabe disso e fica comendo no dinheiro do inocente fica brincando com a cuca não..
  30. 1 point
    Ai a galera tem que comer carne sim nao e questao de beneficio para o planeta e nem nada disso. E questao que os animais sao seres vivos e merecem protecao. Na antiga, era normal achar tribos indigenas que comiao gente. Entao quem e a favor de comer cadaver deveria ser a favor de se comer humanos nada mais justo ! E pro povo que come carne e pensa, a nao pega nada a natureza nao tem leis. Essas pessoas nao percebem as trocentas doencas associadas ao consumo de cadaveres... Todos os atos cometidos contra os animais e umn ato contra si proprio e por essas atitudes ha de se pagar multiplicado... Inumeras doencas sao relacionado ao consumo de carnes. Ai tem uma galera que sempre fala que os animais nao tem conciencia Eu ja vi muito leao atacando a presao na selva humana e nao se ve essa atitude na criatura mais "evoluida" do planeta esse video e muitos outros provao a conciencia dos animais. E eu penso, as pessoas demonstrao sua falta de conciencia nessa atitude de comer cadaveres diariamente contribuem com a injustica e pedem um mundo justo. Que moral o povo tem pra falar em justica tratamento humano e etc se esses mesmo nao tem um coracao justo. Mais e ai que ta nas leis dos homens pode passar batido, mais eu tenho certeza quase absoluta que o homem paga com a realidade que tem e que vai ter nessas infracoes. Eu queria ver se uma raca muito mais evoluida chegasse a terra e comessasem a escravisar os humanos por nao entender sua debil conciencia... Mais isso nao vai acontecer porque as racas mais evoluida sabem que pra ser respeitado e primeiro preciso respeitar. Aqui fica a advertencia coma carne coma cadaveres, mais quando a lei for aplicada nao se esqueca que tu tambem es um assasino. por ignorancia ou por despreso a vida de conciencia inferior mais igualmente nossos irmaos. Ai na moral quem conhece tudo isso e ainda nao fez nada a respeito merece nem que por uma 3 encarnacoes nascer porquinho nascer galinha ta ligado. Isso seria justo... Esse e o documentario que fala sobre a covardia que e o mundo da agropecuaria, que e responsavel cada vez mais pelo desmatamento de areas das ULTIMAS florestas tropicais. Entao gente quando forem gritar cheios de orgulho sobre como e feio prender gente so por fumar um baseado lebre-se que voce tambem e um assasino e que o preco por ser tao frio seja a opressao NADA ACONTECE POR ACASO!
  31. 1 point
    Inacrditavel... Mas hoje viajando de carro entre Los Angeles e San Francisco tocou esta musica... Custei + encontrei Abs Gelidos do mais novo fan de Jack e OG Kush
  32. 1 point
  33. 1 point
    Muito bom! EDIT* Tem outros documentarios muito interessantes, e realmente faz abrir a mente da galera que acha normal ir na churrascaria no final de semana. 1º Terraqueos 2º A Carne é fraca Estou sem comer carne á 6anos, sinto que minha vida meus pensamentos em relação a natureza mudou totalmente. Boas energias pra galera toda do GR que nao come carne tbm!
  34. 1 point
  35. 1 point
    O que eu não entendo é: Sempre vejo como um argumento proibicionista o fato que a maconha atualmente está mais potente. Tem mais % de THC (nem adianta falar de CBD, CBN e etc pois eles nem fazem ideia que existem). Mas a questão é: Qual é o problema do THC? Que eu sabia, não faz algum.
  36. 1 point
    traduçao do jack ... muito bom , salvei o link p ler depois ... valeu pela info traduzida ae irmao
  37. 1 point
    Eu nem levei a serio o suficiente para conferir esse tipo de coisa, pra mim isso e piada, ainda bem que o Laranjeira nao tem acesso a erva que a galera cultiva por aqui....
  38. 1 point
    Homem canvas , relaxa , é normal. Isso é a solução para armazenamento que cristalizou. Lava bem ele e deixa umas duas horas na solução de calibrar. Depois enxague e calibre. Se tiver algum problemas ja vai ver na hora de conferir a calibragem.
  39. 1 point
    skunk plantado Que bom que seu skunk é plantado. Aqui só fumo feito em laboratório kkkkkkkkk Porra cara, como que um skunk NÃO é plantado? Vem da lua?
  40. 1 point
    Se 25 gramas definir entre tráfico e usuário essa lei é um ATRASO para a causa! Hei Vivo Rio, larguem de serem medrosos! O que adianta ficar fazendo pesquisa, escrever artigo e etc etc e propor algo tão merda quanto isso?
  41. 1 point
    Resumiu tudo. Seja exigente, prensado não é maconha.
  42. 1 point
  43. 1 point
    + um ponto para a planta amigável a pássaros, muito diferente do eucalipto, que enquanto demora muito mais, degrada o solo e espanta a fauna.
  44. 1 point
    Tirei da literatura jurídica. Pelo visto faltam essas leituras na sua formação de maconheiro.
  45. 1 point
    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAAHHAHAHAHAHAHAHAHAHA
  46. 1 point
    Eitha!!! Só os indios tem esse privilégio mô véio!!!! (ainda.....) não é novo,mas muito foda,assisti esses dias
  47. 1 point
    Eu acho que a hora que florir se vc deixar esse passarinho na cura uns 60 dias vai dar mo doidera! Passarinhos pegajosos!
  48. 1 point
    Chuck é patrimonio universal do GR! As vezes agente empresta ele praquele time vermelho!
  49. 1 point
    Torçam pra que isso passe, de verdade! Prevejo seriamente que MUITA coisa pode REALMENTE mudar em cima disso. Mesmo que seja ex nunc os efeitos - ou seja, sem ter qualquer efeito retroativo - se for declarado inconstitucional o artigo 28 será uma esperança gigantesca pra quem, como nós, busca apenas o cultivo caseiro. Pra quem não manja muito entender: Não é que NÃO VÃO poder prender cultivador/usuário - até porque a lei continuaria "teoricamente" existindo - mas sim que no judiciário, começará a se declarar a inconstitucionalidade sempre que alguém for preso e classificado como usuário. Desse jeito, a tendência é que rapidamente e por várias decisões comece a se discutir a respeito da impossibilidade de qualquer probição do estado em relação ao simples uso. Por ser o órgão máximo e este devendo proteger a constituição, sempre que ocorrer um fato igual - diga-se, apreensão de drogas com usuário - por existir a inconstitucionalidade, bastaria pedir ao juiz do feito a aplicação da inconstitucionalidade. Indo ainda mais longe, prevejo como bem possível uma grande conscientização em meios midiáticos e assim, SE DEUS NOS OUVIR, que os gambés parem de pegar cultivador/usuário, pois teoricamente, a lei impediria isso, vez que, embora não SAIA do ordenamento jurídico, o artigo 28 estaria "riscado" da lei 11.343/06 (lei de drogas). Processo semelhante aconteceu com o artigo 44 da lei 11.343/06, que vedava a liberdade provisória no tráfico. Embora não tenha sido retirada do ordenamento jurídico, foi declarada constitucionalidade incidental e assim, hoje é entendimento majoritário que o tráfico admite liberdade provisória. Falando-se apenas da nossa causa e da regulamentação do cultivo, vejo a declaração de inconstitucionalidade do artigo 28 algo INDISPENSÁVEL para nossa luta, pois assim daríamos um "balão jurídico" nos proibicionistas, pois se a conduta de fumar um baseado não é crime, logicamente, plantar EXLCUSIVAMENTE PARA USO PRÓPRIO TAMBÉM NÃO É. Espero que tenha dado para entender bem, correria tá muito grande aqui!
  50. 1 point
    Deixar de ser crime portar drogas nao significa "passar um risco" no art. 28, e aí, plantar vai ser somente mencionado no art 33? Isso nao pode ser um "tiro no pé" para growers?