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Será que a vovó deveria usar maconha?

7 de March de 2013 // admin

Essa pergunta pode soar um pouco engraçada, mas para Robert Platshorn, o homem que passou mais tempo dentro de uma cadeia nos EUA por causa de Maconha, o assunto é sério. Robert que já promove palestras pelos Estados Unidos, voltadas para o uso da cannabis medicinal entre idosos, agora é o diretor de um curta-metragem.

Em “Should Grandma smoke pot”, em português, Será que a vovó deveria usar maconha?, Robert tenta mostrar como o assunto ainda é tabu para muitos idosos e como muitos ainda têm curiosidade sobre os benefícios do uso da cannabis.

No documentário, relatos emocionantes de pessoas que precisam de cannabis para poderem suportar o dia a dia com suas enfermidades, desmistificam o uso da erva para fins terapêuticos. Um documentário para abrir a cabeça, deixar de lado moralismo e ver na cannabis a possibilidade de uma vida melhor para muita gente.

 

 

Motoristas chapados fazem teste de direção

25 de February de 2013 // tali

Álcool e direção são coisas que, definitivamente, não combinam. Campanhas federais, estaduais e privadas, promovidas por ONGs e programas de TV, alertam sobre o perigo e fazem da Lei Seca brasileira uma das mais estritas do mundo. São Paulo foi mais longe e agora lança mão de um teste capaz de identificar maconha e cocaína no momento da blitz. Somos 100% a favor da tolerância zero para motoristas que arriscam suas e outras vidas digindo sob qualquer tipo de entorpencente, porém, com substâncias ainda proibidas, como podemos saber exatamente como o efeito de diferentes drogas afetam as simples tarefas do dia-a-dia?

A CNN usou Washington como palco para um teste divertido, mas que tem muito a dizer. Três motoristas foram chapados e colocados para alguns desafios atrás do volante, acompanhados de um instrutor profissional. A primeira foi Addy, de 27 anos. Já chegou chapada, com 15.9 nanogramas de THC por milímetro de sangue, três vezes mais que os 5 ng/ml tolerados pelo novo limíte legal determinado pelo Estado recém legalizado. Usuária medicinal, ela foi quem mais fumou, com uma extra fumada que a levou a 1.4 g de erva na cabeça, chegando a 36,7 ng/ml. Apesar de querer bancar a pé-de-chumbo e a atropelar um cone dando ré, o policial que acompanhou o teste disse que não teria parado Addy em vias públicas por não ver nada muito fora do normal. Ainda assim, a maria maconha da vez assumiu se sentir pouco segura atrás do volante.

Com o pior resultado dos três, Dylan chegou careta. Usuário de fins de semana, fumou 0.3 g do verdinho, o que o levou ao nível 26 ng/ml de THC. Dylan diz que já se sente chapado, mas não comete nenhuma infração. Após uma segunda e terceira bongada, que somou 1 g de erva fumada, ficou confuso, se perdeu no caminho e quase atropelou o fotógrafo, salvo pelo instrutor que segurou o volante na hora. O policial afirmou que teria parado o sem-noção, que também se ligou que estava chapado demais para dirigir.

O usuário esporádico Jeff, de 56 anos, pecou pela velocidade, mas pela falta dela. Depois de fumar 0.3 g, não apresentou muitos sinais de leseira, mas após outras duas fumadas e com 1 g de fumaça na cabeça, Jeff ficou lento a ponto de se tornar suspeito para o policial de plantão, que o pararia na rua. O contemporâneo de Cheech & Chong disse que prefere não dirigir nessas (lentas) circunstâncias.

O teste ainda descobriu que, em alguns casos, pode-se consumir três vezes esse limite sem que as habilidades de direção sejam significantemente afetadas.

A semSemente publicou há alguns meses uma meta-análise realizada em 66 diferentes estudos contendo 264 diferentes estimativas sobre a relação entre drogas, lícitas ou ilícitas, e acidentes automobilísticos, que classificou diversas substâncias como anfetaminas, analgésicos, antiasmáticos, antidepressivos, antihistamínicos, benzodiapinas, cannabis, cocaína, opiáceos, penicilina e zopiclone, uma pílula bastante usada para problemas de insônia. O álcool ficou de fora, para evitar a redundância. Clique aqui para ler.

 

 

PROIBICIONISTAS EM BUSCA DE PROVAS FORJADAS USAM DE SCANNER DE CALOR

8 de August de 2012 // dzdubem

Os ‘poliça’ analisam a residência e sugerem a invasão, sem ter certeza do que se trata: e se fossem legumes? 

[São Paulo, cedo, cedo, cedo!] – Nos Estados Unidos os esforços para justificar o dinheiro gasto na guerra contra as drogas beiram o ridículo. Agora (na verdade já faz um tempinho) os caras estão primeiro analisando as casas e prédios com um daqueles scanner de calor, daqueles usados no filme do Predador, e assim que focam algum ponto suspeito, solicitam a invasão da propriedade pra algum juiz reacionário. Leia mais…

Nova série de TV – O Dispensário

19 de February de 2011 // growroom

Los Angeles, fevereiro de 2011 – A legalização da maconha é um dos temas mais controversos do nosso tempo. Agora, o fascinante mundo dos negócios sobre a maconha medicinal é revelado na nova série de 30 minutos, POT STAR$ conhecida depois como o Dispensário (The Dispensary)

Cada episódio leva os telespectadores ao interior do GreenCure, um dispensário de maconha medicinal em Venice, Califórnia, onde Brian Swink e seus, jovens, funcionários, conhecedores de Cannabis Medicinal, formam um conjunto de personagens um tanto peculiar, tentando comprar, vender, trocar e obter o remédio.

O pessoal, divertidamente durante a execução do negócio se confronta um com o outro, pacientes e autoridades .

O proprietário e os seus funcionários inalam os remédios para avaliarem cuidadosamente as necessidades de cada paciente e o valor de cada medicamento e de cada produtinho colorido vendido na loja, fazendo a historia dos pacientes passar do realismo ao ridiculo.

Brian Swink é o chefe proprietário e o big-brother, que lida com o estresse irônico do negócio da maconha. Ryan “Big Juicy” é o de 21 anos que vai cativar os os telespectadores devido aos seu papel divertido. Educados e sensíveis, Claire e o segurança David fazem parte desse quadro de personagens Não há muito que esses caras não viram ou ouviram falar, inevitavelmente, tornando-os especialistas em maconha medicinal.

O dispensário criado por David Katz é produzida pela produtora Ambitious Films de David Katz e Nancy Lopez. Brian Katz Swink e David são os produtores executivos da Ambitious Films

Ambicioso Films é uma empresa de produção de Los Angeles basicamente creditado como produtora de comerciais, vídeos de música e filmes. O criador da série David Katz e produtora Nancy Lopez finalizaram recentemente a comédia romântica Kissing Strangers. A Ambitious Films está agora em negociações com as redes para adquirirem seu novo reality show.

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Categoria Medicinal, TV, Vídeo

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‘Usuário não é bandido’, diz FHC sobre drogas

15 de February de 2011 // growroom

Rio – O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso defendeu a descriminalização dos usuários de drogas em entrevista veiculada neste domingo no programa Esquenta!, apresentado por Regina Casé na Rede Globo. “O usuário não é um bandido, não pode ser tratado como criminoso”, disse FHC, que perdeu as eleições para a prefeitura de São Paulo em 1985, quando foi alvo de uma campanha moralista do então adversário Jânio Quadros, que o acusava de ser ateu e de ter fumado maconha na década de 1960.

“Não é que não deva penalizar. Descriminalizar quer dizer que não adianta colocar o usuário na cadeia, onde ele só vai aprender a usar outras drogas. O usuário deve ser tratado. (Descriminalizar) não é legalizar a droga, não é liberar”, ressalvou o tucano, que elogiou o combate ao tráfico realizado pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro. “Acho que os problemas precisam ser enfrentados com coragem. Na Colômbia, há uma luta terrível contra os narcotraficantes. No México, a guerra contra o tráfico certamente deixa mais pessoas mortas que os conflitos no Oriente Médio. Já no Brasil, vivemos uma experiência interessante (com as UPPs)”. Leia mais…