Jornalista Acusada De Injúria Tenta Trancar Inquérito - Marcha Da Maconha
#41
Posted 17 August 2010 - 02:38 PM
Remedinho amargo né...
#42
Posted 17 August 2010 - 02:51 PM
Picax, on 16 August 2010 - 02:56 PM, said:
do blog da Izilda Alves
Fato inédito na Justiça
Fato inédito na Justiça. No País, onde a lei define como crime portar, oferecer e divulgar drogas, defensor da marcha da maconha vai a uma delegacia e abre inquérito policial contra quem luta contra as drogas em São Paulo, a campanha Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas dizendo-se ofendido em sua honra. Ouça a entrevista do advogado Mário de Oliveira Filho, que defende a Campanha da Jovem Pan, hoje no Jornal da Manhã ao jornalista Anchieta Filho:
#43
Posted 17 August 2010 - 06:12 PM
FORA PROIBICIONISMO.....!!!!!
#44
Posted 17 August 2010 - 07:32 PM
agora nesse caso nao seria o crime de calunia???? ela chamou o cara de trafica neh???
#45
Posted 18 August 2010 - 02:47 AM
Justiça concede habeas corpus para Izilda Alves
Jornalista foi citada em inquérito policial por conta de matéria que falava da "marcha da maconha"
Publicado Por: Diogo Vargas
Em um país onde é proibido portar, oferecer e divulgar drogas, um defensor da “marcha da maconha” se sentiu ofendido em sua honra e registrou boletim de ocorrência contra a jornalista Izilda Alves, coordenadora da campanha Jovem Pan “Pela Vida, Publicidade Contra as Drogas”. Foi só no último domingo, depois de outras tentativas infrutíferas, que o Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus à jornalista para evitar que ela fosse obrigada a prestar depoimento nesta segunda-feira no inquérito policial 1251/2009, aberto na Delegacia de Perdizes, 23º distrito policial da Zona Oeste de São Paulo.
Em entrevista a Anchieta Filho, o advogado de defesa de Izilda Alves, o criminalista Mário de Oliveira Filho, presidente da Comissão de Fiscalização e Defesa da Advocacia da OAB-SP, comentou sobre a aberração jurídica no caso que acusa a jornalista por apenas narrar os fatos.
Segundo o advogado, o habeas corpus concedido à Izilda Alves baseia-se na ausência de crime, já que a jornalista apenas narrou os fatos depois da negativa do Ministério Público em permitir a realização da “marcha da maconha” no Parque do Ibirapuera. Na liminar do Tribunal de Justiça é alegada a falta de tipicidade na conduta de Izilda, ou seja, o órgão maior do Judiciário no estado de São Paulo, considerou que ela não cometeu crime algum em exercer a sua profissão.
“O habeas corpus argumenta com a falta de tipicidade, ou seja, o que ela fez não é crime, ela narrou um fato acontecido onde o Tribunal de Justiça de São Paulo negou aos organizadores da tal ‘marcha da maconha’ de realizar esta marcha no Parque do Ibirapuera às duas horas da tarde do domingo. Então, essa pessoa, que até então não se sabia quem era, apareceu, surgiu do nada e se sentiu ofendido com a matéria e foi a uma delegacia de polícia. E o mais inusitado não é a delegacia ter instaurado o inquérito policial, o mais inusitado foi ter que chegar ao Tribunal de Justiça de São Paulo, a mais alta corte do estado, para se conseguir uma liminar e impedir que a jornalista fosse à delegacia de polícia para explicar aquilo que é inexplicável, não tem crime, não existe crime”
Mário de Oliveira Filho define a acusação contra Izilda Alves como um atentado contra a liberdade de imprensa. Enquanto a matéria da jornalista foi registrada no site da Jovem Pan, que tem os responsáveis conhecidos e os nomes divulgados, o site da “marcha da maconha” estava registrado em Cingapura, em local que a identidade dos criadores é escondida e pode-se defender ilegalidades quaisquer.
O criminalista apontou que, antes da acusação contra a jornalista, ainda há outro problema. O advogado nos lembra que “uma coisa é liberdade de expressão, enquanto outra é apologia ao crime”, pois usam do argumento que todos têm o direito de se manifestar, mas se esquecem que este direito não é absoluto para ninguém. Não se pode fazer propaganda das drogas baseando-se no direito de exprimir suas idéias, já que o uso de drogas, assim como a apologia ao seu uso, é proibido no país.
Outro problema mostrado pela Justiça brasileira neste caso vem das negativas dos órgãos inferiores do Judiciário paulista em conceder o habeas corpus à jornalista. O advogado revelou que o habeas corpus foi negado pelo Juizado Especial Criminal, que propôs somente expedir liminar que impedisse que Izilda fosse indiciada, mas que ainda daria abertura para que ela fosse chamada para ser ouvida em inquérito. Ele ainda tentou solucionar o caso no colégio recursal, que negou as apelações. Depois disso, o advogado recorreu ao Tribunal de Justiça, até que, finalmente, o desembargador José Orestes de Souza Nery concedeu habeas corpus para conseguir impedir que a jornalista fosse chamada para ser ouvida na delegacia.
Agora o inquérito está sobrestado e não pode prosseguir. O habeas corpus seguirá para o Ministério Público, onde receberá um parecer e retornará ao Tribunal de Justiça. No TJ o habeas corpus terá seu mérito julgado por três desembargadores, que decidirão por manter ou caçar a liminar.
Confira a entrevista completa de Mário de Oliveira Filho.
#46
Posted 18 August 2010 - 03:04 AM
quem le essa noticia de cima e não está por dentro da história realmente ia achar um absurdo um maconheiro fazendo uma queixa contra essa tal mulher...
por que será que na noticia não citam que a jornalista da JP chamou os participantes da marcha da maconha de traficantes? é tanto burrice pra uma mulher só, ela nunca parou pra pensar que os odiados traficantes que ela tanto tem medo apenas existem por conta da proibição? coisa que ela mesmo defende com total demência!
e quantas vezes precisamos falar
Não fazemos apologia as drogas, não queremos que mais pessoas fumem maconha, apenas temos o direito constitucional de sairmos as ruas exigindo a mudança de uma lei que já nasceu fracassada a mais de 100 anos atrás.., apologia é o caralho!
Que mulher escrota, ainda pública no blog uma noticia com se ela fosse a coitadinha, a que está sendo injuriada.
#47
Posted 18 August 2010 - 03:16 AM
´´apenas narrou os fatos´´?????????
se ela tivesse apenas narrado os fatos la no dia da marcha haveriam sim traficantes, e não ativistas e manifestantes....
o pior é que deu certo pra ela né.
Mas eles não sabem que a gente não desiste dessa poha! contra ignorancia temos argumentos !
#48
Posted 18 August 2010 - 03:22 AM
A jovem pan tem esse costume, é bem comum em qualquer área jornalistica eles escrevem o que bem querem e depois ficam choramingando! Nos esportes é a mesma coisa, são comandados por diretores são paulinos e falam o q querem dos outros times denegrindo suas imagens, agora foi a mesma coisa no caso da marcha da maconha que não tem nada a ver com tráfico de drogas e sim com luta contra o preconceito e a idiotice que é o proibicionismo!
#49
Posted 18 August 2010 - 02:04 PM
#50
Posted 18 August 2010 - 05:00 PM
jardaon, on 18 August 2010 - 02:04 PM, said:
Isso que eu ia falar.
Então quer dizer que ela disse que eram traficantes e estava certa? (já que somente narrou os fatos)
Que porra é essa?
#51
Posted 18 August 2010 - 05:09 PM
incoerente no minimo...
#52
Posted 18 August 2010 - 09:51 PM
Coincidentemente hoje no blog da Jovem Pan o advogado da Dona Izilda, Dr. Mário de Oliveira Filho ganhou um banner fixo e uma apresentação com cara de alegrão.
Será que ela tá pagando parte dos honorários com propaganda?
#53
Posted 18 August 2010 - 10:46 PM
#54
Posted 19 August 2010 - 12:43 PM
Bob Cuspe, on 18 August 2010 - 09:51 PM, said:
Coincidentemente hoje no blog da Jovem Pan o advogado da Dona Izilda, Dr. Mário de Oliveira Filho ganhou um banner fixo e uma apresentação com cara de alegrão.
Será que ela tá pagando parte dos honorários com propaganda?
Orelhudinho o rapaz.......rsrs
1 user(s) are reading this topic
0 members, 1 guests, 0 anonymous users










