PlaCoFuGostei escreveu
1- C usou vaso ou é um buraco no chão? Se usou, qual a medida ou volume?
2- C não acha que a tendência de um bagulho "importado" é aclimatizar e portanto obedecer este fotoperíodo... sei lá na colheita F10?
3- A Sativa pura dá uma loucura mais alerta (Up High) mesmo? E a Manga Rosa como é?
1-Usei garrafa PET no começo, com 30 cm transplantei p/vazo de uns 5 litros, no 4º mês foram para uma cova no chão.
Agora os cara que plantam sativas grandes em vasos aconselham que os mesmos tenham entre 30 e 40 litros para uma plantinha de 3 metros.
2-Acho muito difícil de uma indica pura aclimatar ao ponto de obedecer este fotoperíodo.
Melhor seria estabelecer cruzamentos entre estas, e as “landrace” ou raças da terra, as variedades autóctones, o que é chamado de hibridação.
O problema em tentar manter uma linhagem, uma variedade pura é a qualidade e a variação de fenótipos das sementes, é difícil garantir que se mantenha a genética através das gerações, devido a manifestação de características não desejadas....através de genes recessivos, não se pode assegurar que o código genético chegue intacto e por igual a todas as sementes. Nos podemos dar por satisfeitos se não observarmos uma perda de potência e vigor. É mais provável observar estas perdas de potencia ao tentar manter uma variedade pura que hibridando.
Nosso problema estaria em que a seleção que podemos fazer é de no máximo 20 plantas (no meu caso atual), que não é nada se comparado ao que seguramente se faz em Amsterdã com 1.000 ou 10 mil plantas...
Se a intenção é produzir sementes com nossos meios, adaptadas ao nosso clima, como eu já disse, o melhor seria cruzar duas espécies distintas entre si a fim de encontrar um cruzamento que com sorte herdasse as melhores qualidades dos pais nascidos das sementes "da terra" x sementes de “pedigree”.
3- Normal, viagem mais cerebral, que vc sente mais na cabeça, bem diferente das indicas que, vc sente o baque no corpo indicas são mais “pesadas”.
P A Z