Corte de jogador do handebol teria sido por uso de maconha

Posted in Esportes, Eventos, Notícias, doping by Growroom on the August 5th, 2008

Pivô Alexandre Rodrigues foi convocado para o lugar do armador

Do G1

O corte do armador-esquerdo da seleção brasileira de handebol Jaqson teria sido por uso de maconha, segundo informações da Rede Globo. O entorpecente não dá ganhos esportivos ao atleta, mas faz parte da lista de substâncias banidas pelo departamento antidoping do Comitê Olímpico Internacional (COI). Dentro da seleção, a polêmica é sobre a demora para o corte e a convocação do substituto de Jaqson, Alexandre Rodrigues. Chefe da delegação de handebol em Pequim, Cássio Marques explica algumas das questões.

- A lista deveria ser entregue ao COB no último dia 27, a gente ficou sabendo do doping no dia 25 aí no Brasil, dia 26 no Japão (onde a seleção passava por um período de aclimatação) e conseguiu fazer a troca. Pensamos no Gustavo (Nakamura, o Japa), mas ele estava machucado. Nosso médico (Dr. Gustavo Rocha Santos) ligou para o Brasil e confirmou que ele não se recuperaria para as primeiras partidas, então foi inscrito o Alexandre Rodrigues.

E onde está Jaqson?

O paradeiro de Jaqson ainda é indefinido. Cássio Marques afirma que o jogador retornou ao Brasil no último dia 26, mas o clube em que o jogador atua no Brasil, o Metodista, de São Bernardo do Campo (SP), só soube de seu afastamento da seleção pela imprensa na manhã desta terça-feira. O gerente de esportes do clube, Alberto Rigolo, comentou o desconhecimento sobre a situação.

- Desde abril nossos jogadores estão dispensados para treinar e jogar com a seleção. Ele não jogou o campeonato paulista nem os regionais e deveria se apresentar ao clube depois de deixar a seleção, mas só soubemos hoje que ele não está com o grupo em Pequim. Já tentamos contato com ele, mas sem resposta - lamenta Rigolo.

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TJD do Rio dá 120 dias de gancho para maconheiro

Posted in Esportes, Leis, Notícias by Growroom on the April 13th, 2007

Agora o jogador nao é mais o jogador, é o maconheiro segundo o título da matéria… segue

Rio de Janeiro, RJ, 12 (AFI) – O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) do Rio de Janeiro não perdoou o ex-zagueiro do Fluminense, Renato Silva, acusado de usar maconha. Ele pegou 120 dias de gancho, em reunião realizada, nesta quinta-feira à noite.

O jogador ainda pode recorrer da decisão. Ele teve seu contrato rescindido com o clube em fevereiro, quando foi flagrado em exame antidoping por uso de maconha após a partida diante do Volta Redonda, pela segunda rodada da Taça Guanabara.

Renato foi julgado no artigo 244, que previa pena máxima de um ano de suspensão. Durante a sessão, cinco auditores votaram por 120 dias de gancho, enquanto outros dois votaram por 180. Ele recebeu a pena mínima - poderia ter sido afastado do futebol por até um ano, de acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).

Até o advogado do jogador ficou satisfeito:

“É claro que fui para o tribunal com a intenção de absolver o Renato, mas esta pena está dentro do que esperávamos”, explicou o advogado do zagueiro, Carlos Portinho, que decidiu não recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Durante o julgamento, Renato Silva admitiu ter usado o entorpecente e se mostrou arrependido e em recuperação porque iniciou um tratamento em uma clínica de desintoxicação. Em sua defesa , alegou ter feito uso da maconha durante as férias, período em que se desligou do Flamengo e se transferiu para o Fluminense .

“A intenção do Renato agora é dar a volta por cima e se transformar em um exemplo, como ocorreu com o Giba [da seleção masculina de vôlei, que enfrentou o mesmo problema]”, afirmou Portinho.

Fonte: Futebol do Interior

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Jogador do Fluminense é flagrado no antidoping

Posted in Esportes, Notícias by Growroom on the March 22nd, 2007

A primeira reação dos dirigentes do Fluminense à informação de que um exame flagrou vestígios de maconha na urina do zagueiro Renato Silva foi mandá-lo embora das Laranjeiras.

O Fluminense pensa em demitir o zagueiro por justa causa. A dispensa já está quase decidida, avisa Branco, coordenador do departamento de futebol:

- A permanência dele no clube é difícil. Gostamos dele, sabemos do seu potencial, mas é um problema que não pode acontecer. O Fluminense tem uma tradição grande e deve ser respeitado. Temos uma garotada em Xerém e precisamos dar bom exemplo.

Além de perder o emprego, Renato Silva pode ser suspenso por até dois anos pelos tribunais esportivos.

Com problemas anteriores de alcoolismo, segundo seu advogado, o jogador de 23 anos teria puxado um fuminho durante as férias sem se dar conta de que o delta-9-tetra-hidrocanabinol, princípio ativo da cannabis sativa, permanece no organismo por mais de um mês.

É justa a preocupação dos dirigentes esportivo com o consumo de drogas, mas é pura hipocrisia listar como doping substâncias como a maconha ou a cocaína, que evidentemente não se prestam à melhoria do rendimento esportivo.

A punição, tanto do clube como dos regulamentos esportivos, é de natureza moral. Muitas são as vozes pelo mundo afora que, há algum tempo, vêm pedindo que as drogas de uso social sejam retiradas da lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial Anti-Doping e seus usuários não sejam punidos no âmbito esportivo.

Há não muito tempo, falando na Câmara dos Comuns, o ministro dos Esportes da Inglaterra, Richard Caborn, engrossou o coro:

- A Agência Mundial Anti-Doping deveria punir os esportistas que consomem drogas para melhorar seu rendimento físico e esportivo. Não é problema seu se eles consomem drogas na vida fora do esporte. Não podemos fazer o papel de policiais dos esportistas. Devemos controlar aqueles que fraudam o esporte.

Para infelicidade de Renato Silva, porém, esta é uma questão que o Brasil – e não apenas o Fluminense - ainda trata apenas com moralismo. O barato lhe sairá caro. É muito provável que ele perca o emprego e seja suspenso por um longo período.

Fonte: No mínimo

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