200 milhões de usuários no mundo todo
Posted in Ativismo, Notícias by Growroom on the June 27th, 2006
Mais de 200 milhões de pessoas no mundo todo –cerca de 5% da população entre 15 e 64 anos– fazem uso de drogas ilícitas ao menos uma vez por ano, segundo o Relatório Mundial de Drogas 2006 do Unodc (Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime).
De acordo com o documento, cerca de metade dos usuários –100 milhões– usa drogas regularmente, ou seja, ao menos uma vez por mês.
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Chá de canábis geladinho
Posted in Notícias by Growroom on the June 27th, 2006
As lojas de produtos naturais britânicas vão oferecer em breve a seus consumidores o chá gelado de maconha, anunciou nesta segunda-feira o distribuidor sueco da novidade. Vendido com o rótulo “C-Ice Swiss Cannabis Ice Tea”, a bebida contém 5% de xarope de flor de cânhamo e uma minúscula (0,0015%) quantidade de THC, o princípio ativo da maconha.Qualquer ingrediente que pudesse ser colocado na categoria de drogas foi removido e o chá não causará dependência. Mas ativistas antidrogas britânicos afirmam que a venda do chá é perigosa porque dará aos jovens a impressão de que a maconha é um lugar-comum.
O produto foi lançado na Suíça em 2003, e já está disponível na Áustria, Alemanha, Holanda, Portugal e Espanha.
Fonte: Terra
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West Hollywood libera consumo pessoal de maconha
Posted in Ativismo, Notícias by Growroom on the June 21st, 2006
WEST HOLLYWOOD, EUA, 20 jun (AFP) - O município de West Hollywood, na Grande Los Angeles, aprovou uma resolução que pede à polícia para não punir a posse de pequenas quantidades de maconha ou o fumo em locais privados, informaram nesta terça-feira autoridades locais.
O Conselho Municipal (Câmara de Vereadores) de West Hollywood, um exclusivo bairro de 35.000 habitantes situado entre Los Angeles e Beverly Hills, também conhecido como o setor gay da cidade, aprovou por unanimidade a resolução na noite de segunda-feira, com uma única abstenção, acrescentaram as fontes.
A resolução, que não tem valor de lei, entrou em vigor nesta terça-feira e pede à polícia de Los Angeles que não detenha adultos de posse de pequenas quantidades de maconha ou que fumem em áreas privadas, sem informar se estes locais seriam bares ou residências.
A resolução especifica também que será proibido fumar maconha em locais públicos e que serão mantidas as penas para menores ou traficantes de drogas.
A posse e o consumo de maconha são proibidos pelas leis americanas e da Califórnia. No entanto, uma série de consultórios médicos em Hollywood adota a maconha como remédio e é possível comprar alguns gramas da droga por dia com receita médica.
De acordo com o vereador de West Hollywood, John Duran, seu município não pretende adotar um decreto com valor regulamentar que contradiga as leis do país e do Estado.
“Não podemos votar leis contrárias às leis federais ou estaduais”, esclareceu Durán, representante deste setor de alto poder aquisitivo, onde vive um importante número de pessoas que trabalham na indústria do entretenimento.
“Mas podemos fazer saber que não consideramos o uso privado da maconha uma prioridade e que os policiais deveriam se dedicar à luta contra os crimes mais graves em West Hollywood”, afirmou.
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Oh Larica!
Posted in Notícias by Growroom on the June 21st, 2006
Um neurocientista brasileiro conseguiu elucidar em detalhe o mecanismo bioquímico que conecta a regulação do apetite aos chamados endocanabinóides –substâncias naturais do organismo que imitam a ação dos derivados da a maconha. Renato Malcher-Lopes, do Instituto Cérebro Mente de Lausanne, na Suíça, evita usar a expressão “larica”, mas seu estudo de fato ajuda a explicar a fome súbita que usuários da droga sentem após consumi-la.
Fonte: UOL
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Ras Jorge Makandal divulga carta do cárcere
Posted in Ativismo, Notícias by Alma Rastafari on the June 21st, 2006
” Que a paz de Jah esteja entre nós e a todos os amantes do reggae no mundo inteiro,a todos que tem amor ao reggae, tenham uma consciência universal: O amor ,a Paz e a Evolução do Mundo. A Babilônia é cruel, fria e perigosa.”
Assim começa a carta de um homem livre que atualmente está encarcerado na prisão da Delegacia de Polícia do Município de Macaé - Rio de Janeiro, por admitir para si uma crença que utiliza a Cannabis como enteógeno. Ras Makandal é mais uma vítima do proibicionismo à brasileira, que em nome de uma suposta proteção à um conceito inanimado chamado Saúde Pública, relega à marginalidade social boa parte da sua população criminalizada por contravenções envolvendo a planta Cannabis Sativa.
Leia a carta de Ras Makandal recém publicada no site Reggae Movimento, escrita no dia 03/05/2006 CLICANDO AQUI
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Exame permite identificação das variações genéticas da Cannabis
Posted in Cultivo, Notícias by Alma Rastafari on the June 16th, 2006
Extraído do site:
Inovação Tecnológica - publicado originalmente no dia 23/05/2006
“Há alguns anos, o deputado Fernando Gabeira quase foi preso ao chegar ao país com vários quilos de sementes de cânhamo. Ele tentava divulgar o cultivo da planta, que possui uma infinidade de usos, da fabricação de papel, tintas, detergentes, óleo, passando por medicamentos, até a geração de um biocombustível.
O problema é que o cânhamo é um irmão gêmeo da maconha, sendo virtualmente impossível separar um do outro. O cânhamo tem o nome científico de Cannabis ruderalis; já a maconha é chamada Cannabis sativa. O que difere as duas plantas são os níveis do composto psicótico tetrahidrocanabinol (THC), fortemente presente na maconha e virtualmente inexistente no cânhamo.
Anos antes, o estado norte-americano de Minnesota tentara fazer o mesmo trajeto do nosso bem-intencionado deputado. Mas se deparou com o mesmo problema. Desde então, cientistas da Universidade deste estado têm trabalhado na tentativa de separar o joio do trigo, ou melhor, separar o bom moço cânhamo da sua mal-falada irmã-gêmea maconha.
Agora, parece que, finalmente, eles tiveram êxito. A equipe do Dr. George Weiblen utilizou uma técnica para identificação do DNA, chamada AFLP (”Amplified Fragment Length Polymorphism”), que separa as duas plantas sem margens de dúvidas.
Já era possível identificar o THC quimicamente, mas a droga não aparece em todos os tecidos da planta e nem durante todo o seu ciclo de vida. Outro método genético já conhecido, o STR (”Short Tandem Repeats”), atualmente utilizado para a verificação de paternidade em humanos, não é eficaz na separação das duas variedades de Cannabis, mostrando resultados tanto falso-negativos, quanto falso-positivos.
“Nós acreditamos que esta técnica tem o potencial para distinguir também variedades da maconha,” disse Weiblen. “Isso tem implicações não apenas para separar o cânhamo da maconha em países onde o cultivo do cânhamo é permitido, mas também na identificação da origem de drogas apreendidas [...].”
Cientes de que mesmo a sua técnica poderá ainda não será o suficiente para a adoção generalizado do cultivo do promissor cânhamo, os cientistas agora querem mapear todo o genoma da planta. Sua intenção é criar cultivares de cânhamo que mantenham suas incríveis propriedades, mas que não se pareça visualmente com a maconha.”
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Fármaco israelense à base de cannabis reduz pressão sanguínea
Posted in Notícias by Alma Rastafari on the June 16th, 2006
O estudante israelense Yehoshua Maor defendeu no dia 14 de junho sua tese de doutorado em farmacologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, recebendo o prêmio Kaye de inovação científica.
Trata-se de um fármaco baseada em um componente da resina da planta Cannabis sativa, isolado e manejado para reduzir a pressão sanguínea. Pesquisando a atividade cardiovascular dos cannabinóides, componentes químicos derivados da cannabis, a fim de criar um substituto para os pacientes que não responderem positivamente às drogas de hipertensão convencionais, Maor conseguiu isolar os componentes químicos da cannabis capazes de diminuir a pressão sanguínea, relaxando os vasos sanguíneos e produzindo respostas antiinflamatórias do organismo, qualidades que a tornam particularmente benéfica para diabéticos das propriedades psicoativas.
Maor então criou uma versão sintética desse omponente menor da cannabis chamado cannabigerol. Agora, é uma questão de pouco tempo para que seja lançado no mercado outro medicamento à base de príncipios ativos extraídos da resina da Cannabis.
Para saber mais:
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Feira Canábica em Bolonha
Posted in Medicinal, Notícias by Growroom on the June 1st, 2006
Em Bologna, nos próximos dias 2, 3 e 4 de junho ( de sexta-feira a domingo) será realizada a segunda edição da anual Feira Internacional da Maconha Medicinal e Industrial. Para os organizadores, será mais uma oportunidade para se conhecer “as mil utilidades de uma planta milagrosa” e de fazer um contraponto entre o uso médico, industrial e recrativo.
No site www.cannabistipoforte.com estão as informações sobre a 2a.edição da feira. Os organizadores resolveram ampliar o alcance e o local, pois a 1a.edição não foi internacional e realizou-se em espaço acanhado da cidade de Pescia.
A Feira acontecerá nos dis 2 (sexta-feira) e 3 (sábado) de junho. Os organizadores distribuíram um comunicado no site e a título de apresentação da iniciativa da Cannabis Tipo Forte.
Logo no início do comunicado está grafado que se trata de uma feira italiana sobre a “maconha médica” (para uso terapêutico) e “industrial” (na Itália é permitido o plantio para fins industriais: fabrico de papel com fibras de cânhamo).
Segundo os organizadores, “chegou o momento de se fazer conhecer o mercado ligado ao mútiplo uso dessa planta milagrosa e para criar um ponto de encontro com a realidade”.
Na feira haverá espaço, ainda, para debates sobre o retrocesso da novíssima lei italiana, que manda para cadeia o usuário de maconha. Uma das promessas eleitorais da coliasão que elegeu o premier Romano Prodi era a de mudança imediata da lei, elaborada pelo então premier Gianfranco Finni, do neofascista partido da Aliança Nacional.
Outro ponto de debete será a tabela elaborada e em vigor que estabelece a diferença entre usuário e traficante de acordo com o peso da maconha apreendida.
Na Feira, segundo anunciado, “estarão presentes os mais importantes produtores internacionais do mercado da maconha”. Haverá uma mostra de arte, a lembrar o movimento psicodélico dos anos 60. Também serão realizados concertos musicais e desfile de moda, com costumes tecidos com fibra de cânhamo. Nos espaços para debates, os temas versarão sobre o uso recreativo (lúdico), medicinal e industrial da maconha.
No espaço da Feira, sempre segundo os organizadores, haverá um amplo espaço para relax, jogos, dois bares, um restaurante, etc.
Fonte: IBGF
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